27/02/2018
Só o sacerdote pode impor as mãos!
A benção do padre difere por ser um ato sacerdotal, com autoridade. Autoridade que nenhum leigo tem. Pode-se rezar por alguém, mas não precisa impor as mãos, por que este é um ato exclusivo do sacerdote.
A imposição de mãos é válida pelo sacerdote, por que o sacerdote tem as mãos abençoadas, ungidas, e sua oração tem maior validade do que qualquer leigo, impor as mãos significa que o sacerdote está acima daquele leigo e que sua oração tem maior validade diante de Deus. Santo Afonso de Ligório¹ diz que o sacerdócio é grandioso e está na hierarquia até acima dos anjos, por isso o sacerdote pode impor as mãos.
O Leigo não deve impor as mãos, sua oração é válida tanto quanto o de qualquer outro leigo, não está acima de ninguém, deve apenas rezar, interceder, suas mãos não são ungidas, nem abençoadas. Assim diz o Papa Pio XII²:
"Somente aos apóstolos e àqueles que, depois deles, receberam dos seus sucessores a imposição das mãos, é conferido o poder sacerdotal em virtude do qual, como representam diante do povo que lhes foi confiado a pessoa de Jesus Cristo, assim representam o povo diante de Deus. Esse sacerdócio não vem transmitido nem por herança, nem por descendência carnal, nem resulta da emanação da comunidade cristã ou de delegação popular. Antes de representar o povo, perante Deus, o sacerdote representa o divino Redentor, e porque Jesus Cristo é a cabeça daquele corpo do qual os cristãos são membros, ele representa Deus junto do povo. O poder que lhe foi conferido não tem, pois, nada de humano em sua natureza; é sobrenatural e vem de Deus: "assim como o Pai me enviou, assim eu vos envio:..' "
(Carta encíclica 'Mediator Dei', Papa Pio XII).
Ou seja, a imposição de mãos do sacerdote também representa a sucessão dos apóstolos. Portanto não há nenhum motivo lógico para um leigo impor as mãos a outro leigo.
Existe algum documento em que permita o leigo impor as mãos? NÃO, esta é uma prática protestante pentecostal. Pois para eles, o pastor é igual a todos, eles não creem na hierarquia da Santa Igreja, nem mesmo no valor grandioso do sacerdócio.
Só o sacerdote pode impor as mãos!
A benção do padre difere por ser um ato sacerdotal, com autoridade. Autoridade que nenhum leigo tem. Pode-se rezar por alguém, mas não precisa impor as mãos, por que este é um ato exclusivo do sacerdote.
A imposição de mãos é válida pelo sacerdote, por que o sacerdote tem as mãos abençoadas, ungidas, e sua oração tem maior validade do que qualquer leigo, impor as mãos significa que o sacerdote está acima daquele leigo e que sua oração tem maior validade diante de Deus. Santo Afonso de Ligório¹ diz que o sacerdócio é grandioso e está na hierarquia até acima dos anjos, por isso o sacerdote pode impor as mãos.
O Leigo não deve impor as mãos, sua oração é válida tanto quanto o de qualquer outro leigo, não está acima de ninguém, deve apenas rezar, interceder, suas mãos não são ungidas, nem abençoadas. Assim diz o Papa Pio XII²:
"Somente aos apóstolos e àqueles que, depois deles, receberam dos seus sucessores a imposição das mãos, é conferido o poder sacerdotal em virtude do qual, como representam diante do povo que lhes foi confiado a pessoa de Jesus Cristo, assim representam o povo diante de Deus. Esse sacerdócio não vem transmitido nem por herança, nem por descendência carnal, nem resulta da emanação da comunidade cristã ou de delegação popular. Antes de representar o povo, perante Deus, o sacerdote representa o divino Redentor, e porque Jesus Cristo é a cabeça daquele corpo do qual os cristãos são membros, ele representa Deus junto do povo. O poder que lhe foi conferido não tem, pois, nada de humano em sua natureza; é sobrenatural e vem de Deus: "assim como o Pai me enviou, assim eu vos envio:..' "
(Carta encíclica 'Mediator Dei', Papa Pio XII).
Ou seja, a imposição de mãos do sacerdote também representa a sucessão dos apóstolos. Portanto não há nenhum motivo lógico para um leigo impor as mãos a outro leigo.
Existe algum documento em que permita o leigo impor as mãos? NÃO, esta é uma prática protestante pentecostal. Pois para eles, o pastor é igual a todos, eles não creem na hierarquia da Santa Igreja, nem mesmo no valor grandioso do sacerdócio.