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Está nesta história o fundamento do dogma católico da Assunção da Virgem Maria ao Céu, de corpo e alma.https://www.faceb...
26/02/2026

Está nesta história o fundamento do dogma católico da Assunção da Virgem Maria ao Céu, de corpo e alma.

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🙏😊26 de fevereiro Venerável Gilles Bouhours
O menino que, guiado pela Virgem, revelou ao Papa o dogma da Assunção
A fantástica história Guilles Bouhours, e o milagre que marcou o pontificado do Papa Pio XII – Dogma da Assunção de Nossa Senhora.
Venerável Gilles Bouhours nasce em 27 de Novembro de 1944, em Bergerac, sul de França. Quando tinha ap***s 1 ano, foi curado milagrosamente, graças à intercessão de Santa Teresinha do Menino Jesus. Aos 4 anos foi portador de uma mensagem de Maria Santíssima, na qual se lhe ordenava que a sua missão era ir até ao Papa Pio XII para lhe transmitir o que a Virgem lhe tinha comunicado.
Gil, desde pequenino tinha muita piedade, rezava longas horas e era visto fazendo penitência. E com ap***s três anos de idade, um dia apresentou-se diante de seu pai e disse: “Pai, a SMA. VIRGEM deu-me uma mensagem que eu tenho que passar o para o Papa. Devo ir vê-lo”.

No início, o pai não levou o assunto a sério, mas o pequeno Gil insistiu nessa missão por dois anos. E sua mãe por curiosidade perguntou-lhe como era a mensagem. A resposta foi imediata: “Mãe, a mensagem não é para você, é para o papa!” Em uma ocasião o pai perguntou-lhe: “E você sabe quem é o Papa?” GIL responde: “o Papa é o Papa e eu tenho que dar a mensagem da Virgem!”

Os vizinhos cientes deste fato, ofereceram para pagar a viagem do menino e seu pai a Roma. E no ano do Senhor de 1949, finalmente partiu.

Durante a viagem o senhor BOUHOURS tinha este pensamento, com que cara iria tocar as portas do Vaticano e dizer “Eu preciso de uma audiência com o Papa, mas não para mim, mas para meu filho de 5 anos!?”

E quando chegaram a Roma, hospedaram-se num colégio francês. A princípio, ninguém sabia de sua chegada, que ocorreu numa terça-feira. No dia seguinte, um emissário do papa perguntou na portaria do colégio, se uma criança da região de Lourdes, havia se hospedado ali. E quando o pai se inteirou deste fato, ficou maravilhado. Como o papa ficou sabendo da sua chegada? De qualquer modo, foi um alívio saber que a audiência foi facilitada de maneira extraordinária. A entrevista seria no dia seguinte, numa quinta-feira, no dia 10 de dezembro de 1949.

Um secretário recebe e leva a criança para falar com sua santidade o papa, e seu pai ficou esperando do lado de fora cerca de uma hora.

Nota: as audiências com o papa raramente duravam mais que 20 minutos.

Ao final da audiência, o mesmo papa tomando a criança pelas mãos, devolve o pequeno para o seu pai, agradeceu e lhe disse: “Há tempos que peço ao céu que me dê uma confirmação, um sinal claro de aceitação do céu, de um dogma que desejo declarar. E seu filho me trouxe uma mensagem da Santíssima Virgem Maria”.

Nada se sabe da entrevista do Papa com o menino, que teve lugar em Maio de 1950, exceto o que o Pontífice deu a conhecer: o menino comunicou-lhe, da parte da Mãe de Deus, que esta Senhora, depois da sua vida mortal, subiu ao Céu em corpo e alma.

Precisamente, o Papa Pio XII havia pedido a Nosso Senhor um sinal sobrenatural para decidir-se a proclamar o dogma da Assunção de Maria. O pequeno Gilles foi o sinal que o Céu outorgou ao Pontífice, e assim, em 1 de Novembro de 1950, foi proclamado o Dogma da Assunção de Nossa Mãe Celestial.

A partir dos seus quatro anos, o pequeno Gilles teve autorização para comungar. A sua devoção a Jesus Sacramentado era extraordinária. Também desde a mais tenra idade manifestou o seu desejo de ser sacerdote e missionário. Em 12 de Junho de 1949 fez a Primeira Comunhão, e dois meses depois manteve o seguinte diálogo com um missionário conhecido:

– Que queres ser quando fores grande?
– Sacerdote.
– E porquê queres ser sacerdote?
– Para pôr Jesus na Hóstia Sagrada.
– Não gostavas também de ser missionário?
– Que quer dizer missionário?
– É um sacerdote que faz com que se amem muito a Jesus e a Maria.
– Sim, sim, claro que gostaria de ser missionário.

Este desejo chegou a ser nele como uma obsessão, traduzindo-se numa fome insaciável do Pão dos Anjos. Não temia a frio, nem nada deste mundo, quando ia comungar.

O seu recolhimento era algo insólito e nada usual. Inclusivamente chegou – nunca como um jogo, ou para se divertir – a celebrar “Missas Brancas”, o que significava recitar num altar, disposto num compartimento de sua casa, todas as orações da Missa, tais como as diz o sacerdote, do princípio ao fim, sem que se produzisse a Consagração, como é lógico, mas revestido com os paramentos que previamente lhe tinham confeccionado para esse efeito, tendo em conta a sua estatura.

Os sermões que pregava às pessoas que presenciavam estas cerimônias, dignas de um anjo, eram cheios de profundidade e fervor, sem erro algum. É preciso dizer-se que, quando se entrevistou com Sua Santidade o Papa Pio XII, cantou a antífona litúrgica “Parce Domine”, com os braços em cruz e como o ensinou a Santíssima Virgem.

Certo dia protestou durante a refeição, porque não gostava muito da sopa. Tinha 5 anos. Seu pai disse-lhe que isso não agradava à Santíssima Virgem, porque era um capricho tolo. O menino, então, comeu a sopa toda sem recalcitrar e quando acabou, disse: «Papá, dá-me um pouco mais. Está tão boa, esta sopa!»

Seguidamente, transcreve-se uma pequena parte de um sermão que Gilles pronunciou em 13 de Setembro de 1952:

«Hoje vamos falar da Paixão de Jesus. Estava no Jardim das Oliveiras com três dos seus Apóstolos. Sabia muito bem que havia um que O ia atraiçoar e que se acercava d’Ele com má intenção. Era em plena noite, e Jesus encontrava-se sob o peso dos pecados dos homens. E orava a seu Pai, dizendo: Que este cálice… Então, dirigindo-se aos seus Apóstolos, que dormiam, disse-lhes: “Não podeis velar uma hora co’Migo? Vigiai e orai, porque vão entregar o Filho do Homem”.»

Admiráveis expressões na boca de uma criança. Muito poucos anos depois, Nosso Senhor levá-lo-á para o Céu.

Em 24 de Fevereiro de 1960 Gilles cai doente, com um misterioso torpor que nenhum médico conseguiu diagnosticar. Ao cabo de 48 horas, e após receber os últimos Sacramentos, o adolescente (15 anos) morre. Antes de expirar, disse: «Vou morrer, mas não choreis. Estou bem e contente.» Seguidamente, juntou as mãos e orou assim: «Meu Deus, peço-Vos perdão de todos os meus pecados… Senhor meu, Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro…»
Entregou a sua alma a Deus em 26 de Fevereiro de 1960, às 6 horas da manhã. No seu túmulo estão gravadas estas palavras, que ele mesmo disse:
“Amai a Deus e a Santíssima Virgem. Oferecei-Lhes todos os vossos sofrimentos e assim recuperareis a paz da alma.”

Venerável Gilles Bouhours
https://templariodemaria.com.br

É uma boa prática agradecer ao Provedor Divino o pão nosso de cada dia!
28/01/2026

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Oração dos Cristãos primitivos do século III D.C.
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Celebrou-se ontem o Dia de Sto. Amaro.
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08/01/2026

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“E Jesus chorou” (Jo 11, 35)
O Menino Jesus chorava por duas razões. Em primeiro lugar chorava de compaixão para com os homens, que eram réus de morte eterna, e oferecia as suas lágrimas ao Eterno Pai, a fim de obter para eles o perdão. Chorava em segundo lugar de dor, vendo que, mesmo depois da Redenção tão grande número de pecadores continuariam a desprezar sua graça. Ah! Não agravemos mais as p***s desse amabilíssimo Coração e consolemo-Lo, misturando as nossas lágrimas com as suas.

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22/12/2025

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𝐃𝐞𝐳𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨 | 𝐃𝐞𝐯𝐨𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐚𝐨 𝐌𝐞𝐧𝐢𝐧𝐨 𝐉𝐞𝐬𝐮𝐬

O presente que o Menino Jesus pediu a São Jerónimo

Quando se aproxima o Natal, o mundo, tantas vezes dominado pelo materialismo, dá grande importância aos presentes e esquece-se do verdadeiro motivo desta festa: Jesus Cristo. Mas se o Menino Jesus hoje nos pedisse um presente, que Lhe ofereceríamos?

Conta a tradição que, numa noite de Natal, São Jerónimo, recolhido em profunda oração na gruta de Belém, foi surpreendido pela Aparição do Menino Jesus, que lhe perguntou com doçura:

— 𝐉𝐞𝐫𝐨́𝐧𝐢𝐦𝐨, 𝐪𝐮𝐞 𝐌𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐨𝐟𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝐝𝐨 𝐌𝐞𝐮 𝐧𝐚𝐬𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨?

O santo respondeu com humildade e amor:

— Divino Menino, sabeis que tudo deixei por Vós. Abandonei as honras, os esplendores de Roma e as comodidades do mundo. O meu espírito, o meu coração, os meus pensamentos e a minha vida são Vossos. Que mais Vos posso oferecer?

Então Jesus disse-lhe:

— 𝐇𝐚́ 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐚𝐥𝐠𝐨 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐪𝐮𝐞𝐜𝐞𝐬.

Comovido, São Jerónimo exclamou:

— Ó Menino que adoro e amo, amor do meu amor e vida da minha vida! Que mais me resta para Vos dar?

E o Menino Jesus respondeu com infinita ternura:

— 𝐃𝐚́-𝐌𝐞 𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐮𝐬 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨𝐬.

— Os meus pecados? — perguntou o santo, com espanto. — E que quereis fazer deles, Senhor?

— 𝐃𝐚́-𝐌𝐨𝐬 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬, 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐄𝐮 𝐭𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐨𝐞.

Diante desta prova da infinita Misericórdia de Deus, o coração do santo ancião transbordou em lágrimas de amor e contrição.

Também nós, neste Natal, somos convidados a aproximar-nos do Menino Jesus com Maria Santíssima e São José e a oferecer-Lhe o que Ele mais deseja: um coração humilde e arrependido, confiado à Sua Divina Misericórdia.

Endereço

Arcos De Valdevez
4970

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