Rede Batuque RS

Rede Batuque RS Instituto Batuque RS | Cultura, ancestralidade e formação.

Valorizamos os saberes dos terreiros, fortalecemos a tradição afro-gaúcha e promovemos cursos, vivências, arte e educação a partir do toque, da memória e do axé.

Hoje falaremos dos filhos e filhas da senhora dos ventos e das tempestades.Muita gente diz que são ainda piores que os f...
02/06/2026

Hoje falaremos dos filhos e filhas da senhora dos ventos e das tempestades.
Muita gente diz que são ainda piores que os filhos de Ogum quando o assunto é temperamento 😂

Lembrando sempre que o que trazemos aqui não é uma verdade absoluta. Cada pessoa é única e recebe diferentes influências espirituais.

🌪️ 7 características dos filhos e filhas de Oyá

1 — Carismáticos e atraentes
Uma das características mais marcantes é o carisma. Possuem uma personalidade forte e costumam chamar atenção naturalmente. O lado complicado é que às vezes podem se frustrar quando não recebem a atenção que esperavam.

2 — Temperamentais
Quem é da religião provavelmente já ouviu alguém dizer: "isso é coisa de filho de Oyá" 😂 Assim como os filhos de Ogum, têm personalidade intensa e cabeça quente. O lado bom é que normalmente não têm muita paciência para falsidade.

3 — Instáveis e imprevisíveis
Podem acordar sorrindo e, algumas horas depois, estar completamente fechados. São impulsivos e às vezes fazem algo no calor do momento para depois se arrepender.

4 — Incapazes de guardar ódio por muito tempo
Apesar da explosão, dificilmente guardam mágoa eternamente. Depois da tempestade, normalmente volta a calmaria.

5 — Defensores destemidos
São extremamente protetores, principalmente com quem amam. Mexer com alguém importante para um filho de Oyá pode significar ganhar um grande adversário.

6 — Intensos emocionalmente
Sentem tudo de forma muito profunda. Pensam demais, questionam muito e podem acabar absorvendo excessivamente os problemas da vida.

7 — Muito eficientes
São rápidos, ativos e conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo. Muitas vezes gostam de estar em movimento e dificilmente ficam parados.

🌪️ No amor
São intensos: normalmente é 8 ou 80 😂 Quando gostam, se entregam com força. Costumam gostar do jogo da conquista, mas nem sempre demonstram romantismo da forma mais tradicional.

🌪️ Em resumo:
Filhos e filhas de Oyá são intensos, marcantes, corajosos e difíceis de esquecer. Quem já teve um filho de Oyá na vida provavelmente guarda histórias — seja pela intensidade, pelas emoções ou pelas aventuras 😅

E aí, concorda com essas características? Deixa nos comentários!

Boa terça feira a todos ⚖️ •
02/06/2026

Boa terça feira a todos ⚖️



Um livro para quem entende que reza é fundamento, memória e ancestralidade.O livro Rezas Nação Cabinda e Jeje Ijexá nasc...
02/06/2026

Um livro para quem entende que reza é fundamento, memória e ancestralidade.

O livro Rezas Nação Cabinda e Jeje Ijexá nasce como um registro sagrado e cultural das rezas dos orixás no Batuque do Rio Grande do Sul.

Nesta obra, você encontra um conjunto organizado de rezas, cânticos e orações tradicionais, passando de Bará a Oxalá, além de conteúdos voltados ao Quarto de Santo. É um material pensado para consulta, estudo e preservação da tradição, respeitando a força da oralidade e a caminhada dos antigos.

O grande diferencial deste livro está justamente na sua importância como registro. Muitas rezas do Batuque são aprendidas na vivência da casa, na escuta dos mais velhos, no chão do terreiro, no toque do tambor e na prática religiosa. Reunir parte desse conhecimento em uma obra física é uma forma de fortalecer a memória coletiva, apoiar quem está aprendendo e valorizar a riqueza espiritual das Nações Cabinda e Jeje Ijexá.

Este livro é indicado para filhos e filhas de santo, tamboreiros, estudantes da tradição, pesquisadores, dirigentes e todos aqueles que desejam se aproximar com respeito das rezas que sustentam a espiritualidade do Batuque.

Mais do que um livro, é uma ferramenta de preservação.
Mais do que uma leitura, é um caminho de reconexão com a ancestralidade.

📖 Livro físico: Rezas Nação Cabinda e Jeje Ijexá
✨ De Bará a Oxalá + Rezas de Quarto de Santo
💰 R$ 89,90
🚚 Frete grátis para todo o Brasil

Garanta o seu exemplar e ajude a fortalecer esse movimento de preservação das rezas, dos fundamentos e da cultura do Batuque do Rio Grande do Sul.

📲 Pedidos pelo WhatsApp: (51) 99497-3291

Instituto Batuque RS
Cultura, ancestralidade e formação

Batuque ≠ Candomblé: Conheça as Diferenças.Continuando nossa série sobre o Batuque de forma simples o Batuque não é Cand...
02/06/2026

Batuque ≠ Candomblé: Conheça as Diferenças.
Continuando nossa série sobre o Batuque de forma simples o Batuque não é Candomblé e nem o contrário. Cada tradição tem sua história, rituais e identidade hoje traremos algumas diferenças

Nem Batuque nem Candomblé existem na África, surgiram no Brasil, adaptados das religiões trazidas pelos africanos, especialmente os yorubanos, durante a escravidão. A diáspora espalhou esse povo pelo mundo, e cada comunidade preservou o que pôde do seu território original. Pressão para conversão ao catolicismo, escassez de materiais e o contexto local influenciaram a criação de diferentes tradições afro-brasileiras como o Candomblé da Bahia e Batuque do RS.
Cada região moldou sua prática, adaptando rituais, rezas e iniciações.

Iniciação e manifestação do Orixá
Candomblé: é comum que o iniciado bole no santo, sinalizando a necessidade da iniciação.
No Batuque: iniciação apenas após o Jogo de Búzios, o "cavalo de santo" nao deve saber sobre a chegada do Orixá. Este é um dogma e tabu do Batuque.

Rapagem da cabeça
Enquanto muitas casas de Candomblé exigem rapagem, no Batuque nao e feito esta pratica. Historicamente, em regiões africanas, também não era prática comum.

Período de obrigações
Candomblé: as obrigações no candomblé se referem om tempo determinado (1,3,5,7,14 anos…).
Batuque: duração depende da necessidade do iniciado, seu conhecimento e caminho espiritual; pode se tornar Babalorixá com 7,10,20 anos ou nunca.

Cargos e funções
Candomblé: Ebomi, Ekedji, Oga e outros cargos. Quem recebe um cargo geralmente permanece nao podendo acumular cargos
Batuque: Pai/Mãe de Santo, Tamboreiro e Filho de Santo e o adepto pode acumular cargos .

Mulheres e tambor
No Batuque, mulheres sempre tocaram tambor e algumas atingiram níveis de maestria. No Candomblé, essa prática não é permitida

Vestimenta e símbolos
Adja (sineta): restrito no Candomblé, no batuque seria a racional sineta de uma boca
Pano da costa: exclusivo para mulheres no Candomblé e no batuque nao e uma vestimenta tradicional.

Cada tradição afro-brasileira em sua própria lógica, estética e dogmas. Compartilhe e ajude a valorizar a diversidade e riqueza de cada tradição.

Que os caminhos da prosperidade, da saúde e da evolução estejam abertos para todos nósBoa segunda feira a todos!
01/06/2026

Que os caminhos da prosperidade, da saúde e da evolução estejam abertos para todos nós
Boa segunda feira a todos!

Bom domingo a todos! •
31/05/2026

Bom domingo a todos!



🥁 NOVA TURMA DA ESCOLA DE TAMBOREIROS📍 Casa de Cultura Mario Quintana – Porto AlegreO tambor é mais do que ritmo.É funda...
30/05/2026

🥁 NOVA TURMA DA ESCOLA DE TAMBOREIROS
📍 Casa de Cultura Mario Quintana – Porto Alegre

O tambor é mais do que ritmo.
É fundamento, tradição, responsabilidade e conexão com a ancestralidade.

A Escola de Tamboreiros do Instituto Batuque RS está abrindo mais uma turma para quem deseja aprender de forma séria, organizada e respeitosa os toques voltados às tradições de matriz africana.

📅 Aulas quinzenais aos sábados
⏰ Das 14h30 às 17h
📍 Casa de Cultura Mario Quintana – Porto Alegre

Durante o curso, o aluno terá contato com técnica, prática, fundamentos, postura ritual e desenvolvimento no tambor, dentro de uma caminhada formativa pensada tanto para iniciantes quanto para quem deseja fortalecer seus conhecimentos.

✨ Se você sente o chamado do tambor, essa pode ser a sua oportunidade de iniciar ou aprofundar esse caminho.

📲 Vagas abertas!
Para informações e matrículas, chame no WhatsApp:
📞 (51) 99497-3291

Instituto Batuque RS – Tradição, formação e fortalecimento do axé.

🥁 NOVA TURMA DA ESCOLA DE TAMBOREIROS📍 Casa de Cultura Mario Quintana – Porto AlegreO tambor é mais do que ritmo.É funda...
30/05/2026

🥁 NOVA TURMA DA ESCOLA DE TAMBOREIROS
📍 Casa de Cultura Mario Quintana – Porto Alegre

O tambor é mais do que ritmo.
É fundamento, tradição, responsabilidade e conexão com a ancestralidade.

A Escola de Tamboreiros do Instituto Batuque RS está abrindo mais uma turma para quem deseja aprender de forma séria, organizada e respeitosa os toques voltados às tradições de matriz africana.

📅 Aulas quinzenais aos sábados
⏰ Das 14h30 às 17h
📍 Casa de Cultura Mario Quintana – Porto Alegre

Durante o curso, o aluno terá contato com técnica, prática, fundamentos, postura ritual e desenvolvimento no tambor, dentro de uma caminhada formativa pensada tanto para iniciantes quanto para quem deseja fortalecer seus conhecimentos.

✨ Se você sente o chamado do tambor, essa pode ser a sua oportunidade de iniciar ou aprofundar esse caminho.

📲 Vagas abertas!
Para informações e matrículas, chame no WhatsApp:
📞 (51) 99497-3291

Instituto Batuque RS – Tradição, formação e fortalecimento do axe.

O que são religiões de matriz africana?🎙️ Tema do 2 episódio do BatucastNo novo 2ep da 4ª temporada do Batucast, Baba Ph...
30/05/2026

O que são religiões de matriz africana?
🎙️ Tema do 2 episódio do Batucast

No novo 2ep da 4ª temporada do Batucast, Baba Phil traz uma explicação direta sobre uma pergunta fundamental: o que são religiões de matriz africana?

Como afirma Baba Phil, não falamos de uma única religião, nem de práticas sem origem, história ou fundamento. Falamos de tradições espirituais formadas a partir dos saberes, memórias e práticas religiosas trazidas por diferentes povos africanos durante a escravidão.

Um ponto central é lembrar que a África não é um país. É um continente imenso, formado por muitos povos, línguas, culturas e formas próprias de se relacionar com o sagrado.

Entre os grupos que mais influenciaram as religiões afro-brasileiras estão os Bantos, os Jejes e os Iorubás. Cada povo trouxe cantos, ritmos, fundamentos, divindades e modos de compreender a vida, a morte, a natureza e a ancestralidade.

Baba Phil destaca que essas tradições não chegaram prontas ao Brasil. Elas foram reconstruídas em meio à violência da escravidão, quando pessoas de diferentes povos foram separadas de suas famílias, proibidas de viver sua fé e obrigadas a reorganizar seus caminhos espirituais.

Mesmo assim, resistiram.

Preservaram memórias, cantos, rituais, fundamentos e mantiveram viva a ligação com a ancestralidade.

Por isso, no Brasil, essas religiões não são cópias das religiões africanas originais, mas também não são invenções sem base. São reconstruções sagradas, feitas a partir da memória africana, da resistência negra e da adaptação em solo brasileiro.

Desse processo nasceram o Candomblé, o Batuque do RS, o Tambor de Mina, o Xangô de Pernambuco, o Batuque do Pará, a Umbanda e a Quimbanda.

Como reforça Baba Phil no Batucast, cada tradição tem estrutura, fundamentos, hierarquias, rituais, rezas, cantos e formas próprias de organização.

Dizer que “é tudo a mesma coisa” é um erro. E mais do que um erro, é desinformação.

🎧 Ouça o novo episódio do Batucast e entenda por que falar sobre matriz africana é falar sobre história, ancestralidade, resistência e cultura negra.

Batucast — o podcast da família batuqueira.
Com Baba Phil.



Um bom sábado a todos! •
30/05/2026

Um bom sábado a todos!



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