05/06/2026
Tiago Pitthan, o , emocionou o Brasil ao fazer algo que muita gente talvez nunca tenha imaginado: organizar o próprio velório em vida.
Diagnosticado com câncer em estágio avançado, ele decidiu reunir amigos, familiares e pessoas queridas para uma despedida diferente do que estamos acostumados a ver. Sem esperar que as homenagens viessem apenas depois, Tiago escolheu ouvir em vida as histórias, os abraços, as lembranças e as palavras que tantas vezes f**am guardadas para quando já é tarde.
O encontro, realizado em Campo Grande/MS, teve música, afeto, emoção e um sentido muito maior do que a despedida em si. Foi uma forma de transformar o ritual em reconhecimento, de olhar para a própria trajetória com coragem e de permitir que as pessoas também participassem desse momento de maneira mais verdadeira.
A história de Tiago abre uma reflexão importante para o setor funerário: despedidas não precisam ser apenas protocolos. Elas também podem ser construídas com identidade, afeto, memória e signif**ado.
Em um mercado que lida diariamente com a finitude, casos como esse mostram que falar sobre morte também é falar sobre como escolhemos viver, lembrar e honrar as histórias que nos atravessam.
Que a trajetória de Tiago nos lembre da importância de dizer em vida aquilo que tantas vezes deixamos para depois.