Ilê Asé Ty Yá Omí

Ilê Asé Ty Yá Omí Ilê Asé Ty Yá Omí

Centro religioso de Quimbanda, Umbanda e Nação. Agenda de atendimento com horário marcada. Consultas atrases de jogo de búzios.

Trabalhos para todos os fins. Não fique com dúvida, orixá e sempre o melhor conselheiro.

Escolher a psicologia não foi apenas uma decisão acadêmica, foi um movimento de responsabilidade com o próprio axé. Dent...
13/04/2026

Escolher a psicologia não foi apenas uma decisão acadêmica, foi um movimento de responsabilidade com o próprio axé. Dentro da caminhada espiritual, lidar com pessoas é lidar com histórias profundas, dores silenciosas, traumas antigos e buscas sinceras por acolhimento. E entender isso exige mais do que fé: exige preparo.

A psicologia entra como uma ferramenta de consciência. Ela amplia o olhar, ensina a escutar de verdade, a reconhecer limites e a diferenciar o que é espiritual, o que é emocional e o que é psicológico. No axé, muitas vezes as pessoas chegam fragilizadas, confusas, carregando questões que vão além do campo espiritual, e é nesse ponto que o conhecimento psicológico se torna um aliado poderoso.

A escolha pela psicologia é, portanto, uma escolha por fazer melhor. Melhor escuta, melhor acolhimento, melhor orientação. Não substitui a espiritualidade, mas fortalece. Não tira o sagrado, mas organiza o cuidado. É compreender que fé e conhecimento podem caminhar juntos, cada um respeitando seu espaço, mas trabalhando em harmonia pelo bem de quem busca ajuda.

A psicologia traz ética, técnica e responsabilidade. O axé traz força, ancestralidade e direção. Quando esses dois caminhos se encontram com verdade, quem ganha é o outro, aquele que chega precisando ser visto, ouvido e cuidado por inteiro.

E no fim, é isso que sustenta qualquer missão: cuidar de gente com consciência, respeito e verdade.

E o que era um chamado hoje vira uma vocação.

Mais que uma casa de axé, somos um lugar de acolhimento e transformação.Não carregue sozinho aquilo que já passou do seu...
03/04/2026

Mais que uma casa de axé, somos um lugar de acolhimento e transformação.
Não carregue sozinho aquilo que já passou do seu limite.

Se tua vida travou, se teus caminhos não andam, se tudo parece dar errado… isso não é por acaso. Existe causa, existe resposta e existe caminho.

No Ylé Asé Ty Yá Omí, cada trabalho é feito com fundamento, responsabilidade, axé e direção espiritual. Aqui não tem ilusão: tem verdade, tem força e tem resultado.

A espiritualidade fala. A questão é: você vai continuar ignorando ou vai buscar entender?

Conheça o nosso axé.
Agende sua consulta agora e dê o primeiro passo para destravar sua vida.

Ser pai de santo é caminhar entre dois mundos, o visível e o invisível, carregando nos ombros uma responsabilidade que v...
31/03/2026

Ser pai de santo é caminhar entre dois mundos, o visível e o invisível, carregando nos ombros uma responsabilidade que vai muito além do que as pessoas de fora conseguem enxergar.
É acordar todos os dias sabendo que vidas confiam em mim. Que dores, angústias, caminhos fechados e esperanças chegam até o meu terreiro buscando direção, acolhimento e solução. É ter que ser forte mesmo quando por dentro eu também estou cansado. É ouvir mais do que falar, orientar com sabedoria e, muitas vezes, silenciar para respeitar o tempo espiritual de cada um.
As dificuldades são muitas. Existe o julgamento constante de quem não conhece, o preconceito enraizado, a cobrança dos filhos de santo, a responsabilidade com cada ritual, cada palavra dita, cada orientação passada. Não existe modo automático, cada decisão carrega consequência espiritual. E errar não é simples, porque não se trata só de mim, envolve guias, envolve fé, envolve destino.
Ser pai de santo também exige renúncia. Renúncia de tempo, de energia, de momentos pessoais. Muitas vezes, enquanto o mundo descansa, eu estou trabalhando espiritualmente, cuidando, firmando, protegendo. É um compromisso que não tem pausa, não tem férias e não tem desligamento.
Mas junto de tudo isso, existe algo que não se explica, só se sente.
É ver alguém chegar destruído e, com o tempo, se reerguer. É acompanhar a evolução espiritual de um filho de santo, ver ele se encontrar, crescer, se fortalecer. É sentir a presença dos guias, a força do axé, a conexão com o sagrado pulsando no terreiro. É saber que eu sou instrumento de algo muito maior.
Ser pai de santo é carregar uma missão. E missão não é leve, mas é honrada.
É sobre servir, ensinar, proteger e transformar. É sobre ter humildade para aprender todos os dias, mesmo sendo referência para muitos. É sobre fé, não a fé falada, mas a fé vivida, testada e sustentada na prática.

Cuidar do sagrado também é estudar ✨Como Pai de Santo, sei que axé sem preparo não sustenta propósito.Facilitar consciên...
25/01/2026

Cuidar do sagrado também é estudar ✨

Como Pai de Santo, sei que axé sem preparo não sustenta propósito.
Facilitar consciências é entender que cada mente tem seu tempo e cada caminho tem seu Orixá regente.
Busco aperfeiçoamento constante para oferecer um atendimento espiritual sério, responsável e alinhado ao relógio do axé.

Você sente que precisa de orientação espiritual verdadeira para destravar sua vida agora? Entre em contato 🔮

Desde que encontrei uma filha de Oyá, algo em mim mudou para sempre…O vento correu forte entre o bambuzal, e ao longe ec...
04/12/2025

Desde que encontrei uma filha de Oyá, algo em mim mudou para sempre…

O vento correu forte entre o bambuzal, e ao longe ecoou como o estrondo de um raio tocando a terra:
“Eparrey, Oyá!”

Naquele instante, senti o axé da Senhora dos Ventos atravessar minha vida.
Oyá, que carrega a potência de um búfalo e, ao mesmo tempo, a delicadeza de uma borboleta.
Oyá, que chega sempre envolta em seu próprio mistério, como um presente embalado pelo vento.
Porque ninguém domina Oyá é ela quem guia os ventos.

Ela sopra pelos quatro cantos, movimentando o amor, despertando a paixão e fortalecendo o espírito.
É a Mãe da transformação, da guerra justa, guardiã das panelas, Senhora das aliançs
e protetora dos Eguns.
É o fôlego que inicia a vida e o sopro que encerra os ciclos.

Que o seu eróxi, Mãe Poderosa, afaste toda sombra e todo espírito indesejado.
Que sua espada abra caminhos e corte as demandas que não me pertencem.
Que nunca faltem fartura nas panelas, abrigo seguro sobre minha cabeça
e alianças verdadeiras de amor, de amizade, de família,
alianças que resistam ao tempo e me acompanhem por toda jornada.

Sou grato por ter Oyá velando pelo meu ori.
Sou grato por ter Oyá como madrinha do meu ilê.
Sou grato por ter Oyá respondendo por mim no Orun.
Sou grato por viver sob a força de Oyá.

Saúdo hoje todos os filhos e filhas dessa Grande Mãe,
sincretizada com Santa Bárbara, cuja celebração ilumina este dia.

Pai Antônio de Yemanjá Bocí
Zelador do Ilê Asé Ty Yá Omí
Casa Azul

Aguardamos a todos os clientes e simpatizantes para nossa tradicional limpeza e marcação de final de ano. Ogum é o camin...
21/11/2025

Aguardamos a todos os clientes e simpatizantes para nossa tradicional limpeza e marcação de final de ano.

Ogum é o caminho ferrenho aos dias de lutas, Ogum é a espada flamejante que corta as mazelas do mundo, Ogum é o escudo da proteção humana. Ogum é senhor da tecnologia e de certa forma do tempo, Ogum é a representatividade da força, Ogum é aquele que nos ensina a não ser forte como a marreta que tudo destrói mas sim fortes como a Bigorna que tudo suporta.

Por Antônio de Yemanjá

Quem tem malandro na vida tem tudo. José Miguel 🥃🎲🚬
07/11/2025

Quem tem malandro na vida tem tudo.

José Miguel 🥃🎲🚬

Eu desde que me conheço por gente me lembro de viver dentro de uma casa de Umbanda, minha falecida mãe Carnal era uma mu...
30/10/2025

Eu desde que me conheço por gente me lembro de viver dentro de uma casa de Umbanda, minha falecida mãe Carnal era uma mulher de fé, ela partiu eu era muito novo mas na minha memória ainda vejo ela girando igual a um furacão sob o som do tambor e a cantiga “ Eu vou chamar o caboclo ventania só ele sabe onde a flecha caiu”….
Com 8 anos minha mãe foi tirada de mim e com isso por não ter mais nenhum adeptos da religião na minha família eu me afastei.
Aos 13 anos passei por uma crise psicológica muito forte onde eu saí correndo rua fora quando me dei conta estava na casa de uma prima umbandista, que prontamente me acolheu e fez uma segurança.
Aos 14 anos eu finalmente tive o entendimento que a Umbanda era meu lugar, que a religião era uma vocação e um chamado.
Foi então que no braços de Ogum de Ronda do Cacique Fernando eu fui batizado pelas águas da Umbanda, meu nome foi escritos nos livros sagrados e com toda a fé que eu tenho eu fui curado.
O menino de 8 anos acuado que se culpava pelo assassinato da sua mãe que ainda habitava em mim finalmente partiu levando com ele todas as vozes que me assombrava, a vontade me ceifar a própria vida para morar junto a minha mãe deu lugar a vontade de viver novamente.
Eu contava os dias, as horas e os minutos para chegar às sextas feiras de sessão, caminhava quilômetros para chegar ao terreiro e depois voltava caminhando pq as vezes não tinha passagem, ou quando tinha precisava levar as velas, o mel ou algo para meus guias.
E sabem de uma coisa? Eu faria tudo novamente igual, pois eu fui salvo por Cabocla Janaína minha mãe e por Ogum de Ronda, hoje me deparei com essas fotos e voltei no tempo, onde tudo começou.
Dentro desse axé nasceu minha mãe Janaína, Meu Cosme Ricardinho e meu exu Cigano Juan.
São 17 anos de estrada, trilhados com muito amor e fé.
Acima de tudo sei que de algum lugar minha mãe sente orgulho do religioso que me tornei, a sementinha de fé que ela plantou em mim hoje é uma árvore linda, forte e cheia de frutos.

Ogum que tá Ronda na porta desse congal, ele só dá passagem para os filhos de Oxalá

Tsunami Dara, como carinhosamente lhe chamo. Minha filha, ainda lembro quando bateu no meu portão a mando da tua pomba g...
29/10/2025

Tsunami Dara, como carinhosamente lhe chamo.
Minha filha, ainda lembro quando bateu no meu portão a mando da tua pomba gira, sem me conhecer, sem saber quem eu era, as obrigações dentro de um caixa na frente de um estranho.
Através dos búzios Teu orixá se levantou e pediu moradia junto a Yemanjá Minha mãe, nós como irmãos de cabeça que somos, geniosos e elétricos tivemos vários choques ao longo desse ano, mas sabiamente a espiritualidade mostrou a verdade e o caminho que estava escolhido pelo teu orixá.
Com tudo isso aprendeu que desacelerar as vezes é necessário, dar alguns passos para trás é respirar e olhar para frente com uma nova perspectiva e maior amplitude, todos os planos foram meticulosamente sendo desfeito por cada obstáculo, por muitas vezes a dúvida do caminho certo pairava sob teus pensamentos, mas foi durante o obrigação de setembro que ganhaste o maior presente que poderia e com isso o entendimento de cada coisa que supostamente dava errado, dando a certeza que tudo acontece no momento exato, na hora certa.
Que tua Cabocla Oxum possa nessa nova jornada junto a mãe Janaína centrar teus pensamentos, levantar tua cabeça e sempre te mostrar o caminho a ser seguido, é apenas mais um passo na tua jornada, e que você viva cada passo de cada vez, sem pressa, sem tropeços.
E sempre que balançar minhas mãos estarão aqui segurando as tuas para não cair.

Com amor, teu Pai, Antônio de Yemanjá.

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Gabriel Soares De Souza, 115/Santo Onofre
Viamão, RS
94445180

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