Paróquia de Aguda

Paróquia de Aguda Igreja Paroquial de Aguda - Nossa Senhora da Graça Existe o registo que em 1209, D. Sancho I fez doação a D. Em 1221 D. Este fidalgo era alferes-mor de D.

Aguda – Paróquia com Invocação de Nossa Senhora da Graça
Nada se conhece de directamente documentado para o território desta freguesia até ao século doze ou treze, o que é comum à grande parte das freguesias de Portugal. Sabe-se porém que já existia população nos diferentes lugares que vieram posteriormente a fazer parte desta paróquia. Maria Pais Ribeiro, da quinta de Almofala, confirmada em 1216

por D. Afonso II (correspondendo à parte meridional pelo rio de Maçãs). Martim Anes deu “carta de foro a todos os povoadores que viessem habitar a sua herdade de Almofala”. Afonso II. O rei deu-lhe a parte da região da Almofala, que englobava o actual território da freguesia de Aguda. Assim tínhamos a Almofala de D. Maria Pais Ribeiro – Almofala de Maçãs de D. Maria e a de D. Martim Anes – Almofala de Aguda. No século XIII surge referência à paróquia de Santa Maria de Almofala (abrangendo a actual igreja de Avelar) e em 1321 já aparece com o nome de Santa Maria da Aguda. No século XV aparece Aguda, com Avelar, Maçãs de D. Maria e Couce como lugares do Concelho de Chão de Couce. Estes lugares pertenciam no tempo do rei D. Duarte, filho de D. João I, a D. Pedro de Meneses, conde de Viana e constituíam pequenos concelhos subordinados ao de Chão de Couce. Mais tarde originaram a Comarca das Cinco Vilas, conjuntamente com Pousaflores. Aguda foi assim vigararia do Padroado Real com prestimónio da Casa do Infantado
O Concelho de Aguda foi eliminado em 31 de dezembro de 1836, sendo anexado ao de Maçãs de D. Maria e extinto por Decreto de 24 de Outubro de 1855, passando a fazer do concelho de Figueiró dos Vinhos.

XVIII Domingo do Tempo ComumA liturgia do 18º Domingo do Tempo Comum apresenta-nos o convite que Deus nos faz para nos s...
02/08/2026

XVIII Domingo do Tempo Comum

A liturgia do 18º Domingo do Tempo Comum apresenta-nos o convite que Deus nos faz para nos sentarmos à mesa que Ele próprio preparou, e onde nos oferece gratuitamente o alimento que sacia a nossa fome de vida, de felicidade, de eternidade. Na primeira leitura, Deus convida o seu Povo a deixar a terra da escravidão e a dirigir-se ao encontro da terra da liberdade – a Jerusalém nova da justiça, do amor e da paz. Aí, Deus saciará definitivamente a fome do seu Povo e oferecer-lhe-á gratuitamente a vida em abundância, a felicidade sem fim. O Evangelho apresenta-nos Jesus, o novo Moisés, cuja missão é realizar a libertação do seu Povo. No contexto de uma refeição, Jesus mostra aos seus discípulos que é preciso acolher o pão que Deus oferece e reparti-lo com todos os homens.

02/08/2026
Agenda da Semana
19/07/2026

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16.º Domingo do Tempo ComumA liturgia da Palavra deste 16.º Domingo do Tempo Comum apresenta Deus paciente e cheio de mi...
19/07/2026

16.º Domingo do Tempo Comum

A liturgia da Palavra deste 16.º Domingo do Tempo Comum apresenta Deus paciente e cheio de misericórdia, e convida-nos a assumir essa mesma atitude na nossa vida.

Em concreto, a primeira leitura da Sabedoria fala-nos de um Deus indulgente e misericordioso, que convida os seus filhos a serem humanos, a terem um coração tão misericordioso e tão indulgente como o coração de Deus.

A segunda leitura sublinha a bondade e a misericórdia de Deus. Afirma que o Espírito Santo, dom de Deus, vem em auxílio da nossa fragilidade, guiando-nos no caminho para a vida plena.

Neste ritmo da vida moderna tão estonteante, com exigências profissionais, problemas familiares, necessidade de ganhar a vida diante de crescentes dificuldades, em que andamos a correr, quase sempre ocupados e cansados, prisioneiros de uma máquina que nos desumaniza e que não nos deixa centrar a nossa atenção no essencial, neste ritmo frenético há que encontrar tempo e espaço para refletir e redefinir o sentido da nossa existência, para perceber se estamos a conduzir a nossa vida segundo o Espírito.

XV Domingo do Tempo ComumO Evangelho deste 15.º Domingo do Tempo Comum apresenta-nos a bem conhecida parábola do semeado...
12/07/2026

XV Domingo do Tempo Comum

O Evangelho deste 15.º Domingo do Tempo Comum apresenta-nos a bem conhecida parábola do semeador e da semente, sobre a importância e o significado da Palavra de Jesus.

Temos consciência de que a Palavra anunciada e proclamada, meditada e partilhada, celebrada e vivida, é a referência fundamental à volta da qual se constrói a vida da comunidade e dos crentes?

Deixemo-nos interrogar pelas quatro situações apontadas nesta parábola.

A semente que caiu em terrenos duros, de terra batida, faz-nos pensar em corações insensíveis, egoístas e orgulhosos, onde não há lugar para a Palavra de Jesus e para os valores do Reino. É a realidade de tantos homens e mulheres que veem no Evangelho um caminho para fracos e vencidos, e que preferem um caminho de independência e de autossuficiência, à margem de Deus e das suas propostas.

Que a Palavra, que germina e cresce no nosso coração, seja sempre o dinamismo que nos desafia a olhar a vida e o próximo com entusiasmo solidário. Levados pelo que insistentemente nos dizia o Papa Francisco, nunca nos cansemos de ser transformados pela alegria missionária do Evangelho.

10 de junho-Dia de Portugal e do Santo Anjo da Guarda de Portugal (ou Anjo da Paz).As três aparições desse anjo em Portu...
10/06/2026

10 de junho-Dia de Portugal e do Santo Anjo da Guarda de Portugal (ou Anjo da Paz).

As três aparições desse anjo em Portugal compuseram o ciclo angélico da mensagem de Fátima e, acontecendo um ano antes da aparição de Nossa Senhora, foi uma preparação dos corações dos pastorinhos para o sobrenatural que viveriam.

😇Primeira aparição

Na primavera de 1916, as três crianças estavam na Loca do Cabeço, no lugar dos Valinhos, a pastorear, quando lhes apareceu um jovem de mais ou menos 14 ou 15 anos, mais branco que a neve, dizendo:

“Não temais, sou o Anjo da Paz, orai comigo: Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam.”

As crianças rezaram por três vezes, com o rosto ao chão. Depois, ouviram do anjo:

“Orai assim. Os corações de Jesus e de Maria estão atentos à voz de vossas súplicas”.

Essa oração acompanhou os pastorinhos para sempre.

😇Segunda aparição

Num dia de verão, no quintal da casa de Lúcia, no Poço do Arneiro. As crianças estavam brincando sobre o poço quando o anjo apareceu-lhes dizendo:

“Que fazeis? Orai, orai muito. Os corações santíssimos de Jesus e de Maria tem sobre vós desígnios de misericórdia… Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal.”

😇Terceira aparição

No outono do mesmo ano, novamente na Loca do Cabeço, as crianças rezavam a oração que aprenderam na primeira aparição, e o Anjo lhes apareceu com o cálice e uma hóstia. A hóstia a pingar gotas de sangue no cálice. Elas ajoelharam, e o anjo ensinou-lhes esta oração profundíssima que diz da essência da mensagem de Fátima:

“Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-vos profundamente. E ofereço-vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo presente em todos os sacrários da Terra. Em reparação aos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido, e pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores.” Depois disso, o Anjo da Eucaristia entregou a hóstia para Lúcia e o cálice entre Francisco e Jacinta, e disse-lhes: “Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.”

Esta oração nos une a Maria, ao reparador Jesus Cristo, no mistério da Eucaristia para a glória da Santíssima Trindade.

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10/06/2026

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