Pastor Inezilo Nascimento CUNHA

Pastor Inezilo Nascimento CUNHA Compartilhar com irmãos e amigos a viagem que eu e minha esposa fizemos a ISRAEL.

10/11/2018

ELEIÇÕES 2018 – VITÓRIA INCOMPLETA Olhando pela ótica cristã evangélica, diria que a vitória nessas eleições ainda é parcial. Os 58%...

10/11/2018

“ELE QUER QUE TODOS OS HOMENS SEJAM SALVOS E VENHAM A CONHECER A VERDADE.” (I Tm 2.4)
Esta é a soberana vontade de Deus com respeito aos 7.6 bilhões de seres humanos que habitam o planeta, independente da raça, cultura e de tantas outras diferenças existentes em meio a grande massa humana. O desejo do coração de Deus é que todos sejam salvos e venham a conhecer a verdade! A questão é que dos 7,6 bilhões de habitantes do planeta, 2.5 bilhões nunca ouviram uma vez sequer falar de Jesus o Salvador!
(Rm.10.11-15) “Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. 12Porquanto não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. 13Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. 14Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? 15E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas!”
A Palavra de Deus é clara, esses 2.5 bilhões de almas estão confundidos, por isso prestam cultos a diferentes deuses como: Vaca, rochas, rios e tantas outras divindades pagãs, porque não conhecem a verdade, nunca ouviram a respeito de Jesus e por isso não creem. Ao lermos o texto acima f**a claro que esse povo precisa ouvir o Evangelho da Graça, não através dos anjos, mas, através daqueles que receberam a comissão, “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” O texto de Romanos pergunta: “Como pregarão se não forem enviados? Me parece que o texto está apontando para os verdadeiros culpados, os verdadeiros responsáveis pelos 2.5 bilhões de almas sem ser alcançadas. Creio que é hora de nós pastores de igrejas, nós que fomos encarregados de pastorear pequenos médios e grandes grupos de diferentes igrejas, é hora de tirarmos a máscara de (bonzinho) e encarar diante de Deus a nossa principal missão que é a evangelização do mundo. Infelizmente a visão missionária se arrefeceu em muitas igrejas! Já não existe mais cultos missionários mensais, onde se trabalhava e inculcava a visão missionária.
Algumas igrejas manda um obreiro para algum pequeno povoado em outro estado dentro do Brasil, onde existe dezenas de igrejas de outros ministérios, e ali aquele “missionário” vai lutar para conseguir crentes de outros ministérios usando diferentes formas para conseguir seu intento. Quando decidem mandar alguém para missão transcultural, logo procura ver qual país que custa menos o envio de missionário, a forma correta seria conhecermos não apenas onde há uma necessidade, mas sim onde há maior necessidade. Na multiplicação dos pães temos uma verdadeira aula de missiologia. Jesus mandou que o povo se assentasse na relva verde separados em grupos maiores e menores, logo os discípulos começaram a distribuição dois pães e peixes pelo primeiro grupo, segundo e terceiro até que todos recebesse o pão, infelizmente nós como igreja não temos atentado para esse ensinamento, f**amos somente com o primeiro grupo, algumas igrejas mais ousadas foram um pouco mais e chegaram ao segundo grupo e aí todos nossos esforços f**am entre primeiro e segundo grupos e aqui lutamos, insistimos para que as pessoas aceitem a maioria deles estão intoxicados não querem nem ouvir, e os OUTROS? aqueles que estão na janela 10/40, onde estão os países mais pobres e o povo menos alcançados da face da terra.
Que Deus mande um genuíno avivamento sobre nossas igrejas no Brasil, a maior evidência de um verdadeiro avivamento não são gritos histéricos mais um batismo de amor e paixão pelas almas perdidas, é nos autênticos avivamentos que surge, e se evidencia a visão missionária de escopo mundial. (Jo.4.35) “Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: levantai os vossos olhos e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.”
Até breve: Bispo Inezilo Nascimento Cunha

09/11/2018

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome ” (Salmo 103.1) “ A duração da nossa vida é de ...

O GÓLGOTA OU MONTE CAVEIRA E A SEPULTURA DE JESUS! O Monte Caveira ou Gólgota e o Sepulcro de Jesus eram lugares que mai...
07/05/2017

O GÓLGOTA OU MONTE CAVEIRA E A SEPULTURA DE JESUS!

O Monte Caveira ou Gólgota e o Sepulcro de Jesus eram lugares que mais esperávamos para visitar, creio que assim acontece com todos os peregrinos que sobem à Terra Santa.
Calvário ou Golgota é o nome dado à colina na qual Jesus foi crucif**ado e que, na época de Cristo, f**ava fora da cidade de Jerusalém. O termo signif**a "caveira", referindo-se a uma colina ou platô que contém uma pilha de crânios ou a um acidente geográfico que se assemelha a um crânio.
O Calvário é mencionado em todos os quatro evangelhos quando relatam a crucif**ação de Jesus: «E eles chegaram a um lugar chamado Gólgota, que signif**a o Lugar da Caveira.» (Mateus 27:33), «E eles levaram-no ao lugar chamado Gólgota, que é traduzido por Lugar da Caveira.» (Marcos 15:22), «Então eles chegaram ao lugar chamado de Caveira.» (Lucas 23:33) e «E carregando ele mesmo a sua cruz, saiu para o assim chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz Gólgota.» (João 19:17).

O Novo Testamento descreve o Calvário como "perto de Jerusalém" (João 19:20), e fora das muralhas da cidade (Hebreus 13:12). Isso está de acordo com a tradição judia, em que Jesus foi também enterrado perto do lugar de sua execução.
O imperador bizantino Constantino construiu a Igreja Católica do Santo Sepulcro sobre o que se pensava ser o sepulcro de Jesus entre 326 e 335, perto do lugar do Calvário. De acordo com a tradição cristã, o Sepulcro de Jesus e a Verdadeira Cruz foram descobertos pela imperatriz Helena de Constantinopla, mãe de Constantino, em 325. Portanto a igreja (Católica) está hoje dentro das muralhas da Cidade Antiga de Jerusalém, após a expansão feita por Herodes Agripa em 41-44, mas o Santo Sepulcro estava provavelmente além das muralhas, na época dos eventos relacionados com a vida de Cristo.
Depois de passar uma temporada na Palestina em 1882-83, Charles George Gordon sugeriu uma localização diferente para o Calvário. O Jardim do Túmulo f**a ao norte do Santo Sepulcro, localizado fora da atual Porta de Damasco, em um lugar certamente utilizado para enterros no período bizantino. O jardim tinha um penhasco com dois grandes buracos fundos, que o povo dizia serem os olhos da caveira.
O arqueólogo israelense Shimon Gibson, em sua obra "Os últimos Dias de Jesus", descarta totalmente a localização do Calvário como sendo o de Gordon por um motivo muito simples: o túmulo que lá se encontra, tradicionalmente conhecido como o "Túmulo do Jardim" remonta ao século VII a.C. e a Bíblia relata que o túmulo utilizado para sepultar Cristo tinha sido mandado escavar recentemente na rocha por José de Arimateia. Assim, prevalece a crença tradicional, cuja localização foi perpetuada pelos cristãos desde a destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 d.C. e mantida através dos séculos.

Gólgota é o nome do local onde o Senhor Jesus foi crucif**ado. Deriva-se da palavra Aramaica "gulgulta " (Mateus 27:33 e Marcos 15:22) e signif**a "local da caveira". Jeronimo usou a palavra "calvaria" na sua tradução para o Latin e por isso temos ambas as palavras, "caveira" e "Calvário."
A tradição Católica põe este local onde hoje se encontra a Igreja do Santo Sepulcro mas, é apenas uma tradição. Um outro local, de maior aceitação, pelo menos para a comunidade cristã evangélica, que é o Jardim do Túmulo, local onde hoje se encontra a imagem acima. A caveira encravada na rocha foi percebida como o possível local da Crucif**ação do Senhor Jesus Cristo pelo teólogo alemão Otto Thenius em 1842 mas só 40 anos depois a idéia foi amplamente difundida pelo general inglês Charles Gordon durante um sabático na érea entre 1882 e 1883.
O local parece preencher bem as poucas características descritas nos evangelhos que são:
1. F**a a uma curta distância dos muros de Jerusalem (João 19:41-42), dando a entender que havia um cemitério por perto, como até hoje há.
2. Fora de Jerusalém mas próximo de um dos seus portões (O Portão de Damasco) - Hebreus 13:12.
3. Numa área de tráfego de pedestres e viajantes (Mateus 27:39).
4. F**ava em local de execução pública.
5. Em um local chamado Caveira (Golgota).
6. Havia um jardim por perto como ate hoje há. Onde também foram encontrados um túmulo na rocha, uma enorme cisterna que armazenava água para o jardim e também um lagar.
O mais interessante é que esse local f**a a poucos metros do Monte Moriá, local onde Abraão quase sacrificou Isaque mas foi impedido por Deus que, ali mesmo providenciou o cordeiro para o sacrifício revelando-se ali como Jeová.

BERSEBA – 10ª POSTAGEM DA SÉRIE “NOSSA VIAGEM A ISRAEL”Tel Berseba é um sítio arqueológico no sul de Israel, ali estão à...
21/04/2017

BERSEBA – 10ª POSTAGEM DA SÉRIE “NOSSA VIAGEM A ISRAEL”
Tel Berseba é um sítio arqueológico no sul de Israel, ali estão às ruínas da cidade bíblíca de Berseba. Em Hebraico, o nome Beer-Sheva signif**a, Poço das Sete, em memória das Sete Ovelhas dadas por Abraão a Elimeleque como valor de compra do poço que ele comprou após ter achado no local água. Gên 21:28 a 31: "Pôs Abraão, porém, à parte sete cordeiras do rebanho.e perguntou Abimeleque a Abraão: Que signif**am estas sete cordeiras que puseste à parte? Respondeu Abraão: Estas sete cordeiras receberás da minha mão para que me sirvam de testemunho de que eu cavei este poço. Pelo que chamou aquele lugar Beer-Seba, porque ali os dois juraram”)
Achados arqueológicos provam que a cidade era habitada desde a Idade do Cobre. Isto se deve provavelmente à abundância de correntes de água subterrâneas, como mostram os vários poços na cidade. Berseba é um dos sítios arqueológicos declarado como Patrimônio Mundial da Humanidade (2005). A moderna cidade israelita de Berseba encontra-se bem próximo de Tel Beer-Sheva e seus edifícios podem ser vistos ao longo do passeio sobre uma colina repleta de ruínas.
O Poço, é uma riqueza arquológica sem precedentes e segundo os arqueólogos foi escavado por volta de 1.200 a 1.300 A.C. sendo este um fator que confirma ainda mais sua peculiaridade como sendo o poço da descrição bíblica. Sendo assim, viveu em torno deste poço, Abraão, o Patriarca que fundou as bases de fé de mais de 3.000 bilhões de pessoas no Mundo, vivendo boa parte de sua vida das águas deste poço. Creio que qualquer visitante que tem o privilégio de conhecer este local poderá compreender a simplicidade e o tamanho da Graça de Deus, pois era tradição cavarem poços junto aos ribeiros e a regiões baixas, mas Abraão o cavou sobre a colina a entrada da porta da cidade.
Abraão morou em diversos lugares, orientado por Deus, em sua vasta experiência de vida. Um desses lugares foi Berseba, naturalmente um local para o qual vários viajantes e migrantes convergiam pela oferta de água em seus famosos poços. Parada obrigatória para quem estivesse em trânsito.
Logo que saiu da Mesopotâmia, Abraão chegou a Berseba, por volta do século 20 antes de Cristo. Fixou-se ali e cavou poços para a subsistência de seu povo e suas criações. Mas antes, um curioso fato: ao chegar, dizia a todos que Sara, sua esposa, era sua irmã. Como a mulher era muito bonita, segundo consta no relato bíblico (leia Gênesis 20), o patriarca temia que o povo local não temesse a Deus e o matasse para possuir sua esposa. Como Abimeleque, o soberano local, achava que Sara era irmã de Abraão, mandou chamar a mulher para seus aposentos. À noite, não tendo ainda possuído Sara, o rei foi advertido por Deus em sonho que não fizesse nada a ela. O monarca tirou satisfações com Abraão, que revelou seu medo, e tudo foi esclarecido, já que ambos se descobriram tementes ao mesmo Deus.
Também foi ali que Abraão fez seu famoso pacto de paz com o rei Abimeleque, sendo este um dos motivos que, especulam os historiadores, deram origem ao nome do lugar, signif**ando “poço da promessa”, conforme a história contada em Gênesis 21. Sheva, em hebraico, também signif**a sete. Outra interpretação para o nome do local é que lá, Isaque, filho de Abraão, teria cavado sete poços bastante conhecidos na época.
Berseba é a única cidade israelense fundada pelos otomanos (na época do Império Turco-Otomano), no início do século 20. As ruínas de estruturas deste período e da época do Mandato Britânico podem ser vistas na Cidade Velha, ao sul. Ainda hoje é possível visitar o cemitério britânico, onde jazem soldados da Primeira Guerra Mundial. Nessa época, os otomanos construíram a Estação Ferroviária Turca, hoje desativada, funcionando apenas como ponto turístico.
Apenas 5 quilômetros distante do centro urbano, é provável que lá seja a região bíblica Beer Sheva. Devido suas fascinantes construções, como as ruínas de uma cidade cercada por muralhas que datam do século 9 a.C. (antes de Cristo), um trono real e um elaborado sistema aqueduto, Tel Berseba foi tombada como Patrimônio Mundial da Humanidade em 2005 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Mercado Beduíno
Um dos passeios mais exóticos do país, o shuk (palavra em hebraico para “mercado”) funciona às quintas-feira e desde 1905 é o centro comercial do povo nômade do deserto. Nos dias de hoje foram adaptadas ao local lojas modernas, nas quais é possível comprar roupas, sapatos e artigos para decoração. Contudo, ainda prevalecem as típicas tendas beduínas, em que são comercializados produtos feitos de cobre (abundante na região), joias, pedras preciosas, tapetes, almofadas, itens decorativos e camelos – afinal, o animal é o mais tradicional meio de transporte do deserto.
Esportes
Berseba também se destaca no esporte. Possui sua própria equipe de futebol, o Hapoel Beer Sheva, time no qual o brasileiro Willian Ribeiro Soares, mineiro de Araporã, é titular. No entanto, são o xadrez e o tênis de mesa os esportes que mais orgulham a cidade. Devido à intensa imigração soviética à região, essas duas modalidades tornaram-se destaques da cidade, representando Israel em torneios internacionais.
Ai estão registros do museu em BERSEBA que enquanto caminhávamos em direção ao poço de Abraão passávamos por longos corredores formados por imensos telões que projetavam toda a linda história de abraão em em três D, quando chegamos do do outro lado era difícil conter as lágrimas. A Deus a nossas eterna gratidão!

MASSADA - 9ª POSTAGEM DA SÉRIE “NOSSA VIAGEM A ISRAEL”.Eu e minha esposa, e creio que todo o grupo f**amos inebriados ao...
16/04/2017

MASSADA - 9ª POSTAGEM DA SÉRIE “NOSSA VIAGEM A ISRAEL”.
Eu e minha esposa, e creio que todo o grupo f**amos inebriados ao subirmos ao alto da fortaleza, com as cores impressionantes com que o sol pinta as montanhas do deserto da Judeia, no lado ocidental. Com os reflexos devolvidos pelo espelho calmo que é o Mar Morto, no lado oriental. E com aquela sensação de estarmos no topo do mundo, apesar de pisarmos uma elevação com apenas 400 metros de altitude, perto daquela que é a região mais baixa de todo o planeta.

Massada, que, provavelmente, signif**a "lugar seguro" ou "fortaleza", é um imponente planalto escarpado, situado no litoral sudoeste do Mar Morto. O local é uma fortaleza natural, com penhascos íngremes e terreno acidentado. Na parte leste, a face do penhasco se eleva 400 metros acima da planície circundante. O acesso só é possível através de uma difícil trilha que serpenteia pela montanha ou de teleférico.
A primitiva ocupação do local era de uma fortaleza da Judéia. O rei Herodes, o Grande, aproveitou as características do local, naturalmente inexpugnável, para construir, na sua extremidade ocidental, um palácio, reforçando e ampliando a antiga fortaleza. De acordo com Flávio Josefo o famoso historiador judeu do primeiro século, é a principal fonte de informação sobre a história de Massada. Embora alguns de seus relatos e números sejam muitas vezes questionados, grande parte do que ele descreveu foi confirmado pela arqueologia.

Massada tornou-se uma fortaleza judaica durante o período dos hasmoneus (cerca de 150-76 a.C.). Mais tarde, o rei Herodes fez ampliações e reforçou suas defesas (37-31 a.C.). Como era de se esperar, as reformas de Herodes foram impressionantes. Uma dupla muralha de pedra, com 140 metros de extensão e quase seis metros de altura em alguns pontos, estendia-se por todo o perímetro do platô. No espaço de 4 metros de largura que separava as duas muralhas, foram construídos vários quartos, que eram usados para guardar armas e alojar as tropas. A muralha tinha quatro portões e mais de trinta torres. Após a morte de Herodes, a fortaleza de Massada foi ocupada por uma guarnição romana que ficou aquartelada ali por quase cem anos.

No ano de 66 d.C., um grupo de rebeldes entrou furtivamente na fortaleza de Massada e dizimou a guarnição romana aquartelada ali. Pouco depois, o líder dos sicários, Manaém, chegou a Massada com seus homens, saqueou o arsenal e seguiu em direção a Jerusalém, como líder autoproclamado da revolta contra Roma. Chegando em Jerusalém, Manaém agiu com extrema crueldade, assassinando todos os que não se submetiam à sua autoridade. Sua opressão tornou-se tão insuportável que provocou um levante num grupo de judeus de Jerusalém que consideravam sua tirania pior que a de Roma. Nessa revolta, Manaém foi preso e executado. Muitos de seus seguidores, inclusive um parente seu chamado Eleazar ben Jair, fugiram para Massada, onde Eleazar tornou-se líder dos sicários.

Durante os seis anos seguintes, os sicários de Massada demonstraram fervorosa devoção religiosa. Entretanto, em total incoerência com essa aparente piedade, Eleazar e seus homens costumavam atacar as povoações vizinhas, até mesmo as de judeus, para roubar provisões. A vila de En-Gedi, situada a cerca de 25 quilômetros ao norte de Massada, foi alvo de seu ataque mais cruel. Os sicários investiram contra a aldeia durante a Festa dos Pães Asmos, roubaram todos os mantimentos, expulsaram os habitantes judeus e, segundo Josefo, mataram setecentas pessoas.

Quando Jerusalém foi finalmente destruída pelos romanos, no ano 70 de nossa era, um pequeno punhado de sobreviventes dirigiu-se para Massada. Na época em que os romanos atacaram a fortaleza na montanha, no final de 72 d.C., a população judaica que ali vivia já somava 967 pessoas.
Massada pela sua grande importância histórica, foi Inscrita pela UNESCO como Património da Humanidade em 2001, a fortaleza de Massada é atualmente o lugar mais visitado de Israel, pelo menos nas estatísticas das atrações que cobram bilhete – pelo que o Santo Sepulcro, a Via Dolorosa e o Muro das Lamentações, em Jerusalém, f**am foram desta contabilidade.

O MAR MORTO – 8ª POSTAGEM DA SERIE “NOSSA PEREGRINAÇÃO À TERRA SANTA”.A EXUBERÂNCIA DO MAR MORTO E A LUTA PELA SOBREVIVÊ...
10/04/2017

O MAR MORTO – 8ª POSTAGEM DA SERIE “NOSSA PEREGRINAÇÃO À TERRA SANTA”.

A EXUBERÂNCIA DO MAR MORTO E A LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA.
O Mar Morto é fantástico. A paisagem sem igual, pelo menos diferente do que nós ocidentais já tenhamos visto, é certamente um dos pontos marcante de uma peregrinação a Terra Santa.
Apesar do nome, o mar morto não é mar e nem está morto. Trata-se, na verdade, de um lago formado por uma água muito salgada, sendo, por isso, chamado também de lago Asfaltite. Recebeu esse nome em função da afirmação de que, nesse local, não é possível haver vida. No entanto, sabe-se que há sim ao menos uma forma de vida habitando essas águas, a bactéria Haloarcula marismortui.

O índice de salinidade do mar morto é um dos maiores do planeta. Para se ter uma ideia, a média da quantidade de sal nos oceanos é de 35g para cada litro d’água, enquanto no Mar Morto a média é de 300g! Por causa disso, além de dificultar a proliferação de formas de vida macroscópicas, o mar morto é denso o suficiente para impedir que um corpo afunde nele, sendo possível boiar facilmente em suas águas.

Os turistas adoram flutuar nas águas do Mar Morto, que possui alguns efeitos medicinais sobre a pele, inclusive os componentes do nosso grupo fizeram isso infelizmente pelo meu estado de saúde e de minha esposa não nos foi possível, mas aproveitamos para fotografar.

O Mar Morto está localizado entre os territórios de Israel, Palestina e Jordânia, sendo alimentado, principalmente, pelo rio Jordão. Sua área é de 1020 km², antigamente tinha 82 km de extensão, lamentavelmente hoje não há mais do que 50 km e a largura que era 18 km, também reduziu consideravelmente. A elevada salinidade de suas águas deve-se a condições químicas e geográf**as. Sua localização é em uma área com clima bastante seco (semiárido ao norte e desértico ao sul), fazendo com que as águas evaporem muito rapidamente, conservando os minerais que nelas se encontravam. Outro fator é a elevada profundidade – cerca de 400m abaixo do nível do mar, a depressão mais profunda do planeta –, o que favorece o escoamento de sedimentos e minerais (entre eles os elementos químicos responsáveis por “salgar” o lago).

Ao visitar aquela região não podemos esquecer o contexto histórico: Logo ao norte do Mar Morto está Jericó. Em algum lugar, talvez na costa do sudeste, estariam as cidades mencionadas no Livro do Gênesis, que disse terem sido destruídas na época de Abraão: Sodoma e Gomorra (Gênesis 18) e os outras três “Cidades da planície” – Admá , Zeboim e Zoar (Deuteronômio 29:23). Zoar escapou da destruição, quando Ló, sobrinho de Abraão escapou para Zoar a partir de Sodoma (Gênesis 19:21-22). Antes da destruição, o Mar Morto era um vale cheio de poços de betume naturais, que era chamado de o vale de Sidim. Se diz que o rei Davi se escondeu de Saul em Ein Gedi nas proximidades.Em Ezequiel 47.8-9 há uma profecia específ**a que diz que o mar vai “.. ser curado e feito fresco”, tornando-se um lago normal, capaz de suportar a vida marinha. Uma profecia semelhante é indicada em Zacarias 14:8, que diz que “águas vivas sairão de Jerusalém, metade delas para o mar oriental (provavelmente o Mar Morto) e metade para o mar ocidental (do Mediterrâneo)”

INFELIZMENTE O MAR MORTO ESTÁ LITERALMENTE MORRENDO!
Mais de 300 anos antes de Cristo, o filósofo grego Aristóteles se espantou ao descobrir que nada afundava por lá. Até hoje o mundo inteiro quer boiar nas águas calmas e cristalinas que já foram cenário para muita história, Muita gente fina do passado e de agora foi se sujar na lama. Até mesmo Cleópatra, rainha do antigo Egito, foi conhecer o Mar Morto, pensando nos benefícios dos minerais para saúde dela. São concentrações altíssimas de magnésio, potássio, cálcio. Os tesouros que o Mar Morto vai pouco a pouco depositando nas margens.

Em uma das regiões mais secas do mundo, três países sedentos: Israel, Síria e Jordânia bebem grande parte da água que deveria repor a evaporação natural do Mar Morto. Desviam o Rio Jordão e outros afluentes, principalmente para irrigação. Retiram água do próprio Mar Morto para indústrias de fertilizantes e represam a água rara das chuvas para levar para as usinas. Mas a água que escorre pelos desertos depois das chuvas f**a tão salgada que precisa passar por um processo complicado de filtragem, dessalinização.

"A Jordânia é um dos países mais pobres em termos de água. Por isso, não desperdiçamos nada aqui", diz o gerente da usina, Ibrahim Ghandour, ele explica que a água que em qualquer outro país seria jogada fora é filtrada de novo e reaproveitada. O sistema de tubos inverte o processo natural e separa o sal da água. Ele diz que a água que eles usam iria toda para o Mar Morto, mas se defende: "As necessidades da população são maiores que as do Mar Morto".

E assim, para matar a sede alheia, o grande lago vai encolhendo, recebendo menos da metade do que precisaria para sobreviver, o Mar Morto tem baixado 1,1 metro por ano.
De uma hora para a outra, a consequência deste esvaziamento do Mar Morto foi surpreendente. Começaram a surgir por todos os lados buracos gigantescos. Uma triste consequência da ação do homem sobre a natureza. A ambientalista Gundi Shachal chegou lá há mais de 40 anos. Viu, pouco a pouco, a praia que ela frequentava ser tomada pelos abismos. Crateras gigantescas que simplesmente surgem em questão de segundos.

"Quando o nível do Mar Morto baixa, a água que vem das montanhas avança pelo subsolo e dissolve tudo o que encontra pela frente. Surgem grandes buracos no interior da terra. Até que, de repente, o chão desaba", conta a ambientalista.Surgem buracos enormes, às vezes com mais de 20 metros de profundidade. No fim das contas o que acontece é que os buracos vão se juntando e de novo forma-se um lago. Mas isso não é necessariamente uma boa notícia.

Depois de meio século matando o Mar Morto de sede, os governantes dos países da vizinhança finalmente acordaram. E o que parecia impossível aconteceu: eles concordaram. Israelenses, palestinos e jordanianos conseguiram fechar um acordo e vão usar a água do Mar Vermelho pra, ao mesmo tempo, matar a sede da população e salvar o mar morto. Pelo projeto aprovado em 1914, a água bombeada do Mar Vermelho vai ser levada a usinas de dessalinização na beira do Golfo de Aqaba e dali vai seguir em tubos, até uma central de distribuição.

Mas, os ambientalistas dizem que a conta não fecha. O Mar Morto precisa de 800 bilhões de litros de água por ano e, por enquanto, só vai receber 100 bilhões. "Eu acho que 100 bilhões de litros de água não vão salvar o mar morto. Vão diminuir a velocidade do esvaziamento do Mar Morto por dez centímetros por ano. Não vão parar o esvaziamento, não vão trazer o Mar Morto de volta de jeito nenhum", diz Gundi Shachal. Para que isso acontecesse, seria preciso revitalizar o Rio Jordão e os outros afluentes do Mar Morto. E as indústrias de fertilizantes teriam que tirar menos água de lá. Jordanianos, israelenses e palestinos sabem que ainda vão ter que concordar muitas outras vezes. Vão precisar de pelo menos US$ 10 bilhões adicionais pra trazer ainda mais água do Mar Vermelho pro quase Morto.
Acho que vale apena qualquer esforço do homem para tentar salvar o quase morto!

06/04/2017

A foto da capa são três montes de um lado de Jericó e o do centro é O MONTE DA TENTAÇÃO! Onde Jesus passou 40 dias e noites orando! FOI ALI QUE JESUS VENCEU O PRÍNCIPE DAS TREVAS: Jericó é a cidade que marcou o triunfo de Jesus sobre o império das trevas. Foi em Jericó que Jesus venceu o diabo após jejuar por quarenta dias e quarenta noites. Este era o sinal do triunfo do Reino dos Céus sobre o inferno; a vida vencendo a morte; e esta vitória tinha que acontecer justamente em Jericó, cidade símbolo do início de um novo tempo. (Lucas 4:1-13).

JERICÓ  -  A 7ª POSTAGEM DE NOSSA VIAGEM A ISRAELJericó é uma antiga cidade da Palestina, situada às margens do rio Jord...
06/04/2017

JERICÓ - A 7ª POSTAGEM DE NOSSA VIAGEM A ISRAEL
Jericó é uma antiga cidade da Palestina, situada às margens do rio Jordão, encrustada na parte inferior da costa que conduz à serra de Judá, a uns 8 quilômetros da costa setentrional da parte seca do Mar Morto (a quase 240 m abaixo do nível do Mar Mediterrâneo) e aproximadamente a 27 km de Jerusalém. É citada na bíblia como uma importante cidade no vale do Jordão, na costa ocidental do rio Jordão.
Descrita no Velho Testamento como a "Cidade das Palmeiras", (Dt. 34.3) abundantes campos ao redor de Jericó tem feito dela um sítio atrativo para habitação humana por milhares de anos. Ela é conhecida na Tradição judaico-cristã como o lugar do retorno dos israelitas da escravidão no Egito, liderados por Josué, o sucessor de Moisés. Arqueólogos tem escavado os remanescentes dos últimos 20 sucessivos assentamentos em Jericó, o primeiro que data de antes de 11.000 anos atrás (9.000 a.C).
É considerada a cidade mais antiga ainda existente, com mais de 10.000 anos.
Jericó estava cercado por uma muralha alta e com vários metros de largura com pessoas morando na própria muralha. De acordo com o Livro de Josué, Jericó representa uma das mais gloriosas vitórias dos israelitas quando conquistaram a terra de Canaã, em que receberam a ajuda divina para que as poderosas muralhas fossem derrubadas.

Pode-se dizer que Jericó sobreviveu a vários impérios que dominaram a região da Palestina. Após os romanos e os bizantinos, a cidade foi alvo do expansionismo árabe, bem como das cruzadas. Fez parte do Império Otomano até 1917, depois esteve sob o controle da Coroa Britânica, passando para o controle Jordaniano entre 1948 e 1967 e logo foi conquistada por Israel na guerra dos seis dias.

Atualmente Jericó é controlada pela Autoridade Palestina, depois de passar quase três décadas (1967 – 1994) sob controle israelense, sendo então a primeira cidade entregue ao controle palestino, após os acordos de Oslo.

Cidade mais velha do mundo, Jericó completou 10 mil anos!
Jericó, esse local bíblico, hoje em território palestino, espera virar Patrimônio da Humanidade
Descrita na Bíblia como a cidade das palmeiras, Jericó comemora seus 10 mil anos. Com 40 mil habitantes, encravada em território palestino, o lugar é pelo menos cinco vezes mais antigo que as pirâmides do Egito.
A cidade é um museu a céu aberto, com ruínas de diversas épocas. As mesmas ruínas podem guardar vestígios de uma igreja bizantina construída no século 4 ou do palácio que pertenceu a um sultão, do século 8. Apesar do ambiente conturbado pelo conflito árabe-israelense, é os turistas a maior fonte de receita de Jericó.
“Jericó vai entrar na lista de Patrimônio da Humanidade da Unesco. O reconhecimento demorou a vir, mas é merecido.
E a cidade também se prepara para cuidar melhor de sua infraestrutura e receber melhor os visitantes. O governo palestino investe, atualmente, R$ 3,8 bilhões em Jericó”. ( Nota do R7)

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