MEPB Várzea PB

MEPB Várzea PB Igreja Missão Evangélica Pentecostal do Brasil - Várzea PB

https://youtu.be/jXehu7_JRMA
16/09/2020

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Culto de oração ao vivo - Igreja Missão Evangélica Pentecostal e Igreja Batista Vida Plena em Várzea - PB / Unidas Por Cristo.

Culto ao Vivo - MEPB e IBVP em Várzea
28/06/2020

Culto ao Vivo - MEPB e IBVP em Várzea

Culto ao vivo - Igreja Missão Evangélica Pentecostal e Igreja Batista Vida Plena em Várzea

Culto Ao Vivo - MEPB e IBVP em Várzea
24/06/2020

Culto Ao Vivo - MEPB e IBVP em Várzea

Culto ao vivo - Igreja Missão Evangélica Pentecostal e Igreja Batista Vida Plena em Várzea

Vamos adorar a Deus nesse momento!!! Culto ao Vivo, acompanhe conosco.
17/06/2020

Vamos adorar a Deus nesse momento!!! Culto ao Vivo, acompanhe conosco.

Culto ao vivo - Igreja Missão Evangélica Pentecostal e Igreja Batista Vida Plena em Várzea

17/06/2020

O QUE É GLORIFICAÇÃO?

“Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.” Filipenses 3.20,21

A glorificação é o estágio final do processo salvífico. É a realização plena e última do ato redentor de Deus para formar o Seu povo. É a cena final do drama da salvação. É o ápice do processo de libertação do pecado, pois fomos livres da condenação do pecado na Justificação, somos livres do domínio do pecado na Santificação e seremos livres da presença do pecado na Glorificação. David D. Duncan a descreve da seguinte maneira: “A glorificação, portanto, pode ser definida como a obra que Deus fará para completar a nossa salvação, fazendo-nos perfeitos para a eternidade e levando-nos à sua presença num corpo igual ao corpo glorioso de Cristo (Fp 3.21)”.
Consoante Millard Erickson, a glorificação contêm vários aspectos: a) um de seus aspectos será a justificação plena e final do crente. A justificação que ocorreu no momento da conversão será manifesta ou tornada evidente no futuro Rm 5.9, 10; 8.33, 34; b) na glorificação também haverá um aperfeiçoamento moral e espiritual do indivíduo. Várias referências bíblicas indicam uma complementação futura do processo iniciado na regeneração e continuado na santificação. O conceito de futura inculpabilidade e irrepreensibilidade se encontra nas seguintes passagens bíblicas Ef 1.4; Fp 1.9-11; Jd 24; c) a glorificação futura também trará plenitude de conhecimento 1 Co 13.12. Nosso conhecimento aumentará porque veremos o Senhor 1 Jo 3.2; já não teremos de nos contentar com a simples leitura dos relatos escritos por aqueles que o conheceram durante seu ministério terreno; d) também haverá uma glorificação do corpo. Isso ocorrerá na ressurreição dos mortos, àqueles que serão chamados à ressurreição da vida Jo 5.29; cf. Dn 12.2, 3. Na segunda vinda de Cristo, todos os que tiverem morrido no Senhor serão levantados e transformados junto com os crentes que estiverem vivos 1 Ts 4.13-17; 1 15.51-54; e) finalmente, devemos observar a relação entre a glorificação dos crentes e a renovação da criação. Porque os homens fazem parte da criação, seus pecados e queda trouxeram certas consequências para ela, bem como para si mesmos (Gn 3.14-19). No presente, a criação está sujeita à futilidade (Rm 8.18-25). Mas Paulo nos diz que "a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus" (v. 21). Parte de nossa glorificação será a provisão de um ambiente perfeito para habitação. Será perfeito porque a glória de Deus estará presente.
Por conseguinte, nesta etapa do processo salvífico, espera-se uma transformação plena do cristão em seus aspectos morais e espirituais; ou seja, a trajetória que teve início com a regeneração e que prossegue com a santificação terá sua consumação por ocasião da glorificação.

17/06/2020

O QUE É SANTIFICAÇÃO?

Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor. Hebreus 12.14

Entende-se por santificação o processo pelo qual o salvo, continuamente assistido pelo poder de Deus, caminha rumo “à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” Ef 4.13. De modo mais detalhado, Grudem diz que a “santificação é uma obra progressiva da parte de Deus e do homem que nos torna cada vez mais livres do pecado e semelhantes a Cristo em nossa vida presente”. Portanto, a santificação diz respeito ao contínuo trajeto percorrido pelo salvo, desde sua conversão até que alcance a glória.
A ideia bíblica sobre santificação, pois, refere-se a este processo de maturação desenvolvido em toda a vida cristã em relação à luta contra o pecado. O estímulo bíblico sempre presente nas páginas das Escrituras é “Sede santos, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo” Lv 11.44; 1 Pe 1.16. Todo cristão genuíno foi chamado à santidade. Ela é uma característica autenticadora da nossa salvação Ef 1.4; Hb 12.14.
O ASPECTO NEGATIVO DA SANTIFICAÇÃO. O aspecto negativo da santificação consiste na separação espiritual do salvo de tudo aquilo que ofende a santidade de Deus (Sl 1.1; Rm 12.2). É a mortificação do velho homem, da natureza pecaminosa que ainda reside no salvo durante a presente época. Segundo Berkhof, “esta expressão escriturística denota o ato de Deus pelo qual a contaminação e a corrupção da natureza que resultam do pecado são removidas gradativamente. Muitas vezes é exposta na Bíblia como a crucificação do velho homem e, assim, é associada à morte de Cristo na cruz. O velho homem é a natureza humana na medida em que é dirigida pelo pecado, Rm 6.6; Gl 5.24. No contexto da passagem de Gálatas Paulo contrasta as obras da carne com o fruto do Espírito, e depois diz: “E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências”. Isso significa que, no caso deles, o Espírito obteve predomínio”.
O ASPECTO POSITIVO DA SANTIFICAÇÃO. Enquanto que a separação espiritual do cristão pode ser vista como o aspecto negativo da santificação, o aspecto positivo refere-se à consagração do crente ao Senhor e ao Seu serviço, ou seja, ser santo não significa apenas abandonar o pecado, mas também dedicar-se fielmente à Sua obra e viver para Sua glória. Conforme Berkhof, “é o ato de Deus pelo qual a disposição santa da alma é fortalecida, os exercícios santos são incrementados e, assim, é gerado e promovido um novo curso da vida. A velha estrutura do pecado vai sendo posta abaixo aos poucos, e uma nova estrutura é erguida em seu lugar. No entanto, estas duas partes da santificação não são sucessivas, mas, sim, simultâneas. Esta faceta positiva da santificação muitas vezes é chamada ressurreição com Cristo, Rm 6.4, 5; Cl 2.12; 3.1, 2. A nova vida à qual conduz é chamada viver para Deus, Rm 6.11; Gl 2.19”.

15/06/2020

O QUE É JUSTIFICAÇÃO?

“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio do nosso Senhor Jesus Cristo.” Romanos 5.1

Conforme declara Millard Erickson, “a humanidade tem um duplo problema consequente do pecado e da queda. Por um lado, existe uma corrupção básica da natureza humana; nosso caráter moral foi maculado pelo pecado. Esse aspecto da maldição é anulado pela regeneração, que reverte a direção e as tendências gerais da natureza humana. O outro problema, no entanto, permanece: nossa culpa ou passibilidade de punição por não termos cumprido as expectativas de Deus. É desse problema que trata a justificação”. Destarte, precisamos entender o conceito bíblico de justificação. Grudem define da seguinte maneira: “é um ato instantâneo e legal da parte de Deus pelo qual ele (1) considera os nossos pecados perdoados e a justiça de Cristo pertencente a nós e (2) declara-nos justos à vista dele”. Percebe-se, pois, que há uma relação de permuta estabelecida entre o pecador penitente e Cristo, com base na fé. Por conseguinte, os nossos pecados foram lançados sobre o Senhor Jesus enquanto que Sua perfeita justiça é atribuída a nós, em virtude da nossa humilde e sincera confiança nos méritos de Cristo. Essa inversão de condição trouxe a condenação sobre Cristo e a salvação sobre nós.
BENEFÍCIOS DA JUSTIFICAÇÃO. Consoante o teólogo norte-americano Stanley M. Horton, três bênçãos específicas fluem da justificação: A primeira é a remissão dos pecados, cuja pena é a morte – espiritual e física Gn 2.16, 17; Rm 5.12-14; 6.23. Essa penalidade foi removida pela morte de Cristo, o qual suportou o castigo que nos estava reservado Is 53.5, 6; 1 Pe 2.24. A justificação implica também no favor divino. Além de havermos incorrido na penalidade requerida pelas nossas transgressões, havíamos também perdido o favor divino, pois Deus não tem comunhão com o pecado Is 59.2; Jo 3.36; Rm 1.18. No entanto, através da fé em Cristo, fomos restaurados à comunhão com o Pai celeste Gl 3.26; 1 Jo 1.3. Finalmente, a justificação traz consigo a imputação da retidão. Assim como a pena pelo pecado fora “debitada em nossa conta”, a retidão de Cristo, no ato da justificação, é creditada em nossa conta Gn 15.6; Fp 3.9. Desse modo, somos revestidos pela santidade e pela justiça de Cristo.
Concluímos, pois, ressaltando que “a justificação é um ato judicial de Deus, no qual Ele declara, com base na justiça de Jesus Cristo, que todas as reivindicações da lei são satisfeitas com vistas ao pecador. Ela é singular, na obra da redenção, em que é um ato judicial de Deus, e não um ato ou processo de renovação, como é o caso da regeneração, da conversão e da santificação. Conquanto diga respeito ao pecador, não muda a sua vida interior. Não afeta a sua condição, mas, sim, o seu estado ou posição, e nesse aspecto difere de todas as outras principais partes da ordem da salvação” (Louis Berkhof).

15/06/2020

O QUE É REGENERAÇÃO?

“A conversão diz respeito à nossa resposta à salvação e à aproximação que Deus oferece à humanidade. A regeneração é o outro lado da conversão. É obra de Deus. É a transformação que Deus opera nos indivíduos que creem, seu ato de conceder uma nova vitalidade e direção espiritual a vida deles quando aceitam a Cristo” (Millard Erickson).
O “novo nascimento” Jo 1:13; 3:3, 6-7; 1 Jo 3:9; 5:1, 18, “novidade de vida ou ressurreição (este último com respeito à vida espiritual)” Rm 6:4-13; Ef 2:4-6; Cl 2:12,13, “novo coração ou mente” Jr 24:7; 31:33; Ez 36:25-27; Hb 10:16, entre outros, são termos bíblicos utilizados para descrever a doutrina bíblica da “regeneração”, a qual, segundo Louis Berkhof, “consiste na implantação do princípio da nova vida espiritual no homem, numa radical mudança da disposição dominante da alma, que, sob a influência do Espírito Santo, dá nascimento a uma vida que se move em direção a Deus”, o que torna evidente a pecaminosidade predominante no coração do homem bem como a necessidade de uma transformação espiritual, como bem explicitou Millard Erickson: “A natureza humana necessita de transformação. O ser humano está espiritualmente morto e, portanto, precisa do novo nascimento ou do nascimento espiritual”. Portanto, podemos dizer que “regeneração” é o ato mediante o qual Deus concede vida espiritual ao pecador perdido, morto em seus delitos e pecados.
A REGENERAÇÃO ESPIRITUAL É UMA OBRA DO ESPÍRITO SANTO. Não obstante a obra da redenção ser a obra do Deus trino, a regeneração parece aplicar-se, de modo mais específico, à terceira pessoa da trindade, isto é, ao Espírito Santo (Jo 3:5-6, 8; Tt 3:5). Devemos, pois, entender que a regeneração está intimamente vinculada ao ato soberano do Espírito Santo em comunicar vida espiritual ao pecador arrependido. 1) é uma obra vivificante Jo 3:6. Visto que o homem natural só pode gerar pecadores natos (v. 6a), o Espírito Santo somente pode gerar vida espiritual (v. 6b). Esse contraste revela a magnitude da ação sobrenatural do Espírito Santo na regeneração do pecador e a falibilidade humana em tentar conseguir produzir vida espiritual por meio de seus próprios esforços; 2) é uma obra purificadora Jo 3:5. A expressão “nascer da água e do Espírito” refere-se à purificação e à vivificação efetuadas pelo Espírito. Portanto, o Senhor Jesus tem isto em mente ao referir-se ao novo nascimento como o nascer da água e do Espírito: a purificação dos pecados mediante a ação vivificante do Espírito Santo no íntimo do pecador penitente (Ez 36:25-27); e 3) é uma obra misteriosa Jo 3:8. Não conseguimos descrever o momento exato da nossa regeneração nem tampouco o modo como o Espírito vivifica o nosso espírito outrora morto em delitos e pecados, embora os resultados da obra do Espírito na vida do ser humano sejam indiscutivelmente notórios. Por conseguinte, Jesus utiliza o vento para exemplificar a obra do Espírito Santo no íntimo do pecador, pois o vento produz efeitos notáveis quando sopra, mas sua fonte e movimentos futuros permanecem escondidos, ou seja, existe um elemento de mistério.

13/06/2020

O QUE É CONVERSÃO?

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam cancelados os vossos pecados.” Atos 3.19 “Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.” Isaías 55.7

A conversão é um ato divino efetuado no coração do pecador que provoca uma mudança radical em sua vida, libertando-o do domínio do pecado e conduzindo-o para o caminho da livre obediência a Cristo. A conversão, pois, é a resposta consciente do pecador ao chamado divino para voltar-se do seu estado de depravação e corrupção moral e espiritual, para ser revestido da justiça e da santidade de Cristo. Conforme atesta Millard Erickson, “a conversão é um ato único que possui dois aspectos distintos mas inseparáveis: o arrependimento e a fé. Arrependimento é o ato de o incrédulo dar as costas para o pecado, e fé, seu ato de voltar-se para Cristo. São, respectivamente, o aspecto negativo e o positivo do mesmo acontecimento. Em certo sentido, um é incompleto sem o outro, e um é motivado pelo outro. Quando tomamos consciência do pecado e o deixamos, vemos a necessidade de nos voltar para Cristo para sermos providos de sua justiça. Por outro lado, a fé em Cristo torna-nos conscientes de nosso pecado e, portanto, nos leva ao arrependimento.”
ARREPENDIMENTO. O arrependimento pode ser encarado como o aspecto negativo da conversão, pois “fala da profunda tristeza em relação à vida pecaminosa que mantínhamos e à decisão consciente de abandoná-la para obedecer a Cristo” (Revista Doutrinas Bíblicas - MEPB). No Novo Testamento, a palavra grega traduzida por arrependimento é metanoia, que significa, literalmente, “mudança da mente”. Assim, o arrependimento promove uma transformação na mente do pecador, o que influencia diretamente na sua conduta, levando-o a abandonar e a repulsar o pecado.
FÉ. “Assim como o arrependimento é o aspecto negativo da conversão, o ato de abandonar o pecado, a fé é o aspecto positivo, o ato de se apossar das promessas e da obra de Cristo. A fé está bem no centro do evangelho, pois é o veículo pelo qual somos habilitados a receber a graça de Deus” (Millard Erickson). A fé, portanto, é a confiança humilde e sincera do pecador penitente nos méritos de Cristo para remissão dos pecados e a obediência imediata e irrestrita ao Senhor, nosso Deus.
Por conseguinte, “a conversão assinala o início, não só do despojamento do velho homem, da fuga do pecado, mas também do revestimento do novo homem, da luta pela santidade no viver. O pecador abandona conscientemente a vida antiga e pecaminosa e se volta para uma vida em comunhão com Deus e a Ele devotada. Ela indica uma mudança instantânea e não um processo, embora a Bíblia também denomine conversão o retorno do cristão a Deus, depois de haver caído em pecado” (Louis Berkhof).

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