05/05/2026
Entre os grandes personagens da narrativa da paixão, há um homem que não planejou estar
ali. Não fez voto. Não buscou posição. Não era discípulo conhecido.
Seu nome surge abruptamente — e desaparece silenciosamente.
Simão, o cireneu.
Mas o encontro inesperado dele com a cruz revela uma das mais profundas teologias do
Novo Testamento: a cruz que constrange, que interrompe, que transforma.
A cruz de Cristo não é apenas um evento histórico — é uma força existencial.
Ela invade rotinas, quebra agendas e redefine identidades.
Estamos em Jerusalém, durante a Páscoa judaica — o período mais movimentado do
calendário religioso.
A execução ocorre fora da cidade, em direção ao Gólgota, um lugar de execução pública.
Simão é identificado como: “cireneu”
Isso indica que ele era natural de Cirene, uma colônia judaica no norte da África (atual Líbia).
Era um judeu da diáspora, provavelmente peregrino em Jerusalém.
Marcos menciona: “pai de Alexandre e Rufo”
Isso sugere que seus filhos eram conhecidos na igreja primitiva — o que indica que aquele
encontro não foi momentâneo, mas transformador.
Terça feira, 05 de maio, às 19h30 na Promessa Toledo- Convenção Paranaense, vc e sua família também poderão ser impactados pelos efeitos da cruz de Cristo.
Transmissão pelo Facebook Promessa - Toledo
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Em Cristo,
Pr. Edil Son