PARÓQUIA DE ABAÇAS

PARÓQUIA DE ABAÇAS Esta página é o rosto oficial da Paróquia de Abaças. Serão, também, divulgadas todas as atividades do Grupo de Catequese de Abaças.

Obrigado por tudo. A vossa simpatia, disponibilidade e carinho connosco é algo que nunca iremos esquecer. Os nossos jove...
15/06/2025

Obrigado por tudo. A vossa simpatia, disponibilidade e carinho connosco é algo que nunca iremos esquecer. Os nossos jovens e adultos, vieram encantados com tudo que viram, ouviram e nos proporcionaram. Obrigado e até à próxima visita 😉🫂

Cristo ressuscitou, Aleluia, Aleluia 🙏🙏Ate já Abaças...🫡🎉
20/04/2025

Cristo ressuscitou, Aleluia, Aleluia 🙏🙏

Ate já Abaças...🫡🎉

🙏
18/04/2025

🙏

Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo João 18,1-19,42

Perto da cruz de Jesus, estavam de pé
a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena.

Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela,
o discípulo que ele amava, disse à mãe:
"Mulher, este é o teu filho".

Depois disse ao discípulo:
"Esta é a tua mãe".
Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.
Tudo está consumado.

Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado,
e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:
"Tenho sede".

Havia ali uma jarra cheia de vinagre.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre
e levaram-na à boca de Jesus.

Ele tomou o vinagre e disse:
"Tudo está consumado".
E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

Todos se ajoelham e faz-se uma pausa.
E logo saiu sangue e água.

Era o dia da preparação para a Páscoa.
Os judeus queriam evitar
que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene.
Então pediram a Pilatos
que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz.

Os soldados foram
e quebraram as pernas de um e, depois, do outro
que foram crucificados com Jesus.

Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava
morto, não lhe quebraram as pernas;
mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança,
e logo saiu sangue e água.

Envolveram o corpo de Jesus com os aromas, em faixas de linho.

Depois disso, José de Arimateia,
que era discípulo de Jesus
- mas às escondidas, por medo dos judeus -
pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus.
Pilatos consentiu.
Então José veio tirar o corpo de Jesus.

Chegou também Nicodemos,
o mesmo que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus.
Levou uns trinta quilos de perfume
feito de mirra e aloés.

Então tomaram o corpo de Jesus
e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho,
como os judeus costumam sepultar.

No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim
e, no jardim, um túmulo novo,
onde ainda ninguém tinha sido sepultado.

Por causa da preparação da Páscoa,
e como o túmulo estava perto,
foi ali que colocaram Jesus.

O nosso pároco 🙏✝️ "....O ministro da Defesa Nacional concedeu a Medalha de Defesa Nacional ao Major Capelão Fernando Ma...
27/03/2025

O nosso pároco 🙏✝️
"....O ministro da Defesa Nacional concedeu a Medalha de Defesa Nacional ao Major Capelão Fernando Manuel Afonso Monteiro..." 🏅

Não poderíamos estar mais orgulhosos de si e de o termos na nossa paróquia há 27 anos 🙏

Major Capelão Fernando Monteiro distinguido com Medalha de Defesa Nacional
Mar 27, 2025 | Notícias

Portaria reconhece 18 anos de serviço excecional no Ordinariato Castrense

O Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, concedeu a Medalha de Defesa Nacional (2.ª classe) ao Major Capelão Fernando Manuel Afonso Monteiro, Chanceler do Ordinariato Castrense desde 2017.

A distinção coroa uma carreira marcada por contributos “extraordinariamente empenhados” na capelania militar portuguesa.

O documento oficial destaca o papel do militar-sacerdote como arquiteto de documentos militares e canónicos, com domínio de legislação nacional e internacional.

Entre os feitos salientados:
– Liderança na Peregrinação Militar Internacional de Lourdes (França);
– Modernização da comunicação da Diocese Castrense, através da gestão de redes sociais e publicações religiosas;
– Coordenação de ações culturais e religiosas para as Forças Armadas.

“Revela-se um servidor altamente motivado, dotado de grande dinamismo e permanente disponibilidade”, refere a portaria, sublinhando a sua “postura discreta mas eficaz”.

Capelão Militar desde setembro de 2007, o Major Fernando Monteiro tornou-se peça fundamental na estrutura da Capelania-Mor e da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional. A portaria enaltece:
– Competência técnica: Elaboração de normativos militares e eclesiásticos com “elevada proficiência”;
– Resiliência: Resposta a desafios complexos com “prontidão e qualidade”;
– Espírito de equipa: Capacidade de cooperação que “distingue o trabalho do Ordinariato”.

A Medalha de Defesa Nacional (2.ª classe) é concedida ao abrigo do Regulamento da Medalha Militar distinguindo serviços que “honram o prestígio das Forças Armadas”. O Ministro Nuno Melo afirmou:

“O Major Capelão Fernando Monteiro cultiva diariamente valores que dignificam não só a instituição militar, mas a própria sociedade portuguesa.”

O Tempo Quaresmal, iniciado na passada quarta-feira com a imposição das cinzas sobre as nossas cabeças, consiste na reno...
09/03/2025

O Tempo Quaresmal, iniciado na passada quarta-feira com a imposição das cinzas sobre as nossas cabeças, consiste na renovada oportunidade que Deus nos concede de voltarmos a casa; de avançarmos sem medos e sem rodeios no profundo mistério do seu amor para connosco.

Só diante do Senhor teu Deus te prostrarás ✝️

Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo✝️

Não tentarás o Senhor teu Deus✝️

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2025Caminhemos juntos na esperançaQueridos irmãos e irmãs!Com o sin...
08/03/2025

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2025

Caminhemos juntos na esperança

Queridos irmãos e irmãs!

Com o sinal penitencial das cinzas sobre as nossas cabeças, iniciamos na fé e na esperança a peregrinação anual da Santa Quaresma. A Igreja, mãe e mestra, convida-nos a preparar os nossos corações e a abrir-nos à graça de Deus para podermos celebrar com grande alegria o triunfo pascal de Cristo, o Senhor, sobre o pecado e a morte, como exclamava São Paulo: «A morte foi tragada pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?» ( 1Cor 15, 54-55). Realmente, Jesus Cristo, morto e ressuscitado, é o centro da nossa fé e a garantia da nossa esperança na grande promessa do Pai, já realizada n’Ele, Seu Filho amado: a vida eterna (cf. Jo 10, 28; 17, 3) [1].

Nesta Quaresma, enriquecida pela graça do Ano Jubilar, gostaria de oferecer algumas reflexões sobre o que significa caminhar juntos na esperança e evidenciar os apelos à conversão que a misericórdia de Deus dirige a todos nós, enquanto indivíduos e comunidades.

Antes de tudo, caminhar. O lema do Jubileu – “Peregrinos de Esperança” – traz à mente a longa travessia do povo de Israel em direção à Terra Prometida, narrada no livro do Êxodo: a difícil passagem da escravidão para a liberdade, desejada e guiada pelo Senhor, que ama o seu povo e sempre lhe é fiel. E não podemos recordar o êxodo bíblico sem pensar em tantos irmãos e irmãs que, hoje, fogem de situações de miséria e violência e vão à procura de uma vida melhor para si e para seus entes queridos. Aqui, surge um primeiro apelo à conversão, porque todos nós somos peregrinos na vida, mas cada um pode perguntar-se: como me deixo interpelar por esta condição? Estou realmente a caminho ou estou paralisado, estático, com medo e sem esperança, acomodado na minha zona de conforto? Busco caminhos de libertação das situações de pecado e falta de dignidade? Seria um bom exercício quaresmal confrontar-nos com a realidade concreta de algum migrante ou peregrino e deixar que ela nos interpele, a fim de descobrir o que Deus pede de nós para sermos melhores viajantes rumo à casa do Pai. Esse é um bom “exame” para o viandante.

Em segundo lugar, façamos esta viagem juntos. Caminhar juntos, ser sinodal, é esta a vocação da Igreja [2]. Os cristãos são chamados a percorrer o caminho em conjunto, jamais como viajantes solitários. O Espírito Santo impele-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro de Deus e dos nossos irmãos, e nunca a fechar-nos em nós mesmos [3]. Caminhar juntos significa ser tecelões de unidade, partindo da nossa dignidade comum de filhos de Deus (cf. Gl 3, 26-28); significa caminhar lado a lado, sem pisar ou subjugar o outro, sem alimentar invejas ou hipocrisias, sem deixar que ninguém fique para trás ou se sinta excluído. Sigamos na mesma direção, rumo a uma única meta, ouvindo-nos uns aos outros com amor e paciência.

Nesta Quaresma, Deus pede-nos que verifiquemos se nas nossas vidas e famílias, nos locais onde trabalhamos, nas comunidades paroquiais ou religiosas, somos capazes de caminhar com os outros, de ouvir, de vencer a tentação de nos entrincheirarmos na nossa autorreferencialidade e de olharmos apenas para as nossas próprias necessidades. Perguntemo-nos diante do Senhor se somos capazes de trabalhar juntos ao serviço do Reino de Deus, como bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e leigos; se, com gestos concretos, temos uma atitude acolhedora em relação àqueles que se aproximam de nós e a quantos se encontram distantes; se fazemos com que as pessoas se sintam parte da comunidade ou se as mantemos à margem [4]. Este é o segundo apelo: a conversão à sinodalidade.

Em terceiro lugar, façamos este caminho juntos na esperança de uma promessa. A esperança que não engana (cf. Rm 5, 5), mensagem central do Jubileu [5], seja para nós o horizonte do caminho quaresmal rumo à vitória pascal. Como o Papa Bento XVI nos ensinou na Encíclica Spe salvi, «o ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: “Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” ( Rm 8, 38-39)» [6]. Jesus, nosso amor e nossa esperança, ressuscitou [7] e, vivo, reina glorioso. A morte foi transformada em vitória e aqui reside a fé e a grande esperança dos cristãos: na ressurreição de Cristo!

Eis o terceiro apelo à conversão: o da esperança, da confiança em Deus e na sua grande promessa, a vida eterna. Devemos perguntar-nos: estou convicto de que Deus me perdoa os pecados? Ou comporto-me como se me pudesse salvar sozinho? Aspiro à salvação e peço a ajuda de Deus para a receber? Vivo concretamente a esperança que me ajuda a ler os acontecimentos da história e me impele a um compromisso com a justiça, a fraternidade, o cuidado da casa comum, garantindo que ninguém seja deixado para trás?

Irmãs e irmãos, graças ao amor de Deus em Jesus Cristo, somos conservados na esperança que não engana (cf. Rm 5, 5). A esperança é “a âncora da alma”, inabalável e segura [8]. Nela, a Igreja reza para que «todos os homens sejam salvos» ( 1Tm 2, 4) e ela própria anseia estar na glória do céu, unida a Cristo, seu esposo. Santa Teresa de Jesus expressou isso da seguinte forma: «Espera, espera, que não sabes quando virá o dia nem a hora. Vela com cuidado, que tudo passa com brevidade, embora o teu desejo faça o certo duvidoso e longo o tempo breve» ( Exclamações, XV, 3) [9].

Que a Virgem Maria, Mãe da Esperança, interceda por nós e nos acompanhe no caminho quaresmal.

Roma, São João de Latrão, na Memória dos Santos mártires Paulo Miki e companheiros, 6 de fevereiro de 2025.

FRANCISCO

Endereço

Rua Da Igreja; N. º 1
Abaças
5000-014

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando PARÓQUIA DE ABAÇAS publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar