"Na fé e na Verdade".

"Na fé e na Verdade". "...Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. "2 Coríntios 13:8

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"...na palavra da verdade e no poder de Deus; com as armas da justiça, quer de ataque, quer de defesa; "

2 Coríntios 6:7

"A extensão da soberania de Deus"Gordon Lyons✍🏻O governo ou domínio soberano de Deus é universal, absoluto e imutável (o...
19/05/2026

"A extensão da soberania de Deus"
Gordon Lyons✍🏻

O governo ou domínio soberano de Deus é universal, absoluto e imutável (ou inalterável). Nós podemos sumarizar estes aspectos mais plenamente da seguinte forma:

1. Soberania Universal

A soberania de Deus é universal. Ela se estende sobre toda a sua criação; animada e inanimada — e da mais alta forma de criatura vivente até a mais baixa. No reino das criaturas vivas, Deus exerce poder sobre anjos, humanidade e animais inferiores. Nenhum pardal cair sem a vontade de nosso Pai que está no céu.

Para este fim, o Senhor Jesus disse:

Mateus 10:29-31

Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados. Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais. (Veja vv.16-33; cf. v.30 com Lucas 21:18)

Novamente, está escrito:

Salmo 103:19

O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo.

Daniel 4:17

Esta sentença é por decreto dos vigiadores, e esta ordem, por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles.

2. Soberania Absoluta

A soberania de Deus é absoluta. Sua autoridade é perfeita em sua administração; ela é exercida a partir da sabedoria infinita de Deus, e é suprema na extensão de seu poder, glória e domínio. Nenhum limite pode, e nem será, posto no lugar da autoridade, poder ou controle soberano de Deus. No avanço de Seus propósitos e planos eternos, o SENHOR age como Lhe agrada com os habitantes dos céus e entre os moradores da terra. Nada em toda a criação é capaz de resistir à vontade de Deus, ou frustrar os Seus propósitos — seja por meio de homens, super-homens, anjos, espíritos caídos ou maus, ou qualquer outra coisa.

Para este fim, a Escritura diz:

Isaías 14:24

Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará.

Daniel 4:34-35

Mas, ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o meu entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração.
E todos os moradores da terra são reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão e lhe diga: Que fazes?. (Veja vv.19-37)



3. Soberania Imutável

A soberania de Deus é imutável, Ela permanece inalteravelmente a mesma durante todo o tempo, e sob todas as circunstâncias. O governo e domínio soberano de Deus não podem ser ignorados; ele não pode ser rejeitado, e não pode ser frustrado ou impedido pela humanidade ou por qualquer outra coisa na criação. O poder e domínio soberano de Deus amarram todas as criaturas tão completamente quanto as leis físicas amarram o universo material. O que Deus decretou ou pré-ordenou deve inevitavelmente acontecer. [2]

Assim, a Escritura declara:

Salmos 33:10-11

O SENHOR frustra os desígnios das nações e anula os intentos dos povos. O conselho do SENHOR dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações.

Isaías 14:26-27

Este é o desígnio que se formou concernente a toda a terra; e esta é a mão que está estendida sobre todas as nações. Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem, pois, o invalidará? A sua mão está estendida; quem, pois, a fará voltar atrás?

Atos 4:28

Para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer.

NOTAS:

[1] - Extraído de C. Hodge, Systematic Theology, Vol. 1 [Grand Rapids: Eerdmans, 1871, 1977 reprint], p. 440.

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"Destruindo a heresia do                                universalismo "   Antes de afirmar que Cristo morreu por todas a...
16/05/2026

"Destruindo a heresia do

universalismo "

Antes de afirmar que Cristo morreu por todas as pessoas da raça humana, a Bíblia pergunta:

● Cristo morreu pela descendência da serpente (Gn 3:15)?
● morreu pelos desconhecidos dEle (Sl 147:19-20; Mt 7:23, 11:25-26, 25:12; Cl 1:26)?
● morreu pelos escribas e fariseus, hipócritas (Mt 23:29-33)?
● morreu pelos bodes (Mt 25:32-34)?
● morreu por todas as pessoas do mundo (Jo 17:9)?
● morreu pelos que estão de fora (Mt 4:11-12)?
● morreu pelo joio (Mt 13:27-30)?
● morreu pelos "peixes ruins" (Mt 13:48)?
● morreu pelas virgens insensatas (Mt 25:1-13)?
● morreu pelos vasos de ira, preparados para perdição (Rm 9:22)?
● morreu pelos destinados a ira (Ef 2:3; 1 Ts 5:9)?
● morreu pelos desobedientes, para os que também foram destinados (1 Pd 2:8)?
● morreu pelos nascidos para a destruição (2 Pd 2:12)?
● morreu pelos que saíram do nosso meio, pois não eram dos nossos (1 Jo 2:19)?
● morreu pelos apóstatas e falsos mestres, que jamais podem chegar ao conhecimento da Verdade (2 Tm 3:1-7)?
● morreu pelos ímpios destinados á perdição (Jo 17:12; Jd 4)?
● morreu pelos perversos (Dn 12:10)?
● morreu pelos falsos profetas, nem pelas árvores más (Mt 7:15-19)?
● morreu por aqueles que não compreendem a Tua voz, os que são do diabo (Jo 8:43-44)?
● morreu pelos que vivem na prática do pecado, os que procedem do diabo (1 Jo 3:8)?
● morreu por aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro desde a fundação do mundo (Ap 13:8, 17:8)?

Aleluia! Sola Scriptura!!

- M. Loureiro.

Masculinidade Bíblica: cultivar e guardarA compreensão bíblica da masculinidade começa em Gênesis 2. Antes da queda, ant...
15/05/2026

Masculinidade Bíblica: cultivar e guardar

A compreensão bíblica da masculinidade começa em Gênesis 2. Antes da queda, antes do pecado entrar no mundo, Deus revelou qual era o propósito do homem. O homem não foi criado para viver em busca de uma identidade autônoma, nem para encontrar sentido em aventuras egoístas ou em uma independência sem responsabilidade. Deus criou o homem para viver diante dele, em aliança, servindo e governando sob sua autoridade.

Gênesis 2.15 diz:

“Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.”

Esses dois verbos resumem a vocação masculina dada por Deus: cultivar e guardar.

Cultivar fala de fazer crescer, nutrir, desenvolver, construir, liderar e produzir fruto. Guardar fala de proteger, vigiar, preservar e sustentar aquilo que Deus confiou ao homem. Portanto, a masculinidade bíblica não é passividade, mas também não é brutalidade. O homem foi criado para servir com autoridade piedosa.

O próprio contexto de Gênesis mostra isso. Deus criou o homem de maneira especial:

“Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.”
— Gênesis 2.7

O homem foi criado como criatura espiritual, feita à imagem de Deus. Diferente dos animais, o homem foi formado pelas mãos de Deus e recebeu o sopro da vida. Isso significa que a identidade masculina não nasce da cultura, dos desejos pessoais ou das expectativas sociais, mas da criação divina.

O homem foi criado para refletir Deus no mundo.

“Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”
— Gênesis 1.27

Assim, a masculinidade bíblica não é uma busca por “selvageria”, independência absoluta ou rebeldia contra responsabilidades. Pelo contrário, Deus colocou o homem no jardim, isto é, em um contexto de relacionamentos, deveres pactuais e serviço santo.

Gênesis 2.8 afirma:

“E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado.”

O homem foi colocado no jardim por Deus. Isso é importante porque mostra que o homem foi criado para viver dentro da ordem estabelecida pelo Senhor. Ele deveria florescer exatamente no lugar onde Deus o colocou, obedecendo à sua vocação.

A ideia moderna de masculinidade frequentemente exalta a fuga das responsabilidades, o individualismo e a busca incessante por autoafirmação. Porém, a Escritura apresenta algo diferente. O homem foi chamado para exercer domínio obediente debaixo do senhorio de Deus.

“Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.”
— Gênesis 1.28

Esse domínio não é tirania. Adão deveria governar como servo de Deus. Sua liderança era representativa e pactual. Ele era senhor do jardim porque primeiro era servo do Senhor.

Por isso, autoridade bíblica nunca pode ser separada de serviço. O homem que lidera biblicamente é aquele que primeiro aprende a obedecer a Deus. Cristo é o modelo perfeito dessa masculinidade santa.

Jesus não abandonou responsabilidades. Ele não viveu para si mesmo. Ele serviu, protegeu, sacrificou-se e guardou seu povo.

“O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.”
— Marcos 10.45

Em Cristo vemos o verdadeiro “cultivar e guardar”. Ele cultiva seu povo pela Palavra, pela graça e pelo Espírito. E ele guarda sua Igreja com fidelidade perfeita.

“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.”
— João 10.11

Assim, a masculinidade bíblica não consiste em agressividade carnal nem em apatia covarde. O homem piedoso é chamado a trabalhar, liderar, proteger, servir, sustentar e obedecer a Deus.

Cultivar é usar força para gerar vida.
Guardar é usar força para proteger a vida.

O homem que abandona sua responsabilidade falha em guardar. O homem que domina sem amor falha em cultivar. A vocação bíblica une as duas coisas.

Isso se aplica ao lar, à igreja, ao trabalho e à sociedade. O homem cristão deve cultivar sua família no temor do Senhor, guardar sua casa do pecado, liderar com humildade, servir com amor e viver para a glória de Deus.

Josué declarou:

“Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.”
— Josué 24.15

Esse é o chamado do homem de Deus: viver como servo do Senhor, cultivando e guardando aquilo que o próprio Deus lhe confiou.

Autor
M. Loureiro ✍🏼

"Há milhares de igrejas ao redor do mundo, que não querem ouvir a sã doutrina. Não agüentariam por duas semanas um ensin...
13/05/2026

"Há milhares de igrejas ao redor do mundo, que não querem ouvir a sã doutrina. Não agüentariam por duas semanas um ensino bíblico firme que refutasse seus erros doutrinários, que confrontasse o seu pecado, que lhes trouxesse convicção e as exortasse a obedecer a verdade. Não desejam ouvir pregação sadia. E por que? Porque os que se encontram nas igrejas desejam possuir a Deus sem abrir mão de seu estilo de vida pecaminoso; por isso não toleram que alguém lhes diga o que a palavra de Deus declara a esse respeito."

- Jonh MacArthur✍🏼

John Owen ✍🏼📖🙏🏼🙌🏼
13/05/2026

John Owen ✍🏼📖🙏🏼🙌🏼

A subscrição confessional na Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) é integral? Sim, a subscrição confessional na IPB é in...
05/05/2026

A subscrição confessional na Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) é integral? Sim, a subscrição confessional na IPB é integral.

A denominação adota as Escrituras Sagradas como única regra de fé e prática, e os seus Símbolos de Fé (a Confissão de Fé de Westminster e os Catecismos Maior e Breve) como o seu sistema expositivo de doutrina e prática.

A exigência de aceitação integral dos Símbolos de Fé se aplica a toda a denominação, existindo diferenças apenas na formalidade da exigência entre oficiais e membros locais:

Para os Oficiais (ministros, presbíteros e diáconos): A Constituição da IPB exige expressamente o compromisso formal (subscrição) e lealdade integral aos padrões confessionais (SC - 2022 - DOC.XVI). No momento da ordenação e investidura, o juramento prestado implica na "aceitação integral, em todos os seus termos, dos Símbolos de Fé" (SC - 2014 - DOC. XL).

Consequentemente, todo aquele que for ocupar o oficialato na denominação deve prometer receber o governo e a doutrina da igreja, bem como "subscrever integralmente os Símbolos de Fé da IPB".

Para os Membros Comungantes: A anuência (aceitação) requerida daqueles que aderem à IPB é implícita e informal. Contudo, a oposição aos Símbolos de Fé, "ainda que parcial, desabilita o candidato à admissão" (SC - 2022 - DOC.XVI). O Supremo Concílio orienta que o candidato que rejeita conscientemente partes dos Símbolos de Fé não deve ser admitido como membro comungante enquanto persistir essa rejeição, cabendo ao conselho agir pastoralmente e com ensino para persuadi-lo de seus equívocos.

O Supremo Concílio da IPB também pacificou o entendimento de que a expressão "fiel exposição do sistema de doutrina", usada nos votos de ordenação, significa que os Símbolos de Fé são a interpretação correta e sistematizada do Antigo e Novo Testamentos. Além disso, a igreja não faz distinção entre ser "leal" e ser "fiel" aos Símbolos, afirmando categoricamente que não é possível ser leal sem ser fiel a eles (SC - 2014 - DOC. XL).

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Via Credo Reformado 📖🛡️


01/05/2026

Josemar Bessa ✍🏼📖🙏🏼🙌🏼

Resgatando a Cultura Materna 💜♀️
30/04/2026

Resgatando a Cultura
Materna 💜♀️

“Todos sabemos que a mãe é o coração do lar, a sua casa tem seu jeito, suas cores, suas preferências e a atmosfera do seu lar é o seu perfume. Hoje eu gostaria de conversar com vocês sobre a verdadeira cultura materna. A mãe é um pilar insubstituível do lar, ela pode afetar o destino de gerações pelo simples fato de educar seus filhos.

A nós foi confiado um trabalho sublime, o árduo trabalho de gerar, cuidar e educar seres eternos. Graça sem medida do Senhor para conosco, pois não existe nada tão profundo como a maternidade para moldar a vida da mãe e dos filhos conforme a vontade de Deus.

Ser mãe é um chamado divino que traz consigo grande responsabilidade e exige coisas sublimes. Quando uma mãe não entende ou não aceita esse chamado, ela pode começar seguir alguns caminhos e enxergar seus filhos como fardos, sentir-se sobrecarregada ou partir para o outro extremo, deixando-se levar por jargões achando que ela é uma mulher forte e que por suas próprias forças tudo pode.

A verdade é que sem Deus nada podemos, somos miseráveis pecadoras e que carecemos da graça e misericórdia do Senhor.”

🌷 Para acessar esse artigo e outros, acesse o nosso blog através do link na bio!

30/04/2026

Esta é uma crítica teológica e apologética a práticas públicas apresentadas como culto cristão.
Não se trata de ataque pessoal, mas de avaliação bíblica de ensinos, métodos e manifestações públicas que, no meu entendimento, ferem a reverência, a ordem e a centralidade das Escrituras no culto.
Doutrina pública deve ser examinada publicamente.
1Co 14:33,40 | Jo 7:24 | 1Ts 5:21
Rony Apologética ✍🏼

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"Como kathleen Bliss influenciou a igreja cristã com o feminismo"Kathleen Bliss (1908–1989) foi uma figura central e pio...
29/04/2026

"Como kathleen Bliss influenciou a igreja cristã com o feminismo"

Kathleen Bliss (1908–1989) foi uma figura central e pioneira no desenvolvimento do feminismo cristão e na introdução de pautas igualitárias dentro das igrejas, especialmente no período pós-Segunda Guerra Mundial. Como teóloga, escritora e líder ecumênica britânica, sua influência moldou a forma como as instituições cristãs repensaram o papel das mulheres.

Aqui estão as principais maneiras pelas quais Kathleen Bliss influenciou a igreja cristã com o feminismo:

1. Estabeleceu a Base Teológica e Sociológica (Anos 1950)
Obra de Referência: Seu livro, The Service and Status of Women in the Churches (1952), foi um marco fundamental. Nele, Bliss analisou exaustivamente a posição da mulher nas igrejas, evidenciando a disparidade entre o trabalho realizado pelas mulheres e sua limitada autoridade institucional.
Combate à "Síndrome da Mulher Limitada": Bliss foi uma das primeiras a articular que o cristianismo não discrimina com base no gênero e a desafiar a restrição das mulheres a papéis exclusivamente domésticos ou secundários dentro da comunidade de fé.

2. Impulsionou a Ordenação e o Liderado Feminino
Ativismo no Conselho Mundial de Igrejas (CMI): Bliss trabalhou incansavelmente em comissões do CMI (como a Comissão sobre a Vida e Trabalho das Mulheres na Igreja) a partir de 1949. Ela foi uma voz ativa para que as mulheres passassem de "apoiadoras" para "líderes" ordenadas.
Influência na Igreja da Inglaterra: Como secretária do Conselho de Educação da Igreja da Inglaterra, ela influenciou políticas que abriam mais espaço para a voz feminina na teologia e na governança eclesiástica.

3. Conectou o Ecumenismo ao Feminismo
Feminismo dentro da Cristandade: Bliss não via o feminismo como um movimento secular anticristão, mas como uma necessidade de "completa compreensão do cristianismo". Ela argumentou que a justiça de gênero era um imperativo teológico.
Pioneira na "Mudança de Padrões": Ela iniciou a mudança de linguagem, símbolos e práticas litúrgicas, promovendo novas relações entre homens e mulheres na igreja.

4. Foco no Leigo e no Trabalho Social
Ela argumentou que o chamado de Deus não é dividido por gênero, defendendo que as mulheres, como parte integral do "laicato", deveriam ter direitos iguais no serviço e na administração da igreja.

Em resumo, Kathleen Bliss influenciou a igreja ao tirar a discussão sobre o papel feminino de um campo apenas prático ("ajuda") e levá-lo para um campo teológico e estrutural ("status e igualdade"),o que é anti biblico tornando-se uma "antepassada" dos teólogos feministas modernos o nefasto liberalismo teológico .

Pesquisa feita com auxílio de IA

28/04/2026

Robert Charles Sproul ✍🏼📖✝️🙏🏼


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