Orações ao Sagrado Coração de Maria

Orações ao Sagrado Coração de Maria Traga suas intenções para rezarmos juntos ao Sagrado Coração de Maria Nota: Nossa Senhora redireciona para este artigo.

Para outros signif**ados, veja Nossa Senhora (desambiguação). Maria, mãe de Jesus

Ícone da Virgem da Paixão (pintura do século XVI)
do Mosteiro de Santa Catarina no Monte Sinai
Nascimento Data desconhecida
Celebrado no dia 8 de Setembro1
Residência Nazaré, Galileia
Nacionalidade Israelita, Império Romano2
Cônjuge São José3
Pais São Joaquim e Santa Ana (de acordo com o protoevangelho de Tiago)4
Ve

nerada por Cristãos (das igrejas Católica, Ortodoxa, Ortodoxa Oriental, Anglicana e Luterana)
Festa 1 de Janeiro
Maria (hebraico: מִרְיָם, Miriam; aramaico: Maryām; árabe: مريم, Maryam; grego koiné: Μαριας ou Μαριαμ,5 ), também conhecida como Maria de Nazaré, é a mulher israelita 6 de Nazaré, identif**ada no Novo Testamento e no Alcorão como a mãe de Jesus através da intervenção divina (Mateus 1:16-25, Lucas 1:26-56, Lucas 2:1-7). Jesus é visto como o messias — o Cristo — em ambas as tradições, dando origem ao nome comum de Jesus Cristo. Maria teria vivido na Galileia no final do século 1 a.C. e início do século 1 d.C., é considerada pelos cristãos como a primeira adepta ao cristianismo. Os evangelhos canônicos de São Mateus e São Lucas descrevem Maria como uma virgem (grego: παρθένος, parthenos).7 Tradicionalmente, os cristãos acreditam que ela concebeu seu filho milagrosamente pela ação do Espírito Santo. Os muçulmanos acreditam que ela concebeu pelo comando de Deus. Isso ocorreu quando ela estava noiva de José e aguardava o rito do casamento, que tornaria a união formal.8 Ela se casou com José e o acompanhou a Belém, onde Jesus nasceu.3 De acordo com o costume judaico, o noivado teria ocorrido quando ela tinha cerca de 12 anos, o nascimento de Jesus aconteceu cerca de um ano depois.9

O Novo Testamento começa o seu relato da vida de Maria com a anunciação, quando o anjo Gabriel apareceu a ela anunciando que Deus a escolheu para ser a mãe de Jesus. A tradição da Igreja e os escritos apócrifos afirmam que os pais de Maria eram um casal de idosos, São Joaquim e Santa Ana. A Bíblia registra o papel de Maria em eventos importantes da vida de Jesus, desde o seu nascimento até a sua ascensão. Escritos apócrifos falam de sua morte e posterior assunção ao céu. Os cristãos da Igreja Católica, da Igreja Ortodoxa, da Igreja Ortodoxa Oriental, da Igreja Anglicana e da Igreja Luterana acreditam que Maria, como mãe de Jesus, é a Mãe de Deus (Μήτηρ Θεοῦ) e a Theotokos, literalmente Portadora de Deus. Maria foi venerada desde o início do cristianismo.10 11 Ao longo dos séculos ela tem sido um dos assuntos favoritos da arte, da música e da literatura cristã. Há uma diversidade signif**ativa nas crenças e práticas devocionais marianas entre as grandes tradições cristãs. A Igreja Católica tem uma série de dogmas marianos, como a Imaculada Conceição de Maria e Assunção de Maria. Os católicos se referem a ela como Nossa Senhora e a veneram como a "Rainha do Céu" e "Mãe da Igreja", porém, a maioria dos protestantes não compartilha dessas crenças, 12 13 atribuindo a ela um papel mínimo dentro do cristianismo por conta das poucas referências bíblicas sobre sua vida.14

09/08/2024
25/07/2024
14/07/2024

“Antes de tudo, quando quiseres realizar algo de bom, pede a Deus com oração muito insistente que seja plenamente realizado por Ele. (...) Assim, devemos em todo tempo pôr a seu serviço os bens que nos concedeu, para não acontecer que, como pai irado, venha a deserdar seus filhos; ou também, qual Senhor temível, irritado com os nossos pecados nos entregue ao castigo eterno, como péssimos servos que o não quiseram seguir para a glória. Levantemo-nos, enfim, pois a Escritura nos desperta dizendo: Já é hora de levantarmos do sono (cf. Rm 13,11). (...) Não fecheis os corações (Sl 94,8); e ainda: Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas (Ap 2,7). E o que diz ele? Meus filhos, vinde agora e escutai-me: vou ensinar-vos o temor do Senhor (Sl 33,12). Correi, enquanto tendes a luz da vida, para que as trevas não vos alcancem (cf. Jo 12,35). Procurando o Senhor o seu operário na multidão do povo ao qual dirige estas palavras, diz ainda: Qual o homem que não ama sua vida, procurando ser feliz todos os dias? (Sl 33,13). E se tu, ao ouvires este convite, responderes: Eu, dir-te-á Deus: Se queres possuir a verdadeira e perpétua vida, afasta a tua língua da maldade, e teus lábios, de palavras mentirosas. Evita o mal e faze o bem, procura a paz e vai com ela em seu caminho (Sl 33,14-15). E quando fizeres isto, então meus olhos estarão sobre ti e meus ouvidos atentos às tuas preces; e antes mesmo que me invoques, eu te direi: Eis-me aqui (Is 58,9) (...). É este zelo que os monges devem pôr em prática com amor ferventíssimo, isto é, antecipem-se uns aos outros em atenções recíprocas (cf. Rm 12,10). Tolerem pacientissimamente as suas fraquezas, físicas ou morais; rivalizem em prestar mútua obediência; ninguém procure o que julga útil para si, mas sobretudo o que o é para o outro; ponham em ação castamente a caridade fraterna; temam a Deus com amor; amem o seu abade com sincera e humilde caridade; nada absolutamente prefiram a Cristo; e que ele nos conduza todos juntos para a vida eterna”. (Regra de São Bento)

SÃO BENTO, ROGAI POR NÓS! 🙏🏻


12/07/2024
13/11/2022

Parece incrível que se deva fazer força para obter dos cristãos de não trabalhar nos domingos e em festas de guarda para dedicar-se ao Senhor e à própria alma. Não só, mas o cúmulo é que só se consegue obter o descanso festivo e a participação à Santa Missa só de uma pequena minoria de cristãos.

Já chegamos a este ponto! Com quais consequências?

Aquelas já previstas pelo Papa Leão XIII: “Não respeitar os domingos, este é o princípio de todos os males: é a festa apagada, a eternidade esquecida, é Deus excluído da vida do homem.” É o quadro mundial da sociedade de hoje: ateísmo, laicismo, materialismo, animalismo.

Com o Concílio Vaticano II, o domingo ficou posto ainda mais em lugar de honra, como o dia do Senhor e o dia da alegria do homem. Todos os domingos” os fiéis devem reunir-se em assembleia para ouvir a Palavra de Deus e participar à Eucaristia. O domingo é a festa primordial que deve ser proposta à piedade dos fiéis, de modo que resulte também em um dia de alegria e de descanso” (SC, n.106).

Todos os domingos, os cristãos hão de ganhar para a alma, com a nutrição espiritual que recebem da S. Missa para o corpo, com o descanso que restaura das fadigas da semana. Só temos a ganhar! O domingo recarrega de energias a alma e o corpo. É um dom de Deus. É dia de graça. “Este é o dia que o Senhor fez para nós” (Sl 117,24). Por isso, S. Tomás Moro, o Chanceler da Inglaterra, mesmo quando com a perseguição foi preso, festejava o Domingo, mandando trazer e vestindo os hábitos da festa para agradar o Senhor.

Todos à Santa Missa

As duas coisas mais importantes das festas são a participação à Santa Missa e o repouso do trabalho. A participação na Santa Missa não consiste em estar presente na Igreja durante a celebração, porque os bancos e as paredes também estão, mas em participar ativa e sentidamente: ativa no seguir ponto por ponto o desenrolar dela; sentida no unir-se vivamente a Jesus que se sacrif**a no Altar entre as mãos do sacerdote.

A participação é plena se se recebe também a Comunhão, depois de ter devidamente purif**ado a alma com o Sacramento da Confissão. É este o Domingo do cristão: Confissão, Santa Missa e Comunhão. São três tesouros de infinito valor que enriquecem maravilhosamente a vida da Graça. Em tal modo, o domingo é o “Dia do Senhor” e a “Festa da Alma”.

Muitos cristãos se contentam só com a Santa Missa. Por quê? Porque estão provados dos dois Sacramentos da Confissão e Comunhão. E se pode chamar dia do Senhor um domingo sem a Comunhão? Os antigos cristãos chamavam o domingo também com duas palavras: Dies Panis: Dia do Pão, porque todos participavam à Santa Missa e recebiam Jesus Eucarístico, Pão do Céu (cf. Jo 6,41). Não devia ser assim também hoje para todos os cristãos?

É pecado mortal

O dever da Santa Missa festiva é grave. Quem não participa à Santa Missa festiva comete pecado mortal. Só o caso de grave necessidade ou de impossibilidade (doença) faz evitar o pecado. Nem vale escutar a Santa Missa pelos meios de comunicação. Este é um ato de devoção útil a quem está privado de ir a Igreja. A Santa Missa é o ato comunitário e social por excelência. Por isto é necessária a presença viva no seio da comunidade. Lembremo-nos sempre: pela sua importância, a Santa Missa deve ocupar o 1º lugar no domingo. Tudo lhe deve ser subordinado e condicionado. Quando o Pio Alberto I, Rei da Bélgica, encontrou-se nas Índias, organizaram-lhe uma esplêndida excursão para o dia de domingo. O programa foi apresentado ao Rei, que examinou e logo disse: “Esquecestes um ponto: A Santa Missa. Este antes de mais nada.”

Que lição para tantos de nossos excursionistas, tão prontos em sacrif**ar a Santa Missa e em transformar o domingo de “Dia do Senhor” em “dia do demônio”. Ainda mais edif**ante é o exemplo que dão alguns simples fiéis, que enfrentam sacrifícios duros para não perderem a Santa Missa. Uma senhora deve percorrer a pé diversas horas do caminho; um operário que pode correr à Santa Missa só às primeiras horas do dia; uma mãe de muitos filhos que nunca perdeu uma Missa…

O repouso festivo

Para louvar o Senhor, para a Ele dedicar-se, cuidando da própria alma, é necessária a abstenção do trabalho. Ensina S. Gregório Magno: “No domingo se deve interromper o trabalho e dar-se à oração, para que as negligências dos dias precedentes sejam descontadas com a oração deste grande dia”.

Se se pudessem escutar de novo os sermões que S. Cura d’Ars fez por 8 anos contra o trabalho festivo, f**aríamos tocados e comovidos. Dizia o Santo: “Se perguntamos a quem trabalha no domingo: O que estais fazendo? Deveria responder: Estou vendendo a alma ao demônio e colocando Jesus na Cruz de novo, condenando-me ao Inferno”.

Próprio naqueles tempos Maria aparecia nos montes de La Salette e advertia: “O Senhor vos deu seis dias para trabalhar, reservando-se o 7º, e não o quereis dar. Eis o que faz f**ar pesado o braço Divino”. É possível que temamos de perder, se servimos o Senhor, observando o seu Mandamento? “Gente de pouca fé! Procurais antes o Reino de Deus e a sua justiça, e o mais vos virá por acréscimo!” (Mt 6,33).

O pai de S. Terezinha tinha uma ourivesaria. Aberta toda a semana e fechada os dias festivos. Uma pessoa aconselhou-o a abri-la nos dias que fechava, já que os camponeses iam nestes dias fazer compras. Até seu confessor o autorizou. Mas ele não quis. Preferia perder aquele lucro a afastar uma só bênção de Deus sobre a sua família. E o Senhor o fez enriquecer com os lucros da loja.

É fundamental

Observar o 3º mandamento é fundamental para a vida do cristão. Frequentar a Igreja, aproximar-se dos Sacramentos, participar à Santa Missa, ouvir a Palavra de Deus, são alimentos vitais da vida cristã. Privar-se signif**a condenar-se à ruína, ao sofrimento eterno. Um venerado Bispo Francês, ao preparar o seu túmulo, fez esculpir uma pedra com estas palavras: “Lembrai-vos de santif**ar as festas, porque só isso me basta.

Se os fiéis me obedecerem, chegarão certamente à salvação. “Tinha razão. Quem santif**a as festas se tem em relação com Deus e f**a de domingo sob seu salutar influxo e chamada. Por isso Pe. Pio, na Confissão, era muito severo ao fazer respeitar este mandamento, e muitos penitentes tiveram por causa deste pecado recusada a absolvição, mandados embora bruscamente com um: “Vai embora, desgraçado!” Maria, Mãe de Jesus e nossa, quer ver ao menos todos os domingos reunidos em volta do Altar, em volta de Jesus, seus filhos. Ela nos quer todos os domingos para nos poder ter no Domingo Eterno, que é o Paraíso.

Depois de ler este maravilhoso texto, assista uma aula especial sobre o 3° mandamento da Lei de Deus para compreender ainda mais este aspecto da vida do cristão.

Clique aqui: https://templariodemaria.com/guardar-domingos-e-festas-3o-mandamento-da-lei-de-deus/

02/11/2022

Você conhece a aparição de Nossa Senhora em Cimbres?Nossa convidada, a Ana Lígia Lira, além de sete livros publicados, é a mais experiente pesquisadora ...

Pra hoje elevamos ao céu um pedido:Que a nossa Nação seja um celeiro de Paz e Abundância...Que seja uma Nação com os olh...
30/10/2022

Pra hoje elevamos ao céu um pedido:
Que a nossa Nação seja um celeiro de Paz e Abundância...
Que seja uma Nação com os olhos e o coração voltados para Aquele que nos abençoa a cada dia...
E que os Anjos de Deus tragam copiosas bênçãos a cada cantinho dessa Terra de Santa Cruz...

Amém...!

𝑩𝒐𝒎 𝒅𝒊𝒂 𝒅𝒆 𝘿𝒐𝒎𝒊𝒏𝒈𝒐 𝒎𝒊𝒏𝒉𝒂 𝒈𝒆𝒏𝒕𝒆...!

30/10/2022

Bom dia!

Endereço

Silvânia, GO
75180-000

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