23/08/2026
Quem determina como Deus deve ser adorado?
Hoje pela manhã, em nossa EBD, avançamos no estudo A Beleza da Confessionalidade na Vida da Igreja, refletindo sobre uma consequência fundamental da nossa compreensão das Escrituras, o Princípio Regulador do Culto.
Aprendemos que Deus não apenas revelou quem Ele é, Ele também revelou como deseja ser adorado.
Por isso, quando a igreja se reúne, nossa principal pergunta não deve ser: “Do que as pessoas gostam?” ou simplesmente “A Bíblia proíbe isso?”. A pergunta fundamental é: “O que Deus ordenou?”
Vimos nas Escrituras que a santidade de Deus exige que a adoração seja conduzida segundo a sua vontade. Também aprendemos a importante distinção entre os elementos do culto, estabelecidos por Deus, como a leitura e pregação da Palavra, oração, cânticos, ordenanças e ofertas, e as circunstâncias, como horário, iluminação, assentos, microfones e outros aspectos práticos da reunião.
E isso não significa um culto frio, rígido ou sem beleza. Pelo contrário, adoramos com reverência, alegria, gratidão, temor, amor e profunda satisfação em Deus. A beleza tem seu lugar, mas a beleza jamais pode substituir a obediência.
Quando perguntamos apenas o que agrada às pessoas, corremos o risco de transformar o culto em produto e a igreja em público. Quando perguntamos “O que Deus requer?”, o culto volta ao seu verdadeiro centro, o próprio Deus.
Essa foi uma manhã preciosa de aprendizado no Dia do Senhor, reafirmando uma convicção essencial:
A igreja não inventa o culto, ela o recebe das mãos do próprio Senhor por meio das Escrituras.
Seguimos crescendo juntos, aprendendo não apenas aquilo que devemos crer, mas também como devemos viver e adorar para a glória de Deus.