30/12/2020
𝑆𝑜𝑏𝑟𝑒 𝑎 𝑐𝑢𝑙𝑝𝑎...
É um sentimento, portanto, é inevitável não sentí-la em algum momento da sua vida.
Ela também pode vir acompanhada com o sentimento de frustração e até mesmo de medo, ao quais podemos ficar presos(as) por dias, meses ou até anos. Essa prisão pode ficar desapercebida em atitudes de autosabotagem, negligência e até desamparo.
A culpa varia de intensidade e causa, muitas vezes quando ela é direcionada a nós mesmos pode se tornar mais impercetível ainda. Muitos se culpam e não notam que essa é a causa de maior perturbação naquele momento de angústia.
Devemos ter consciência da nossa culpa, entedermos sua origem, sua causa, se ela condiz com a realidade. Diante o autoconhecimento não é possível alterar o sentimento, a culpa não desaparece como cinzas na água, é apenas o primeiro passo de mudança. Seu controle está nas suas atitudes, no seu próprio agir, falar e até mesmo no pensar. Portanto, se entregar a lamentação e murmúria sem qualquer tipo de intenção de transformação é inútil. Devemos enfrentar o sofrimento que persiste, não se entregar a ele.
Que a culpa seja como a corda de um arco que impulsiona a flecha para alcançar seu alvo. A flecha é você, o arqueiro é Cristo e o alvo é o seu propósito. A flecha precisa ser levemente impulsionada para traz pelo arqueiro, para assim, ter impulso (capacidade) de chegar até seu alvo.
Não permita que a culpa te paralise, te incapacite ou te distancie do comando do arqueiro e do seu alvo.