08/05/2018
08 de maio
A MAIOR PROVA DE AMOR
Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco
pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós
ainda pecadores (Rm 5.8).
Quando Abraão saiu do meio de sua parentela,
provou que amava a Deus mais que a seus pais;
contudo, quando foi ao monte Moriá para oferecer
Isaque como sacrifício, provou que amava a Deus
mais que ao próprio filho. Depois de fazer Abraão
passar pelas mais diversas provas, Deus testou
Abraão da forma mais profunda. Pediu-lhe Isaque, o
filho da promessa, em holocausto. Abraão poderia
questionar tão estranha ordem. Poderia protelar a
decisão de obedecer. Poderia oferecer outros
substitutos para poupar Isaque. Mas o pai da fé
obedece prontamente, incondicionalmente,
completamente. Em vez de tomar a estrada da fuga
como fez Jonas, Abraão levanta de madrugada e
caminha na direção do monte do sacrifício. Aquela
viagem de três dias representava tempo suficiente
para Abraão refletir. Sua obediência a Deus não foi
algo momentâneo, irrefletido. Abraão descansava
não em seus sentimentos, mas na fidelidade do
Altíssimo, o Jeová Jiré. Quando Isaque, seu filho,
lhe perguntou: Eis o fogo e a lenha, mas onde está
o cordeiro para o holocausto?, Abraão, respondeu:
Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o
holocausto (Gn 22.7,8). De fato Deus proveu o
cordeiro substituto para Isaque, pois não queria a
morte do filho e sim a obediência do pai. Dois mil
anos depois, porém, o Filho de Deus, foi levado ao
monte Gólgota e ali não houve substituto para Jesus.
Ele morreu em nosso lugar e em nosso favor. Deus
não poupou ao próprio Filho; antes, por todos nós o
entregou. Essa é a maior prova de amor.