CURA - Casa Umbandista Renascer D'Alma

CURA - Casa Umbandista Renascer D'Alma Casa de Umbanda Iniciática e com o estudo da doutrina dos 7 Reinos Sagrados.

25/05/2026

31/05 | 19:00h

Na força da noite sagrada, sob a proteção dos caminhos e da justiça espiritual, realizaremos mais uma poderosa gira de Exú e Pombagira, guardiões da nossa Umbanda.
Um trabalho de acolhimento, descarrego e transformação, onde cada ponto cantado, cada vela acesa e cada oração abrirão caminhos para a limpeza das dores, das angústias e das energias que já não servem mais.
Exú guarda os caminhos.
Pombagira acolhe as feridas da alma.
Juntos, trabalham com firmeza, verdade e amor, promovendo libertação, proteção e equilíbrio espiritual.
Que a força dessas entidades continue iluminando nossos passos, fortalecendo nossa fé e trazendo coragem para seguir adiante com o coração mais leve e a alma fortalecida.
Laroyê Exú!
Laroyê Pombagira!
Mojubá aos guardiões da nossa caminhada. ✨

25/05/2026

Médium que tem preparo e desenvolvimento, não sai incorporando por aí a fora, muito menos em casa alheia!

Toda sexta-feira! Agende a sua...
22/05/2026

Toda sexta-feira!
Agende a sua...

Casa Umbandista Renascer D'Alma Mais que uma casa umbandista, uma escola de caráter espiritual! Rua Colômbia, Sorocaba/S...
22/05/2026

Casa Umbandista Renascer D'Alma

Mais que uma casa umbandista, uma escola de caráter espiritual!

Rua Colômbia, Sorocaba/SP
(15) 98166-0005

22/05/2026

GRATIDÃO NÃO SE DIGITA:*
A Verdade Sobre Respeito, Consciência e Responsabilidade na Umbanda.

Ao adentrar uma casa de Umbanda, o que realmente buscamos?
Acolhimento? Respostas? Cura? Direção?

Mas uma pergunta mais profunda precisa ser feita:
Estamos preparados para assumir a mesma postura de respeito ao sair, como tivemos ao entrar?

A Umbanda é uma religião de caridade, acolhimento e evolução espiritual — mas também é uma escola de responsabilidade. E é justamente nesse ponto que muitos ainda falham: na forma como lidam com suas próprias escolhas.

Quando alguém chega a um terreiro, normalmente chega fragilizado. Chega com dores, dúvidas, conflitos internos, muitas vezes carregando histórias difíceis e situações que não consegue resolver sozinho. E ali encontra algo precioso: acolhimento sem julgamento.

O dirigente ou a dirigente escuta, orienta, acolhe. A corrente espiritual se movimenta para ajudar. Os guias trabalham. A casa se abre. A energia se doa.

Nesse momento, o indivíduo se mostra:

aberto

sensível

respeitoso

grato

Mas o tempo passa. A pessoa melhora, se fortalece, cresce — ou acredita que cresceu. E então, por diversos motivos, decide sair da casa.

E é aí que se revela a verdadeira consciência espiritual.

A Umbanda não prende ninguém. Nunca prendeu.
Ela é liberdade. Sempre foi.

Mas liberdade não é ausência de responsabilidade.
Liberdade exige postura, consciência e caráter espiritual.

Sair de uma casa faz parte da caminhada. Nem todos os caminhos são permanentes. Nem todas as casas serão o lugar definitivo. E isso é natural. O erro não está em sair.

O erro está em como se sai.

Quando alguém entra com respeito, com diálogo, com presença… mas sai por mensagem fria, por silêncio, por afastamento súbito — isso não é apenas uma questão social. É uma questão espiritual.

Porque isso revela:

fuga de responsabilidade

dificuldade de encarar situações

imaturidade emocional

falta de coerência entre discurso e atitude

A palavra “gratidão” tem sido usada de forma vazia. Tornou-se, em muitos casos, um recurso de conveniência, não um sentimento verdadeiro.

Dizer “sou grato” e agir com indiferença é incoerência.
E na Umbanda, coerência é fundamento.

A espiritualidade observa atitudes, não discursos.

Um filho de santo não é aquele que apenas frequenta um terreiro.
É aquele que:

respeita o processo

honra o que recebeu

reconhece o valor do acolhimento

age com dignidade em todas as fases da caminhada

Quando alguém se retira sem diálogo, sem olhar nos olhos, sem encerrar ciclos com respeito, está demonstrando que ainda não compreendeu um dos pilares da Umbanda: a responsabilidade pelas próprias escolhas.

Ninguém é obrigado a permanecer.
Mas todos são responsáveis pela forma como entram e saem.

Outro ponto importante: a tendência de transferir culpa.

Quando a pessoa entra na casa, foi escolha dela.
Quando permanece, continua sendo escolha dela.
Quando decide sair, também é escolha dela.

Então por que, muitas vezes, ao sair, tenta responsabilizar:

o dirigente

a casa

a corrente espiritual

Isso revela um mecanismo comum: a dificuldade de assumir as próprias decisões.

A Umbanda não valida esse comportamento.
Ela ensina o contrário:
assuma, reconheça, aprenda e siga com dignidade.

Aplicação na Vivência Espiritual

Para médiuns em desenvolvimento e também para os já atuantes, esse ensinamento é essencial.

Se um dia você sentir que não é mais seu lugar:

Converse com o dirigente

Seja honesto e respeitoso

Agradeça de forma verdadeira

Reconheça o que recebeu

Saia com dignidade

Não é sobre formalidade.
É sobre consciência espiritual.

Olhar nos olhos é um ato de verdade.
Fugir é um ato de imaturidade.

A mediunidade não é apenas incorporação.
É comportamento, postura, ética e responsabilidade.

O terreiro não é apenas um espaço físico.
É um campo energético, emocional e espiritual onde você foi acolhido.

E todo lugar que te acolhe merece, no mínimo:
👉 respeito
👉 consideração
👉 encerramento digno

A Umbanda é uma religião de liberdade, sim.
Mas é, acima de tudo, uma escola de caráter espiritual.

Entrar com humildade e sair com dignidade é sinal de evolução.
Fugir, omitir, agir com incoerência — é sinal de que ainda há muito a aprender.

Ser grato não é dizer.
Ser grato é agir.

Que cada médium, cada consulente e cada buscador espiritual reflita:

Tenho honrado os lugares que me acolheram?
Ou apenas os utilizo enquanto me convém?

A verdadeira evolução começa quando entendemos que espiritualidade não é apenas receber — é também saber retribuir com respeito, consciência e verdade.

Texto de Eduardo - Núcleo Pai Ogum.

A Lei Divina sempre foi muito clara! Cláudia Batista
21/05/2026

A Lei Divina sempre foi muito clara!

Cláudia Batista

DOUTRINA DA NOSSA CASA:"UMBANDA - 7 REINOS SAGRADOS"A chamada _“Umbanda dos 7 Reinos Sagrados”_ é uma visão espiritual e...
19/05/2026

DOUTRINA DA NOSSA CASA:

"UMBANDA - 7 REINOS SAGRADOS"

A chamada _“Umbanda dos 7 Reinos Sagrados”_ é uma visão espiritual e filosófica que compreende a criação da Terra e da própria existência humana como manifestação de sete forças divinas primordiais. Cada reino representa uma etapa da formação do planeta e também um aspecto da evolução espiritual do ser humano. Dentro dessa tradição, os Orixás são entendidos como potências cósmicas que organizam, sustentam e equilibram toda a vida.

Mais do que elementos da natureza, os 7 Reinos Sagrados simbolizam forças vivas da criação divina, expressando a presença de Deus em todas as dimensões da existência: no fogo, na terra, nos ventos, nas águas, nas matas, na humanidade e no mundo espiritual das almas.

*Umbanda dos 7 Reinos Sagrados*

A Umbanda ensina que o universo não surgiu de forma aleatória, mas pela atuação harmoniosa das forças divinas emanadas do Criador. Cada fase da formação do planeta foi conduzida por uma vibração específica, governada por um Orixá Maior.

Esses reinos não representam apenas momentos da criação do mundo físico, mas também etapas do despertar da consciência humana.

Primeira Fase – Reino do Fogo
Ogum – O Senhor da Força e da Abertura dos Caminhos

No princípio, a Terra era uma massa incandescente, envolvida em calor, explosões e movimentos intensos. Essa foi a fase do fogo, da transformação bruta, da ação primordial.

É neste momento que atua Ogum, Orixá da força, do movimento, da coragem e da abertura dos caminhos. Ogum representa o impulso inicial da criação, a energia que rompe o caos para dar início à ordem.

O fogo simboliza:

A força vital
A transformação
A coragem
O despertar da matéria
O poder da ação

Ogum é o grande desbravador cósmico. Sua vibração corta os excessos, rompe barreiras e inicia os processos evolutivos. Sem o fogo de Ogum, nada sairia da inércia.

Espiritualmente, essa fase representa o despertar da vontade e da força interior.

Segunda Fase – Reino da Terra
Xangô – O Senhor da Justiça e da Estrutura

Após o resfriamento do planeta, a matéria começou a se solidificar. Surgiram as rochas, montanhas, minerais e toda a estrutura física da Terra.

Essa é a fase da terra, regida por Xangô, Orixá da justiça, da estabilidade e do equilíbrio.

Xangô representa:

A firmeza
A razão
O equilíbrio das leis divinas
A sustentação da vida
A ordem universal

A terra simboliza segurança, sustentação e responsabilidade. Tudo o que é construído necessita da firmeza de Xangô.

Enquanto Ogum impulsiona, Xangô organiza.

Na vida espiritual, essa fase simboliza o amadurecimento da consciência, quando o ser aprende sobre limites, responsabilidade e consequências.

Terceira Fase – Reino do Ar
Iansã – A Senhora dos Ventos e dos Movimentos

Com a estabilização da Terra, surgiram os ventos, a atmosfera e as movimentações do ar. O planeta passou a respirar.

É a fase do ar, governada por Iansã, senhora dos ventos, tempestades e transformações.

Iansã representa:

O movimento
A liberdade
A comunicação
A quebra das estagnações
O poder das mudanças

O ar é invisível, mas essencial. Ele move, espalha, limpa e transforma.

Iansã ensina que a vida precisa circular. Nada pode permanecer parado eternamente.

Espiritualmente, essa fase representa a libertação da consciência, o despertar mental e emocional.

Quarta Fase – Reino das Águas
Iemanjá – A Grande Mãe da Vida

Depois vieram as águas. Os mares, rios e chuvas trouxeram fertilidade e condições para o nascimento da vida.

Essa é a fase das águas, regida por Iemanjá, a grande mãe cósmica.

Iemanjá simboliza:

A maternidade
O acolhimento
A sensibilidade
A fertilidade
O fluxo da vida

As águas carregam memórias, emoções e purificação.

É no ventre das águas que a vida começa a se desenvolver.

Espiritualmente, essa fase representa o despertar dos sentimentos, da intuição e da capacidade de amar.

Quinta Fase – Reino das Matas
Oxóssi – O Senhor da Natureza e do Conhecimento

Com água e solo fértil, surgiram as matas, florestas e toda a biodiversidade do planeta.

Essa é a fase das matas, governada por Oxóssi, Orixá da abundância, da sabedoria e da conexão com a natureza.

Oxóssi representa:

O conhecimento
A prosperidade
A expansão da vida
A caça espiritual pela verdade
A inteligência natural

As matas simbolizam crescimento, fartura e equilíbrio ecológico.

Oxóssi ensina que a natureza é sagrada e que o ser humano deve aprender com ela.

Espiritualmente, essa fase representa a busca pelo conhecimento e pela evolução consciente.

Sexta Fase – Reino da Humanidade
Oxalá – O Senhor da Criação Humana e da Luz Divina

Depois que a Terra estava preparada, surgiu a humanidade.

Essa é a fase da consciência humana, regida por Oxalá, Orixá da paz, da fé e da criação divina.

Oxalá representa:

A espiritualidade superior
A sabedoria
A paz
A fé
O despertar da consciência divina

A humanidade nasce com a missão de evoluir espiritualmente e aprender a equilibrar todas as forças anteriores dentro de si.

O ser humano carrega:

O fogo de Ogum
A firmeza de Xangô
O movimento de Iansã
A sensibilidade de Iemanjá
A sabedoria de Oxóssi

E Oxalá é quem harmoniza todas essas forças.

Espiritualmente, essa fase simboliza o despertar da consciência espiritual e da conexão com Deus.

Sétima Fase – Reino das Almas
Omulú – O Senhor da Transformação Espiritual

Por fim, compreende-se que a vida não termina na matéria. Surge então o Reino das Almas, governado por Omulú.

Omulú é o Orixá da cura profunda, da passagem entre os mundos e da transformação espiritual.

Ele representa:

A morte como transformação
A cura espiritual
A ancestralidade
A renovação
O encerramento dos ciclos

Omulú ensina que tudo passa por transformação para renascer mais forte.

O Reino das Almas simboliza:

A continuidade da vida espiritual
A evolução do espírito
O retorno à essência divina

Espiritualmente, essa fase representa a compreensão de que somos espíritos eternos em constante aprendizado.

O Significado dos 7 Reinos na Vida Humana

Os 7 Reinos Sagrados não falam apenas da criação do planeta, mas também da jornada interior de cada ser humano.

Cada pessoa carrega dentro de si:

O fogo da iniciativa
A firmeza da terra
A liberdade do ar
A emoção das águas
A expansão das matas
A consciência humana
A transformação das almas

Na Umbanda, o equilíbrio espiritual acontece quando essas forças estão harmonizadas.

Assim, os Orixás não são apenas entidades externas, mas manifestações vivas das leis divinas atuando dentro da natureza e dentro de cada indivíduo.

A Umbanda dos 7 Reinos Sagrados ensina que toda criação é sagrada, toda vida possui propósito e toda alma está em processo contínuo de evolução rumo à luz divina.

Texto de Cláudia Batista - Dirigente Espiritual
Casa Umbandista Renascer D'Alma


14/05/2026

Endereço

Rua Colômbia, 159
Sorocaba, SP
18025755

Horário de Funcionamento

Quinta-feira 19:00 - 22:00
Domingo 19:00 - 22:00

Telefone

+5515981660005

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