Ylê Asé Ory osú odé

Ylê Asé Ory osú odé Zeladora Solange de Odé

16/06/2024
06/06/2019
Saída da ajoyê de Osossi e yawo de Oyá.Dia 02/06/2019
06/06/2019

Saída da ajoyê de Osossi e yawo de Oyá.
Dia 02/06/2019

12/04/2019

INFORMATIVO: LEGBA é um vodum MASCULINO, guardião da família dos voduns KAVIUNOS. LEGBA é um vodum muito importante nas casas de DJEDJE.
BARA é muito importante na iniciação do VODUNCI; lembrando-se que cada vodun, orixá.... tem seu BARA que é masculino, mesmo sendo guardião de vodum MERÈ ou YAGBA. Oxum, Oya....etc.
Observação: Divindades como Maria Mulambo, Maria Padilha, Tranca Ruas, Caveira etc, não vem como escravo de Orixá, muito menos de VODUN, devemos o respeito a essas entidades que, são entidades que incorporam para trabalhos e caridades. Entidades pertencentes à UMBANDA, que é uma religião Brasileira.

A SINGULARIDADE DA MULHER DE ASÉMulher de asé é grande, é distinta, é ímpar, é sedutora. A mulher de asé faz parte de um...
08/03/2019

A SINGULARIDADE DA MULHER DE ASÉ

Mulher de asé é grande, é distinta, é ímpar, é sedutora. A mulher de asé faz parte de uma história de luta e de conquista, uma história rica em personagens que gritam à verdade, à liberdade do íntimo de cada uma delas. Não há mulher maior do que qualquer uma, tal como não existe algum ser maior que qualquer mulher. Se há justiça no mundo, ela se deve a todas as mulheres que do nada construíram o tudo.

O coração das mulher de asé é diferente de qualquer outro que habita uma egbé. E é por isso que hoje conhecemos a parte positiva do candomblé, tal como ele é. Em relação à parte negativa, ela está ainda em desconstrução, mas podemos ter certeza de uma coisa: o candomblé vai ficar ainda melhor, sim!!! Porque as mulheres de asé são a janela para a bondade, elas são palavra, elas são canção.

A gente deveria agradecer a Deus e os Orisás a dádiva que Eles nos deram: a mulher. Abaixo dos nossos Orisás, não a nada que brilhe mais em uma sala de candomblé do que as mulheres. Não há algo que respire mais amor, mais verdade. A mulher de asé, é singular sob todos os pontos de vista.

Obrigado, mulheres, yiabas, humanas e divinas, por serem tão especiais!

Motumba

04/03/2019

Se ninguém tem coragem de falar,eu falo.

Porque não vesti preto no candomblé:

Vou deixar aqui porque não pode usar cor preta no candomblé,bando de sem noção, principalmente ogans que exigem respeito e se dizem que é postura,como não se bastasse usar preto aí ainda sobem no atabaque com nariz entupido de farinha ....

Se uma pessoa que chega à porta de um candomblé vestida de preto, era sempre repudiada.
Por aquela comunidade, e pede-se para a pessoa se retirar. Quando a pessoa se negava a sair era entendido como um afronta a Oxalá Pai de todas as cabeças por antecipação.
Vestir preto em uma saída de Iyawo é mesma coisa que dizer que o dono casa não sabe fazer o que esta fazendo.
Vestir preto em uma festa de 7 anos é a mesma coisa que dizer; não estou de acordo com esse titulo (oye).
Vestir preto em um funeral é desejar que aquela alma não tenham paz pela eternidade…
Vestir preto em um Ikomojade( ritual de escolha do nome da criança, no culto de Ifá) é desejar má sorte para criança.
Vestir vermelho é dizer em alto e bom som!!! Não tenho medo das mães feiticeiras, por isso uso sua cor.
No itan de Bábà Ofuru, onde conta se que ele foi praguejado por Iya mim, e é por isso que entre uma saia branca e outra é obrigado a usar uma faixa preta de tecido.
Para lembra lo de sua vergonha!!!!
Igual a Sango que usa uma conta branca no pescoço para lembra ló de um desrespeito a Oxalá!
A cor negra é pertencente ao orixá Ikú ( a morte ), e usar preto no culto do Candomblé é a reverencia a Ikú e ao intimo culto das Yá - mi, podendo atrair essas manifestações para o tal, ocorrendo fatalidades e desavenças se não bem trabalhada, por isso o Luto dentro do Candomblé não é o Preto, e sim, O Branco.
Na Nigéria o negro não é tabu, apenas os filhos de Obatalá e Odudua (por ele ser Albino) não podem usar, e raro você ver sacerdotes todos de branco mesmo em grandes rituais, não usam uma roupa toda preta pelo fato de preferirem os estampados mais há muitas roupas estampadas com o preto como cor predominante.
É a demais tanto na Nigéria como no Brasil o culto a Orixá sofreu uma enorme influência das culturas Judaico-cristã e do Islamismo, a religião Cristã e judaica criada e composta por brancos Racistas e preconceituosos sobre a cultura Africana instituíram há muito tempo que os negros são amaldiçoados por Deus é por isso são pretos sujos, dignos de pena por sua infelicidade eterna!!
Em muitas culturas ditas como Pagãs e justamente o contrario, o Negro por ser a ausência total de cor é puro é o branco por ser formado pela junção de todas as cores e impuro (exemplo na Maçonaria que tem como base a religião Cristã usam preto).

Nascemos para o candomblé vestindo branco e vamos morrer e seremos sepultados usando branco.

Ò dábò!

Texto copiado do Facebook... sem mais!

19/11/2018

Orixa Iku é o único que incorpora em todos humanos. A morte sobre o ponto de vista do candomblé.

Diziam os mais velhos que Olodumare, o Deus maior, determinou que Obatalá criasse os homens para que eles povoassem o Ayê – esse nosso mundo visível. Não foi em um ato de misericórdia ou amor que o Deus determinou que o ser humano fosse criado; Olodumare fez isso em um momento de vaidade, do qual em algumas ocasiões arrependeu-se amargamente.

Obatalá, para criar os homens, os moldou a partir de um barro primordial; para isso pediu a autorização de Nanã, a venerável Orixá que tomava conta daquele barro. Os seres humanos, depois de moldados, recebiam o emi – sopro da vida – e vinham para a terra; aqui viviam, amavam, geravam novos homens, plantavam, colhiam, se divertiam e cultuavam as divindades.

Aconteceu, porém, que o barro do qual Obatalá moldava os homens foi acabando. Em breve não haveria a matéria primordial para que novos seres humanos fossem feitos. Os casais não poderiam ter filhos e a terra mergulharia na tristeza trazida pela esterilidade. A questão foi levada a Olodumare.

Ciente do dilema da criação, Olodumare convocou os Orixás para que eles apresentassem uma alternativa para o caso. Como ninguém pensasse uma solução, e diante do risco da interrupção do processo de criação dos homens, Olodumare determinou que se estabelecesse um ciclo. Depois de certo tempo vivendo no Ayê, os homens deveriam ser desfeitos, retornando à matéria original, para que novos homens podessem, com parte da matéria restituída, ser moldados.

Resolvido o dilema, restava saber de quem seria a função de tirar dos homens o sopro da vida e conduzi-los de volta ao todo primordial – tarefa necessária para que outros homens viessem ao mundo.

Obatalá esquivou-se da tarefa. Vários outros Orixás argumentaram que seria extremamente difícil reconduzir os homens ao barro original, privando-os do convívio com a família, os amigos e a comunidade. Foi então que Iku, até então calado, ofereceu-se para cumprir o designo do Deus maior. Olodumare abençoou Iku. A partir daquele momento, com a aquiescência de Olodumare, Iku tornava-se imprescindível para que se mantivesse o ciclo da criação.

Festa de Dona Maria mulambo.  Td perfeito.
12/11/2018

Festa de Dona Maria mulambo. Td perfeito.

03/11/2018

hoje nós agradecemos
a quem veio antes
e abriu caminho
deixou herança
deixou história
deixou amor
e que, no seu tempo,
já viajou

hoje nós agradecemos
ao sopro do ancestral que nos fundou
aos que nos deram tudo
absolutamente tudo que temos

hoje nós agradecemos
pois embora ainda não saibamos
para onde ainda iremos
temos certeza
temos orgulho
e temos honra
de saber de onde viemos

Viva a ancestralidade, fio condutor da vida, da cultura, da fé e do amor que nunca seca.
Oriki Egungun

Ikú ayé, a kí ì bo òrun!
Mo júbà re Éégun mònrìwò.
Hei! Hei! Hei! Bàbá l’èsè awo ìfé.
Ikú l’onon, Ikú l’èhin,
Ikú ó, Ikú o!

18/05/2018

Gboitá de Bessen

Ritual realizado em cada início do ano que envolve todos os demais Voduns. Cada um recebendo suas oferendas em seus Atisás (árvore sagrada com assentamentos ).Árvore de força, local de morada de diversos voduns, e considerada um importante àtinsá vodun, chamada pelos Jeje akikon’tin é a cajazeira. Aos seus pés são reverenciados os voduns Gun, Fá e Azanadò (Bessén).
Seu presente,o Gboitá é carregado por Gun seguido dos demais Voduns e depois posto aos seus pés . É uma cerimônia emocionante no qual tive o prazer de presenciar.


Meu amado Jeje 🐍

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Ritual realizado em cada início do ano que envolve todos os demais Voduns. Cada um recebendo suas oferendas em seus Atisás (árvore sagrada com assentamentos ).Árvore de força, local de morada de diversos voduns, e considerada um importante àtinsá vodun, chamada pelos Jeje akikon’tin é a cajazeira. Aos seus pés são reverenciados os voduns Gun, Fá e Azanadò (Bessén).
Seu presente,o Gboitá é carregado por Gun seguido dos demais Voduns e depois posto aos seus pés . É uma cerimônia emocionante no qual tive o prazer de presenciar.



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EStrada Do Otaviano 427 Fundos
Turiaçu, RJ
21540-010

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