Quem somos
Nossas origens
A Igreja Presbiteriana do Brasil faz parte da comunidade cristã que, desde os dias apostólicos, tem reconhecido Jesus como seu Salvador e Senhor. Ao longo dos séculos, houve desvios da fé, mas, em alguns pontos da História, movimentos de reforma e avivamento foram usados por Deus para restaurar o seu povo e fazer com que a mensagem do evangelho chegasse até nós. Historic
amente, a IPB pertence à família das igrejas reformadas ao redor do mundo, cujas origens mais remotas encontram-se nas reformas protestantes suíça e escocesa, no século 16, lideradas por homens como Ulrico Zuínglio, João Calvino e João Knox. No Brasil, surgiu em 1859, como fruto do trabalho missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos através de Ashbel Green Simonton. Nossas crenças
A Igreja Presbiteriana é herdeira da Reforma religiosa do Século 16, que foi uma volta às Escrituras Sagradas, esquecidas e desrespeitadas por muitos. Sustentamos as doutrinas características de todos os cristãos, incluindo a Trindade; a verdadeira Deidade e verdadeira Humanidade de Jesus Cristo; a necessidade do sacrifício de Jesus para a expiação dos pecados; a Igreja como uma instituição divinamente estabelecida; a inspiração da Bíblia; a exigência para que os cristãos tenham uma vida com ética e justiça; e a ressureição do corpo. Outras doutrinas bíblicas que sustentamos nos definem mais especificamente como cristãos reformados. Essas doutrinas são, por exemplo, a salvação exclusivamente por meio de Cristo; a justificação somente pela graça e mediante a fé (não conseguimos cumprir a Lei de Deus); a necessidade do arrependimento e do novo nascimento; a responsabilidade de a igreja anunciar o evangelho aos que não o reconhecem; e o retorno pessoal e visível de Jesus Cristo no final dos tempos. As doutrinas bíblicas, como as entendemos, estão expostas em nossos Símbolos de Fé: a Confissão de Fé, o Catecismo Maior e o Breve Catecismo de Westminster, a Confissão Belga e o Catecismo de Heidelberg. Entre as suas ênfases estão: a soberania de Deus, a eleição divina, a centralidade da Palavra e dos sacramentos, o conceito do pacto, a validade permanente da lei moral e a associação entre a piedade e o cultivo intelectual. A doutrina bíblica que mais nos caracteriza é a da Soberania de Deus. Segundo Ele mesmo revela nas Escrituras, Deus domina sobre todas as coisas. Ele é a verdade e a sua vontade é lei para todos em todas as áreas da vida. Devemos agradá-lo com o culto que lhe prestamos reunidos, mas também devemos adorá-lo com o nosso trabalho e as atividades de todo o dia. Nossa Organização
Nós nos reunimos em comunidades locais, como a Bíblia nos ensina a fazer. Conforme o modelo do Novo Testamento, cada igreja local é dirigida pelo Conselho, um grupo de presbíteros que tem a responsabilidade de pastorear a comunidade (Atos 20.17-28; 1 Pedro 5.1-4). Os presbíteros que se dedicam a ensinar as Escrituras ao povo recebem também o nome de pastores-mestres (Efésios 4.11), presbíteros docentes (1 Timóteo 5.17) ou ministro da Palavra (1 Timóteo 4.6). Como se conclui desses textos bíblicos, é responsabilidade de todos os presbíteros pastorear e supervisionar a comunidade, isto é, cuidar dela, vem daí o nome da Igreja Presbiteriana. A Igreja Presbiteriana do Brasil é a federação de igrejas presbiterianas locais espalhadas em nosso país. Nossas Reuniões
O culto presbiteriano caracteriza-se por sua ênfase teocêntrica (a centralidade do Deus triúno), simplicidade, reverência, hinódia com conteúdo bíblico e pregação expositiva. Quando se diz que o culto reformado é solene e respeitoso, não se implica com isso que deva ser rígido e sem vida. O verdadeiro culto a Deus é também fervoroso e alegre. A vida das igrejas presbiterianas brasileiras não se restringe ao culto, por importante que seja. Essas igrejas também valorizam a educação cristã dos seus adeptos através da Escola Dominical e outros meios; congregam os seus membros em diferentes agremiações internas para comunhão e trabalho; têm a consciência de possuir uma missão dada por Deus, a ser cumprida através da evangelização e do testemunho cristão. Muitas igrejas locais se dedicam a outras atividades em favor da comunidade mais ampla, como a manutenção de escolas, creches, orfanatos, ambulatórios e outras iniciativas de promoção humana. Cada igreja possui um grupo de oficiais, os diáconos, cuja função primordial é o exercício da misericórdia cristã. O presbiterianismo tem uma visão abrangente da vida, entendendo que o evangelho de Cristo tem implicações para todas as áreas da sociedade e da cultura. Nossos Objetivos
Cada comunidade local que faz parte da federação presbiteriana tem como objetivo maior glorificar ao Senhor, reunindo-se para adorá-Lo e promovendo a educação cristã, que vai alcançar descrentes e ajudar no desenvolvimento dos convertidos. Assim, os crentes poderão viver do modo que agrada a Deus e anunciar o evangelho de Jesus aos que não o conhecem. Em Tupã
As origens do trabalho presbiteriano em Tupã remontam a 04/04/1944, quando foi realizado o primeiro culto, na rua Tabajaras, nº 1131, então residência do irmão Olintho Bizarro Teixeira. O Reverendo Boanerges Ribeiro, à época, na Igreja Presbiteriana de Marília assumiu o campo como pastor visitante.
À partir daí, a Igreja Cristã Presbiteriana, como era chamada, passou a reunir-se semanalmente na residência do irmão Olintho, realizando a Escola Bíblica Dominical. Com o crescimento do rebanho, os trabalhos foram progredindo a ponto de adquirirem o terreno, na rua Paiaquás, nº 734, onde foi construído um modesto templo para sediar a Congregação Presbiterial de Tupã, sob jurisdição da Igreja Presbiteriana de Marília e do Presbitério de Bauru. Passados alguns anos, a Comissão Executiva nomeada pelo Presbitério de Bauru elevou a pequena Congregação à Igreja. Em 25/09/1949, foi organizada oficialmente a Igreja Presbiteriana de Tupã, tendo por seu pastor o Reverendo Nathanael Emmerich. Atualmente, o Conselho da IPB de Tupã, tem a missão, juntamente com diáconos e membros, de continuar o trabalho presbiteriano na cidade de Tupã, escrevendo novos capítulos nessa história de trabalho, dedicação, superação e, especialmente, fé no único Deus, o motivo de todas as coisas.