Comunidade Santo Expedito - Ubatuba, SP

Comunidade Santo Expedito - Ubatuba, SP Página da Comunidade Santo Expedito, em Ubatuba - São Paulo.

MISSAS E CELEBRAÇÕES - Quartas e sábados, 19:30h
Grupo de Oração São Lucas - Segunda-feira, 19:30h
Terço dos Homens - Sexta-feira, 19:30h
1° Quinta feira Adoração ao Santíssimo

15/09/2022
14/09/2022 - Nossa comunidade esteve presente na missa da Festa da Exaltação da Santa Cruz, padroeira de nossa paróquia!
15/09/2022

14/09/2022 - Nossa comunidade esteve presente na missa da Festa da Exaltação da Santa Cruz, padroeira de nossa paróquia!

15/09/2022
10/09/2022 às 19:30 - 24º Domingo do Tempo ComumVenha celebrar o Dia do Senhor com a comunidade Santo Expedito!
10/09/2022

10/09/2022 às 19:30 - 24º Domingo do Tempo Comum
Venha celebrar o Dia do Senhor com a comunidade Santo Expedito!

07/09/2022 às 19:30 - Quarta-feira da 23º Semana do Tempo Comum.Venha celebrar com a comunidade Santo Expedito!
07/09/2022

07/09/2022 às 19:30 - Quarta-feira da 23º Semana do Tempo Comum.
Venha celebrar com a comunidade Santo Expedito!

03/09/2022 às 19:30 - 23º Domingo do Tempo ComumVenha celebrar o Dia do Senhor com a comunidade Santo Expedito!
03/09/2022

03/09/2022 às 19:30 - 23º Domingo do Tempo Comum
Venha celebrar o Dia do Senhor com a comunidade Santo Expedito!

Símbolos litúrgicosAs gotas de água no vinhoUm gesto simples e quase despercebido foi mantido no Ordinário da Missa. Ao ...
16/05/2022

Símbolos litúrgicos

As gotas de água no vinho

Um gesto simples e quase despercebido foi mantido no Ordinário da Missa. Ao preparar as oferendas, o sacerdote (ou diácono) deposita um pouco de água no cálice com vinho.
Sabemos que os hebreus usavam vinho misturado com água na celebração da Páscoa. Consciente de que Cristo na Última Ceia também usou vinho misturado, os cristãos faziam o mesmo na Celebração Eucarística. E muito cedo os Santos Padres, sobretudo São Cipriano, começaram a dar um significado a esta mistura de água no vinho. Reagindo contra aqueles que celebravam a Eucaristia com pão e água, diz São Cipriano que se deve colocar ao menos um pouco de vinho na água. Se houver só água sem vinho, diz o santo, nós estamos sozinhos sem Cristo. O que não é possível. E se houver só vinho sem água, Cristo está sozinho sem nós. De que nos adianta isso ?, pergunta São Cipriano. Com isso ele quer dizer que a Eucaristia é o sacrifício de Cristo e da Igreja, isto é, do Corpo Místico de Cristo.
Ele então procura ilustrar sua doutrina pela Sagrada Escritura. O vinho lembra a redenção pelo sangue e de modo particular a Paixão de Cristo, ao passo que a água trás a mente o povo de Deus salvo das águas e o povo de Deus nascido das águas do Batismo. Assim como as gotas de água colocadas no vinho somem totalmente, são assumidas pelo vinho, no Sacrifício da Missa nós devemos entrar em Cristo, identificar-nos com Ele, fazer-nos um com Ele.
Nas oferendas da Missa encontramos um duplo simbolismo. Por um lado, o pão e o vinho significam a vida, a existência do homem unida a Cristo. Agora, o vinho significa Cristo e a água o cristão que se oferece juntamente com Cristo. Gesto singelo mas tão significativo ! O que importa não é o sinal em si, mas o que ele significa; o que importa é a nossa atitude unida à de Cristo.
A partir desta ação do sacerdote (ou diácono) poderemos valorizar o momento da preparação das oferendas para dispor o nosso coração a participar melhor do Sacrifício Eucarístico, tornando-o também nosso sacrifício.
Água é símbolo de vida em geral e da nova vida adquirida pela fé e pelo Batismo em particular. O povo sacerdotal nascido das águas do Batismo manifesta sua presença na Eucaristia pelas gotas de água colocadas no cálice com vinho.

Frei Alberto Beckhäuser, ofm

Símbolos litúrgicosA velaO uso litúrgico da vela é muito frequente, tornando-se por isso um símbolo bastante presente na...
13/05/2022

Símbolos litúrgicos

A vela
O uso litúrgico da vela é muito frequente, tornando-se por isso um símbolo bastante presente na vida cristã. Assim, a apresentação do Senhor no templo é uma festa muito significativa entre nós. É chamada também Festa da Purificação de Nossa Senhora, ou Festa de Nossa Senhora das Candeias, isto é, das velas. Isto porque nesse dia são abençoadas as velas para a procissão, velas que depois são levadas devotamente para casa pelos fiéis. Celebra-se a festa quarenta dias depois do Natal, pois, segundo o Evangelho, neste dia, Maria e José apresentam o menino Jesus no templo por ser o primogênito e o resgataram pelo resgate dos pobres, ou seja, um par de rolas.
Esta festa quer antes de tudo comemorar e reviver o mistério da manifestação de Jesus Cristo no templo, proclamado pelo velho Simeão como luz dos povos. Cristo se manifesta como a Luz. Por isso, a procissão das velas e o símbolo da vela de onde surgiu também o nome de Festa de Nossa Senhora das Candeias.
A vela, símbolo da luz e da consagração, acompanha o cristão em sua caminhada por este mundo até chegar ao reino da luz. No Batismo ela significou a fé, a nova vida em Cristo, o Cristo que somos chamados a testemunhar. Na Primeira Comunhão assumimos o significado da vela, professando pessoalmente nossa fé. Usamos a vela acesa quando anualmente renovamos nossas promessas do Batismo na Vigília de Páscoa. Está presente em quase todas as celebrações litúrgicas; de modo especial na Celebração Eucarística. Na profissão religiosa ela quer significar a dedicação total a Deus e aos homens na vida da perfeita caridade. Acendemo-lá em expressão de consagração ou agradecimento nos santuários. A vela está presente em nossos encontros na intimidade, como na Ceia de Natal.
Enfim, muitos se preocupam em colocar a vela acesa na mão do moribundo. Pode ser um gesto de profundo significado de fé e esperança no Cristo, luz eterna dos que morrem no Senhor e de consagração de toda a vida a Deus. Infelizmente o gesto muitas vezes não passa de pura superstição, como se fosse o auxilio espiritual mais importante na hora da morte.
A festa da Apresentação de Jesus no templo nos lembra que também nós nos devemos tornar templo de Deus, acolhendo Cristo em nossa vida. Depois da vinda de Cristo que armou sua tenda entre os homens, aboliram-se os templos de pedra para surgirem por toda a terra os templos vivos. Como Cristo foi acolhido e exaltado no templo, a Liturgia desta festa ensina aos homens o acolhimento que devem prestar ao Salvador e à sua Mãe, quando canta: "Adorna, Sião, a tua câmara nupcial ! Acolhe a Cristo teu Rei ! Corre a Maria ! Ela é a porta do Céu, porque nos braços tem o Rei da Glória, a Luz nova, gerada antes da aurora".

Frei Alberto Beckhäuser, ofm

Símbolos LitúrgicosO AltarO altar constitui, sem dúvida, o centro de uma igreja católica.É de tal importância que em ger...
12/05/2022

Símbolos Litúrgicos
O Altar
O altar constitui, sem dúvida, o centro de uma igreja católica.
É de tal importância que em geral é consagrado e fixo.
O que representa o altar ?
É um elemento bastante comum na expressão cultual dos povos. É antes de tudo o lugar do sacrifício. Pode significar ainda o centro do mundo, o lugar de encontro com a divindade. Aparece ainda como símbolo da totalidade, da pureza virginal. Por isso, era geralmente de pedra natural. Pode expressar ainda o centro de unidade.
No Novo Testamento o altar é antes de tudo a Mesa Sagrada da Ceia do Senhor, intimamente ligada ao Sacrifício da Cruz. O sacrifício cristão é um sacrifício espiritual de ação de graças com Cristo, em que oferecemos o nosso coração, reconhecendo a Deus como nosso Criador e Senhor. O altar cristão é essencialmente a Mesa do Sacrifício, realizado em forma de Ceia eucarística. É, pois, o lugar em que se torna presente o sacrifício da Cruz, sob os sinais sacramentais para que dele participemos; é igualmente a mesa do Senhor a cuja participação o povo de Deus é convidado; é ainda o centro da ação de graças que se realiza pela Eucaristia através do sacerdote ministerial.
Sendo assim, o altar tornou-se símbolo do próprio Cristo. Aí Ele se torna presente na atitude sacrifical da Cruz; aí Ele se torna presente como pão vivo descido dos céus. Como a cruz, também cada altar cristão torna-se centro do mundo, pois Cristo é a pedra rejeitada pelos construtores, mas que se tornou pedra angular. Em torno do altar cristão, pela ação de graças que evoca o sacrifício da Cruz, realiza-se o encontro com a divindade, com Cristo-Deus e, através dele, com o Pai. Cristo constitui totalidade, reunindo todos os povos na unidade em torno do sacrifício de reconciliação. Ele faz com que todos os homens possam recuperar a integridade original. E desta forma o altar -- Cristo -- torna-se o centro da unidade na comunhão fraterna.
O altar, sendo símbolo de Cristo, é também símbolo do cristão. O altar consagrado significa o coração de cada pessoa no qual arde o sacrifício do amor a Deus qual chama eterna. Santo Ambrósio considerava as virgens consagradas como altares do Deus altíssimo.
Por tudo isso, o altar cristão merece profunda reverência. Nunca será uma mesa qualquer. Numa igreja maior aconselha-se um altar fixo e consagrado que não se transporte de cá pra lá. Veneramo-lo por inclinações de respeito; o sacerdote o venera ainda pelo ósculo no início e no fim da Missa e nas celebrações mais solenes pela incensação. A reverência ao altar dirige-se realmente a Cristo, por uma profunda inclinação. Tudo depende da maneira como nós o fazemos e do sentido que damos. Em todo caso, o altar no centro do templo cristão evoca de uma maneira toda particular a presença de Deus.
Frei Alberto Beckhäuser, ofm

Endereço

Ubatuba, SP
11680-000

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Quarta-feira 19:30 - 21:00
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