07/02/2022
Não existe, embaixo dos céus, nada mais lindo do que a Igreja do Senhor. Mas é preciso que fique bem claro que não me refiro à construção, aquilo que é feito de tijolos e cimento. Muitas vezes as pessoas contemplam uma catedral, um templo, um prédio belíssimo, e ficam extasiadas, mas nada disso é a Igreja de Cristo. Esta é feita de pedras vivas. Ela é feita de gente, de pessoas que um dia tiveram um encontro maravilhoso com o Senhor, tiveram a vida transformada, e passaram a ser Igreja do Senhor.
Em Hebreus, capítulo 10, verso 25, diz assim: "Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima". Estar no culto é cumprir o que Senhor nos ordenou: congregar. Quando nos reunimos, congregamos.
Cada reunião da igreja é uma expressão de culto, de adoração. Estes momentos nos lavam espiritualmente, nos curam, nos libertam, nos consolam. Precisamos ter costumes sadios e não costumes abomináveis, e um desses é deixarmos de congregar. Claro que, por determinados motivos, podemos nos ausentar de alguns cultos, isso às vezes acontece comigo, porém, esta não deve ser uma prática. Mas é claro que não me refiro a uma prática religiosa.
Quando uma pessoa falta a um culto, de domingo, por exemplo, ela sente o coração doer um pouco. Se ela deixa de ir ao culto por dois domingos, o coração dói um pouco menos. Se a ausência acontece por mais de três domingos, o coração se acostuma. Isso causa um "esfriamento na fé". Não tem nada a ver com a simples frequência nos cultos, com a quantidade de vezes que a pessoa vai ao templo. O congregar, o estar juntos deve ser prioridade.
E assim é o congregar. Estar nos cultos em vez de assisti-los pela televisão faz toda a diferença. O clima, a glória, a unção, a comunhão... Por isso, "não deixemos de congregar, como é costume de alguns" porque a fé cristã não é para ser vivida individualmente, há necessidade de algo chamado convívio.