12/08/2026
A cruz que ninguém quer carregar!
Vivemos em uma geração que quer Cristo sem Cruz, santidade sem renúncia e ressurreição sem morte.
Queremos uma fé que emocione, mas não confronte.
Que gere aplausos, mas não conversão.
Que produza conteúdo, mas não produza santos.
É possível estar cercado de símbolos católicos e, ainda assim, fugir daquilo que Cristo realmente pediu:
“Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.”
— Mt 16,24
A Cruz não é um acessório da fé.
A Cruz é o caminho.
Precisamos voltar a formar católicos capazes de estudar, pensar, rezar, sofrer, obedecer, renunciar e permanecer fiéis quando ninguém está olhando.
Porque o Evangelho não nos chama para uma bolha confortável.
Ele nos chama para morrer para nós mesmos.
Talvez a pergunta desta geração não seja:
“Quantas pessoas estão falando de Deus?”
Mas sim:
“Quantas estão dispostas a perder tudo para permanecer com Ele?”
Sem Cruz, não existe cristianismo. Sem renúncia, não existe discipulado. Sem santidade, não existe missão.
Você está procurando uma fé que o console ou uma fé que o transforme?