Pastoral Familiar - Casais em 2ª União Estável - São Judas Tadeu

Pastoral Familiar - Casais em 2ª União Estável - São Judas Tadeu Tema : Credes e sereis renovados
Lema : Eis que faço nova todas as coisas - Apocalipse 21,5

O valor da Santa MissaComo não ter, no coração, o desejo de participar da Santa Missa e, em estado de graça, receber – a...
14/12/2021

O valor da Santa Missa

Como não ter, no coração, o desejo de participar da Santa Missa e, em estado de graça, receber – até diariamente, se possível –, Nosso Senhor?
Na pandemia, vimos o ateísmo prático mostrar suas afiadas garras, fora e – infelizmente – também dentro da Igreja, contra a Santa Missa bem como contra os demais sacramentos. De passagem, perguntemos: quantos doentes, por exemplo, se foram deste mundo sem a Unção dos Enfermos? Quem responderá pelo pecado desse descuido para com essas almas? Se é que, em meio ao materialismo reinante, ainda se pensa nas almas…

Como quer que seja, oferecemos, hoje, aos irmãos e às irmãs na fé uma reflexão sobre a Eucaristia. Elaborada por Dionísio, o Cartuxo († 1471), intitula-se “O alimento dos fracos”. Ei-la: “Para chegar a estar convenientemente concentrado, considera com devoção quem é Aquele que se dá a ti no altar, pobre e vil pecador mil vezes digno do inferno. Ele é um Deus de infinita majestade, onipotente e terrível: ‘Ele olha para a terra e a faz tremer, toca as montanhas e elas fumegam’ (Sl 103,32). ‘Leva escrito um nome em seu manto e em sua coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores’ (Ap 19,16). Esse nosso Deus desce diariamente pela nossa causa, miseráveis; mais ainda, com tanta humildade que não há ninguém tão vil a quem Ele não desça, contanto que o homem o queira. Vem com tanta paciência que está disposto a perdoar até mesmo o mais perverso de seus inimigos, se este quer se reconciliar com Ele. Vem com tanto amor que está disposto a abrasar também a pessoa mais fria do mundo, contanto que ela o deseje”.

“Vem com tanta liberalidade que não há ninguém tão pobre que Ele não esteja pronto a enriquecer. Vem com tanta doçura, que deseja saciar até os mais famintos com o seu alimento verdadeiro. Vem com tanta luz, que não há ninguém tão cego que não queira iluminar. Vem com tanta santidade, que não há ninguém tão impuro ou indolente que ele não possa purificar e mover à devoção.”

“Procura ter presente essas e outras reflexões, dia e noite em todas as tuas ações e exercícios, a fim de conservar limpa para tal hóspede a cela do teu coração. Todos os teus salmos e orações faze-os como ação de graças, depois de ter recebido esse dom e outros inumeráveis benefícios ou para preparar-te a fim de recebê-Lo dignamente. Toda a vida se gaste em honrar a esse hóspede que tão frequentemente se honra de vir a ti, aspirando sempre àquele feliz momento em que o Deus infinito se digna a rebaixar-se e a unir-se a ti, a partir do momento em que toda a tua felicidade consiste unicamente nisso. Teme sempre que aproximando-te d’Ele indignamente não te menospreze e se cumpra, assim, o que está escrito nos salmos: ‘Que a sua mesa ante eles se converta em um laço e sua abundância em armadilha!’ (Sl 68,23)” (Contra detestabilem cordis inordinationem in Dei laudibus, art. XXIV. Opera omnia, t. 40, pp. 247-248, apud Um cartuxo. Antologia de autores cartuxos: itinerário de contemplação. São Paulo: Cultor de Livros, 2020, p. 336-337).

Afinal, a Eucaristia antecipa, já neste mundo passageiro, o Banquete celeste, conforme se lê na obra de outro monge cartuxo que se mantem anônimo. Diz ele: “A Eucaristia é promessa, penhor da união final. É, na fé, um pregustar do último banquete, onde o pão do céu já não será dado ao homem sob o véu do sacramento, mas no esplendor da luz do Cordeiro. Jesus nos ensinou a pensar no céu como um banquete, onde ele mesmo passará de um comensal a outro para servi-lo (cf. Lc 12,37). E o alimento que dará a comer será ele mesmo” (A Missa, mistério nupcial. 2ª ed. Juiz de Fora: Subiaco, 2019, p. 97).

Lendo tais passagens de profundos autores espirituais, como não ter, no coração, o desejo de participar da Santa Missa e, em estado de graça, receber – até diariamente, se possível –, Nosso Senhor, com seu corpo, sangue, alma e divindade, na hóstia consagrada e de adorá-Lo, sempre mais, no Santíssimo Sacramento?

HISTÓRIA DE SÃO JOÃO DA CRUZProtetor das almas aflitas e desconsoladasOrigensJuan de Yepes era seu nome de batismo. Nasc...
14/12/2021

HISTÓRIA DE SÃO JOÃO DA CRUZ

Protetor das almas aflitas e desconsoladas

Origens

Juan de Yepes era seu nome de batismo. Nasceu em 1542, em Fontivaros, pertencente à província de Ávila, na Espanha. Seu pai, Gonzalo de Yepes, descendia de uma família tradicional e rica de Toledo. Porém, por ter se casado com uma jovem de família humilde, perdeu os direitos da herança. Catarina Alvarez, sua esposa e mãe de São João da cruz, era vista como sendo de classe inferior. Gonzalo, pai de São João da Cruz, faleceu ainda jovem, quando João ainda era uma criança. Por isso, a viúva, desprezada pela família do marido e obrigada a trabalhar para sobreviver, mudou-se com os filhos para a cidade de Medina.

Trabalho e vocação

Em Medina, João, já jovem, começou a trabalhar. Ele tentou algumas profissões. A última foi a de ajudante no hospital da cidade. À noite, João estudava gramática no colégio dos jesuítas. Sob a influência dos padres da Companhia de Jesus, a espiritualidade do jovem João de Yepes desabrochou. Por isso, aos vinte e um anos, ele entrou na Ordem Carmelita, procurando uma vida de oração profunda.

Estudos e caridade

Após o noviciado, João de Yepes foi transferido para a Universidade de Salamanca, com o objetivo de terminar o estudo da filosofia e da teologia. Mesmo cursando a Universidade, que exigia dele toda a dedicação aos estudos, João encontrava tempo para a caridade e fazia questão de visitar os doentes nos hospitais ou nas residências, onde prestava seu precioso serviço de enfermeiro.

Santa Tereza de Ávila cruza seu caminho

João foi ordenado sacerdote quando tinha vinte e cinco anos. Nessa ocasião, mudou seu nome para João da Cruz, pois já tinha o desejo de se aproximar dos sofrimentos da cruz de Cristo. Por causa disso, achava a Ordem dos Carmelitas muito suave, sem austeridade. Pensou, inclusive, em entrar numa congregação mais austera. Foi nessa ocasião que Madre Tereza de Ávila atravessou seu caminho. Na época, ela tinha autorização fundar conventos reformados da Ordem Carmelita. Tinha também autorização de todos os superiores da Espanha para intervir nos conventos masculinos. O entusiasmo de Santa Tereza contagiou o Padre João da Cruz e ele começou a trabalhar na reforma da Ordem Carmelita, voltando às origens da mesma, procurando reviver em todos o carisma fundante da Ordem e ajustando a disciplina.

Formador A partir de então, a Ordem Carmelita encarregou o Pe. João da Cruz na missão formador dos noviços. Por isso, ele assumiu o posto de reitor de um convento dedicado à formação e aos estudos dos novos carmelitas. Assim, ele contagiou um grande número de carmelitas e, por conseguinte, reformou vários conventos.

Barreiras e perseguições

Como era de se esperar, padre João da Cruz começou a enfrentar dificuldades dentro da Ordem. Conventos inteiros e vários superiores se opuseram às reformas quando ele começou a aplica-las efetivamente. Por isso, ele passou por sofrimentos insuportáveis se não fossem vistos com os olhos da fé. Chegou, por exemplo, a ficar preso durante nove meses num convento que recusava terminantemente a reforma proposta por ele. Tudo isso sem contar as perseguições que começaram a aparecer de todos os cantos.

Paciência, fé e louvor

Testemunhas dizem, no entanto, que Pe. João da Cruz fez jus ao nome que escolheu abraçando a cruz, os sofrimentos e as perseguições com alegria e louvor a Deus. E esta foi a grande marca de sua vida, além de seus escritos preciosos. São João da Cruz abraçou o sofrimento com prazer, desejando ao máximo, sofrer como Cristo e unir seus sofrimentos aos do Mestre, em sacrifício pela própria conversão e também da Igreja.

Doutor da Igreja

O espírito de sacrifício, o fugir das glórias humanas, a busca da humildade, a oração profunda e o conhecimento da Palavra de Deus renderam a São João da Cruz vários escritos de grande profundidade teológica e sabedoria divina. Dentre eles, destacam-se os livros Cântico Espiritual, Subida do Carmelo e Noite Escura. Por isso, ele foi aclamado Doutor da Igreja, equiparado a Santa Tereza de Ávila, também Doutora. Deixou uma grande obra escrita, que é lida, estudada e seguida até hoje por religiosos e leigos.

Ap***s três pedidos a Deus

Os biógrafos de São João da Cruz relatam que ele sempre fazia três pedidos a Deus. Conta-se que ele pedia, insistentemente, três coisas a Deus. Primeiro, que ele tivesse forças para sofrer e trabalhar muito. Segundo, que ele não saísse deste mundo estando no cargo de superior de nenhuma comunidade. E, terceiro, que ele tivesse a graça de morrer humilhado e desprezado por todos, como aconteceu com Jesus. Isto fazia parte de sua mística: igualar-se ao máximo a Jesus no momento de sua paixão.

Três pedidos atendidos

Pouco antes de falecer, São João da Cruz passou, de fato, por grandes sofrimentos, advindos de calúnias e incompreensões. Foi destituído de todos os cargos que ocupava na Ordem Carmelita e passou os últimos meses de sua vida no abandono e na solidão. Antes de falecer, sofreu de uma terrível doença, sempre louvando e agradecendo a Deus por tudo. Faleceu no Convento de Ubeda, Espanha, no dia 14 de dezembro de 1591, tendo somente quarenta e nove anos. A reforma da Ordem Carmelita Descalça proposta por ele, por fim, tornou-se realidade. Pouco tempo após sua morte, São João da Cruz passou a ser venerado e seguido pelos seus confrades. Em 1952 foi aclamado como o Padroeiro dos Poetas da Espanha.

Oração a São João da Cruz (extraída do Primeiro dia da Novena)

“Glorioso São João da Cruz, que desde vossa infância fostes terno amante de Maria Santíssima e da cruz de seu Santíssimo Filho, merecendo por este amor ser protetor singular das almas aflitas e desconsoladas: Vos suplico, Pai meu, interponhais vossos rogos para com Mãe e Filho a fim de que me concedam viva fé, firme esperança, fervente caridade e terníssimo amor à cruz de meu Senhor, em cujo exercício viva e more amparado sempre de sua graça, e também consiga, se me convém, o que peço nesta novena. Amém.”

Hoje é o terceiro domingo do Advento, o domingo da alegria ou GaudeteO terceiro domingo do Advento é chamado “Gaudete”, ...
12/12/2021

Hoje é o terceiro domingo do Advento, o domingo da alegria ou Gaudete

O terceiro domingo do Advento é chamado “Gaudete”, ou da alegria, devido à primeira palavra do prefácio da Missa: Gaudete, ou seja, alegra-se.

Nesta data são permitidos paramentos rosas, como sinal de alegria, e a Igreja convida os fiéis a se alegrar porque o Senhor está perto.

Há dois domingos no ano em que se permite usar a cor rosa nos paramentos e estes são o quarto domingo da Quaresma (Laetare) e o terceiro domingo do Advento (Gaudete), porque, em meio à “espera”, recorda-se que está próxima a alegria da Páscoa ou do Natal, respectivamente.

Na Coroa do Advento, também se costuma acender uma vela rosa.

Evangelho: Lc 3,10-18

Naquele tempo, 10as multidões perguntavam a João: “Que devemos fazer?” 11João respondia: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!” 12Foram também para o batismo cobradores de impostos, e perguntaram a João: “Mestre, que devemos fazer?” 13João respondeu: “Não cobreis mais do que foi estabelecido”. 14Havia também soldados que perguntavam: “E nós, que devemos fazer?” João respondia: “Não tomeis à força dinheiro de ninguém, nem façais falsas acusações; ficai satisfeitos com o vosso salário!”

15O povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. 17Ele virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga”.

18E ainda de muitos outros modos, João anunciava ao povo a Boa-Nova.

NOSSA SENHORA GUADALUPENossa Senhora de Guadalupe apareceu pela primeira vez ao índio asteca Juan Diego. Na língua astec...
12/12/2021

NOSSA SENHORA GUADALUPE

Nossa Senhora de Guadalupe apareceu pela primeira vez ao índio asteca Juan Diego. Na língua asteca, o nome Guadalupe significa, Perfeitíssima Virgem que esmaga a deusa de pedra. Os Astecas adoravam a deusa Quetzalcoltl, uma monstruosa deusa, a quem eram oferecidas vidas humanas em holocausto.

Nossa Senhora de Guadalupe, porém, veio para acabar com essa idolatria e mudar a vida daquele povo sofrido. No ano de 1539, mais de 8 milhões de Astecas tinham abraçado a fé católica, convertendo-se e acabando com a idolatria pagã. No México e em todo o mundo, Nossa Senhora de Guadalupe é muito venerada.

A aparição de Nossa Senhora de Guadalupe
Estava o índio Juan Diego no campo. Ele sofria por causa da grava enfermidade de seu tio a quem muito amava. Juan rezava por seu tio quando teve a visão de uma mulher com seu manto todo reluzente. Ela o chamou por seu nome e disse em nauátle, a língua asteca: Juan Diego, não deixe o seu coração perturbado. Eu não estou aqui? Não temas esta enfermidade ou angústia. Eu não sou sua Mãe? Você não esta sob minha proteção?

A Senhora pediu, então, que o índio fosse revelar sua mensagem ao Bispo local. A mensagem de que Ela iria acabar com a serpente de pedra, e que o povo do México iria parar com os holocaustos e se converter a Jesus Cristo. Além disso, deveria ser construída uma Igreja no local das aparições.

O Milagre de Nossa Senhora de Guadalupe

O Bispo não acreditou no índio, mas ordenou que ele pedisse um sinal à Senhora para provar a veracidade da história. Quando Juan Diego voltou para o campo, Nossa Senhora de Guadalupe apareceu novamente a ele. Este lhe contou sobre a desconfiança do Bispo, porque Maria tinha pedido que fosse construída também uma grande igreja naquele local.

Maria sorrindo, pediu a Juan Diego que subisse ao monte e enchesse seu poncho com flores. Era inverno. A neve recobria os campos. Naquela época, não nasciam flores naquela região do México. Juan Diego sabia disso. Porém, mesmo assim obedeceu. Chegando ao alto do monte em meio à neve, ele achou uma grande quantidade de flores cheias de grande beleza. Ele apanhou muitas flores, encheu seu poncho e foi levá-las ao Bispo.

O Segundo Milagre

Com dificuldade Juan Diego foi recebido pelo Bispo. Ele tinha seu poncho ou sua Tilma, dobrado cheio de rosas. Então, ele abriu a tilma e as flores caíram no chão. Quando o Bispo viu, ainda não acreditou. Então, para espanto de todos os que estavam na sala, no poncho do índio estava estampada a bela imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, como o índio tinha revelado ao Bispo. Todos na sala acreditaram, inclusive o bispo. Desse momento em diante, tudo mudou.

O fato causou grande comoção em todo o povo mexicano. Logo foi construída uma grande Igreja no local indicado por Nossa Senhora e o poncho de Juan Diego com a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe impressa foi levado para ser venerado. Guadalupe se tornou o grande Santuário do México, e a devoção a Nossa Senhora de Guadalupe se estendeu por toda América Latina. Em 1979, o Papa João Paulo II consagrou Nossa Senhora de Guadalupe, como Padroeira da América Latina.

Estudos sobre o poncho

Estudos realizados sobre o poncho do índio Juan Diego, revelam que a pintura não foi feita por materiais existentes na natureza e nem fabricados pelo homem. Nos olhos de Maria, dentro da Iris e da pupila, vê-se a cena em que o índio abre sua tilma na sala do bispo, com todas as pessoas presentes na sala conforme foi descrito em documentos posteriores. Tem uma família de um lado, o índio e o Bispo do outro. O olho reflete a luz como o olho humano.

Em janeiro de 2001, o engenheiro peruano, José Aste Tonsmman, revelou o resultado da pesquisa de 20 anos, com a ajuda da NASA. Os olhos da imagem ampliados 2,500 vezes, mostram umas 13 pessoas, crianças, mulheres, o Bispo e o próprio índio Juan Diego, no momento da entrega do poncho ao Bispo.

Richard Kuhn, prêmio Nobel de química, descobriu que a imagem não tem corantes e que após 470 anos continuam com seu brilho. O pano do poncho não dura mais do que 20 anos e começa a se desfazer, o que não acontece com o poncho do milagre, que já dura quase 500 anos. Concluíram que o que forma a imagem de Nossa Senhora não é pintura. A fibra do ayate, cacto, são suportaria as tintas da época. Além disso, não existe esboço ou marca de pincel.

Milagres de Nossa Senhora de Guadalupe

Grandes milagres aconteceram ao longo dos quinhentos anos de história da aparição de Nossa Senhora de Guadalupe. O povo sofrido do México teve sua esperança renovada com esta visita e permanência de Nossa Senhora em suas terras.

Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe

Nossa Senhora, em um ato de delicadeza, apareceu como uma índia, morena, vestida como uma índia grávida. Em sua roupa está retratado o céu com a posição das estrelas do dia em que ela apareceu. Os astecas sabiam reconhecer estes sinais e isso foi decisivo para que a conversão daqueles povos acontecesse em massa.

Oração a Nossa Senhora de Guadalupe

Perfeita, sempre Virgem Santa Maria, Mãe do verdadeiro Deus, por quem se vive. Mãe das Américas! Tu que na verdade és nossa mãe compassiva, te buscamos e te clamamos. Escuta com piedade nosso pranto, nossas tristezas. Cura nossas p***s, nossas misérias e dores. Tu que és nossa doce e amorosa Mãe, acolhe-nos no aconchego de teu manto, no carinho de teus braços. Que nada nos aflige nem perturbe nosso coração. Mostra-nos e manifesta-nos a teu amado filho, para que Nele e com Ele encontremos nossa salvação e a salvação do mundo. Santíssima Virgem Maria de Guadalupe, faz-nos mensageiros teus, mensageiros da vontade e da palavra de Deus. Amem.

O que é a prudência, virtude essencial para a vida cristã?A pessoa prudente não busca sempre ter a razão, não se precipi...
10/12/2021

O que é a prudência, virtude essencial para a vida cristã?

A pessoa prudente não busca sempre ter a razão, não se precipita, analisa as coisas com objetividade, prevê com inteligência
Uma reflexão do então cardeal Ratzinger referindo-se a São José, esposo de Santa Maria Virgem, nos oferece um esboço do que é a prudência, um desafio que consiste na vigilância interior e no cultivo da capacidade de fazer o bem e tomar decisões concretas, além de nos ajudar a evitar erros dos quais depois nos lamentamos.

Ratzinger indicava São José como modelo de prudência, todo o contrário de quem age de maneira precipitada, guiado por impulsos.

A prudência nos vincula objetivamente à realidade, exigindo um conhecimento da verdade que permite fazer o bem. É uma virtude que conquistamos com o tempo. Daí que o Papa Bento XVI tenha afirmado que a prudência é algo muito diferente da astúcia.

Virtude essencial
A prudência é uma virtude essencial para a vida cristã. Segundo São Tomás de Aquino, ela é “a virtude mais necessária para a vida humana”, porque é uma faculdade que compromete nossas ações e como nos comportamos.

Ela nos afasta do triunfalismo, bem como do pessimismo, ajudando-nos a aproximar-nos da realidade em busca de diversos fatores ou elementos para agir retamente, tendo como perspectiva a esperança que nos dá a fé na vitória do Senhor e em suas promessas.

Neste contexto, a prudência está intimamente unida à verdade. O homem prudente é aquele que faz da verdade seu principal critério de ação. A prudência exige uma inteligência disciplinada e vigilante, que não se deixa levar por preconceitos; que não julga segundo seus desejos e paixões, mas que sempre busca a verdade, inclusive quando a verdade é incômoda.

Humildade
Para crescer em prudência, é vital fazê-lo também em humildade. O defeito contrário é a imprudência, que inclui a precipitação, a impulsividade, a inconsideração, a inconstância, em suma, a falta de senhorio sobre as paixões.

A humildade nos ajuda a aceitar que, como afirma David Isaacs, “todos nós temos algum tipo de mania, pequena ou grande, e isso pode influenciar a visão objetiva de cada situação”.

A prudência requer um cultivo constante e paciente. “Trata-se – acrescenta Isaacs – de discernir, de ter critérios, de julgar e decidir. (…) Para conhecer a realidade, em primeiro lugar, é preciso querer conhece-la e reconhecer que não se está em possessão de toda a verdade.”.

E acrescenta: “A pessoa autossuficiente e soberba pode considerar sua própria capacidade de conhecer a verdade tão superior, que não precisa questionar suas próprias avaliações iniciais nem tentar corroborar a informação que pode ter. A atitude que buscamos é aquela que, sem subestimar o valor do próprio julgamento, a pessoa reconhece suas limitações e tenta analisar objetivamente os dados que possui”.

Entre os elementos necessários para a ação prudente encontra-se a docilidade, que é o reconhecimento da nossa ignorância. Joseph Pieper especificava que a docilidade é “saber deixar-se dizer algo”. E criticava firmemente a indisciplina e a mania de “sempre querer ter a razão”, que, no fundo, são formas de opor-se à verdade.

Sagacidade
As pessoas prudentes aprendem a cultivar a sagacidade, precisamente a objetividade diante do inesperado. Um antigo ditado afirma que as batalhas vitoriosas têm numerosos generais, enquanto as derrotas, nenhum. É precisamente um bom general quem sabe que os desafios cotidianos superam facilmente os melhores planos.

É impossível adiantar-se a planificar todas as variáveis. A pessoa prudente aprende a confrontar as situações imprevistas com flexibilidade, sagacidade, perspicácia, habilidade e criatividade, o que não pode ser confundido com o relativismo ou a chamada “ética da situação”.

A prudência exige circunspecção, pois vincula princípios e circunstâncias. Como a vida humana se desenvolve mediante diversas situações concretas, é preciso analisá-las e canalizá-las.

“Assim como é próprio da previsão descobrir o que é em si conveniente para determinado fim – dirá São Tomás –, a circunspecção considera se isso é conveniente para esse fim dentro das circunstâncias atuais.”

Precaução
Também exige cautela, pois a bondade e a maldade se misturam nos fatos contingentes. A precaução nos ajuda a escolher aquilo que é melhor, enquanto evitamos os males que impedem a efetiva realização do fim maior. Seguindo São Tomás, podemos concluir que a prudência requer nosso melhor raciocínio.

Meditando sobre a parábola do Senhor Jesus sobre as “virgens prudentes”, poderíamos ter a impressão de que parecia óbvio prever a necessidade de óleo, já que a procissão nupcial aconteceria no meio da madrugada. Porém, mais uma vez, estamos pensando depois de ocorrida a “batalha”.

Jesus condena nas imprudentes precisamente sua falta de previsão, porque estavam fechadas em seus hábitos rígidos e complacentes – um luxo que nenhuma pessoa responsável e com o desejo de crescer na virtude pode se dar.

A importância da virtude da gratidãoSe temos, por educação, o costume de agradecer às pessoas que nos ajudam, por que nã...
10/12/2021

A importância da virtude da gratidão

Se temos, por educação, o costume de agradecer às pessoas que nos ajudam, por que não cultivar também a gratidão a Deus?
No capítulo 17 do Evangelho de São Lucas encontramos a passagem na qual Jesus cura dez leprosos. A narração mostra que, a caminho de Jerusalém, eles foram ao encontro de Jesus e pediram: “‘Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!’

Jesus viu-os e disse: ‘Ide, mostrai-vos ao sacerdote’. E, quando eles iam andando, ficaram curados. Um deles, vendo-se curado, voltou, glorificando a Deus em alta voz. Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradecia. E era um samaritano. Jesus lhe disse: ‘Não ficaram curados todos os dez? Onde estão os outros nove? Não se achou senão este estrangeiro que voltasse para agradecer a Deus?’ E acrescentou: ‘Levanta-te e vai, tua fé te salvou’.” (Lucas 17, 13-19).

Quantas vezes em nossa vida nos comportamos como os outros nove leprosos. Pediram pela graça e alcançaram aquilo que desejavam. Porém, não reconheceram a ação de Deus em suas vidas. Muitas vezes somos rápidos para pedir a Deus. Dependendo da nossa necessidade e da nossa urgência, fazemos promessas, rezamos novenas, pedimos que nossos amigos façam orações por nós. Mas depois que alcançamos a graça, seguimos nossa vida como se tudo o que aconteceu não tivesse sido por obra da misericórdia de Deus.

Jesus mesmo ensinou que Deus ouve a nossa oração e deseja atender nossos pedidos. “Pedi e recebereis. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, se abrirá” (Mateus 7, 7-8).

Agradecer
E Deus quer mesmo que recorramos a Ele em nossas necessidades. E se formos pensar bem, tudo nos é dado por sua bondade e por seu amor, “porque é Ele quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas” (Atos 17, 25).

Se temos o costume de agradecer às pessoas que nos ajudam, por que não cultivar também a gratidão a Deus? Não que Ele precise disso, mas como bem disse são João da Cruz “amor só se paga com amor”. E agradecer nos torna mais humildes, nos santifica, nos engrandece e nos torna cada vez mais dependentes de Deus.

Peçamos a Deus as graças que vão nos tornar pessoas melhores, e nunca nos esqueçamos de agradecer.

Na primeira carta aos Tessalonicenses São Paulo nos falou sobre a importância de agradecer. “Por tudo dai graças, pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em Cristo Jesus” (1Ts 5,18). E na carta aos Colossenses, ele também exortou dizendo “Perseverai na oração, vigilantes, com ação de graças (Cl 4,2).

Catedral Nossa Senhora da Arábia será inaugurada no BahreinO Vicariato Apostólico da Arábia do Norte, que tem jurisdição...
10/12/2021

Catedral Nossa Senhora da Arábia será inaugurada no Bahrein

O Vicariato Apostólico da Arábia do Norte, que tem jurisdição sobre Bahrein, Catar, Kuwait e Arábia Saudita, tem cerca de 2,5 milhões de católicos, em sua maioria trabalhadores migrantes de várias nacionalidades.

Para dar-lhes uma maior atenção pastoral, dom Camillo Ballin, que morreu em 2020, deu início à construção de uma catedral dedicada a Nossa Senhora da Arábia, padroeira dos países do golfo Pérsico.

A catedral de Nossa Senhora da Arábia, na cidade de Awali, Bahrein, será consagrada no dia 10 de dezembro pelo cardeal Luis Antonio Tagle, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos; junto com o arcebispo Eugene Nugent, núncio apostólico no Kuwait e Bahrein, e dom Paul Hinder, administrador apostólico da Arábia do Norte desde a morte de dom Ballin em maio de 2020.

A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, uma das promotoras do projeto, informou que no dia 9 de dezembro, um dia antes da consagração, o rei do Bahrein, Hamad Bin Isa bin Saman Al Khalifa, inaugurará o complexo. O rei foi um dos fomentadores do projeto e doou o terreno de 9 mil metros quadrados.

O padre Saji Thomas, responsável pelo projeto e pároco da nova catedral, disse que “o povo está muito feliz e animado esperando por aquele momento histórico da inauguração e bênção da catedral. Mas sentimos muita falta do nosso bispo Camillo Ballin".

Para o padre, a catedral é “um exemplo paradigmático da harmonia religiosa e da tolerância do reino do Bahrein e um grande exemplo de convivência pacífica para o mundo”.

Regina Lynch, diretora de projetos ACN, afirmou que “a construção da nova catedral marca um grande avanço nas relações Igreja-Estado, é também um testemunho do aumento do número de católicos na região. A ACN apoiou este importante projeto para os cristãos da Península Arábica em diferentes fases. Até agora, ap***s cinco igrejas formalmente estabelecidas atendem às 880 mil milhas quadradas que constituem o vicariato". Na Arábia Saudita, um dos países incluído no vicariato, não há uma única igreja para servir os quase 1,5 milhão de católicos.

A primeira pedra da catedral foi lançada em 31 de maio de 2014 por dom Ballin que, segundo Lynch, "compartilhará a alegria do céu".

A ACN destaca que até agora o Bahrein tinha ap***s uma igreja na capital e uma pequena capela nos subúrbios. Para os cerca de 90 mil católicos que vivem no país, era preciso celebrar mais de 25 missas de sexta a domingo e a igreja ficava lotada.

O padre Saji disse que existe uma grande população flutuante no Bahrein, “que vem e vai por motivos de trabalho. Temos uma comunidade muito internacional aqui, principalmente da Índia, Filipinas, Paquistão, Sri Lanka, Líbano, Palestina, Jordânia, mas também de muitos países da América Latina e África. Quanto aos ritos, temos latim, siro-malabar, siro-malankara, maronita, copta, etc.”. A catedral também poderá ser usada por outras denominações cristãs no Golfo Pérsico.

Lynch também destacou que “em toda a península arábica, mas particularmente na Arábia Saudita, a prática pública do cristianismo é severamente restrita e limitada aos terrenos de embaixadas estrangeiras e residências privadas. Por isso muitos dos cristãos que vivem neste país vão ao Bahrein - um país fronteiriço - para receber os sacramentos e viver a fé em comunidade”.

A diretora de projetos da ACN também falou sobre a vida difícil dos cristãos do Bahrein, “não por causa do governo, mas porque deixaram o seu próprio país, as suas famílias e amigos. Muitos estão sozinhos. Por isso sofrem muito e precisam de uma formação espiritual especial que os ajude a continuar sendo o que são, senão se perderão”.

O padre Saji disse à ACN que “a Catedral de Awali tem capacidade para 2,3 mil pessoas sentadas, duas capelas e dois grandes salões com espaço para confissões. Estruturalmente, a forma da catedral assemelha-se a uma tenda na qual, segundo o Antigo Testamento, o profeta Moisés encontrava o seu povo”.

Numa das capelas encontra-se a imagem da padroeira do Vicariato Apostólico da Arábia do Norte: Nossa Senhora da Arábia, a Virgem Maria coroada com um rosário e o Menino Jesus.

No novo complexo, junto à catedral, também ficará a sede do Vicariato Apostólico da Arábia do Norte, criado em agosto de 2012.

Hoje é celebrada a festa da Transladação da Casa da Virgem de LoretoSegundo a tradição, a Santa Casa de Loreto é a mesma...
10/12/2021

Hoje é celebrada a festa da Transladação da Casa da Virgem de Loreto

Segundo a tradição, a Santa Casa de Loreto é a mesma Casa de Nazaré, na qual se deu o anúncio do Anjo, foi concebido Jesus Cristo e onde o Senhor viveu com José e a Virgem. Apresentamos a história de como milagrosamente esta casa “voou” da Terra de Jesus até Loreto, na Itália, cuja festa é celebrada hoje, 10 de dezembro.

A Santa Casa de Nazaré tinha duas partes, uma pequena gruta e uma estrutura de tijolos que se estendia a partir da entrada da gruta.

Em 1291, os sarracenos conquistaram a Terra Santa e queriam destruir todos os lugares sagrados do cristianismo. Quando chegaram às proximidades de Nazaré, os inimigos diziam: “nunca mais os cristãos celebrarão a Anunciação aqui”.

A basílica construída sobre a Casa tinha sido destruída em duas ocasiões (1090 e 1263), mas a Casa permaneceu intacta. No entanto, os cruzados não puderam voltar a reconstruí-la e o lar de Maria ficou desprotegido.

Segundo a tradição do translado, quando os cruzados perdiam o controle na Terra Santa, o Senhor enviou seus anjos com a ordem de levarem a casa para um lugar seguro.

Em 12 de maio de 1291, os anjos a transladaram para uma cidade chamada Tersatto, na Croácia. Pela manhã, os vizinhos ficaram surpresos ao ver a Casa sem fundações e sem saber como chegou.

Dentro, encontraram um altar de pedra e em cima dele uma estátua de cedro da Virgem Maria com o menino Jesus em seus braços. O menino segurava com sua mão esquerda uma esfera de ouro que representava o mundo e seus dois dedos da mão direita estavam estendidos, como abençoando. Ambos vestiam uma espécie de túnica e tinham coroas de ouro.

Dias depois, a Virgem apareceu a um sacerdote local e explicou a ele o lugar de onde a Casa procedia. Maria lhe disse: “deves saber que a casa que recentemente foi trazida a tua terra é a mesma casa na qual eu nasci e cresci. Aqui, na Anunciação do Anjo Gabriel, eu concebi o Criador de todas as coisas. Aqui, o Verbo se fez carne”.

“O altar foi que foi transladado com a casa foi consagrado por Pedro, o Príncipe dos Apóstolos. Esta casa veio de Nazaré para tua terra pelo poder de Deus, para o qual nada é impossível”, acrescentou.

Como verdadeira prova de tudo o que a Virgem lhe comunicou, o presbítero foi curado. O sacerdote, que tinha estado doente por muito tempo, anunciou o milagre e começaram as peregrinações. Os habitantes elevaram sobre a Casa um edifício simples para protege-la da natureza.

Depois de três anos e cinco meses, em 10 de dezembro de 1294, a Casa desapareceu de Tersatto e alguns pastores de Loreto, na Itália, disseram ter visto uma casa voando sobre o mar e sustentada por anjos. A tradição assinala que um anjo com capa vermelho, São Miguel, dirigia os outros e a Virgem com o Menino estavam sentados sobre a Casa.

Os anjos baixaram o recinto a um lugar chamado Banderuola e, posteriormente, levaram-na a uma colina, no meio de uma propriedade, para depois ser transladada a outra colina. Foi colocada no meio do caminho e ocupou esse local por mais de 700 anos.

Dois anos depois, a Virgem se apresentou a Paulo, um eremita, a quem contou a origem e a história da Santa Casa. Ele compartilhou com as pessoas do povoado e iniciaram medidas para verificar a autenticidade.

Os peritos foram a Tersatto e viram que a réplica que os moradores tinham feito era exatamente a mesma que a de Loreto e que muitos elementos coincidiam. Em Nazaré, constataram que as medidas da fundação eram exatas às da Casa em Loreto e a réplica construída em Tersatto.

Após 6 meses, voltaram a Loreto e foi declarada a autenticidade da Santa Casa, que não tem fundação, porque esta permaneceu em Nazaré.

Com o tempo, muitos peregrinos foram ao santuário e o papa Clemente VII mandou fechar a porta original e que fossem construídas três portas para que as pessoas não brigassem por ter ap***s uma porta de entrada e saída.

Ninguém pediu permissão à Virgem e, por isso, quando o arquiteto pegou seu martelo para dar início ao trabalho, sua mão começou a tremer. Depois disso, ninguém quis fazer o trabalho, até que um clérigo aceitou e, ajoelhando-se, disse à Mãe de Deus que este era um pedido do Papa e que se ela estava zangada, que ela se resolvesse com o pontífice.

O clérigo pôde completar o seu trabalho e as pessoas de Loreto quiseram proteger a Casa erguendo uma parede de tijolo. Quando terminaram, a parede se separou da Casa e, por isso, há um espaço entre a Santa Casa e a parede construída.

Em outra ocasião, um bispo de Portugal, com a permissão do papa, mandou seu secretário tirar uma pedra e leva-la para construir uma Igreja em honra à Virgem de Loreto. O Prelado ficou doente e, quando o secretário chegou, o Bispo estava quase morto.

O bispo pediu a algumas religiosas que rezassem por ele e, dias depois, recebeu uma mensagem: “Nossa senhora disse, se o Bispo deseja se recuperar, deve devolver à Virgem o que ele pegou”. O Bispo e o secretário ficaram desconcertados porque ninguém sabia da pedra. O secretário devolveu o objeto e o Bispo se recuperou.

Por esta razão, os Papas proibiram que se extraia alguma parte da Santa Casa.

Grandes santos passaram por esta Casa, como são Francisco de Sales, santa Teresa de Lisieux, são Maximiliano Kolbe, são João XXIII e são João Paulo II.

A tradição que conta a transladação feita pelos anjos não seria a única explicação da Santa Casa de Loreto, mas também há documentos que indicariam que o responsável seria um comerciante chamado Nicéforo Angelo del S. XIII. Em todo caso, o translado, sem dúvidas, teve a proteção e orientação do céu.

Endereço

Rua Walter Luiz D´Avila, 171/Central Parque
Sorocaba, SP
15081-180

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Pastoral Familiar - Casais em 2ª União Estável - São Judas Tadeu posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria