08/10/2023
Registros do Grupo de Louvor Sagrada Família de agosto.
"Então o homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher, e os dois formarão uma só carne, assim já não são dois, mas uma só carne.” (Mc 10, 7-8.)
Quando falamos de vocação matrimonial, obviamente lembramos que, para que nossa vocação se manifeste, precisamos de OUTRA pessoa. Aí, então começa o grande desafio: viver a Palavra de Deus, o compromisso firmado a cada dia, na alegria, na tristeza, no cansaço, na dor, na doença, no desemprego, lutando para ser de Deus, ter Deus entre duas pessoas tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais...
Como toda vocação, o matrimônio também exige a renúncia: é preciso aprender, a todo o momento, a ceder, a falar sim quando quer gritar não, a calar, a dizer, a corrigir no amor, a abraçar e chorar junto, enfim doar-se ao outro. E nada disso é penoso quando estamos vivendo o para quê fomos feitos. Ao contrário, é motivo de alegria e satisfação, sinal de Deus para o mundo que insiste em investir contra a família e a vida. Sim, é possível viver o amor, viver o sacramento do matrimônio, viver a vocação da partilha: dividir a vida, os sonhos, a realidade, a educação dos filhos e multiplicar o amor, a entrega e a felicidade de juntos viverem o plano de Deus.