05/03/2026
POR QUE TANTAS GUERRAS???
Para mestre Ramatís, a Terra é considerada um planeta-escola e um hospital-presídio devido ao atual estágio de egoísmo, desamor e falta de empatia preponderantes na humanidade.
A ideia central é que o planeta serve como um local de "exílio" para a reeducação de almas que ainda não conseguem vibrar em planetas mais sutis e amorosos.
A densidade da matéria e as experiências de sofrimento físico ainda funcionam como freios para o orgulho e o egoísmo. As dificuldades da vida terrena são as "grades" que forçam o espírito a refletir sobre suas ações passadas, quanto a dor e o sofrimento que ele causou aos outros.
Todavia, o esquecimento do passado e a transitoriedade do corpo físico servem para que o espírito não se perca em suas memórias traumáticas ou na arrogância de suas capacidades anteriores, permitindo um novo começo através de novas experiências, reação de suas próprias ações, reações de retorno pedagógicas para corrigir o egoísmo.
Espíritos que cometeram deslizes graves em existência anterior renascem para expiar em si o sofrimento que causaram a coletividade, não como punição, mas como pedagogia de educação da consciência.
Ramatís enfatiza que a Terra está deixando de ser esse "presídio" para se tornar um mundo de Regeneração, onde apenas aqueles que aprenderam as lições de fraternidade, de empatia e amor poderão permanecer. Por isto, neste momento há um visível recrudescimento de conflitos e guerras no planeta, uma aceleração do processo natural expiatório, abrindo caminho rumo a regeneração coletiva.
Concluindo, na visão de mestre Ramatís, a Terra é um "presídio" porque limita a liberdade dos espíritos de acesso aos mundos superiores em favor da correção coletiva a ser vivenciada no planeta - uma "escola" porque cada experiência vivida é uma ferramenta pedagógica para tomada de consciência sobre a responsabilidade sobre os próprios atos, expiando em si o sofrimento causado ao outro. E mestre Ramatís nos lembra que ninguém morre e tudo são justas experiências educativas para o amadurecimento anímico consciencial.