25/02/2026
Nós vivemos em uma geração obcecada por sucesso.
Queremos que nossos filhos sejam felizes, realizados, prósperos, reconhecidos.
Mas a pergunta é: felizes segundo quem? Bem-sucedidos segundo qual padrão?
Porque se eles conquistarem o mundo inteiro, mas não aprenderem a amar a Deus, nós falhamos no que era essencial.
O maior investimento que um pai, uma mãe ou uma igreja pode fazer não é em cursos, viagens ou experiências
é em formar coração.
Crianças precisam de referência, precisam ver, dentro de casa, alguém que ora, alguém que pede perdão, alguém que depende de Deus de verdade.
Intimidade com Deus não se ensina só com discurso.
Se ensina com prática.
É quando o filho vê os pais abrindo a Bíblia.
É quando percebe que as decisões da casa são guiadas por princípios, não por conveniência.
É quando entende que Cristo não é assunto de domingo, é estilo de vida.
Se queremos filhos parecidos com Cristo, precisamos ser pais parecidos com Cristo.
Se queremos uma geração que ame a presença de Deus, precisamos amar primeiro.