26/06/2014
Fiel é o que prometeu.
Deus afirma através do profeta Ezequiel que Ele não tem prazer na morte do ímpio, antes que ele se converta e viva (Ez 18.23; 33.11).
Isto é reafirmado pelo apóstolo Paulo quando diz em I Tim 2.4 que Deus “quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.”
O Seu desejo portanto é salvar, e não condenar.
Depois dos juízos trazidos por Ele na dispensação do Velho Testamento, para o nosso ensino que o pecado mata e destrói, Ele instituiu uma nova dispensação conforme havia planejado em Seu conselho eterno, a do evangelho, que já vigora por cerca de dois mil anos, através da qual tem demonstrado este desejo de salvar e de não condenar, através da grande longanimidade que tem demonstrado para com todas as pessoas, em todas as nações.
Os dias do Evangelho, a Dispensação da Graça, são o tempo do Reino da paciência ou perseverança (hipomoné) em Jesus Cristo (Apo 1.9; 3.10; 13.10).
Porque este momento não é apenas o tempo do reinado do Senhor como também o tempo da paciência d`Ele. Deus está sendo paciente e longânimo para com todos os pecadores na presente Dispensação da Graça, e os Seus filhos devem seguir os Seus passos.
Por isso, quantas vezes A Igreja de Cristo parecia definhar no mundo ao longo da sua história de dois milênios, entretanto ela prosseguirá adiante porque as portas do inferno não poderão prevalecer contra ela, porque Deus fez promessas relativas aos cristãos desde Abraão, e elas serão cabalmente cumpridas, a par de toda forma de oposição e dificuldades, e isto deve servir para animar a fé dos cristãos a perseverarem e nunca desfalecerem.
Nenhuma promessa de Deus falhará, e não deixará de ter o devido efeito.