Assembleia De Deus

Assembleia De Deus Várzea Paulista - SP

Pr. Miquéias Lima

30/04/2026

Culto de Ensino no Setor Felicidade

Texto base.

II Samuel 12

"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca", conforme Mateus 26:41.

Jesus deu este conselho aos discípulos para alertá-los contra a fragilidade humana e a necessidade de vigilância constante para resistir ao pecado.Pontos importantes sobre este ensinamento:

Vigiar: Significa guardar, velar, observar atentamente os próprios pensamentos e ações, evitando o torpor espiritual.Orar: É a oração de conexão com Deus, essencial para obter força para resistir às tentações.

O Motivo:

A carne é fraca (fragilidade da natureza humana), e o inimigo age quando há descuido.O Contexto: Jesus disse isso antes de sua crucificação, pedindo aos discípulos que ficassem acordados e orassem no Jardim do Getsêmani

Sede de setor  Manhã de domingo na presença do Senhor!A DISPENSAÇÃO PATRIARCAL 1 Dispensação. Conforme o teólogo e escri...
26/04/2026

Sede de setor


Manhã de domingo
na presença do Senhor!

A DISPENSAÇÃO PATRIARCAL

1 Dispensação. Conforme o teólogo e escritor Scofield, é “um período de tempo durante o qual os homens são testados quanto à sua obediência a alguma revelação específica da vontade de Deus” ou ainda, conforme o Pastor Claudionor de Andrade: “Período de tempo
no qual Deus se revela de modo distinto
e particular ao ser humano” (1998, p. 124).
De modo geral, considera-se sete dispensações: (a) Inocência; (b) Consciência; (c) Governo humano; (d) Promessa; (e) Lei; (f) Graça; (g) Milênio (Champlin, 2013, p. 187).
Em todos esses períodos da história o homem foi salvo pela graça por meio da fé (Gn 6.8; 15.6; Sl 32.1,2; Hc 2.4; Gl 2.16; Ef 2. 8 . Por isso,
“As dispensações [...] têm de ser vistas como etapas da revelação de Deus, e não como modos distintos de o homem se salvar.
Pois só há um único meio de nos salvarmos: aceitar integralmente a graça que nos oferece
o Senhor. Em todas as dispensações, a graça sempre foi abundantemente dispensada” (Champlin, 2013, p. 187).

2 Dispensação Patriarcal. Até a instituição da lei e formação da nação de Israel, Deus não fez alianças com nações, mas com indivíduos específicos. Abraão viveu num período denominado de “Dispensação Patriarcal”, porque foi uma época em que a liderança espiritual estava concentrada no chefe de família, o patriarca (Gn 18.19).
“A Dispensação Patriarcal representa o período de tempo no qual Deus deu a Abraão as várias porções da aliança que leva seu nome,
e os anos nos quais ele e sua descendência viviam exclusivamente debaixo da mesma”. Também é conhecida como “Dispensação da Promessa” porque “teve início com a aliança
de Deus com Abraão” (Olson 1981, p. 64).
Ela durou aproximadamente 430 anos, desde
a chamada de Abraão até a saída de Israel
do Egito (Gl 3.17; Êx 12.40; Hb 11.9,13).

3 Abraão, um modelo de fé. Mesmo antes da revelação especial de Cristo, a salvação nunca foi por obras, mas por fé, pois está escrito que por ela Abel, Enoque, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José e todos os demais alcançaram aceitação diante de Deus (Hb 11.1-40). O escritor aos Hebreus, na denominada “galeria dos heróis da fé”, indica que todos esses foram modelos de fé cada qual em seu tempo (dispensação). Abraão, contudo, foi escolhido para ser um modelo de fé para a sua dispensação e para as próximas (Rm 4.16,17; Gl 3.7,9,14,16,29). Deus exigiu que Ele andasse em Sua presença e fosse perfeito (Gn 17.1), assim como exigiria de Israel o mesmo padrão de fé para que fosse modelo para as demais nações (Êx 19.5,6).

A ALIANÇA ABRAÂMICA
Depois da sua primeira chamada em Ur dos Caldeus (At 7.2,3), Deus apareceu ainda sete vezes a Abraão (Gn 12.1 3,7; 13.14-17; 15.1-21; 17.1-21; 18.1-33; 22.1-18). O Senhor renovou o velho patriarca diversas vezes reafirmando
as suas promessas. Mas, como vimos, é na aparição registrada em Gênesis 17 que Deus confirma sua promessa deixando um sinal indelével: a mudança do seu nome e do nome
de sua esposa (Gn 17.5-8). As promessas de Deus a Abraão foram muitas, elas se cumpririam no seu presente, no seu futuro e abrangeria sua descendência tanto na carne quanto na fé.

1 Promessas a Abraão cumpridas no seu presente. (a) Deus prometeu abençoá-lo (Gn 12.2); (b) fazer dele uma bênção; (Gn 12.2); (c) ser benigno com quem o fizesse bem a Abraão
e mal a quem o fizesse mal (Gn 12.3); (d) lhe entregar Canaã (Gn 13.5); (e) ser seu escudo
e galardão (Gn 15.1); e (f) ser o seu Deus (Gn 17.7).

2 Promessas a Abraão cumpridas no seu futuro. (a) fazer grande o seu nome (Gn 12.2); (b) fazê-lo grandemente frutífero como as estrelas do céu e a areia do mar (Gn 13.16; 15.5;
Rm 4.16-25); (c) fazê-lo pai de uma grande nação (Gn 12.2; 18.18); (d) ser progenitor de reis (Gn 17.6); (e) pai de muitas nações (Gn 17.4);
e (f) fazê-lo uma benção a todas as famílias da terra (Gn 12.2,3; 18.18).

3 Promessas para os herdeiros de Abraão por Isaque. (a) a possessão da terra de Canaã (Gn 12.7; 13.14; 15.18-21; 17.7,8) Yahweh seria o seu Deus (Gn 17.8); possuir a porta dos seus inimigos (Gn 22.17); um descendente (semente) que seria a razão das bençãos a todas as famílias da terra, esse descendente é Cristo
(Gn 22.18; Gl 3.16; Gn 3.15).

4 Promessas para os herdeiros de Abraão por Ismael. Uma descendência incontável de Ismael (Gn 16.10); os ismaelitas se tornariam uma grande nação (Gn 21.13); repleta de príncipes (Gn 17.20). 3.5. Promessas para os herdeiros de Abraão na fé. (a) herança das promessas de Abraão em Cristo (Gl 3.29); (b) entrada na descendência espiritual de Abraão (Gl 3.7); (c) participação na promessa da salvação para todas as nações (Gn 12.3); (d) a justificação que é uma bênção de Abraão porque ela é feita por meio de Jesus (Rm 3.24 5.1), que é descendente de Abraão (Mt 1.1; Gl 3.16); (e) o recebimento
do Espírito Santo (Gl 3.14b); a nova pátria
(Hb 11.16).

24/04/2026

INFORME IMPORTANTE!

Você sabia disso? Tem filhos? Conhece quem tem? Veja o vídeo e compartilhe, poderá assim, salvar vidas.

COMUNICADO..  Estamos a partir de 12/04 contribuindo para o bom andamento da Obra do nosso Deus no Setor do Felicidade. ...
23/04/2026

COMUNICADO..

Estamos a partir de 12/04 contribuindo para o bom andamento da Obra do nosso Deus no Setor do Felicidade.

Agradecemos a Deus pela receptividade da igreja e de Nosso setorial Pr Donizete de Azevedo e tambem ao Nosso pres. Pr Fabio Resende pela Confiança..

Deus abençoe a todos deste campo ADVarzea Paulista..

Estamos de casa nova,

22/04/2026

Cinco dias intenso de um congresso abençoado..

Deus se fez presente em todos os momentos com palavras abencoadissimas.

Orgulho em pertencer a ADVarzea

MELQUISEDEQUE, O REI DE JUSTIÇA -Gn 14.18-19; Hb 7.1-7,17)INTRODUÇÃONesta lição estudaremos sobre Melquisedeque, um dos ...
16/04/2026

MELQUISEDEQUE, O REI DE JUSTIÇA

-Gn 14.18-19; Hb 7.1-7,17)

INTRODUÇÃO
Nesta lição estudaremos sobre Melquisedeque, um dos personagens mais enigmáticos do Antigo Testamento; destacaremos algumas informações a seu respeito à luz da Bíblia; pontuaremos também o contexto histórico em que ele surge e a sua respectiva participação; e por fim, veremos que Melquisedeque prefigura o sacerdócio de Cristo no Novo Testamento.

I – INFORMAÇÕES SOBRE MELQUISEDEQUE
Devido a poucas informações a seu respeito, Melquisedeque tornou-se um homem enigmático; gerando algumas especulações sobre sua pessoa. Segundo Gardner, “um documento antigo, encontrado em Qunrã considerava Melquisedeque um ser angelical que ministrava o juízo de Deus. Outros o têm relacionado com Sem, filho de Noé, e até mesmo com o Messias, ou seja, que seria uma manifestação de Cristo em forma humana. Todas essas teorias, porém, são especulativas e sem fundamentação bíblica” (2005, p. 450 – acréscimo nosso). Portanto, notemos o que Bíblia informa a respeito dele:

1.1 Sua origem. Melquisedeque é a transliteração para o português, do termo hebraico “Malkisedeq”, que significa “rei da justiça” (CHAMPLIN, 2001, p. 210). A história de Melquisedeque é bastante resumida, ele é citado no primeiro livro do Pentateuco (Gn 14); num texto poético (Sl 110) e na parte doutrinária da Epístola aos Hebreus, no Novo Testamento (Hb 5 a 7) (GARDNER, 2005, p. 450). As palavras “sem pai, sem mãe […]” (Hb 7.3); diz respeito ao fato que, não se menciona referência ao seu nascimento, parentesco, ou mesmo sua morte, não que ele não tivesse.

1.2 Seu ofício. Ele era rei de Salém (a antiga Jerusalém). Salém é a forma abreviada de Jerusalém e é encontrada pelo menos cinco vezes nas Escrituras (Gn 14.18; 33.18; Sl 76.2; Hb 7.1,2). O título Rei de Salém dado a Melquisedeque significa “rei de paz”; além de rei, também lhe é atribuído a função de sacerdote de “El Elyon”. O nome “El” era comumente aplicado a Deus entre os povos de origem semita, e tornou-se na Bíblia um dos nomes principais de Deus, “El Elyon” (Deus Altíssimo). Esta também é a primeira menção do termo sacerdote na Bíblia o que o tornava um reisacerdote, o que serviu mui apropriadamente para ilustrar o mesmo ofício, ocupado em forma muito mais significativa, pelo Senhor Jesus Cristo (CHAMPLIN, 2001, p. 210 – acréscimo nosso).

1.3 Sua piedade. Melquisedeque era cananeu, e como Jó, é um exemplo de um não israelita servo de Deus. Sua piedade pode ser evidenciada pela assistência dada a Abraão após a batalha, dando-lhe pão e vinho (Gn 14.18); por sua identificação como sacerdote do Deus altíssimo (Gn 14.18-b); pelo conhecimento que tinha a respeito de Deus e a sua adoração (Gn 14.19,20); pela atitude de abençoar o patriarca (Gn 14. 19-a); e ainda, por ter recebido o reconhecimento de Abraão que lhe deu o dízimo de tudo (Gn 14.20-b). Sua piedade ainda se destaca pelo significado de seu nome “rei da justiça”, que indica um dos traços de seu caráter. Justiça do hebraico “tsedeq”, e do grego “dike”, significam respectivamente: “atitude do que é justo; aquele que age de acordo com o padrão divino” (VINE, 2005, p.). Sobre a justiça a Bíblia destaca: (a) Deus é a fonte (Sl 35.24,28); (b) Deus exige que o homem a procure e a pratique
imparcialmente (Is 1.17; 56.1; Mq 6.8); (c) qualidade esperada de um líder (1Rs 10.9; Sl 119.121; Pv 8.15); (d) uma evidência do Novo Nascimento (Ef 4.24).

II – MELQUISEDEQUE E SEU APARECIMENTO NA HISTÓRIA
O capítulo 14 de Gênesis registra a primeira menção de um sacerdote, a primeira menção do dízimo e a primeira menção de uma guerra envolvendo nove reis (Gn 14.1-17). As cinco cidades-estados da planície do Jordão (Gn 14.2; 13.10) haviam se sujeitado a doze anos de governo sob os reis de quatro cidades-estados do Oriente (Gn 14.1) e acabaram revoltando-se contra elas. Isso representou uma declaração de guerra. Assim, os quatro reis invadiram a planície do Jordão para subjugar os cinco reis das cidades daquela região. Nessa batalha, Ló, sobrinho de Abraão, foi levado cativo (Gn 14.12). Ao saber disso, Abraão, então, armou seus criados e entrou na peleja para libertar seu sobrinho. Ao retornar da batalha, ele encontrou-se com Melquisedeque.Vejamos os resultados desse encontro:

2.1 Melquisedeque trouxe pão e vinho (Gn 14.18). Ao retornar da batalha, o patriarca Abraão recebeu do rei de Salém pão e vinho. Sem dúvida, este alimento serviu não só como uma refeição para o patriarca, mas, também, uma figura da Santa Ceia, que foi instituída por Cristo, milênios depois (Mt 26.26-30; Mc 14.22-26; Lc 22.16-20). “Melquisedeque traz pão e vinho a Abraão na qualidade de sacerdote, e não como rei de Salém. Era, pois, uma refeição sacramental, não um banquete oficial” (ANDRADE, 2015, pp. 118,119).

2.2 Melquisedeque abençoou Abraão (Gn 14.19). Quando Melquisedeque abençoou Abraão demonstrou ocupar uma posição superior ao patriarca (Hb 7.6,7). “A bênção aqui referida não é a simples expressão de um desejo relativo a outrem, o que pode ser feito de um inferior para um superior; mas, é a ação de uma pessoa autorizada a declarar intenções de Deus, conferindo boas dádivas de prosperidade a outrem. E, tal ação somente tem validade quando é feita por alguém que é superior” (SILVA, 2002, pp. 122,123). Nesta ocasião, Melquisedeque, que também adorava ao Deus de Abraão, declarou que o Deus Altíssimo é o possuidor dos céus e da terra, e que foi Ele quem entregou os adversários nas mãos de Abraão (Gn 14.19).

2.3 Abraão dá o dízimo a Melquisedeque (Gn 14.20). Diz o texto que Abraão deu o dízimo à Mequisedeque; com tal atitude, Abraão reconheceu o status sacerdotal de Melquisedeque, destacando a sua superioridade. A menção do dízimo nesse episódio, também nos mostra que se tratava de uma instituição mais antiga que a da legislação mosaica do Antigo Testamento. Não menos importante é que essa passagem mostra que o sacerdócio de Melquisedeque era maior do que o sacerdócio de Arão e dos levitas porque (figuradamente) este último sacerdócio oferecia dízimos a Deus através do primeiro sacerdócio ou de Melquisedeque na pessoa de Abraão. Deste modo o menor, isto é, os levitas, é abençoado pelo superior, isto é, Melquisedeque. As implicações todas têm a intenção de demonstrar a superioridade e eternidade do sacerdócio deste último, que funcionou como sacerdote quando abençoou Abraão e (figuradamente) Arão e os levitas (Hb 7.4-10).

2.4 Abraão teve de escolher entre dois reis que representavam dois estilos de vida opostos. Sodoma era uma cidade perversa (Gn 13.13; Ez 16.49, 50), e Bera representava o domínio desse sistema tão atraente à carne (Ef 2.1-3). O nome Bera quer dizer “dádiva”, sugerindo que o mundo tenta comprar nossa fidelidade. Sodoma significa “queimando”, portanto, tenhamos cuidado ao escolher, pois, se alguém se inclinar para Bera, tudo o que há de mais importante em sua vida um dia arderá em chamas como aconteceu a Ló. Em termos legais, Abraão tinha todo o direito de se apropriar dos despojos, mas em termos morais, essas riquezas estavam fora de seus limites. Muitas coisas no mundo estão dentro da lei para os tribunais de justiça, mas são moralmente erradas para o povo de Deus.

III – MELQUISEDEQUE UMA FIGURA DE CRISTO
Tanto Hebreus 7 quanto o Salmo 110 associam Melquisedeque a Jesus Cristo o “Rei da paz” e “Rei da justiça”. Assim como ele foi no tempo de Abraão, Jesus Cristo é nosso Rei e Sacerdote no céu, permitindo que gozemos justiça e paz ao lhe servir (Is 32.17; Hb 12.11). O rei de Salém trouxe pão e vinho e abençoou Abraão. Trata-se da primeira menção acerca do pão e do vinho na Bíblia, o que retrata a futura obra de Cristo na cruz. Sem dúvida, podemos ver no pão e no vinho a lembrança da morte do Senhor por nós na cruz. O escritor da Epístola aos Hebreus declara que o sacerdócio de Melquisedeque era uma figura do sacerdócio de Cristo, como veremos a seguir:

3.1 Jesus e seu Sacerdócio superior. O escritor aos Hebreus a respeito do sacerdócio de Cristo diz: “chamado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 5.10). O que significa que Cristo é anterior e superior a Abraão, a Levi e aos sacerdotes do Antigo Pacto (Jo 8.56-58). Melquisedeque, como protótipo de Cristo, estava revestido de grande dignidade. Por isso, abençoou Abraão e recebeu dele o dízimo (Hb 7.1,2). Melquisedeque é superior a Abraão, pois recebeu dízimo até mesmo de Levi, representado figuradamente pelo patriarca (Hb 7.4-10). Melquisedeque era mais importante que Levi e seus descendentes, cujo sacerdócio era temporário (Hb 7.4-10). Mas, o sacerdócio de Cristo é eterno (Hb 7.3,17). A superioridade de Melquisedeque é vista no fato que ele apresenta uma ordem sumo acerdotal mais elevada que a do sacerdócio levítico, que era imperfeito (Hb 7.11-14). Cristo, tipificado no AT por Melquisedeque é o nosso sumo sacerdote santo, inocente, imaculado, perpétuo, separado dos pecadores e feito mais sublime que os céus (Hb 7.26-28).

3.2 Jesus e seu Sacerdócio eterno. Melquisedeque de acordo com o escritor aos Hebreus: “não possuía genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida” (Hb 7.3). Isso não significa necessariamente que Melquisedeque era Cristo, como afirmam alguns. A maioria dos sacerdotes herdavam suas funções e servia por um período limitado. O sacerdócio de Melquisedeque, contudo, era único no sentido de que, com respeito aos registros históricos, não lhe foi passado por herança e não teve início nem fim, sendo um tipo de Cristo não apenas em seu ofício, mas também em sua origem. Segundo Beacon (2006, p. 62): “As descrições sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, devem ser entendidas em referência à ordem do sacerdócio de Melquisedeque, não à sua pessoa física. Não havia registro da sua data de nascimento ou da sua morte. Neste sentido, ele foi feito semelhante ao Filho de Deus; sendo uma tipologia de Cristo que é eterno” (Jo 1.1; Hb 13.😎. Cristo, portanto, é rei da justiça e da paz no mais amplo sentido, e sacerdote “semelhante a” ou “da ordem de” Melquisedeque (Hb 7.15), isto é, sacerdote para sempre! (BRUCE, 2012, p. 1446).


CONCLUSÃO
Apesar da sua rápida aparição no cenário do Antigo Testamento, Melquisedeque demonstrou ser à semelhança de Abraão, um autêntico servo do Deus Altíssimo, tornando-se uma das figuras de Cristo e do seu sacerdócio.


Amém

Assembleia de Deus
Balsan ll

O SEGREDO PARA O CRESCIMENTO E A EXPANSÃO DA IGREJA: A EVANGELIZAÇÃOSegundo Horton, “a Igreja é uma comunidade formada p...
09/04/2026

O SEGREDO PARA O CRESCIMENTO E A EXPANSÃO DA IGREJA: A EVANGELIZAÇÃO

Segundo Horton, “a Igreja é uma comunidade formada por Cristo em benefício do mundo. Cristo entregou-se em favor da Igreja, e então a revestiu com o poder do dom do Espírito Santo a fim de que ela pudesse cumprir o plano e propósito de Deus”. Muitos itens podem ser incluídos tais como: a vangelização, a adoração, a edificação e a responsabilidade social. Mas, em se tratando especificamente da evangelização, há cinco textos onde o Senhor Jesus comissiona seus discípulos para esta sublime tarefa, são eles: (Mt 28.18-20; Mc 16.15-20; Lc 24.46-49; Jo 20.21,22 e At 1.8). Esta missão que tem por objetivo proclamar o evangelho, seguida da mensagem de fé e arrependimento visando o homem em sua plenitude.

Ela representa a responsabilidade da Igreja em promover o reino de Deus em meio à sociedade. Como representante do reino nesse mundo, a Igreja deve utilizar todos os meios legítimos para expansão do reino de Deus.

1 A Igreja existe para evangelizar. Acerca de um dos propósitos pelo qual a igreja existe, afirmou o apóstolo Pedro: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.9). A Igreja tem diversas atribuições, no entanto, a mais excelente delas é a que justifica a sua presença aqui na terra: a sublime tarefa da evangelização. Segundo Horton (2006, p. 300), “na adoração, a Igreja volta-se para Deus; na edificação, atenta (corretamente) para si mesma; e, evangelização, a Igreja focaliza o mundo”.

2 A Igreja é ordenada a evangelizar. A palavra “ordenar” segundo o Aurélio significa: “mandar, decretar”. A tarefa de evangelizar é uma ordenação divina a todo discípulo de Cristo e não somente aos apóstolos (Mt 28.19; Mc 16.15). “A ordenança bíblica da proclamação do Evangelho em todo o mundo (Mt 28.19,20; Mc 16.15) sinaliza o seu caráter universal, ou seja, o direito que todos os povos têm de ouvi-lo de forma clara e consciente para crerem no Senhor Jesus Cristo, arrepender-se de seus pecados e ter a certeza da vida eterna” (GILBERTO, 2008, p. 418).

3 A Igreja se realiza evangelizando. Pedro não podia deixar de falar daquilo que tinha visto e ouvido, mesmo sofrendo afronta e açoites do Sinédrio (At 4.20; 5.40-42). Paulo tinha a evangelização como uma obra que lhe foi imposta (I Co 9.16). Ele se realizava em pregar o evangelho ainda que lhe custasse à vida (At 20.24). “O verdadeiro movimento pentecostal, missionário, ora pelas missões; contribui para as missões; promove as missões! É um movimento que vai ao campo missionário. A igreja que não evangeliza, muito breve deixará de ser evangélica” (ibidem, 2008, p. 184).

4 A Igreja só pode continuar a existir se evangelizar. Como a Igreja poderá crescer em número senão evangelizar? Sua existência depende da prática da evangelização, do contrário não irá perdurar. No livro dos Atos dos apóstolos, percebemos claramente os apóstolos inflamados pelo poder pentecostal, pregando o evangelho e o pequeno grupo de quase cento e vinte discípulos aumentando de forma extraordinária. Na primeira pregação do apóstolo Pedro, por ocasião do Pentecostes, quase três mil almas se decidiram por Cristo (At 2.41). Já na segunda mensagem mais de cinco mil pessoas se converteram (At 4.4). O relato de Lucas disse que a igreja tinha um crescimento extraordinário, porque o evangelismo se tornara uma prática constante
(At 5.14,42).

MAIS QUE CULTURA, UMA OBRIGAÇÃO.

06/04/2026

Crianças, ficaremos com saudades de vcs

06/04/2026

Preletor
Fabio Geraldo

GN 22 Abraão e o Sacrificio de Isaque

06/04/2026

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