Mães que oram Paróquia São Sebastião - Três Rios - RJ

Mães que oram Paróquia São Sebastião - Três Rios - RJ Grupo de Mães unidas em oração

11/08 - Mulheres da Bíblia - RebecaA história bíblica de Rebeca presente nos capítulos 24 a 27 do livro de Gênesis, reve...
15/08/2026

11/08 - Mulheres da Bíblia - Rebeca

A história bíblica de Rebeca presente nos capítulos 24 a 27 do livro de Gênesis, revela uma personagem marcada pela coragem, pela fé e também pelas consequências de suas escolhas.
Sua história, ao mesmo tempo inspiradora e desafiadora, permite refletir sobre valores familiares, confiança em Deus e responsabilidade diante das decisões humanas.

Rebeca surge na história quando Abraão envia seu servo de confiança para buscar uma esposa para Isaac. O encontro acontece junto ao poço, onde ela demonstra generosidade ao oferecer água ao viajante e aos seus camelos, e é interpretado como sinal da providência divina. A partir desse gesto, Rebeca é escolhida para se tornar esposa de Isaac e, com coragem, aceita deixar sua terra e família para iniciar uma nova vida. Esse decisão evidencia sua disposição em confiar nos planos de Deus, mesmo diante da incerteza.

Entretanto, sua vida não se resume apenas a atos de fé e coragem. Após enfrentar a esterilidade, Rebeca recebe de Deus a bênção da maternidade e concebe gêmeos: Esaú primogênito e Jacó filho mais novo.
Durante a gestação, sente grande agitação e recebe uma e revelação de Deus que em seu ventre sairia duas nações e que o maior serviria ao menor, antecipando o papel de Jacó na continuidade da promessa divina.

Contudo, ao tentar conduzir os acontecimentos por meios próprios, favorece Jacó para que receba a bênção de Isaac, provocando rivalidade entre os irmãos. Esse acontecimento mostra que até pessoas de fé podem agir de forma precipitada, trazendo dor e divisão à família.

A história de Rebeca, é um convite à reflexão sobre a vida contemporânea, pois nos ensina que nenhuma família é perfeita e que todos enfrentam desafios, esperas e conflitos. Mais do que isso, sua trajetória mostra que a confiança verdadeira em Deus exige paciência, discernimento e entrega, sem recorrer a meios que causem injustiça ou sofrimento.

Assim, Rebeca permanece como exemplo de fé e humanidade, lembrando-nos de que nossas escolhas têm impacto direto na vida daqueles que amamos.



04/08 - No Evangelho Mt 7, 24-27, Jesus nos ensina por meio da parábola a seguir onde devemos construir a nossa fé verda...
05/08/2026

04/08 - No Evangelho Mt 7, 24-27, Jesus nos ensina por meio da parábola a seguir onde devemos construir a nossa fé verdadeira.

O “HOMEM PRUDENTE”: constrói sua casa sobre a rocha: quando chegam as chuvas, os ventos e as tempestades, ela permanece firme.

Já o “ HOMEM INSENSATO”: constrói sua casa sobre a areia: diante das dificuldades, sua casa desmorona.

Onde a ROCHA: é quem ouve as palavras de Jesus e as pratica, construindo uma base firme e resiste às tempestades e dificuldades da vida.

E a AREIA: é quem ouve os ensinamentos, mas não os pratica, vive sem obedecer à palavra e desmorona quando os problemas e provações chegam.

A imagem da casa construída sobre a rocha exige tempo, esforço, dedicação e perseverança. Da mesma forma, a vida espiritual não se constrói de um dia para o outro. É um trabalho diário de oração, confiança, renúncia e fidelidade. A rocha é o próprio Cristo, sua Palavra e seus ensinamentos. Quem fundamenta sua vida Nele encontra estabilidade mesmo em meio às maiores tempestades.

As tempestades mencionadas por Jesus fazem parte da experiência humana. São os momentos de sofrimento, as perdas, as doenças, as crises familiares, as dificuldades financeiras, as dúvidas e os medos que todos enfrentamos. A diferença não está em evitar as tempestades, mas em como permanecemos durante elas. Quem constrói sua vida sobre Cristo continua de pé porque sabe que sua esperança não depende das circunstâncias, mas da fidelidade de Deus.

A casa construída sobre a areia representa uma vida baseada apenas em aparências, emoções passageiras ou seguranças humanas. A areia pode parecer firme em dias tranquilos, mas não resiste quando as águas sobem. Assim acontece com uma fé sem raízes profundas: enquanto tudo vai bem, ela parece suficiente; porém, diante das provações, corre o risco de desmoronar.

Que possamos pedir ao Senhor a graça de não sermos apenas ouvintes da Palavra, mas verdadeiros praticantes, construindo nossa casa sobre a rocha sólida do Evangelho, para que nada nos afaste do amor de Deus.



14/07 - No Evangelho de Mateus 11,20-24, Jesus repreende as cidades de Corazim, Betsaida e Cafarnaum porque, mesmo tendo...
31/07/2026

14/07 - No Evangelho de Mateus 11,20-24, Jesus repreende as cidades de Corazim, Betsaida e Cafarnaum porque, mesmo tendo presenciado seus milagres e ouvido sua Palavra, não se converteram. Elas receberam inúmeras graças, mas não permitiram que o encontro com Cristo transformasse suas vidas.

Essa passagem nos ensina que Deus não deseja apenas que conheçamos sua Palavra, mas que a coloquemos em prática. Participar da Santa Missa, receber os sacramentos e viver na comunidade são grandes dons, mas tudo isso deve produzir frutos de amor, humildade, perdão e santidade. A verdadeira fé não se limita ao conhecimento; ela transforma o coração e as atitudes.

Essa meditação também nos alerta para o perigo de nos acostumarmos com as coisas de Deus. Quando a oração, a Eucaristia e a Palavra se tornam apenas uma rotina, corremos o risco de perder a sensibilidade à ação da graça. Deus continua falando e agindo em nossa vida, mas espera uma resposta livre e sincera.

Precisamos fazer um exame de consciência e examinarmos nossa caminhada de fé, pois mais do que receber as graças de Deus, somos chamados a acolhê-las e permitir que elas produzam uma verdadeira conversão. O maior milagre acontece quando o coração se abre para Deus e deixa que sua graça transforme toda a vida.

E tivemos também a comemoração do aniversariante do mês de Julho com uma deliciosa Festa Julina.



20/07 - Dia do AmigoNeste Dia do Amigo, queremos agradecer ao Senhor por cada mãe que faz parte desta missão. Vocês são ...
20/07/2026

20/07 - Dia do Amigo

Neste Dia do Amigo, queremos agradecer ao Senhor por cada mãe que faz parte desta missão. Vocês são resposta de Deus para a vida umas das outras. Cada oração, cada gesto de carinho, cada palavra de incentivo e cada presença silenciosa revelam o amor de Cristo no meio de nós.

Que nunca nos falte a alegria de caminhar juntas. Que o Espírito Santo conserve acesa a chama da nossa amizade e que Maria, nossa Mãe, continue nos ensinando a dizer “sim” a Deus todos os dias.

Porque amizades construídas na presença de Deus não passam com o tempo; elas amadurecem, fortalecem a fé e deixam marcas de eternidade.



07/07 - No Evangelho Lc 18,1-8 Jesus nos fala por meio de parábolas sobre uma viúva persistente e um juíz injusto que nã...
14/07/2026

07/07 - No Evangelho Lc 18,1-8 Jesus nos fala por meio de parábolas sobre uma viúva persistente e um juíz injusto que não temia a Deus e não tinha respeito pelas pessoas, que depois de muita insistência por parte da viúva o juiz atende seu pedido, não por bondade, mas para deixar de ser importunado.

Onde a “Viúva” representa todos aqueles que vivem em situação de fragilidade e dependem totalmente de Deus, onde na sociedade judaica, a viúva era um símbolo dos mais vulneráveis, pois muitas vezes não possuía quem a defendesse. Ainda assim, ela não se entrega ao desânimo. Ela insiste, persevera e continua acreditando que sua causa merece ser ouvida.

O “juiz”, por sua vez, é descrito como alguém que “não temia a Deus nem respeitava homem algum”. Ele simboliza um coração endurecido, incapaz de agir por compaixão. Mesmo assim, acaba cedendo diante da insistência da viúva.

Jesus então faz um contraste: se até um juiz injusto acaba atendendo a um pedido insistente, quanto mais Deus, que é infinitamente justo e misericordioso, ouvirá seus filhos que clamam a Ele com perseverança. O Senhor jamais é indiferente ao sofrimento de seus escolhidos; Ele responde no tempo certo e conforme sua vontade.

O tema principal não é apenas a oração, mas a fé perseverante. A demora aparente de Deus não significa ausência ou indiferença; ela é uma oportunidade para que nossa confiança amadureça. A oração constante transforma primeiro quem reza, fortalecendo a esperança, purificando as intenções e ensinando a abandonar-se nas mãos do Senhor.

Quem persevera na oração aprende a esperar sem desesperar, a confiar sem exigir e a amar sem condições. A fé verdadeira permanece mesmo quando não vê resultados imediatos, porque sabe que Deus age sempre no tempo certo e da maneira que conduz ao nosso verdadeiro bem.



30/06 - No Evangelho Mt 7, 3-5: Jesus nos faz um convite a conversão diária, pois antes de apontar os erros do nosso pró...
08/07/2026

30/06 - No Evangelho Mt 7, 3-5: Jesus nos faz um convite a conversão diária, pois antes de apontar os erros do nosso próximo precisamos fazer um sincero exame de consciência, reconhecendo nossas próprias limitações e pecados. Antes de corrigir alguém, devemos permitir que Cristo nos corrija. Antes de exigir mudanças nos outros, precisamos pedir a graça de sermos transformados.

No ensinamento da “TRAVE” e do “CISCO”: Jesus nos fala que a “trave” simboliza nossos pecados, orgulho e falta de humildade; o “cisco” representa as pequenas falhas que facilmente enxergamos nos outros. Onde é muito mais simples notar o defeito alheio do que admitir aquilo que precisa ser convertido em nosso próprio coração.

Jesus não está proibindo a correção fraterna. Pelo contrário, Ele mostra o caminho para que ela seja verdadeira. Primeiro, é preciso permitir que a Palavra ilumine nossas sombras, que a graça remova as “traves” que impedem nossa visão. Só um coração que experimentou a misericórdia é capaz de oferecê-la aos outros porque a correção fraterna só é verdadeiramente cristã quando nasce de um coração humilde.

Quem já experimentou a misericórdia de Deus corrige sem humilhar, orienta sem condenar, fala a verdade sem perder a caridade.

A Palavra de Deus nos convida hoje a fazer um movimento diferente: deixar de olhar para fora e começar a olhar para dentro.

E tivemos também a comemoração do aniversariante do mês de Junho.



23/06 - No Evangelho Mt 6, 7-15 - Oração do Pai Nosso A oração do Pai-Nosso, segundo a tradição da Igreja Católica e o C...
01/07/2026

23/06 - No Evangelho Mt 6, 7-15 - Oração do Pai Nosso

A oração do Pai-Nosso, segundo a tradição da Igreja Católica e o Catecismo da Igreja Católica, é a oração ensinada por Jesus e considerada a mais completa expressão da fé cristã. Ela resume todo o Evangelho e nos ensina a nos relacionar com Deus como um Pai amoroso.

PAI NOSSO, Não dizemos “meu Pai”, mas “nosso”, o que revela que a fé cristã nunca é individualista. Nela, reconhecemos Deus como Pai de todos, o que nos chama à fraternidade e à união.
SANTIFICADO SEJA VOSSO NOME, Pedimos que o seu nome seja santificado e desejamos que toda a nossa vida revele a santidade divina. É um compromisso de testemunho: nossas ações devem glorificar o Pai.
VENHA A NÓS O VOSSO REINO, expressamos a esperança ativa de um mundo transformado pela justiça, pela paz e pelo amor de Deus, começando pelo nosso coração.
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, somos convidados à confiança total, mesmo diante das dificuldades, entregando a nossa vontade à vontade de Deus, confiando plenamente em sua providência.
O PÃO NOSSO DE CADA DIA, Ao pedir o pão de cada dia, reconhecemos nossa dependência de Deus tanto nas necessidades materiais quanto espirituais. O pão cotidiano é sinal da providência divina e, para a tradição católica, aponta também para a Eucaristia, o verdadeiro alimento da alma.
PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NOS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO, somos colocados diante de uma exigência radical do Evangelho: só podemos receber o perdão de Deus se também formos capazes de perdoar.Aqui, a oração se torna um espelho do coração: revela nossa capacidade de amar como Deus ama.
NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL, reconhecemos nossa fragilidade e a necessidade constante da graça divina para vencer o pecado e o mal que nos rodeia pedindo proteção e confiando na força de Deus para nos guiar no caminho do bem.
Assim, o Pai-Nosso é uma oração que nos ensina a confiar, amar, perdoar e viver como verdadeiros filhos de Deus nos conduzindo ao centro da fé: Deus é Pai, e nós somos sua família.



16/06 - Filipenses 4,4-9: escrita por São Paulo enquanto estava preso, provavelmente em Roma, ele tinha todos os motivos...
22/06/2026

16/06 - Filipenses 4,4-9: escrita por São Paulo enquanto estava preso, provavelmente em Roma, ele tinha todos os motivos para estar angustiado: enfrentava limitações, incertezas sobre o futuro e perseguições por causa do Evangelho.
Ao escrever para a comunidade de Filipos, uma das primeiras comunidades cristãs da Europa, Paulo deseja fortalecer a fé daqueles irmãos diante das dificuldades que também enfrentavam.

A grande proposta deste texto é a confiança. São Paulo nos convida a levar tudo ao Senhor: nossas dores, medos, lágrimas, sonhos e incertezas. Nada é pequeno demais para Deus. Quando rezamos, não estamos apenas falando de nossos problemas; estamos entregando nossa vida Àquele que nos ama infinitamente.

A oração não muda apenas as circunstâncias; ela muda o nosso coração. Muitas vezes saímos da oração com os mesmos desafios, mas com uma nova força para enfrentá-los. A paz que Deus concede não é a garantia de uma vida sem dificuldades, mas a certeza de que nunca estaremos sozinhos.

Para nós mães, este ensinamento tem um significado profundo. Quantas vezes nos preocupamos com o futuro dos filhos, com suas escolhas, sua saúde, sua fé e sua felicidade! O amor nos leva a cuidar, mas a fé nos ensina a confiar. Há um momento em que, depois de fazer tudo o que está ao nosso alcance, precisamos colocar nossos filhos nas mãos de Deus e acreditar que Ele os ama ainda mais do que nós.

Ao final, São Paulo nos convida a ocupar a mente com tudo o que é bom, verdadeiro e digno de louvor. Isso significa escolher alimentar a esperança em vez do medo, a confiança em vez da insegurança, a fé em vez da ansiedade.



09/06 - No Evangelho Lc 17,11-19: Jesus nos apresenta a cura de dez leprosos. Todos estavam sofrendo a mesma dor, todos ...
17/06/2026

09/06 - No Evangelho Lc 17,11-19: Jesus nos apresenta a cura de dez leprosos. Todos estavam sofrendo a mesma dor, todos clamaram pela misericórdia de Jesus e todos receberam a mesma graça. No entanto, apenas um voltou para agradecer.

Essa passagem nos leva a refletir sobre a nossa própria vida… Quantas vezes recorremos a Deus quando precisamos de ajuda, mas nos esquecemos de agradecer quando recebemos aquilo que pedimos?
A gratidão é uma expressão de fé e de amor pois ela revela um coração que reconhece a ação de Deus em sua história.

O leproso que voltou não recebeu apenas a cura física; ele encontrou-se verdadeiramente com Jesus. Enquanto os outros seguiram seu caminho, ele retornou para louvar a Deus e agradecer. Seu gesto demonstrou humildade, reconhecimento e confiança.

Como mães orantes somos chamadas a cultivar esse coração agradecido. Precisamos reconhecer as bênçãos de Deus não apenas nos grandes milagres, mas também nos pequenos sinais de sua presença.

A gratidão nos ajuda a enxergar a vida com os olhos da fé. Quem agradece percebe que Deus continua agindo, cuidando e conduzindo cada passo de sua caminhada. Um coração grato encontra paz, fortalece a esperança e testemunha o amor de Deus ao mundo.



04/06 - Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo.A solenidade de Corpus Christi é a celebração do maior dom que Jesus deix...
04/06/2026

04/06 - Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo.

A solenidade de Corpus Christi é a celebração do maior dom que Jesus deixou à sua Igreja: a Eucaristia. Não recordamos apenas um acontecimento do passado, mas professamos a fé de que Cristo continua verdadeiramente presente entre nós no Santíssimo Sacramento.

Quando participamos da Missa e adoramos Jesus Eucarístico, reconhecemos que Ele é o alimento que sustenta nossa vida espiritual. Assim como o pão alimenta o corpo, a Eucaristia fortalece a alma, renova a esperança, aumenta a caridade e nos une mais profundamente a Deus.

As procissões de Corpus Christi manifestam publicamente essa fé. Ao percorrer as ruas da cidade, Jesus passa abençoando as famílias, os enfermos, os trabalhadores, as crianças e todos aqueles que necessitam de sua graça. Os tapetes preparados com carinho pelos fiéis são uma demonstração de amor, reverência e gratidão ao Senhor que caminha no meio do seu povo.
Em Corpus Christi, o Céu toca a Terra. Jesus sai ao encontro do seu povo para lembrar que não estamos sozinhos. Ele permanece conosco na Eucaristia, sustenta nossas fraquezas, fortalece nossa fé e conduz nossos passos no caminho da santidade.



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