Igreja Evangélica em Aveiro

Igreja Evangélica em Aveiro A Igreja Evangélica em Aveiro (IEAveiro), faz parte das Assembleias de Irmãos e está presente na cidade de Aveiro desde 12 de Novembro de 1945.

Informamos que o funeral do nosso amado irmão António Félix terá lugar amanhã, pelas 15h30 na capela do cemitério de São...
26/02/2023

Informamos que o funeral do nosso amado irmão António Félix terá lugar amanhã, pelas 15h30 na capela do cemitério de São Bernardo.

"Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.
Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda." (2Tim. 4.7-8)

16/11/2022
No próximo dia 12 de novembro assinalamos o 77º aniversário da IEAveiro com um culto de acção de graças e convívio.Estam...
10/11/2022

No próximo dia 12 de novembro assinalamos o 77º aniversário da IEAveiro com um culto de acção de graças e convívio.
Estamos muito gratos a Deus pela sua fidelidade. A Ele toda a glória!
És bem-vindo a estar connosco.

04/04/2021

Leitura recomendada: Isaías 60

“Porque eis que as trevas cobriram a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o Senhor virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti.” (Isaías 60:2)

Lázaro estava morto fazia 4 dias. O túmulo estava selado, o seu corpo sucumbia à decomposição. Já ninguém acreditava que esta história pudesse ter um final diferente. Mas, quando Jesus chega e diante do sepulcro clama: “Lázaro, sai para fora!” (João 11:43), aquele que estava morto sai pelo seu próprio pé, vivo! Lázaro não tinha qualquer poder em si mesmo para obedecer ao comando de Jesus. O poder é de Quem o chamou: “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.” (João 11:25)

Jerusalém estava em ruínas. Os muros derrubados, o templo reduzido a cinzas, o povo arrancado à sua terra. Parecia o fim, mas não era. Deus não esquece as suas promessas. O pecado não pode passar impune, mas na Sua benignidade o Senhor lembra-se da misericórdia (vs.10). “Levanta-te!” – comanda o Senhor, e a cidade, o povo e a nação são gloriosamente restaurados a uma posição inimaginável. Espalhados e destroçados pelo exílio, não havia neste povo poder para se erguer novamente. O poder vem da Luz e da glória do Rei e do reino que o Senhor fez brilhar sobre eles.

As nossas vidas estão marcadas por tantas situações que parecem irremediáveis. Uma doença, um divórcio, a perda de um ente querido. Ainda assim, o maior peso de todos é o do nosso pecado. Entregues a nós mesmos estamos perdidos. Não buscamos a Deus, nem o podemos achar. Estamos cegos, pobres e nus. Mortos. A nossa perdição é tão grande que quando o Salvador veio demos-Lhe a Cruz. Sim, porque eu e tu estávamos lá naquele dia negro. No dia em que as trevas cobriram a Terra e a escuridão os povos. Parecia o fim, mas não era.

“A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis;
A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucif**astes e matastes pelas mãos de injustos;
Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela.” (Atos 2:22-24)

O nosso fracasso em matar Jesus tornou-se para nós a fonte e razão de toda a Esperança. Enquanto fazíamos tudo mal, Deus na Sua infinita sabedoria fazia tudo bem. Quisemos matar o Santo, e Ele dando a Sua vida pura alcançou perdão e justiça para os pecadores. Selámos o túmulo para que não mais saísse dali, mas Ele, o Senhor da Vida não podia ser retido por nenhuma pedra, nem pela Morte de quem é Senhor. Quisemos esconder o sepulcro vazio, mas o Cristo ressurecto é fonte de vida para todos os que O recebem.

O Rei venceu! E, vencerá! A Sua Luz brilha nas nossas trevas, a sua glória enche a Terra. “Levanta em redor os teus olhos e, vê!” (…) Então o verás, e serás iluminado, e o teu coração estremecerá e se alargará.” (vs.4-5)
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Podes saber mais em https://adcausam.com/2021/04/04/o-caminho-da-cruz-o-rei-vence/

Leitura recomendada: Isaías 52:13 – 53:12“Eis que o meu Servo procederá com prudência; será exaltado e elevado, e será m...
31/03/2021

Leitura recomendada: Isaías 52:13 – 53:12

“Eis que o meu Servo procederá com prudência; será exaltado e elevado, e será mui sublime.
Como muitos pasmaram à vista dele — pois o seu aspecto estava tão desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência, mais do que a dos outros filhos dos homens —,
assim causará admiração às nações, e os reis fecharão a sua boca por causa dele. Porque verão aquilo que não lhes foi anunciado, e entenderão aquilo que não tinham ouvido.”

Isaías 52:13-15

Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?
Porque foi subindo como um renovo diante dele e como raiz de uma terra seca. Não tinha boa aparência nem formosura; olhamos para ele, mas não havia nenhuma beleza que nos agradasse.
Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores e que sabe o que é padecer. E, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.
Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o considerávamos como aflito, ferido de Deus e oprimido.
Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós.
Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca. Como cordeiro foi levado ao matadouro e, como ovelha muda diante dos seus tosquiadores, ele não abriu a boca.
Pela opressão e pelo juízo, ele foi levado, e de sua linhagem, quem se preocupou com ela? Porque ele foi cortado da terra dos viventes; foi ferido por causa da transgressão do meu povo.
Designaram-lhe a sepultura com os ímpios, mas com o rico esteve na sua morte, embora não tivesse feito injustiça, e nenhum engano fosse encontrado em sua boca.
Todavia, ao Senhor agradou esmagá-lo, fazendo-o sofrer. Quando ele der a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos.
Ele verá o fruto do trabalho de sua alma e f**ará satisfeito. O meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento justif**ará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.
Por isso, eu lhe darei a sua parte com os grandes, e com os poderosos ele repartirá o despojo, pois derramou a sua alma na morte e foi contado com os transgressores. Contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.

Isaías 53:1-12

Este é um dos trechos mais sublimes de toda a Escritura! É impossível passar por ele sem sentir o peso do próprio pecado, o aperto no coração pelos sofrimentos de Jesus, e o marejar dos olhos ao experimentar o Amor provado de Deus por nós.

Se houvesse alguma outra forma de sermos reconciliados com Deus seguramente o sacrifício de Jesus não seria necessário. Mas, não há! Apenas um Justo poderia sacrif**ar-se pelos injustos. Foi por mim e por ti que Jesus veio ao mundo. Foi por mim e por ti que se entregou nas mãos dos inimigos. Foi por nós que não resistiu, não abriu a boca, não desceu da Cruz. Que suportou a ira de Deus por causa dos nossos pecados.

Faltam as palavras para acrescentar ao que Isaías, guiado pelo Espírito Santo, profetizou acerca de Jesus. Saliento uma expressão: “Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e f**ará satisfeito” (vs.11). Naquele dia, pendurado entre o Céu e Terra, Jesus viu-me, amou-me e alegrou-se por dar a sua vida para me salvar. “Está consumado!“, bradou Jesus em alta voz. A grande Obra de Salvação estava feita. Homens e mulheres de todos os povos, línguas e nações foram resgatados e reconciliados com Deus. Por Sua graça, eu estava lá. E, tu?

"Os meus olhos não viram a Cruz
Mas, as minhas transgressões estavam lá
Resgatado da culpa eu só posso cantar
O perdão que essa morte me dá!"

(“Resgatado da culpa”, letra e música de Samuel Úria)
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Se houvesse alguma outra forma de sermos reconciliados com Deus seguramente o sacrifício de Jesus não seria necessário. Mas, não há! Apenas um Justo poderia sacrif**ar-se pelos injustos.

Leitura recomendada: Isaías 50“As minhas costas ofereci aos que me feriam, e a minha face aos que me arrancavam os cabel...
28/03/2021

Leitura recomendada: Isaías 50

“As minhas costas ofereci aos que me feriam, e a minha face aos que me arrancavam os cabelos; não escondi a minha face dos que me afrontavam e me cuspiam.” (Isaías 50:6)

João abre o seu Evangelho com uma sublime e maravilhosa notícia – Deus veio a nós. O Filho de Deus, a verdadeira vida e luz dos Homens, veio ao mundo e habitou entre nós. O Rei fez-se presente e próximo. Ele trouxe graça e verdade, e mostrou-nos a glória do Pai. Que notícia pode ser mais maravilhosa do que esta?

Isaías também profetiza que o Servo do Senhor viria aos seus, chamaria a si os seus, e traria uma boa palavra aos cansados. Que missão! O Rei que vinha traria co***lo e descanso. O Rei que vinha para servir chamaria com voz suave o seu povo para abençoar e santif**ar.

No entanto, rapidamente o êxtase dá lugar à estupefacção: quando o Rei veio os seus não O conheceram, nem O receberam. Ele chamou e ninguém atendeu ao chamado. Como é possível? Todos já assistimos a uma procissão real; as ruas são fechadas ao trânsito e emolduradas por milhares de pessoas, súbditos ávidos de ver os reis passar na carruagem real acenando ao povo. É um tempo de celebração e alegria. Todos querem ver o rei, a rainha ou os príncipes e princesas. Naquele momento é como se todos fossem participantes da glória própria da realeza e esquecem que são apenas súbditos. Mas, quando o Rei dos reis veio, quando o Senhor dos senhores desceu a nós, caminhou entre as gentes, falou, tocou e abençoou o povo, foi ignorado, desprezado e rejeitado pelos seus.

Pior, não só O desprezamos – o que por si é suficiente para chocar qualquer alma sensível – mas, crescemos na nossa rebelião contra Ele e o Seu reino. Tal como na parábola do agricultor que viu a sua vinha tomada por servos maus e enviou-lhes o seu filho e eles o mataram, também o Senhor, depois de ter falado pela lei e pelos profetas, enviou-nos O Filho a quem os homens deram a Cruz. O choque deve dar lugar ao horror pois aí vemos, sem filtros de auto-justif**ação ou elogio, a verdadeira face da nossa natureza pecaminosa; nós matámos o Senhor que, por Amor, veio salvar-nos.

No horror da cena, porém, aprendemos uma outra coisa – o quanto Ele nos ama! O Rei que poderia destruir a todos com uma palavra da sua boca, mantém-se em silêncio. Oferece as costas aos que lhe batem. Não esconde o rosto dos que O cospem e esbofeteiam. Jesus não foge da Cruz, mas, abraça-a como o culminar da Sua missão. Ele e o Pai realizam, no momento mais negro do nosso pecado e rebelião, a mais majestosa e sublime Obra de todas – a salvação de pecadores.

O servo sofredor, pelo seu sacrifício, abriu o caminho do perdão e da reconciliação com Deus. Pela fé em Jesus, “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.” (João 1:12,13) Hoje mesmo, o Rei Servo continua a chamar e a estender a boa palavra de reconciliação aos que estão cansados e em trevas. Como vais responder?

“Quem há entre vós que tema ao Senhor e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus. “(Isaías 50:10)
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Deus enviou-nos o Filho a quem os homens deram a Cruz. Aí vemos, sem filtros de auto-justif**ação ou elogio, a verdadeira face da nossa natureza pecaminosa; nós matámos o Senhor que, por Amor, veio…

Leitura recomendada: Isaías 49“(…) também te dei para luz dos gentios, para seres a minha salvação até à extremidade da ...
25/03/2021

Leitura recomendada: Isaías 49

“(…) também te dei para luz dos gentios, para seres a minha salvação até à extremidade da terra.” (Isaías 49:6)

Os críticos acusam Deus de ser inconsistente. Segundo eles, Deus está sempre a mudar de ideias, a agir de modo diferente, a adaptar os planos como que para não perder a face perante os seus fracassos. Dizem que se Deus criou Adão e Eva foi depois surpreendido pelo seu pecado e rebelião e, furioso, expulsou-os do Jardim. Que mais tarde, num acesso de ira intempestiva, decide um massacre em massa com o dilúvio de onde escapam apenas 8 pessoas. Depois, num acto discricionário escolhe um homem, Abraão, para construir uma nação, Israel, em exclusão de todos os outros povos da terra. Mesmo isso corre mal porque não só esse povo escolhido é rebelde, como três grandes religiões – judaísmo, islão e cristianismo – reclamam, em conflitos sangrentos, a descendência de Abraão. Por falar em cristianismo, esse é o maior volte-face de todos, o Deus zangado e cruel do Antigo Testamento muta-se no Deus fofinho e cheio de Amor do Novo Testamento. Mas, será que é assim? É essa a leitura correcta das Escrituras quando nos encontramos com elas sem pré-conceitos acerca de Deus? Certamente que não!

Isaías conduz-nos a um diálogo no seio da Trindade. Deus Pai fala com o Filho acerca da Sua Missão redentora. Ele é o Rei prometido desde o princípio, o Servo que conduzirá os Homens a Deus. Ao invés de ser um plano de última hora, Ele foi escolhido para esta missão muito antes da encarnação (vs.1).

O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós; (1 Pedro 1:20)

E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. (Apocalipse 13:8)

Ele, a Palavra encarnada (Jo.1:1-3), veio com a eficácia de uma espada de dois gumes para finalmente salvar o seu povo dos seus pecados. “Porque a palavra de Deus é viva e ef**az, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” (Hebreus 4:12) No encontro com o Cristo ninguém f**a o mesmo. Os que O rejeitam acumulam e confirmam a condenação que recai sobre eles por causa do pecado. Mas, quem O recebe, pela fé, é purif**ado “(…)com a lavagem da água, pela palavra (…)” (Efésios 5:26).

A sua chegada foi humilde mas, o Senhor o livrou de todos os perigos. O seu ministério pareceu, humanamente falando, um fracasso. Afinal foi rejeitado pelas elites religiosas – eles que tinham o dever de ser bem versados em todos os assuntos teológicos – e era seguido pelos pobres, iletrados e pecadores. Foi condenado como herege, e deram-lhe a cruz dos malditos. Mas, o seu galardão estava perante o Senhor (vs.4-5). Tudo quanto Jesus suportou fazia parte da missão, foi necessário.

“Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos.
Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o príncipe da salvação deles.
Porque, assim o que santif**a, como os que são santif**ados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos,
Dizendo: Anunciarei o teu nome a meus irmãos, Cantar-te-ei louvores no meio da congregação.
E outra vez: Porei nele a minha confiança. E outra vez: Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu.
E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;
E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.
Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão.
Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo.
Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.” (Hebreus 2:9-18)

O fruto do Seu trabalho seria maior e mais excelente do que qualquer um poderia ter imaginado. “Pouco é que sejas o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó, e tornares a trazer os preservados de Israel; também te dei para luz dos gentios, para seres a minha salvação até à extremidade da terra.” (vs.6) Em Cristo cumpre-se a vontade divina de estender salvação a todos os Homens, sem acepção de pessoas, judeus e gentios, homens e mulheres, escravos e livres, de todos os povos, línguas e nações.

“Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),
E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;
Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para connosco em Cristo Jesus.” (Efésios 2:4-7)

“E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto;
Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito.
Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus” (Efésios 2:17-19)

Um Rei para toda a Terra – esse sempre foi o plano divino. Deus enviou o Seu Filho para que “havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus.” (Colossenses 1:20) Nós estamos condicionados pelo tempo, pela História e, por isso, é difícil entender, no presente, aquilo que Deus está a fazer. Mas, o Eterno não está condicionado por ninguém, nem por coisa alguma. O seu plano avança sem perturbação de Homens. Ele alcançará tudo aquilo a que se propôs.
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Um Rei para toda a Terra – esse sempre foi o plano divino. Deus enviou o Seu Filho para que “havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mes…

Leitura recomendada: Isaías 42“Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz; ...
21/03/2021

Leitura recomendada: Isaías 42

“Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz; (..)
Eu, o Senhor, te chamei em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios”. (Isaías 42:1,6)

O profeta Isaías mudou o foco da sua profecia acerca do Messias. Até aqui, o Messias era apresentado como o Rei vitorioso, invencível, que traria um reino eterno. O modo como o Messias cumpriria essa missão era, no entanto, muito diferente de qualquer expectativa humana. Assim, e para que os seus O reconhecessem quando chegasse, Isaías, inspirado pelo Senhor, apresenta outra dimensão do Messias – O Servo do Senhor.

A atitude do Servo não poderia ser mais diferente da que imaginamos a um Rei. “Não clamará, nem gritará, nem fará ouvir a sua voz na praça. Não esmagará (…), nem apagará (..)“. O Rei viria como servo, manso e humilde. O Rei vinha para os quebrados, os prestes a sucumbir, os que têm fome de justiça, os que desejam a Palavra, os cegos, os cativos, os perdidos em trevas. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” (Mateus 11:28-30) Foi assim que Jesus se apresentou ao povo. Certo dia, estando na sinagoga levantou-se para ler:

“Então, lhe deram o livro do profeta Isaías, e, abrindo o livro, achou o lugar onde estava escrito:
O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos,
e apregoar o ano aceitável do Senhor.
Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele.
Então, passou Jesus a dizer-lhes: Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir.” (Lucas 4:17-21)

Ao chegar manso e humilde o Filho de Deus, o Messias, o Rei prometido mostra o Amor com que Deus nos amou. O Senhor não ganha a nossa afeição e devoção pela imposição da força. Ele busca adoradores que o adorem em espírito e verdade (Jo. 4:24). Mostrasse o Senhor a Sua Santidade gloriosa em todo o seu esplendor e nenhum homem seria ateu! Tal como Isaías, na sua visão do trono de Deus, tremeríamos de terror convencidos do pecado e da justa ira de Deus. Mas, crer é diferente de honrar, servir e amar. Até os demónios crêem e nem por isso são salvos. Jesus veio fazer uma obra única; provar aos Homens como Deus os ama. Por isso, como está escrito: “O amor de Cristo nos constrange (…)” (2Cor. 5:14). O poder do Reino que veio inaugurar expressa-se primeiro pelo Amor. “Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas e me inclinei para dar-lhes de comer.” (Oséias 11:4)

É tão inusitado este plano que muitos desprezaram, e desprezam ainda, o Rei eterno. Continuam, quais cegos, a buscar salvação noutros deuses, falsos messias e, frustradas esperanças. Que tragédia! Quando o Rei finalmente vier em poder e glória, valente homem de guerra – sim, porque esse dia chegará – será tarde demais para todos aqueles que agora O rejeitam. Nesse dia Ele virá não para trazer salvação mas, juízo! Por essa razão o aviso do Senhor é tão solene: “Eis que as primeiras predições já se cumpriram, e novas coisas eu vos anuncio; e, antes que sucedam, eu vo-las farei ouvir.” (Isaías 42:9)

Tu vês muitas coisas, mas não as observas; ainda que tens os ouvidos abertos, nada ouves. (Isaías 42:20)

Enquanto resistirmos a reconhecer a soberania de Deus sobre as nossas vidas, a nossa necessidade d’Ele, o Amor, a Justiça, a Graça e a Misericórdia que fluem do Seu trono, a salvação que preparou por meio de Cristo, estamos perdidos. É o Senhor que diz: “Eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvação“, e ainda, “Eu anunciei salvação, realizei-a e a fiz ouvir” (Is.43:11-12). Crê no Senhor Jesus Cristo. Entra no Seu Reino. E, então, canta ao Senhor um cântico novo e o seu louvor até às extremidades da Terra; dá honra ao Senhor e anuncia a Sua glória!
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Leitura recomendada: Isaías 42 “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz; (..)Eu, o Senhor, te chamei em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te gua…

Leitura recomendada: Isaías 40“Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus.” (Isaías 40:1)Não há esperança melhor do...
18/03/2021

Leitura recomendada: Isaías 40

“Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus.” (Isaías 40:1)

Não há esperança melhor do que a que se torna real e palpável. Quando as Escrituras falam de esperança não se trata de desejos fúteis, aspirações utópicas ou anseios inatingíveis. Cada promessa está alicerçada no Senhor, o eterno Deus, Criador dos confins da Terra (vs. 28) e, por isso, é segura e certa. A esperança torna-se assim simplesmente a espera daquilo que sabemos que virá, e nisso há grande consolação.

Depois de apontar o pecado do povo, a sua incredulidade e impenitência, depois de avisar sobre o julgamento que Deus traria sobre a nação, depois de suscitar a esperança no Rei que viria trazendo um reinado de justiça e paz, depois da destruição que viria, Isaías traz da parte do Senhor uma mensagem de consolação. A ira de Deus não tinha como propósito aniquilar o povo para sempre. A obra que Deus realizava era redentora. A intenção do Senhor era benigna e misericordiosa. O Santo não pode ignorar o pecado, nem deixar o ímpio sem castigo mas, mantém a mão estendida para perdoar, restaurar e santif**ar os que se chegam a Ele.

“Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (vs.3), esta era a mensagem ouvida nas margens do Jordão na boca de um homem peculiar, eremita no deserto, vestido com peles e cingido com cinto de couro. O seu nome é João, conhecido como Batista. Este homem, nascido algumas centenas de anos depois da profecia de Isaías, foi escolhido por Deus desde o ventre para apontar ao povo a chegada do Rei. As promessas do Senhor podem parecer tardias mas, não falham.

A mensagem de João era simples: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” (Mateus 3:2). Tão simples e clara era a mensagem que muitos de Jerusalém, da Judeia e de toda a província do Jordão vinham ouvi-lo, criam e eram batizados (Mt. 3:5-6). Cumpria-se assim a profecia que o caminho para o Rei seria aplanado. Os que habitavam os montes não tinham vantagem sobre os que estavam no vale, as vidas torcidas e ásperas não estavam mais longe do que os direitos e rectos. Para Deus não há acepção de pessoas. Ricos ou pobres, eruditos ou iletrados, pecadores inveterados ou religiosos, novos e velhos, o Rei veio para todos, e todos têm oportunidade de chegar-se a Ele. A glória do Senhor manifestou-se a todos, logo, todos são inescusáveis.

“Eis aqui está o vosso Deus!” (vs.9), que proclamação tão cheia de mistério e espanto! Deus em carne, Deus entre nós, Deus-homem, Deus que se fez perto dos seus inimigos, Deus que veio buscar e salvar os pecadores. O Rei chegou. O seu nome é Jesus. Apesar de ser o Soberano poderoso apresentou-se manso e humilde. Antes de trazer juízo aos recalcitrantes fez-se pastor carinhoso para com os famintos, sedentos, feridos e pobres de espírito. Que esperança renovada e confirmada para toda a humanidade!

Há esperança para todos. Para ti. O Senhor é Deus que cumpre promessas. Deixa que Ele te console com esta Palavra. O caminho para o Rei está aberto. Onde quer que estejas, quem quer que sejas, o que quer que tenhas feito Deus veio ao teu encontro, o Pastor busca-te para tomar-te no regaço, guiar-te e apascentar-te. Ele veio trazer salvação e perdão de pecados. Deus veio por ti. Não fujas, não resistas, mas, crê. Prostra-te diante do Rei. Honra-O. E, serás salvo!
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Não há esperança melhor do que a que se torna real e palpável. Quando as Escrituras falam de esperança não se trata de desejos fúteis, aspirações utópicas ou anseios inatingíveis. Cada promessa est…

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