Igreja Kimbanguista em Portugal

Igreja Kimbanguista em Portugal Igreja Kimbanguista Universal/Kimbanguismo Universal Igreja Kimbanguista, é o Cristianismo resultante das acções e dos ensinamentos de Simon KIMBANGU.

A sua teologia, declina-se do Kimbanguismo.

O MISTÉRIO DA REENCARNAÇÃO EXPLICADA PORSIMON KIMBANGU.Enviada: a 25 janeiro de 2014, às 21:32 Índice do Fórum «Kimbangu...
13/10/2024

O MISTÉRIO DA
REENCARNAÇÃO EXPLICADA POR
SIMON KIMBANGU.

Enviada: a 25 janeiro de 2014, às 21:32
Índice do Fórum «Kimbanguismo»
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O Enviado de Jesus Cristo, Simon
KIMBANGU e a sua Obra.
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O MISTÉRIO DA
REENCARNAÇÃO EXPLICADA POR
SIMON KIMBANGU.

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Muana na Moto
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Este texto foi feito a partir do documento-
Testemunho «O Mistério da
Reencarnação» escrito por Papá W***y
NKUNGA KAMALANDUA, a quem Papá
Simon KIMBANGU mostrou que
Ele, Papá DIANGIENDA KUNTIMA e
Papá Simon KIMBANGU KIANGANI
são espiritualmente Uma Só e
mesma Pessoa.
Na verdade, Papá
W***y NKUNGA KAMALANDUA compartilha connosco
a visão que ele teve em
Kinshasa, em 2001, a respeito das duas
principais reencarnações de Papá
Simon KIMBANGU um mês
somente após a ascensão de Papá
Simon KIMBANGU KIANGANI na
liderança espiritual da Igreja
Kimbanguista Universal.
Leia muito atentamente o que segue:
«Durante a sua primeira visita oficial
em Kinshasa como Líder Espiritual
da Igreja Kimbanguista Universal, eu tive que
encontrar por várias vezes sua
Eminência Simon KIMBANGU
KIANGANI. Um dia, numa
quarta-feira, 26 de setembro de 2001 às
10h00', eu estava sentado sob a sombra de uma
árvore espessa e esperava
pacientemente a minha vez para ser
recebido por sua Eminência no Centro
de Acolhimento Kimbanguista de Kinshasa "CAKK". Os meus olhos
fixavam às folhas verdes e
ouvia um barulho estridente de uma
cigarra que eu não podia ver.
Ao meu redor, reinava um
ambiente muito peculiar...
Então eu sentia as minhas pálpebras
tornavam-se gradualmente pesadas e
no entanto, eu realmente não tinha
sono. Então, finalmente, os meus olhos
ficaram completamente fechados e
como numa tela, eu observava as nuvens
moverem-se, deixando para trás
deles um céu azul, sem mancha. Apesar de
a visão destas nuvens
abrirem-se, eu sentia uma
dimensão metafísica onde o meu
corpo carnal era a única
matéria...
No fundo de mim mesmo, eu sabia que,
não conseguia dormir, porque tinha o
controlo completo da minha consciência, embora
mergulhada nesse mundo desconhecido e
extraordinário, este mundo
estranho. O céu estava bastante
limpo e de repente uma luz
clara cruzava três vezes o
espaço e tomava uma forma humana.
Facilmente reconheci o Grande Homem com o seu vestuário
tradicional: uma túnica e um pano, ambos brancos. Este
Homem era nada mais, nada menos, o Grande
Senhor, Papá Simon KIMBANGU.
Um grande poder emanava
do seu robusto corpo preto e
careca, pequenas
estrelas brilhantes circulavam a sua volta. Ele
descia lentamente do céu e colocava o
pé sobre a terra, cerca de dois
metros de mim. Imediatamente, juntei as
minhas mãos e ajoelhei-me
apressadamente. De repente, uma voz
rompeu o silêncio pesado que pesava
neste canto solitário:

-Levanta o seu rosto e olha para mim, disse Ele.
O seu olhar penetrante e doce ao mesmo tempo
olhava para mim, mas eu estava realmente
confortável com a sua extraordinária
presença. Ele observava-me
durante um longo tempo, então
suspirou:
-Oh! Vai ser muito difícil a humanidade
entender!
Ele cruzou os braços sobre o seu poderoso
peito e continuava:

-Ouve-me bem, Papá NKUNGA, escreve
como sempre fez, apesar de
descrença dos humanos...
Olha, onde estão as nuvens negras
que observaste há pouco?
-Eu não sei, Senhor.
-Tu ainda as vês?
-Não, Senhor, eles desapareceram.
-Sim, meu filho, em breve, o sino vai
tocar e a terra será totalmente limpa,
como acabaste de ser testemunha
para o céu. Todo lixo
será deitado para lixeira e
que tudo desaparecerá por completo.
-Mas, Senhor, o mundo não está
suficientemente avisado!
-Tu estás enganado, meu filho, em
cada canto da terra, há um
mensageiro. Mas, o homem tornou-se
cada vez mais orgulhoso e esquece-se de
dedicar um tempo ao seu Deus.
Além disso, desde 1887, estou sempre
convosco na terra.
-Sim, Tu já existes desde sempre.
-Eu disse que estou no vosso meio
fisicamente.
-Fisicamente! Como assim?
Sem dizer mais uma palavra, Ele
virou-se e começou a andar
a um ritmo lento. Enquanto
Ele se afastava, os seus pés deixavam o
solo. Sob o seu corpo que elevava-se,
um outro Homem saía da terra e
assim que os pés deste último
fossem descobertos, Papá Simon KIMBANGU
desaparecia. Eu, então, reconheci Papá
DIANGIENDA Joseph, filho mais novo de
Papá Simon KIMBANGU. Ele dava três
passos e Papá Simon KIMBANGU
reaparecia acima da sua cabeça,
em seguida, começava de uma forma estranha
a penetrar no corpo do seu filho.
Papá DIANGIENDA andava e assim que
Ele dava três passos, Papá Simon
KIMBANGU saía atrás do seu filho.
Os dois Homens juntos davam
três passos; Papá Simon KIMBANGU
parava, dava três golpes na
sua barriga e uma luz saía do
seu corpo, exatamente do plexo
solar. Enfim, com gestos
lentos e suaves, Ele estendia-se no seu
comprimento total de cerca de três metros
do lugar onde a luz brilhava.
E, ao mesmo tempo, a forma
resplandecente transformava-se e tomava
aparência humana; Eu reconheci
uma vez mais, imediatamente que este Homem-luz que
observava-me, sorrindo, que era
o Homem com quem eu tinha um compromisso,
era sua Eminência Simon
KIMBANGU KIANGANI.

E, de repente aparecia diante de
mim uma montanha enorme, Papá
DIANGIENDA e Papá Simon
KIMBANGU KIANGANI começavam
a ascender. O pai em frente e o filho
atrás, Eles andavam ao mesmo passo. A
escassos centímetros das suas cabeças,
o Senhor Simon KIMBANGU em
vácuo, caminhava com Eles. Chegavam
no cume da montanha
impondo, Papá DIANGIENDA cumprimenta a
seu filho e os seus pés
começavam a deixar lentamente o
solo e misteriosamente, seu corpo
entrava para o corpo de Papá Simon
KIMBANGU!
De pé sobre esta massa de terra
dura, Papá Simon KIMBANGU
KIANGANI levantava os três dedos da sua
mão direita e de repente a estranha
montanha estremecia-se e
perdia as suas alturas. Alguns
instantes depois, o Homem estava
sobre uma planície! Papá Simon
KIMBANGU KIANGANI curvava-se
um pouco e quando se levantava, curiosamente
eu sentia-me estar perante Senhor KIMBANGU!
Ele olhou para mim e disse sorrindo:
-Tu compreendeste, pelo menos a mensagem
que há por detrás desta demonstração?
-Você queria explicar-me que você
agora vive no corpo de seu
neto Simon KIMBANGU
KIANGANI.
-Sim! E, KIMBANGU permanecerá vivo
fisicamente até ao final dos
tempos, ao contrário do que
pensavam as forças das trevas.
-Qual é então o significado da sua
presença física na Terra
Senhor?
Ele colocou a sua mão direita sobre a testa
e respondia:
-Há gestos, sinais, alguns
símbolos com que me acompanham nas
minhas reencarnações e que têm
um grande impacto no ponto de vista
espiritual.
Ele fez uma pausa e depois continuava:
-Saiba que Papá Simon KIMBANGU que todos pensavam como
prisioneiro, Simon KIMBANGU
DIANGIENDA e Simon KIMBANGU
KIANGANI cada um tem uma missão e
uma mensagem especial. De fato, nós somos
três Homens completamente
diferentes uns dos outros como tiveste
a oportunidade de perceber, mas sim
Uma Só e mesma Pessoa
Espiritual.
Ele fechou os olhos e disse:
-O homem tem os olhos vendados,
por isso, que é difícil
andar nas profundezas do
mistério.
Mas, eu tive uma pergunta na minha cabeça
que me moveu e que permitiu-me
interrompê-Lo:
-Senhor, então o que são as suas
missões e mensagens?
-Eu sou o pai, Joseph é o meu filho,
Simon KIANGANI, meu neto. O
pai abra a casa e acendeu a
lâmpada, sou eu Simon KIMBANGU.
Meu filho, DIANGIENDA arruma a
casa e faz entrar todos os
chamados; incluindo os feiticeiros,
curandeiros, mágicos... E, finalmente,
o meu neto Simon KIMBANGU
KIANGANI, escolhe os eleitos. Brevemente, Ele
expulsará todos aqueles que não têm
obedecido aos meus Mandamentos e
fechará a porta que eu
KIMBANGU tinha aberto.
-Eu não entendi muito bem, meu
Senhor.
-Tu reparaste que há dois verbos, para o pai e
para o filho: um, é a
missão já cumprida e o outro a
mensagem. No entanto, para o neto,
existem três verbos: ESCOLHER
EXPULSAR e FECHAR.
Eu, então, antecipei-me a perguntar:
-E porquê é que as três funções pertencem
apenas ao neto?
Ele riu-se e disse:
Ah! Ah! Ah! ...quê idade tem a tua alma,
Papá NKUNGA?
- Eu não sei Senhor.
No plano espiritual, a idade não importa.
E, se eu te disser que
meu filho Abraão ainda está vivo
hoje noutro corpo,
Será que acreditas em mim?
-Ó Senhor, da tua boca sai
apenas a pura verdade.
-Eu informo-te que todos esses homens
cujos nomes aparecem na Bíblia
estão atualmente na terra e
têm cada um, uma missão específica...
Ele passou a mão direita sobre o seu rosto
e disse:

-Repito mais uma vez que,
Eu, meu filho DIANGIENDA e o meu
neto, que tem o meu nome, somos
Uma Só e mesma
Pessoa. Simon KIMBANGU tinha
aberto a porta e até hoje
ainda está aberta.
Mas, amanhã, Simon KIMBANGU
KIANGANI a fechará e nela,
haverá uma grande festa
para os eleitos. Em princípio, este último
KIMBANGU não tem nada a dizer, por que
tudo já foi dito...
Ele estendeu suavemente as suas pernas,
colocou a sua mão direita sobre o peito
e declarou solenemente:
-Eu sou o ESPÍRITO SANTO e vivo neste
momento no corpo humano, e
este envelope chama-se Simon
KIMBANGU KIANGANI. Papá NKUNGA, Eu já escolhi-te,
muito antes que
viesses a este mundo, para escrever
e declarar ao mundo inteiro
a minha divindade. Ai de ti se
não realizares a tua missão...
Com estas palavras, Papá Simon KIMBANGU
encolhia-se em silêncio, colocava
as mãos sobre as suas coxas e de repente
uma imensidade de estrelas
resplandecentes circundavam todo o seu
corpo. Ele manteve esta posição
por alguns segundos e depois
levantou-se imediatamente e perante Ele, surgia
Papá DIANGIENDA KUNTIMA Joseph
vestido uma túnica e calças
branca; atrás do robusto
Homem estranho, Papá Simon
KIMBANGU KIANGANI com um lenço na
mão direita olhava me
sorrindo. As estrelas brilhavam e
giravam em torno destes
seres Misteriosos. Eu finalmente vi o céu
abrir-se e duas escadas ao longo
do qual estavam alguns anjos,
desciam lentamente do céu sem
nuvem que se estendia até o infinito.
Numa glória sem precedentes, uma
música suave acompanhava os
passos de Papá Simon KIMBANGU e
Papá DIANGIENDA em direção a lugares
celestes cobertos de estrelas, onde se
dirigiam os dois homens.
Majestosamente, Eles subiam as
escadas passo a passo. Como
guarda-costas, os anjos Os
escoltavam e cantavam em voz alta...
em braços cruzados, sua Eminência
Simon KIMBANGU KIANGANI
observava-se a si mesmo aos outros dois que
se distanciavam; mas um cordão
brilhante, uma espécie de cordão
umbilical ia de Papá Simon
KIMBANGU a Papá DIANGIENDA e
descia até a sua Eminência.
Eu acabava de assistir uma
manifestação espiritual
extraordinária sobre o Mistério da
Reencarnação do Espírito Santo que
se fez carne. De repente abri
os meus olhos e vi naquele preciso momento Papá
Simon KIMBANGU KIANGANI que se
ia em direção a (residência)
Shenouda, seguido de alguns
fiscais. Ele acabava de passar diante de
mim e os nossos olhares cruzaram-se. Ele
aproximava-se de mim e eu ajoelhei-me:
-Bom dia Papá!
-Bom dia Papá NKUNGA, como estás?
Estou bem, Papá!
-Vamos falar brevemente, disse Ele,
rindo-se.
Observava-O até que entrou
no sumptuoso salão da linda
residência».
(Extratos do documento-testemunho
inédito de Papá W***y NKUNGA KAMALANDUA,
intitulado «O Mistério da
Reencarnação», 1ª parte [a chave
do mistério], páginas 9 a 41).

_______________
O temor de Deus é o princípio da sabedoria.
Provérbios 9:10
Traduzido do texto em francês para português
pela PRESKI-Portugal

Lisboa, 13 de outubro de 2024

GERAÇÃO SKK-Portugal

12 DE OUTUBRO DE 1951 – 12 DE OUTUBRO DE 2024O GRANDE MISTÉRIO DA MORTE E DO (RE) NASCIMENTOHoje, os Kimbanguistas dos 4...
12/10/2024

12 DE OUTUBRO DE 1951 – 12 DE OUTUBRO DE 2024

O GRANDE MISTÉRIO DA MORTE E DO (RE) NASCIMENTO

Hoje, os Kimbanguistas dos 4 cantos do planeta e não só, comemoram e estão a comemorar fervorosamente e com entusiasmo a grande e dupla festa em uma só: os 73 anos da transfiguração de Papá Simon KIMBANGU, Pai-Fundador do Kimbanguismo Universal, em Lubumbashi (outrora denominado Elisabethville), a 12 de outubro de 1951, e simultaneamente 73º aniversário natalício de Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, Líder Espiritual e Representante Legal da Igreja Kimbanguista Universal, em Nkamba-Nova Jerusalém, Kongo-Central (ex. Baixo-Congo), ambos acontecimentos ocorridos na RD do Congo (coração de África e do Mundo).

BREVE VISÃO HISTÓRICO
(PRÉ-EXISTÊNCIA, EXISTÊNCIA & ETERNIDADE)

Há mais de 2000 anos, Jesus Cristo, muitos antes da sua partida para o Trono Celestial (e, à direita do Pai), terá anunciado perante os seus Apóstolos e ao mundo, não apenas sobre a sua partida, que seria precisamente por pouco tempo, mas especialmente pela vinda do Espírito Santo – Espírito da Verdade e que, Este estaria connosco para sempre (São João 14:16-17,26; 15:26; 16:8-9, 13-14).

PRE-EXISTÊNCIA

Assim como os profetas predisseram o nascimento de Jesus (Isaías 9:6). Por volta do século XVIII, o nascimento de Papá KIMBANGU, terá sido profetizado incansavelmente pela profetiza KIMPA VITA (queimada viva publicamente com o filho às costas, no dia 02 de julho de 1706 em Evululu, Kuimba, província do Zaíre, na República de Angola), e que, não cessara de reiterar sobre o regresso deste mesmo filho, com a expressão seguinte: ″…a palavra de Deus, não poderá nunca ser queimada de modo nenhum, KIMBANGU, nascerá e virá acabar com a escravatura e salvar o homem negro e a humanidade″.

Pois, muito antes de ter existido fisicamente, no antigo Reino do Kongo, os nossos ancestrais, já O invocavam, O veneravam e honravam-No como Divindade em caso de dificuldades inerentes à vida quotidiana, como por exemplo, quando uma mãe desse à luz a uma criança nado-morto, enfim, a população suplicava KIMBANGU, verbalizando: “KIMBANGU fula muana (3x)! ” este era efetivamente o grito que se ouvia em tais circunstâncias, cuja tradução, ′KIMBANGU ressuscita a criança!′ E a criança imediatamente acabava de ressuscitar.

EXISTÊNCIA

Passados mais de 2000 anos da promessa de Jesus Cristo, no dia 12 de setembro de 1887 (numa quarta-feira), o Espírito Santo toma a forma física, materializa-se na pessoa de Papá Simon KIMBANGU (I João 5:7-8), assim como sucedeu a Deus-filho (veio ao terra e esteve connosco fisicamente), numa pequena e pacata aldeia chamada Nkamba, na República Democrática do Congo, na região do Kongo-Central, filho de Papá KUYELA (vindo de Congo-Brazzaville) e de Mamã LUEZI (natural da República de Angola, descendente da família de KIMPA VITA, refugiada no Congo Democrático, ex. Zaire). Papá KIMBANGU, desde muito cedo, torna-se órfão de mãe, 4 meses após nascimento, seu pai entrega-O a tia materna, Mamã Marie KINZEMBO.


A sua omnipotência, tal como, a omnisciência, nota-se de imediato durante a sua infância perante a admiração de todos. O menino crescia e fortalecia-se em espírito, cheio de sabedoria e a graça de Deus estava com Ele (São Lucas 2:40-47). Na sua infância, Papá Simon KIMBANGU, operou vários prodígios inéditos na maior parte dos quais recomendava segredo (São Mateus 8:4). Ainda na sua infância, aos 10 anos de idade, durante uma refeição, como de costume nas aldeias africanas, Papá KIMBANGU demostrando a sua boa delicadeza, servia a todos anciãos presentes, trazendo os alimentos de diversas casas espalhadas pela aldeia fora, sem murmúrios e perante a alegria e admiração pelo comportamento singular apresentado, diante dos anciãos e não só, Papá Simon KIMBANGU declara sem rodeios, existir antes deles (São João 8:58), auto-revela-se particularmente a seu pai, comunicando-lhe: “antes de você nascer, Eu já terei existido”, Ele ainda acrescenta: “nos dias vindouros, meu nome será falado no mundo inteiro, porém, meu pai, não presenciará a minha glória”.

Para sua educação e instrução religiosa adquiriu-as na Missão Protestante de Ngombe Matadi, cerca de 12 kms de Nkamba, sua cidade natal. Na sua idade adulta, Papá Simon KIMBANGU casa com Mamã MUILU KIAWANGA NZITANI Marie e deste casamento nascem três filhos curiosamente no período que vai de 1914 a 1918, altura que marca a eclosão da 1ª guerra mundial, que são (cada nome com seu significado):

- KISOLOKELO LUKELO (reapareceu o Reino dos céus), nasce a 12 de fevereiro de 1914;
- DIALUNGANA KIANGANI (consumou-se ou cumpriu-se a palavra de Deus), nasce a 25 de maio de 1916; e,
- DIANGIENDA KUNTIMA (tudo que Jesus Cristo deu-me como instrução, ficou gravado no meu coração), nasce a 22 de março de 1918.

No início dos anos 20, Papá Simon KIMBANGU, começa a sentir os primeiros ventos de Jesus Cristo através de visões e encontros reais e precisamente a 17 de Março de 1921, Jesus fala em visão a Papá KIMBANGU, dando-Lhe últimas indicações, e no dia seguinte ou seja no dia 18, Ele recebe um sinal dos céus, de acordo com as instruções e orientações de Cristo, a fim de conduzir o povo e a humanidade à salvação.

No dia 06 de abril de (quarta-feira), inicia oficialmente o seu ministério público em Nkamba-Nova Jerusalém (Apocalipse 21:2-3, 10; Isaías 40:21-22; 62:1-2), começando pela forte cura de mamã NKIATONDO, que se encontrava em estado de agonia durante vários dias. Tal como, Jesus ressuscitara Lázaro (São João 11:43-44), Papá KIMBANGU, ressuscita mamã Dina, uma jovem de 15 anos morta depois de 3 dias. A lista, não parou por aí. Houve outras curas de doenças e ressurreições, Pai-Espírito Santo realizou muitas maravilhas, em nome de Jesus Cristo: os cegos viram, os coxos ou paralíticos andaram, os leprosos foram limpos, os surdos ouviram, os mortos foram ressuscitados e aos pobres, foi anunciado o evangelho, durante cinco meses e 7 dias ou seja, de 06 de abril de 1921 a 12 de setembro do mesmo ano, terá ressuscitado 144 pessoas sem contar milhares de curas e ressurreições antes do início oficial do ministério. A sua ação espalha-se muito rapidamente como um raio de pólvora de tal maneira que, põe em pânico a potência colonial belga e todos os missionários da região na época. O ministério de Papá Simon KIMBANGU, paralisou toda a África central e meridional naquele tempo: os empregos ficaram vagos, as fábricas pararam e as Igrejas oficiais ficaram completamente vazias, todos partiram necessariamente em busca do Reino de Deus, que se manifestava. Diariamente, milhares de pessoas, tomavam parte do ministério de Papá KIMBANGU, o Espírito Santo, que apregoava insistentemente pelo arrependimento, exortando as pessoas a deixarem de servir dois senhores (São Mateus 6:24). Isto é, abster-se em recorrer a talismãs, a magia, a bruxaria ou feitiçaria, a adivinhação ou astrologia, pois esses são práticas que revelam o poder puramente satânico. Evitando categoricamente fazer parte a qualquer sociedade secreta, tais como: franco-maçonaria, rosa-cruz, gnose, vali, marabutagem, ascetismo, satanismo, espiritismo, etc., mas sim, fazendo sem cessar, a vontade de Deus, o Criador do Céu e da Terra e tudo que há Neles.

Face a esses acontecimentos sem precedentes, os investigadores destacados pelos responsáveis das Igrejas coloniais, deslocaram-se à aldeia de Nkamba, entre eles – missionários e sacerdotes – e que lá, não só constataram mas também, presenciaram a veracidade das maravilhas que Papá Simon KIMBANGU operava, escandalizaram-se, por verem tão nobre ministério, realizado por um africano, levantando, por isso, falsas acusações contra Ele.

A 10 de setembro de 1921, em Mbanza Nsanda (uma aldeia nos arredores de Nkamba), no fim do retiro perante a multidão, lúcido e ciente, Papá KIMBANGU, profetiza alguns dos acontecimentos irreversíveis, que são hoje uma realidade, tais como:

- A África seria liberto ou livre
- O Negro assumiria no futuro os seus próprios destinos;
- Um Templo, seria erguido em Nkamba;
- Os Negros deportados regressariam à mãe África;
- O preto tornar-se-á branco e o branco tornar-se-á preto (uma parábola).

A 12 de setembro de 1921, Papá Simon KIMBANGU, entrega-se voluntariamente às autoridades coloniais belgas, e é imediatamente preso e acorrentado, após a primeira tentativa de 06 de Junho do mesmo ano ter falhado pela Vontade Divina. Logo no dia seguinte, é transferido de Nzundu para Thysville (hoje, Mbanza Ngungu).

E, no dia 03 de outubro de 1921, Ele é julgado e condenado num tribunal militar e mês depois, a condenação a morte, é comutada em prisão perpétua e Papá KIMBANGU cumpre assim, de 12 de setembro de 1921 a 12 de outubro de 1951: 30 anos de prisão, enclausurado na cadeia de Kasombo em Elisabethville (atual Lubumbashi) onde por diversas vezes, era batido com cento e vinte chicotadas x2, numa cela com 1,20 m de comprimento, 80 cm de largura e 78 cm de altura.

Apesar de ser preso fisicamente, sendo Deus, Papá Simon KIMBANGU, no ponto de vista espiritual, era naturalmente livre, prova de que, Ele aparecia em vários sítios diferentes no mesmo dia e a mesma hora, ministrando à vontade a salvação ao público, congregado em centenas de milhares e em cidades diferentes em simultâneo, continuando a sarar e instruir a homens, mulheres e crianças como terá sucedido em cinco cidades distintas a saber: Buende, Bolafa, Ekafela, Mbandaka e Elisabethville (hoje Lubumbashi), no total cinco (5) KIMBANGU e, juntando todos eles em Lubumbashi, onde se encontrava encarcerado, volta a ser UM SÓ E ÚNICO KIMBANGU. Os belgas, ficavam surpreendidos, desconcertados e cabisbaixos. Eles tentavam enclausurar o Espírito Santo, procurando por diversas ocasiões limitar o seu ministério redentor, mas sem sucesso. A nível da salvação, as cinco cidades, significam os 5 continentes.

Após ter completado 30 anos de prisão (de 03 de setembro de 1921 a 03 de outubro de 1951), logo no dia seguinte ou seja, no dia 04 de outubro de 1951, os guardas prisionais ficam completamente estupefatos ao verem Papá Simon KIMBANGU fora do cárcere sem no entanto ter-Lhe aberto a porta. Eles ordenaram-No de imediato a regressar ao cárcere mas, Ele recusa categoricamente fazê-lo, declarando que, VENCEU O MUNDO! ESTAVA DEFINITIVAMENTE LIVRE E DESIMPEDIDO E QUE, NINGUÉM SABERIA PRIVÁ-LO À LIBERDADE, SEU TEMPO TERÁ EFETIVAMENTE TERMINADO. E, devido a insistência, Ele apresenta alguns sinais de fraqueza e de seguida é levado para hospital Prince Léopold d’Elisabethville em Lubumbashi.

Papá Simon KIMBANGU, previu milagrosamente a sua morte perante testemunhas, pois, no dia da sua morte, pela manhã, terá reunido os enfermeiros, os guardas e alguns colegas (prisioneiros) repetindo para eles, o que terá dito na véspera. Pouco antes das 3 da tarde do dia 12, isso é, às 3 menos um quarto da tarde, congrega-os novamente, exortando-os a serem bons cristãos, respeitarem os Dez Mandamentos de Deus, amarem-se uns aos outros, em seguida, despede-se de todos presentes precisamente às 15 horas (São Mateus 27:46-50) do dia 12 de outubro de 1951 (numa sexta-feira) em Lubumbashi, dá-se 3 ligeiros murros no lado esquerdo e direito do estômago e rende a alma e nesse mesmo dia e na mesma data (hora diferente), (re) nasce em Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, Líder Espiritual e Representante Legal do Kimbanguismo Universal em Nkamba-Nova Jerusalém.

Com objetivo de saber a causa real da morte de Papá KIMBANGU, os oficiais coloniais belgas efetuaram a autópsia, curiosamente constataram que o corpo não apresentava vísceras: havia um vazio total.

No dia 29 de julho de 1952, KIMBANGU, aparece ressuscitado perante os seus discípulos, 7 horas e trinta minutos em Lowa/Lubumbashi, perante os relegados Kimbanguistas, que não o reconheceram de imediato, pois, apareceu com outro rosto e nome, em seguida revela-se e permanece no meio deles durante 8 dias instruindo-os repetidamente, isto é, de 29 de julho de 1952 a 05 de agosto de no mesmo ano, e ao longo da sua estadia inédita, Ele se revela ao mundo, dizendo que tinha 7 caras diferentes. Na noite do dia 4 para dia 5 de agosto de 1952, antes de subir majestosamente ao céu (perante muitos testemunhos e admiradores não Kimbanguistas…), Papá Simon KIMBANGU, declara o seguinte: “EU VENCI O MUNDO E OS 4 CANTOS ME FORAM DADOS POR DEUS. NO FUTURO FICARÁ APENAS UM IGREJA, FALAR-SE-Á UMA LÍNGUA, HAVERÁ UM SÓ REINO E UM SÓ REI, EU MESMO, SIMON KIMBANGU”.

ETERNIDADE

A vida e obra sobre a personalidade de Papá Simon KIMBANGU, o Espírito Santo é indiscutível, visto serem inúmeras obras que O caracterizam como: Omnipotente, Omnipresente e Eterno Imortal, pois, até hoje em dia, Ele continua a aparecer e a reaparecer a cristãos Kimbanguistas, simpatizantes e não Kimbanguistas de diversas nacionalidades e credos (católicos, protestantes, evangélicos, muçulmanos, etc.), a sociedade civil (políticos, professores, jornalistas, etc.) e ateus, a qualquer altura do dia ou da noite.

No plano de salvação, Ele próprio profetiza o seu renascimento em 1910 e que, viria a concretizar-se em 1918 na pessoa de DIANGIENDA KUNTIMA Joseph, seu 3º e último filho. Assim como sucedeu a 12 de outubro de 1951, em Lubumbashi no mesmo dia que rende a sua alma, com a diferença de uma hora, renasce em Nkamba-Nova Jerusalém, na pessoa de Papá Simon KIMBANGU KIANGANI, atual Líder Espiritual Kimbanguismo Universal.

Em Nkamba, a Nova Jerusalém (Cidade Santa), encontra-se os principais elementos que simbolizam o Kimbanguismo Universal, a saber: A Fonte Sagrada, o Templo o Mausoléu e o Museu Papá Simon KIMBANGU.

Viva o Kimbanguismo...!

Viva Nkamba, a Nova Jerusalém...!

Viva PSKK...!

Lisboa, 12 de outubro de 2024

GERAÇÃO SKK-Portugal

06 DE JUNHO DE 1921 – 06 DE JUNHO DE 2024COMEMORAÇÃO DOS 103 ANOS DA INVISÃO DA CIDADE SANTA, A NKAMBA-NOVA JERUSALÉMHoj...
06/06/2024

06 DE JUNHO DE 1921 – 06 DE JUNHO DE 2024

COMEMORAÇÃO DOS 103 ANOS DA INVISÃO DA CIDADE SANTA, A NKAMBA-NOVA JERUSALÉM

Hoje, o universo Kimbanguista em geral e particularmente a Fanfarra Kimbanguista (FAKI) e não só, juntos celebram e estão a celebrar com p***a e circunstâncias 103º aniversário da invasão da cidade de Nkamba pela armada belga.

No dia 06 de Junho de 1921 (precisamente numa segunda-feira), em Nkamba-Nova Jerusalém, Deus tinha mostrado aos homens e ao mundo inteiro, o seu poder e a sua força irresistível. Aquando da invasão da Cidade Santa pelos soldados belgas, a fim de deter Papá Simon KIMBANGU e a sua família. Tentativa que falha redondamente, e que todos são misteriosamente salvos por Deus Todo-Poderoso. Perante o maior desafio, Papá Simon KIMBANGU solta, um grande grito, clamando a Cristo, este grande grito é ouvido por toda a parte nesta data de 06 de Junho de 1921, simbolizando hoje, o soar harmonioso delirante e regular da Fanfarra Kimbanguista, na Nova Cidade de Deus, em Nkamba-Nova Jerusalém, Kongo central, R D Congo (coração de África e do mundo) e em toda a parte em que está estabelecida a Igreja de Jesus Cristo sobre a Terra pelo Seu Enviado Especial Simon KIMBANGU.

Tudo começa com a chamada de Cristo que solicita firmemente a Papá Simon KIMBANGU em continuar a sua obra de evangelização, a fim de tornar os pagãos em cristãos. A 6 de Abril de 1921, o poder do ministério profético de Papá Simon KIMBANGU inicia de maneira forte pela cura miraculosa da agonizante NKIANTONDO em Ngombe Kinsuka, Kongo central.
Durante o seu ministério, Papá Simon KIMBANGU cura todas as espécies de doenças em nome de Cristo, Jesus; deu a vista aos cegos, concedeu a audição ao surdos, a voz aos mudos, fez andar os paralíticos, atenuou e curou os loucos, ressuscitou os mortos, etc.

O caso de ressurreição que deu muito nas vistas, é o de uma jovem rapariga chamada DINA, com idade de 15 anos, morta na aldeia de Ntumba, em Kongo central, durante três dias. Em frente do corpo da jovem rapariga, Papá Simon KIMBANGU através da sua oração grita suavemente: “Mamã DINA, em nome de Jesus Cristo, ressuscita”. (H.K., p.33). O corpo já em decomposição muito avançada retorna à vida, como o de Lázaro ressuscitado por Jesus Cristo. Mamã DINA abre os olhos e levanta-se imediatamente. Esse ato, suscita uma explosão de alegria dos familiares e da população presente. Mamã DINA viveu muito tempo, casou e teve filhos, netos, etc.

De fato, a obra e as ações de Papá Simon KIMBANGU foram muito poderosas. Os seus contemporâneos tinham muito pavor e o poder colonial belga tremia no seu forte interior. E no entanto, Papá Simon KIMBANGU pregava substancialmente o amor a Deus e ao próximo, o respeito às Leis Divinas, o trabalho bem feito, a paz, não a violência permanente, a justiça, e de igualdade de ou entre raças. Proibia incessantemente as práticas obscurantistas, a feitiçaria, a magia, adoração a ídolos, mas recomendava sem cessar, em seguir unicamente o Senhor Jesus Cristo.
A palavra penetrante de Papá Simon KIMBANGU era poderosa e as populações acreditavam e aplicavam os seus ensinamentos. A fé em Jesus Cristo crescia entre os Africanos. Viram e assimilaram mais, através do curto ministério profético de Papá Simon KIMBANGU, que através de séculos de ensinos escandalosos pelos missionários europeus.

As populações africanas ficaram cheias de esperança e vários entre eles, tinham abandonado as velhas práticas a fim de seguir a via de Jesus Cristo, que Papá Simon KIMBANGU recomendava continuamente. O sucesso de Papá Simon KIMBANGU era manifesto e cada um queria vê-Lo e entendê-Lo. As deslocações constantes para Nkamba continuavam, então cúmulos de gente vindos de toda a parte. A consequência deste sucesso não tardou.

Com efeito, os missionários europeus, os, religiosos hipócritas e de outras confissões locais, não podiam fazer o que Papá Simon KIMBANGU realizava brilhantemente. Tornaram-se muito ciosos, muito complexados, obstruídos, embaraçados e procuravam por todos os meios fazer parar Papá Simon KIMBANGU, esperando assim “matar o pintainho no ovo”.

No entanto, certos missionários europeus reconheceram também no seu forte interior, que a missão de Papá Simon KIMBANGU vinha de Deus. Por exemplo, às conferências de Thysville (hoje, Mbanza Ngungu), Kongo central, na época, um missionário, Senhora Fredericksen afirmara com coragem que “os milagres de Papá Simon KIMBANGU eram tudo que tinha de mais verdadeiro e que não estava previsto na Bíblia que Deus ou o seu Enviado devia necessariamente ser branco” (L’Histoire du Kimbanguisme, p.46).

É portanto num contexto de “caça ao homem” que veio no mês de Junho de 1921, perante as chamadas urgentes de invejosos, sobretudo, do clero católico de intervir em urgência, o administrador do Território de Thysville (do qual dependia Nkamba), o Sr. Georges Léon Morel, decidiu seguir de muito perto Papá Simon KIMBANGU e as suas atividades em Nkamba. Fê-lo de resto a partir do 11 de Maio de 1921. No dia 1º de Junho de 1921, durante a conferência de Thysville, presidida pelo Sr. Morel, a ordem foi depressa dada para proceder a detenção de Papá Simon KIMBANGU e desencadear algumas perseguições anti-Kimbanguistas. O Comissário do Distrito de Kongo central intimava então a ordem ao Sr. Morel, de ir a Nkamba e parar Papá Simon KIMBANGU e os seus discípulos.

Quando a notícia da chegada do Sr. Morel chegou a Nkamba, Papá Simon KIMBANGU diz à multidão: “Que todos os que têm medo, que partam e que façam o mesmo os que não podem permanecer sem estar a responder a violência pela violência. Não façam o uso da força, mesmo se eu for maltratado”. Certas pessoas retiraram-se, mas os que permaneceram foram mais numerosos, (H.K., p.71).

De acordo com testemunhas Kimbanguistas, Papá Simon KIMBANGU reuniu os seus discípulos para orações profundas sobre a colina de Nkamba, a fim de implorar a misericórdia divina. Assim, segundo estas testemunhas, a 5 de Junho de 1921 (no momento em que o Sr. Morel e os seus soldados estavam a caminho de Nkamba), Papá Simon KIMBANGU e os seus discípulos oravam sobre a colina. Para confortar os seus discípulos, Papá Simon KIMBANGU através da sua poderosa oração fez ver a beatitude celestial ao grupo em oração.

Então, o céu abriu-se e todos puderam observar a vida celestial; a Fanfarra Celeste entoava melodias sinfónicas angélicas. Esta maravilhosa Fanfarra celestial tinha aspetos comparáveis à atual Fanfarra Kimbanguista “FAKI”. Apaixonadas desta vida celestial e não querendo falhar a beatitude vivida, um dos Colaboradores Sacerdotais, Mamã Thérèse MBONGA tinha pedido à Papá Simon KIMBANGU a autorização que entrasse o mais depressa possível ao céu. Mamã Thérèse MBONGA morreu dois meses depois, isto foi, a 19 de Agosto de 1921, após as sevícias fortemente exercidas sobre ela pelos soldados belgas, na prisão de Thysville. Foi enterrada na sua aldeia natal de Kinkewa, Kongo central.

A 6 de Junho de 1921, o Sr. Morel chegou a Nkamba imediatamente depois do meio-dia, com uma escolta de 24 soldados e o intérprete LUNDOLOKA (H.K., p.70). O objetivo final era parar Papá Simon KIMBANGU e os seus discípulos. Contudo, este dia 6 de Junho de 1921, Deus mostrou, em Nkamba-Nova Jerusalém, aos humanos, o seu poder e a sua força invencível. Aquando da invasão da Cidade Santa pelos soldados belgas, para deter Papá Simon KIMBANGU e a sua família, estes foram misteriosamente salvos por Deus. E, “MVUALA YISU, YA TOLOLUA KANSI WA VUMBULAKA YO”: o Bastião Sagrado foi partido, mas Ele o restituiu, o compôs.
Perante o desafio essencial e maior dos militares colonos, Papá Simon KIMBANGU lançara um grande grito, recorrendo a Cristo; este grande grito, entendido por toda a parte, cerca de 30/40 quilómetros de distância do dia 6 de Junho de 1921, simbolizando hoje o ecoar musical frenético e regular da Fanfarra Kimbanguista à Cidade Santa de Nkamba-Nova Jerusalém, Kongo central.

É de notar que, o dia 06 de Junho, algum tempo depois, é dedicado particularmente a FAKI – Fanfarra Kimbanguista. E, este grito de Papá Simon KIMBANGU DIANGIENDA KIANGANI, é a FAKI.

Lisboa, 06 de junho de 2024



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