TODAS INFORMAÇÕES SOBRE OS MEUS QUADROS E GRAVURAS. (MARAVILHOSOS)
O antigo quadro chamado: "OS DOIS CAMINHOS" era quase unânime em todas as casas nas décadas de 50, 60 e 70 no Brasil. Basicamente são dois caminhos opostos que saem de uma mesma estrada. O quadro simbolizava a decisão que na caminhada da vida, num determinado momento, a pessoa deveria tomar. Um dos caminhos é estreito, de abstenç
ão e sacrifício, de fidelidade e justiça, mas que leva diretamente para o céu. O outro é um caminho largo, cheio de prazeres e mundanismo, mas que conduz ao fogo eterno. Um olho que enxerga tudo o que acontece nos dois caminhos, não possui pálpebras, pois ele jamais dorme. Simboliza a visão de Deus sobre a impiedade e a santidade das escolhas humanas." MAIS REFERENCIAS DE ACORDO COM O SALMOS 1
[Este texto é um subsídio para estudos bíblicos publicado na revista Caminho & Testemunho da Editora União Cristã, no volume com uma coletânea de Salmos. Mantive a forma original da publicação, com perguntas para o diálogo, mas você pode utilizar o texto para sua reflexão ou subsídio para pregação]
O Salmo 1 é o pórtico de entrada na sabedoria dos Salmos, “é um cântico de piedosa sabedoria prática da vida” (Weiser, p.69). Ele abre a coleção e ensina, através de exemplos extraídos do dia a dia, que o caminho daqueles que vivem com Deus é muito superior ao caminho dos que andam sem Deus.
1) Os dois caminhos (vv.1-2)
A figura dos dois caminhos é marcante nas Escrituras (Pv 2.12-15, 4.10-19; Mt 7.13-14). Assim como a oposição entre a pessoa justa e a ímpia (Sl 1.6, 34.21, 37.21, 58.10). Em nossas memórias é evocada a antiga figura dos “Dois Caminhos” que muitas famílias expunham em suas casas. O v.1 constrói a ideia do caminho do pecado (“caminho largo”) de forma crescente: andar no conselho dos que vivem sem Deus, que é equivalente a ouvir seus conselhos; parar no caminho dos pecadores, equivalente a imitar o exemplo deles; e por último, assentar-se na roda dos escarnecedores, isto é,“participar da zombaria das coisas santas” (Weiser, p.70). O caminho do pecado é contraposto com o prazer de meditar na lei do Senhor. O v.1 inicia afirmando que “Feliz é...”, em seguida as afirmações negativas do cominho do pecado. Agora no v.2, uma afirmação positiva: a alegria é encontrada no meditar nas instruções de Deus. Meditar é cogitar, remoer, mastigar aquilo que é lido, ouvido ou visto. Meditar é uma atividade que envolve um tempo exclusivo para cogitar a respeito da vontade de Deus. A meditação que produz felicidade é aquela que brota das instruções que o Senhor nos deu. Não se trata de um simples decorar versículos, antes signif**a colocar em prática aquilo que Deus tem nos ensinado desde quando nos transformou através da obra de Cristo. Diálogo
1. As ofertas do “caminho largo” são muitas na atualidade. De que forma você tem demonstrado ao mundo que uma vida transformada por Cristo é vida feliz?
2. Compartilhe como seu tempo de meditação TUDO que DEUS E JESUS, tem feito a diferença em sua vida.
2) Exemplos do cotidiano (vv.3-4)
Dois exemplos tirados da vida no campo servem como ilustração da diferença entre a pessoa justa, que teme a Deus, e a ímpia, que vive sem Deus. As imagens extraídas do mundo da vida são mais facilmente compreendidas, porém não podem ser extrapoladas para encaixar interpretações particulares. a) A árvore boa dá bons frutos (v.3)
O exemplo já aparece em Jeremias 17.5-8: o justo é como árvore plantada a beira do riacho. O ímpio como arbusto no deserto. Em Mt 7.15-20 Jesus, em referencia ao ensino dos falsos profetas, diz que a árvore boa produz bons frutos, mas a árvore que não produz é cortada e lançada ao fogo. Já em Jo 15.1-17 Jesus é a videira verdadeira, aqueles que creem são os ramos, e Deus é o agricultor. Os ramos que deixam ser “podados” produzem frutos, porém os que não permanecem na videira não frutif**am, e são cortados fora. A pessoa que permanece em Cristo encontra nele um manancial de água que o alimenta e permite ter vida abundante (Jo 10.10) e que produz muito fruto (Jo 15.5). A referência no final do v.3 diz respeito à vida do justo, e não mais a figura da árvore. Aquele que vive com Deus, será bem sucedido no que fizer. Está é uma afirmação do poder de Deus que opera pela fé. Porém, não pode ser distorcida para embasar uma teologia da prosperidade, muito menos para afirmar que tudo que fazemos seja somente para alcançar o sucesso. b) A palha é levada pelo vento (v.4)
Por outro lado a palha é carregada pelo vento. O vento é utilizado desde a antiguidade para separar o grão da palha. As espigas dos cereais após serem batidas eram então joeiradas. O vento se encarregava de levar a palha. A palha não é o fruto, quase não pesa, e se comparada com o fruto, é “nada”. Vida sem Deus é nada comparada a felicidade daquele que tem sua vida nas mãos de Deus. O que signif**a para você permanecer em Cristo?
2. Aquele que medita na palavra de Deus encontra felicidade. Que outros frutos você percebe na sua vida em Cristo?
3. O que signif**a para você ser alguém bem-sucedido?
3) O juízo final (vv.5-6)
O processo de joeirar, descrito acima, frequentemente é utilizado como imagem do juízo (Os 13.3, Sf 2.2, Is 29.5, Sl 35.5). O v.5 inicia com “por isso”, indicando a consequência de uma vida vazia. Os que viveram sem Deus, sem Deus f**arão no juízo. Isto signif**a que não será para eles possível permanecer diante de Deus, e assim “desaparecerão”. Para Paulo a escravidão do pecado paga o seu salário que é a morte (Rm 6.23). Jesus já havia alertado que aqueles que não confiam nas promessas de Deus em Cristo, já estão condenados (Jo 3.18, Mc 16.16). O juízo final é uma separação. De um lado aqueles que foram reprovados, condenados, pois andaram pelo caminho do pecado, caminho largo, dele não se desviaram, viveram conforme sua natureza pecadora e sem Deus, são os que não permanecerão, perecerão, os “cabritos” (Mt 25.32). Do outro lado estão os que em vida ouviram o chamado do Evangelho de Jesus Cristo. Aqueles que receberam a Cristo como Filho de Deus (Jo 1.12), que creram em Cristo e receberam o batismo, se identif**ando com Cristo na sua morte e ressurreição (Mc 16.16, Rm 6.4s). São os que viveram no caminho estreito, o caminho dos justos, são as “ovelhas” (Mt 25.32). Estes últimos entrarão para o gozo do Senhor, sua existência eterna está garantida por que Deus mesmo se comprometeu com eles (Rm 6.8). Diálogo
1. “O que acontece sem Deus, desaparece” (Weiser). Como podemos ajuntar um tesouro que não desapareça? Conclusão
Todas as vezes que somos confrontados com a Palavra de Deus somos submetidos ao juízo. Pela fé cremos na Palavra de Cristo e somos por Ele absolvidos, ou permanecemos na dúvida, na negação, na rebeldia e com isto sobre nós permanece a mão pesada do justo juiz. Os dois caminhos estão claros: permanecer no caminho largo e sem Deus traz juízo eterno, ouvir e aceitar o convite para o caminho estreito com Cristo é certeza de um final bem-aventurado. Referências Bibliográf**as
KEIL, C. F., DELITZSCH, F. Commentary on the Old Testament: Psalms. Grand Rapids: William B. Eerdmans, 1970. SCHÖKEL, Luis Alonso, CARNITI, Cecília. Salmos I (Sl 1-72): Tradução, introdução e comentário. São Paulo: Paulus, 1996
KIDNER, Derek. Salmos 1-72: Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, Mundo Cristão, 1980. WEISER, Artur. Os Salmos. São Paulo: Paulus, 1994. CRAIGIE, Peter C. Word Biblical Commentary: Psalms 1-50. Vol. 19. Dallas: Word Books, 1983. FRÉTE GRÁTIS PARA TODO BRASIL. PARA QUADROS DE QUALQUER TAMANHO. Tamanho MÉDIO 40 CM de Altura por 30 CM de largura, APENAS R$ 79,90. TAMANHO GRANDE EM PAPEL COUCHÊ ESPECIAL SÓ R$ 99,90 TAMANHO GRANDE 70 CM de Altura por 50 CM de largura. APROVEITE COMPRAR AGORA MESMO!!! Aguardo sua compra meu Irmão (ã). VISITE SEM COMPROMISSO NOSSO SITE ABAIXO:
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Fraternalmente,
José Francisco Rodrigues.'.
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