CURO Centro de Umbanda Reino Dos Orixás Japão

CURO Centro de Umbanda  Reino Dos Orixás Japão Cumpra todos os preceitos e rituais da umbanda. Tome seus banhos,acenda sua vela,concentração,firmeza e o respeito á todos.

Mas... se nao tiver amor pela umbanda,do que vai adiantar? Cumprir todos os rituais ,se nao tem no coração o amor pela Umbanda. O que você precisa primeiro é ter o coração aberto. Se você não esta entendendo ,é porque ainda nao entendeu que o arrepio que se sente na pele é o amor á Umbanda. O amor á Umbanda é o que lhe da aquela vontade de ir ao terreiro, para fazer a caridade ao consololente,ao irmão, a si próprio e ajudar a casa. Seja reflexo das entidades de luz que te acompanham. Seja cúmplice e porta-voz do trabalho das entidades. Seja umbandista sem medo ,não tema ninguém. Quem tem fé em Deus em Nosso Senhor Jesus Cristo,
Em Oxalá e todos os Orixás junto com as entidades que te acompanham e irão te guiar para sua evolução. A evolucao espiritual consiste em reconhecer-se a si mesmo,aprender a ser um instrumento de Deus para fazer a caridade ,que na umbanda é através das entidades também. As entidades ,através do medium, fazem a caridade aos consolentes, e assim sendo, também evoluimos. A consolação prestada, serve tanto para o consolente, como para o próprio medium,numa mesma ou diferente situação, pois sim um aprendizado

11/07/2026

Abrir uma casa .
Uma casa de axé não é simplesmente um espaço físico: é um templo sagrado, construído com fé profunda, responsabilidade e sabedoria ancestral. Muitas pessoas imaginam que basta ter vontade ou um terreiro disponível para abrir suas portas, mas quem assume essa missão carrega um compromisso sério com o sagrado. Sem o devido preparo, conhecimento e responsabilidade, a pessoa que abre uma casa de axé pode se perder completamente. Movida pelo ego, pela vaidade ou pela ilusão de poder, ela desvirtua o propósito divino do espaço. O que deveria ser um caminho de luz transforma-se em fonte de desequilíbrio e sofrimento.
Quando alguém inexperiente e despreparado abre uma casa por impulso do ego, diversos males podem se manifestar: a energia do axé se enfraquece ou se corrompe; espíritos de baixa vibração são atraídos, gerando obsessões, demandas espirituais pesadas e perturbações constantes; os filhos de santo f**am expostos a guias mal orientados, rituais incorretos e ensinamentos distorcidos; a comunidade espiritual é enganada, perde confiança e muitas vezes se afasta da religião traumatizada; e o próprio líder pode sofrer graves consequências, como perda de proteção espiritual, doenças inexplicáveis, problemas financeiros, familiares e até o completo desmoronamento de sua vida.
Também tem que algumas pessoas que abre casa não são responsáveis pelos acontecimentos de dentro da casa , sempre coloca a culpa em outros , como ser um bom líder se não e responsável por nada .
Na tradição de muitas casas de axé, estar preparado também signif**a reconhecer que ninguém se faz sozinho. Receber a bênção de seu Pai ou de sua Mãe de Santo não é apenas um gesto de respeito: é reconhecer a ancestralidade, a continuidade do axé e a força da egrégora espiritual que acompanha os mais velhos. A bênção fortalece, ampara e lembra que existe uma corrente espiritual sustentando aqueles que caminham com humildade e verdade.
Também é essencial honrar todas as casas pelas quais se passou e todos os ensinamentos recebidos. Mesmo que determinados fundamentos ou práticas não façam parte do caminho atual, cada aprendizado teve seu tempo e sua importância na construção da caminhada espiritual. Quem desmerece o passado, fala mal de seus antigos dirigentes ou despreza os ensinamentos que recebeu demonstra ingratidão e rompe princípios fundamentais da tradição.
Uma das maiores prioridades para quem deseja conduzir uma casa de axé é o respeito. Respeito aos Orixás, aos Guias, à ancestralidade, aos irmãos de caminhada, aos filhos de santo e, principalmente, aos seus mais velhos. Quem não aprende a respeitar aqueles que vieram antes dificilmente estará preparado para orientar aqueles que virão depois. Se não existe respeito pelos mais velhos, o caminho já começa enfraquecido.
É fundamental cultivar o diálogo, a humildade, a paciência, o discernimento, a confiança mútua, a ética e a responsabilidade. Liderar uma casa de axé não é ocupar um cargo de destaque, mas aceitar uma missão de servir. É cuidar de vidas, acolher dores, não prejudicar vidas e fazer com que as pessoas sofram de dores que poderiam ser aliviadas.Assim, o espaço se torna um verdadeiro farol de luz, proteção e crescimento para todos que nele buscam amparo.

24/06/2026

Na Umbanda, o assentamento é um rito sagrado, singular e profundo, realizado de acordo com os fundamentos de cada casa. Cada terreiro possui sua própria forma de trabalhar, seus ensinamentos e suas tradições, e por isso cada assentamento carrega características únicas. Porém, independentemente da forma como é realizado, sua essência permanece a mesma: a construção de um ponto de força, proteção e conexão entre a entidade e aquele que o recebe.
Quando uma entidade comparece para realizar o seu próprio assentamento, vivenciamos um momento de grande importância espiritual. É um ato de amor, responsabilidade e compromisso. A energia que ela deposita naquele espaço é incomparável, pois não se trata apenas de elementos materiais reunidos em um local, mas da própria força espiritual da entidade sendo ancorada e firmada ali.
Ao colocar suas mãos e seu axé no assentamento, a entidade fortalece a guarda espiritual, amplia a proteção, equilibra as energias e aprofunda sua ligação com o médium ou com a pessoa que recebe aquele fundamento. Cria-se um elo sagrado, íntimo e particular, que vai muito além das pessoas presentes ou do momento em que foi construído.
Esse vínculo não é coletivo. Ele pertence à entidade e ao seu filho espiritual. É um compromisso vivo, firmado através do axé, da confiança e da caminhada conjunta. Por isso, é de extrema importância que seja a própria entidade quem coloque sua força naquele assentamento, selando com sua energia divina um pacto de proteção, orientação e evolução.
O assentamento torna-se, então, um ponto de ancoragem das energias elevadas. Um verdadeiro farol espiritual que ilumina caminhos, fortalece a fé, amplia a proteção, favorece a harmonia, a prosperidade, a saúde e o equilíbrio emocional e espiritual. Sua presença auxilia no afastamento das influências negativas e fortalece a conexão com as forças sagradas que conduzem a jornada evolutiva.
Por essa razão, um assentamento não deve ser tratado como um simples objeto. Não é algo que se joga fora, que se abandona ou que se desfaz sem consciência e respeito. Quando uma entidade realizou aquele fundamento com suas próprias mãos, ela cruzou ali uma parte de sua força e estabeleceu um elo espiritual que merece reverência.
Desfazer ou descartar um assentamento sem o devido cuidado representa uma quebra desse compromisso espiritual. Além de demonstrar desrespeito à entidade e ao trabalho realizado, pode provocar desequilíbrios energéticos, enfraquecimento da proteção espiritual e abertura para influências negativas que antes estavam sendo contidas por aquela força firmada.
Mais do que um objeto sagrado, o assentamento é uma expressão viva da presença da entidade. É um símbolo da confiança estabelecida entre o plano espiritual e o plano material. Por isso, deve ser preservado, cuidado e honrado com responsabilidade.
Abrir um terreiro, manter um congá ou consagrar um espaço sagrado exige, acima de tudo, respeito à entidade, ao axé depositado e à responsabilidade com o caminho espiritual. Só assim o fluxo do axé se mantém íntegro, forte e transformador na caminhada de todos que ali buscam luz e evolução.

Obs: a ligação do seu assentamento e sua com a entidade que te acompanha,não com o terreiro que você frequenta .
Por isso e por outros motivos , que cada assentamento feito pela casa que zelei ,deixei a entidade fazer seu próprio assentamento junto ao seu médium.

20/06/2026

TERREIRO EXPECTATIVAS, REALIDADE E ILUSÕES
A ideia central seria mostrar que muitos entram na casa espiritual com determinadas expectativas, mas acabam se perdendo em ilusões criadas pelo próprio ego.
A ilusão faz alguns acreditarem que mediunidade é poder. A realidade mostra que mediunidade é responsabilidade.
A ilusão faz alguns acreditarem que cargos representam superioridade. A realidade mostra que cargos representam trabalho e compromisso.
A ilusão faz alguns acreditarem que desenvolvimento mediúnico acontece apenas através da incorporação. A realidade mostra que o verdadeiro desenvolvimento começa na reforma íntima.
A ilusão faz alguns acreditarem que o terreiro é um lugar para serem vistos. A realidade mostra que o terreiro é um lugar para aprender a servir.
A ilusão faz alguns acreditarem que podem mudar fundamentos sem compreender sua origem. A realidade mostra que os fundamentos existem para preservar a identidade espiritual da casa.
A ilusão faz alguns acreditarem que fofocas, disputas e intrigas passam despercebidas. A realidade mostra que toda energia criada dentro de uma corrente mediúnica afeta o trabalho espiritual de todos.
Muitos chegam ao terreiro buscando conhecimento, evolução e crescimento espiritual. Porém, ao invés de mergulharem no autoconhecimento, acabam se encantando com aquilo que é externo: a roupa branca, os cargos, as incorporações, os instrumentos das entidades, o reconhecimento das pessoas e os aplausos que nunca deveriam existir dentro de uma casa espiritual.
É aí que nasce a ilusão.
A ilusão de que ser médium é aparecer. A ilusão de que ocupar um cargo é ter importância. A ilusão de que saber alguns fundamentos é conhecer toda a espiritualidade. A ilusão de que o terreiro existe para satisfazer desejos pessoais.
Enquanto isso, aqueles que verdadeiramente compreendem a missão espiritual continuam trabalhando em silêncio, servindo sem buscar reconhecimento, aprendendo sem achar que sabem tudo e ajudando sem esperar recompensas.
Porque o terreiro nunca foi criado para alimentar egos.
Foi criado para transformar consciências.
E a maior diferença entre a ilusão e a realidade é que a ilusão alimenta aquilo que a pessoa pensa que é, enquanto a espiritualidade trabalha para revelar aquilo que ela realmente é.

Axé.

17/06/2026
16/06/2026

Todo sacerdote ou sacerdotisa seja Pai de Santo, Mãe de Santo, zelador ou dirigente carrega em sua missão um momento sagrado e indispensável: o recolhimento. Nesse instante, ele não se afasta da espiritualidade, mas mergulha profundamente nela. No silêncio, recebe orientações divinas, aprofunda seu conhecimento, recarrega suas forças e se reconecta com sua essência mais pura.
Esse tempo não é ausência ou preguiça: é cuidado essencial consigo mesmo, com a família e com o divino. Quando retorna, volta mais forte, mais lúcido, mais firme e ainda mais preparado para guiar, servir e transformar. Porque o recolhimento não é opcional ele faz parte da missão espiritual. É um mergulho sagrado onde a sabedoria dos guias se revela, a luz interior se renova e o sacerdote se fortalece para continuar sua jornada.
No entanto, é necessário falar com clareza: muitas pessoas não respeitam esse momento sagrado. Por impaciência, egoísmo ou falta de compreensão, invadem esse espaço, cobram, julgam e geram ciclos tóxicos de cobrança e desgaste.
Respeite o tempo do seu Pai e da sua Mãe de Santo!
Não existe ser perfeito nesta Terra de Deus. Todos nós somos espíritos em evolução, pessoas em busca do nosso eu, sujeitos a erros, limites e necessidades humanas. O sacerdote também é humano e precisa desse recolhimento para não se esgotar.
Quem realmente tem fé e compromisso não atrapalha o processo alheio. A verdadeira espiritualidade exige respeito, paciência e compreensão. Invadir o recolhimento do guia não é sinal de devoção é desrespeito puro. Honre esse tempo sagrado, para que ele possa voltar com ainda mais força e luz para todos.

11/06/2026

Axé não se compra.
Axé não se vende.

Axé é o sopro primeiro. A força vital que Olodumarê derramou no barro antes do barro ter nome. É o verbo que fez o universo respirar, a faísca que transforma intenção em caminho, palavra em destino, e silêncio em cura.
Ninguém te entrega isso embrulhado. Não tem etiqueta, não tem balcão, não tem mercado. Porque Axé já te habita. Nasceu com você, dorme e acorda com você, espera por você.
O que o dinheiro compra é casca. Compra conta que brilha mas não reza. Compra veste que impressiona mas não protege. Compra o teatro da fé, mas não o altar onde ela sangra e floresce. Aparência enche os olhos. Só Axé enche o espírito.
E tem mais: quando se paga achando que Axé é mercadoria, o universo cobra de volta. Não em nota, mas em vazio.
Quem troca Axé por moeda, recebe de troco a própria escassez. Coloca o sagrado na balança e só pesa o bolso. Acha que comprou poder, mas comprou dívida com o invisível. A ilusão tem preço alto: quanto mais se paga pelo que não se vende, mais pobre o espírito f**a. É querer encher um rio jogando pedra dentro. A pedra afunda. O rio continua seco.
Axé verdadeiro não tem preço porque ele é origem. Não mora em prateleira, não cabe em vitrine. Mora no seu orí, coroa invisível onde o sagrado sussurra quem você é antes do mundo te nomear. É lá que o céu toca sua cabeça.
Quem tenta comprar o que já carrega, paga caro pelo próprio vazio. Troca o infinito por bijuteria. Troca a fonte pelo copo.
Axé não se negocia. Axé se merece.
Desperta no joelho que dobra sem plateia.
Cresce no tempo que não se apressa.
Fortalece no sacrifício que ninguém aplaude.
Revela-se na entrega nua, quando você finalmente cala o ego e escuta o divino que te respira.
Ele não está à venda.
Ele está vivo.
Pulsa no teu peito agora, em silêncio, só esperando você ter coragem de acordar.

08/06/2026

No terreiro, não é a vontade de um só que governa é a egrégora que reina. Ela é o campo espiritual invisível formado pela união de todos que ali pisam: o pai de santo, os filhos de santo, os cambonos e os guias. Essa energia coletiva nasce da afinidade profunda entre as almas uma ressonância que vai além das palavras, uma vibração que une os corações e os espíritos no mesmo propósito.
Ninguém se junta de verdade para um trabalho, uma gira ou uma missão se não houver essa afinidade. Ela é o fio que tece o axé. Quando essa energia é elevada, o terreiro vira um portal de luz: os Orixás descem com força, a cura flui, a proteção se faz presente.
Mas cuidado, minha gente. Quando a afinidade se constrói em pensamentos negativos, fofocas, mentiras e inveja, a egrégora vira um peso denso. Quem vibra naquela mesma frequência f**a, atraído por ressonância. E o trabalho, que era pra ser luz, começa a correr torto, carregado de energia pesada. As mentiras repetidas viram corrente, o ego se alimenta delas, e o terreiro inteiro sente o baque.
Tem filho que não se adapta ao terreiro porque a afinidade não bate e isso é proteção espiritual. Tem outros que carregam uma afinidade tão forte que mudam o pensamento dos irmãos ao redor, para o bem ou para o mal. O que você vibra, você atrai. O que você atrai, você fortalece dentro da casa.
A egrégora não mente. Ela reflete exatamente o que o grupo está emanando. Por isso, seja vigilante com sua energia. O terreiro é sagrado, mas ele é vivo e ele responde ao que alimentamos nele. Cuide do seu pensamento, vigie sua boca, guarde sua vibração. Porque tudo que você coloca ali, cedo ou tarde, volta pra você multiplicado.
Saravá!

07/06/2026

O Olhar de uma Mãe: Sabedoria, Caridade e Evolução
​Aos olhos do sagrado, a colheita é individual, mas o plantio de uma verdadeira mãe de santo sempre foi, e sempre será, a caridade.
​Quem traz na coroa a responsabilidade de guiar almas e quem construiu uma vida inteira estendendo a mão para socorrer, curar e acolher, não desvia seus passos para o caminho do prejuízo alheio. A magia que pratico é a da luz; a força que me move é a do bem. Por isso, afasto de vez qualquer pensamento pequeno: eu nunca usei, e nunca usarei, o meu axé para prejudicar ninguém muito menos aqueles que um dia chamei de filhos.
​Compreendo que, ao deixarem esta casa, alguns ex-filhos se vejam cercados pelo medo, imaginando que contra eles haverá demanda ou perseguição. Esse temor não fala sobre mim, mas sobre o estágio em que eles se encontram. É o reflexo de mentes que ainda caminham tateando no escuro, espiritualmente imaturos, que ainda não alcançaram a real grandeza das Leis Divinas e o valor imensurável do espírito.
​Quem ainda não aprendeu a raciocinar sob a ótica da justiça de Deus e dos Orixás, costuma projetar nos outros a sua própria pequenez.
​Olho para esses ex-filhos não com mágoa, mas com os olhos de uma mãe que assiste a uma criança dar os seus primeiros passos em falso. Uma criança que cai, que chora, que quebra o brinquedo e que, por ignorância, culpa o mundo ao seu redor por suas próprias frustrações. Eles ainda não sabem nada da vida e do peso das escolhas espirituais. Estão atados a melindres humanos, orgulhos cegos e vaidades vazias.
​Se minhas palavras parecem duras a ponto de machucar, saibam que é o remédio amargo que limpa a ferida. O amor de mãe também corrige, também impõe limites e, às vezes, precisa confrontar a ilusão para que a verdade floresça. A soberania espiritual não se prova pagando o mal com o mal, mas sim mantendo-se inabalável no bem, enquanto o tempo o grande mestre de todos nós se encarrega de ensinar a quem ainda não aprendeu a caminhar.
​Sigo de cabeça erguida, no meu terreiro, na minha fé e na minha paz. Rezando para que um dia a luz da verdadeira evolução alcance esses corações, transformando a meninice espiritual em sabedoria. Até lá, meu axé permanece sendo o que sempre foi: escudo, cura e caridade

07/06/2026

O Merecimento e a Dança das Egrégoras
No vasto tecido da espiritualidade, cada ser humano caminha acompanhado por uma egrégora invisível, porém viva: uma congregação de energias, guias, orixás, ancestrais e vibrações acumuladas ao longo de suas ações, pensamentos e sentimentos. Essa egrégora não é mera espectadora ela é o reflexo fiel da alma, o espelho que registra cada escolha e devolve, em forma de proteção ou lição, aquilo que o indivíduo verdadeiramente merece.
Quando alguém realiza um trabalho espiritual direcionado a outra pessoa seja para o bem ou para o mal , não é a intenção isolada do praticante que decide o resultado. O trabalho só se materializa na vida do destinatário se houver merecimento. A energia não força portas fechadas pela Luz. Ela flui naturalmente para onde a vibração ressoa.
Aquele que carrega maldade no coração, que semeia discórdia, inveja, traição ou desejo de dano ao próximo, vibra numa frequência que atrai o obscuro. Se um trabalho maligno for enviado contra ele, encontrará portas abertas, porque sua própria egrégora, enfraquecida pela densidade, não oferece resistência. O mal reconhece o mal e se acomoda onde é bem-vindo. Assim, o indivíduo de má índole colhe o fruto amargo que ele mesmo plantou.
Por outro lado, a pessoa de boa índole aquela que deseja o bem, que ajuda, que pensa com pureza e age com integridade possui uma egrégora fortalecida pela Luz. Se um trabalho de prosperidade, saúde, amor ou proteção for feito em seu favor, ele chega com facilidade, pois o merecimento abre os caminhos. E se um trabalho maligno for direcionado contra ela? Encontrará barreiras. Sua egrégora, junto aos guias e orixás que a acompanham, atua como escudo sagrado. A energia negativa é desviada, dissolvida ou devolvida ao remetente.
Pois aquele que pratica o mal também responde perante sua própria egrégora. Os guias, orixás e ancestrais que o servem não compactuam com o abuso da força espiritual. O praticante de trabalhos malignos aciona, contra si mesmo, uma lei de retorno implacável. Sua egrégora se contrai, seus guias se afastam ou cobram o preço da desarmonia. O que é feito com veneno na alma acaba envenenando primeiro quem o manipula.
E há ainda uma proteção mais bela e coletiva: quando uma pessoa de bom coração é alvo de qualquer ameaça espiritual, não está só. Todos aqueles que receberam seu bem as pessoas que ela ajudou, amou, inspirou ou protegeu carregam em suas egrégoras uma dívida de gratidão. Essa rede de luz se ativa. As egrégoras dos beneficiados se unem à dela, formando um campo de força poderoso. É como se os ancestrais, guias e orixás de todos esses corações se colocassem em vigilância. A pessoa boa, portanto, pode descansar em paz. A espiritualidade que a acompanha é vasta, atenta e amorosa. Não há trabalho maligno capaz de atravessar tamanha aliança de Luz.
Que esta verdade traga serenidade ao seu coração: o bem que você planta não f**a sem guardiões. A egrégora que você constrói com retidão é sua maior herança espiritual. Viva com pureza, deseje o bem, aja com integridade. O resto proteção, prosperidade e justiça divina se manifesta pelo merecimento. A espiritualidade não é cega. Ela vê tudo, registra tudo e, no momento certo, equilibra tudo.

06/06/2026

SEU GUIA E INTRANSFERÍVEL.
É importante compreender também que cada guia espiritual possui sua própria caminhada, seus compromissos e seus vínculos estabelecidos com determinado médium. Por essa razão, não é comum que um médium incorpore exatamente o guia que acompanha outro médium, pois existe entre eles uma ligação construída através de afinidade vibratória, missão espiritual e trabalho conjunto ao longo do tempo.
Muitas vezes, as pessoas confundem essa questão porque determinadas mensagens podem chegar através de outros trabalhadores espirituais. Porém, uma coisa é a manifestação de um guia; outra coisa é a transmissão de uma mensagem.
No plano espiritual existe cooperação. Os espíritos trabalham em conjunto, comunicam-se e auxiliam-se mutuamente. Assim, pode acontecer de uma entidade incorporar em determinado médium e transmitir uma orientação, um recado ou até mesmo uma confirmação vinda de um guia que acompanha outra pessoa. Nesse caso, não signif**a que o guia do outro médium tenha incorporado ali. Signif**a apenas que a mensagem foi autorizada e transmitida através de um trabalhador espiritual que estava presente e apto para realizar aquela comunicação.
Da mesma forma que um mensageiro pode entregar uma carta sem ser o autor da mensagem, uma entidade pode servir de ponte para que determinada orientação chegue ao seu destino. O mensageiro continua sendo quem entregou a mensagem, mas a origem da orientação permanece vinculada ao espírito que a enviou.
A espiritualidade trabalha em rede, em cooperação e em harmonia. Os guias respeitam os campos vibratórios, os compromissos assumidos e as ligações construídas com cada médium. Por isso, quando falamos de incorporação, falamos de sintonia, afinidade e propósito espiritual, e não de algo que possa ser transferido livremente de uma pessoa para outra.
Cada médium possui sua própria corrente espiritual, seus próprios mentores e seus próprios guias de caminhada. E embora todos trabalhem sob a mesma Luz Divina, cada espírito continua honrando a missão específ**a que assumiu junto à alma que escolheu acompanhar.
Esse acréscimo harmoniza bem com o restante do texto porque reforça a ideia de que os guias não são "emprestados" ou "transferidos", mas que a espiritualidade pode utilizar outros trabalhadores para transmitir orientações quando necessário.

住所

Toyama-shi, Toyama

電話番号

09062770137

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