Reynaldo De Osagiyan

Reynaldo De Osagiyan Seja bem vindo a minha página! Osagyian abençoe a todos

28/07/2021

O Asé: o selo da autoridade de Olodúmáré

O Asé é o selo da autoridade de Olodúmáré. Foi usando o Asé como poder e autoridade que Olodúmáré criou o mundo e o revelou a humanidade. Não podemos nos desvencilhar do Asé o poder oriundo diretamente de Olodúmáré. Nenhum orisa, os espíritos dos nossos antepassados, existe se não for para continuar dimensionando este poder criativo denominado Asé pelo qual Olodúmáré cria, expande e revela todas as coisas.

Nós mesmos somos continuidades desse poder e autoridade denominado Asé, herdados dos espíritos dos nossos antepassados orisas. Passado a nós pelos próprios espíritos que vieram do Ikole Orun denominados irunmole. Os irunmoles foram os responsáveis por dimensionarem o Asé no Ikole Aiye. O Asé, a energia primordial que existe desde antes de tudo, é o que torna possível que todas as coisas aconteçam no mundo. O Asé é o poder de realização de todas as coisas oriundo direto de Olodúmáré.

Somos a reencarnação de vários espíritos que viveram desde outras Eras. Viemos e voltamos ao Aiye como garantia dessa existência contínua. O Asé que reside em nossa boca é o poder de autoridade que possuímos para manter nossa espiritualidade indígena aborígene no mundo. Ele é feito de ofó, palavra de encantamento e força que serve para fazer reverberar todas as coisas usando o som primordial, as palavras que faz com que o Asé se materialize em nós e nas coisas ao nosso redor.

Se não tomarmos consciência que somos a reencarnação desses espíritos diversos que viveram em outras Eras, em outros tempos, não poderemos continuar usando o poder de autoridade denominado Asé oriundo de Olodúmáré que ainda está presente no mundo. Só podemos usar este poder de autoridade que é o Asé mediante a expansão da nossa própria consciência. Ou seja, sem que nossa consciência esteja embriagada disso que é o asé, pode até está em nós, porque somos parte da criação de Olodúmáré, mas não saberemos usá-lo para favorecer a nós mesmos e aos outros.

O Asé deve ser usado com autoridade para conceder saúde as pessoas, prosperidade, vitória sobre os inimigos, filhos para as mulheres, realização para todas as pessoas. Fazemos isso usando as tecnologias, os conhecimentos herdados dos espíritos dos nossos antepassados orisas. Se você consegue conversar com o espírito da água, com a linguagem que mora na água, você pode acessar os espíritos que vivem na água através do Asé para abençoar as pessoas.

Da mesma forma a linguagem que mora no vento, que mora nas árvores, que mora na chuva, nos raios, no trovão, no fogo, na terra, nas matas e em toda atmosfera. Isso porque tudo que foi criado por Olodúmáré, o espírito primordial da vida, está detido de Asé. O Asé está em todo lugar como manifestações de Olodúmáré. Cada um de nós reencarna esse poder que já esteve com um dos nossos antepassados e é transmitido a nós pela via da continuidade.

A finalidade é levarmos adiante a obra do mundo que não para de recriar, de re-inventar, por isso somos seres dotados de Asé de diversas maneiras. O Asé funda o mundo das coisas, torna a vida movimento e expande nossa estadia neste mundo enquanto prosseguimos na criação dele. O mundo está sendo o tempo todo recriado, porque Olodúmáré mantém a expansão da sua autoridade denominado Asé através das idas e vindas que os espíritos dos antepassados fazem retornando ao Aiye no final de cada ciclo.

Olodúmáré expandiu seu Asé através de 401 espíritos, 201 da direita e 200 da esquerda. A numeração fala da multiplicidade desses espíritos que habitaram a primeira hora do mundo. As expansões primordiais de Olodúmáré se presença no Aiye e continua acontecendo enquanto a própria vida se encarrega de realizar seu percurso. Os espíritos os antepassados que cultuamos, denominadores Orisá, é fruto e consequência dessa permanência no mundo enquanto nós mesmos habitamos ele.

Nós somos essa continuidade que está preservada para o futuro através dos nossos filhos, das crianças que vão nascer, do Asé que carregamos e transmitimos aos outros. A continuidade se preserva também através da ordem de nascimento, morte e renascimento determinada por Olodúmáré. Quando o corpo separa do espírito, o corpo torna pó / areia e se impregna da matéria que solidifica a vida, mas o espírito prossegue na sua jornada para retornar ao mundo continuamente criado várias e várias vezes.

No sentindo mais profundo, nunca morremos, o corpo se esvai feito pó para dá licença ao espírito que ocupará um outro corpo que representa a própria dinâmica do que é permanentemente criado. A morte é apenas a categoria oposta daquilo mesmo que é a vida, enquanto mantemos a ancestralidade permanente, vivificada e revigorada entre nós, em nós e através da memória constituída no culto / celebração da ancestralidade desde sempre.

O corpo que habitamos é sempre encarnação presença desse Asé, o poder primordial que emana de Olodúmáré. Isso posto, nós mesmos humanos e não - humanos somos também expansões do Asé de Olodúmáré. O princípio da orisalidade, existente no Aiye desde os nossos primeiros antepassados orisa, está pressente em nós como acontecimento dos ritos iniciaticas que celebramos. Ou seja, a vida no espírito, espiritualidade, a partir da nossa Tradição de Ifá e Orisa, é prerrogativa de que Orún e Aiye estão irmanados, interligado, enquanto mantemos viva nossa espiritualidade, nossas práticas e saberes trazidos do Céu pelos nossos ancestres. Neste sentido que praticar / viver essa dimensão espiritual do Asé através dos nossos cultos tradicional é conceder ao Asé seu próprio sentido e lugar desde o primórdio da vida.

O Odu Ifá revela o espírito que habita em nós, o ancestral que nos acompanha e do qual somos a própria continuidade. Todo mundo carrega um antepassado que voltou como movimento de Asé para que a continuidade do mundo se preserve, assim o mundo sempre acaba e sempre começa de novo. O mundo sempre termina, é destruído para ser criado de novo. Olodúmáré que vive sempre escondido a olho nú está sempre trabalhando nessa destruição e re-criação usando a autoridade e o potencial do seu Asé.

Sem Asé nada pode acontecer, sem a força primordial não podemos existir. Se as pessoas tomam consciência do poder que carrega, o Asé, elas começam a se ocupar da sua tarefa, do seu trabalho, no mundo de Olodúmáré que está sendo criado, recriado o tempo todo. Os espíritos dos antepassados estão vivos através de cada um de nós. Devemos tomar consciência disso, e usar o Asé que trouxemos do Orún para continuar a obra de Olodúmáré neste mundo.

Estou fazendo a minha parte, sei o que vim fazer aqui no Aiye, tomei posse do meu Asé e estou empenhado no trabalho da criação de Olodúmáré para preservar este mundo inacabado e manter sua construção permanente. Somos todos operadores, operadoras de uma grande obra que nunca cessa de acabar. Use o poder do Asé que você trouxe do Orún para tornar este mundo melhor e habitável para todos.

Bàbá Adèlóná Sàngówàlé é Bàbáláwó, é também psicólogo, psicanalista e antropólogo. Ele dirije a Casa da Força de Ifá, Sàngó e Osún no município de Senador Canedo na região metropolitana de Goiânia - Go. Tem ensinado e divulgado para as pessoas sobre a milenar Tradição Iorubá de Ifá e Orisa com enfoque no mundo de hoje. É mestre em antropologia social e doutorando em antropologia social pelo PPGAS/FCS-UFG. Suas pesquisas versam sobre a crise da humanidade, as ontologias e epistemologias indígenas e aborígenes, o final dos tempos, as questões em torno do antropoceno e das relações entre humanos e não - humanos. É autor do livro “Os Ensinamentos que vêm da Floresta” pela Editora Parsifal de São Paulo - SP/BRASIL.

Oke Arole Uma excelente quinta-feira a todos.
11/02/2021

Oke Arole
Uma excelente quinta-feira a todos.

Maria Padilha por mim, por você, por nós!Laroye
18/01/2021

Maria Padilha por mim, por você, por nós!
Laroye

A Escola de Samba Grande Rio anunciou o seu enredo para 2021. SINOPSE – G.R.E.S. ACADÊMICOS DO GRANDE RIOQuem sou eu… Qu...
21/12/2020

A Escola de Samba Grande Rio anunciou o seu enredo para 2021.

SINOPSE – G.R.E.S. ACADÊMICOS DO GRANDE RIO
Quem sou eu… Quem sou eu?

–Câmbio, Exu! Fala, Majeté!

Exu, princípio de tudo: gira, faísca, espiral, movimento, corpo-redemoinho, Okotô!, desterro, fervura, espanto, espuma, axé da Terceira Cabaça, Igbá Ketá. Que abre, então, os caminhos: L’Onan, Legba, Eleguá, Bará, Elegbara, Mavambo – pé na porta, pedrada, com sete chaves nas mãos, o nó das encruzilhadas, tranca, carranca, Calunga Grande, porteiras, ponteiras, diásporas, às travessias na barca, correntes os olhos e as águas. Salve Aluvaiá, Salve Bombogira! “O que se há de?”– mar de dendê! O que será?

Exu que se fez caboclo, poeira, na cruza, em brasa, chão de terreiro, fora da casa – o mundo inteiro nos pés de andarilhos peregrinantes. Os chifres, os dentes, os búzios, as garras: batalhas! Ali, tanto sacrifício: argila vermelha na praia. Rasgos, penhascos, altares, o orí, a voz de Palmares: os gritos, os mitos, os guizos, a cabeça de Zumbi, “mortal eterno”, “ente coletivo” ao soldo mais verde encanto (porque Zumbi-Exu está em tudo quanto é canto). Agbá! – espraiou-se o culto, firmeza e toque. Sigamos!

Exu de proezas tantas, pelejas, orikis, Ifá, adivinhação, histórias fragmentadas nas entrelinhas de odús – o destino do rei de Oió e o trono do Engenho Velho. Odusô, o guardião. Erro que vira acerto, certo que brota errado, do outro lado, enigma, tempero, vuco-vuco, o remédio e o veneno. Tendas, feiras, farofas, recados, as lendas da criação debulhadas nos mercados, o corpo que voa fechado e a visão de cada um: ninguém pode viver sem mim. Preceitos, pressentimentos, trotes, fabulações. Trocas, trocadilhos, línguas desgovernadas. Ciscos, lâminas, lágrimas – Olobé, Elebó, ca*****os, caixotes, cachaça. Truques de linguagem: traquinagens. Osijê, Obá Babá! Oferendas d’Eleru. Pimentas!

“Salve o Sol, salve a estrela, salve a Lua!” Saravá, Seu Tranca Rua! Exu que são muitos em um: corpo em si desdobrável. Fala, falo e falácia: falanges. Alafia! Centenas de sobrenomes que vem de muitos lugares – Rio que leva as gentes, ruas que tudo dragam. Exu, malandro Pelintra, Padilha, fio de Navalha, ponta de agulha, os cacos da noite, as sombras da Lapa, Marias, ciganos, cigarras, jogo e cartas na mesa, rendas, vidrilhos, rasteiras, meio-fio das quebradas, rabos de galo e de saia, também os rabos de arraia, o cheiro bom da cerveja, destreza, sem falar nas gargalhadas. O primeiro gole é dele! Exu, Veludo encarnado, luz de abajur, sonhos bordados – sentimentalmente, visivelmente.

“Exu Caveira, Capa Preta, Sete Catacumbas estavam por ali; Fui convidado pra uma festa nobre; na casa de Exu Tiriri…”

Exu, potência e gingado, ponto riscado na carne, palco das festas da gente. Br**ca o Carnaval em transe, desafia, des(con)fia, desconcerta, bate a bola no asfalto, pisa no sapatinho, samba despudorado, dança inflado de vida, palhaço, e trança a crina do cavalo. Deus de chinelo rasgado, boca beijada, copo na mão, Seu Sete da Lira, bloco lotado, a máscara, Odara!, o baque, o buraco, o cru, o afoxé, o maracatu, o surdo de terceira, a fuzarca dos velhos cordões, o som que vem das favelas, capaz de transver o mundo. Exu, pedra que pulsa, valsa convulsa, mangue que benze, curva, couro, esquina, jorro, ouro e lata no Bal Masqué: não é um robô sanguíneo, não! É santo – mas nem tanto.

Exu de tinta e de sangue: é dose, tudo come, tudo sabe, tudo viu. De curto pavio! Lamento de poetinhas – porque tudo é perigoso, divino-maravilhoso. Desnuda as frases no muro, sagrado e profano, mundano, pós-contemporâneo, língua ferina, flauta e cajado, casa de bamba, Basquiat no batuque, as letras amadas, a macumba dos modernistas, o piá-Macunaíma, os perfumes rosianos, na saga do Ser-Tão, “Exu nas escolas”, voz estelar, quebrando tabus e “costumes frágeis” – vocês não aprendem na escola. Vocês copiam! Criemos! Novas pedagogias, para os tempos que virão. Verão! Antropofagias, Enugbarijó. “Através das travessuras de Exu / Apesar da travessia ruim…”

Exu que não é o diabo do teatro colonial, projeto de corpos mortos (culpas, medos, grilhões, carcaças, escravos disfarçados de libertos) – mas força que une os opostos, jongo de ser e não ser. Exu, to be e Tupi! Fome, cada vez mais fome! Insone. Os nervos são fios elétricos. Evoca os profetas do caos, as vozes do lixo, a desconstrução, o avesso do manto, um sem quanto, a costura dos trapos, as aparições, remendos-retalhos, o eterno retorno, a fortuna, os farrapos, o espanto e a possível, por que não?, recriação: Olímpia, Stela, Jardelina, Arthur Bispo do Rosário, Estamira no lixão de Gramacho, às margens da alegria, cantarolando aos vapores, saudando os cometas e o fogo, ao som milenar das estrelas, Yangi, pedras de laterita, bailando, da pá virada, Molambo, Mulamba, ruínas:

“Todo lugar tem uma rainha, lá no lixo também tem…”

Exu, a sacerdotisa:

-Câmbio, Exu! Fala, Majeté, fala! Os além dos além é um transbordo. Tem o eterno, tem o infinito, tem o além dos além. O além dos além vocês ainda não viram. Se eu sou à beira do mundo! Entendeu agora? Quer me desafiar? Você quer saber? Cada pessoa é um astro! Câmbio, Exu! Fala, Majeté, fala!

Falemos! Dancemos! Bebamos! Vivamos! Destranquemos os olhos! Sigamos por outros caminhos! Cantemos até o fim – que não deixa de ser um começo. Ouçamos os atabaques – atentos, plenos, fortes!

Exu, a ancestralidade. Exu, desenredo proposto. Exu, a aposta mais alta. Exu, o padê arriado. Exu, passada ligeira: Exu, Laroiê, Mojubá!

– Câmbio, Exu!

Fala, Grande Rio!

Cuide bem do seu Ori 💫Boa semana a todos
21/12/2020

Cuide bem do seu Ori 💫
Boa semana a todos

A FINALIDADE DO  ÀKÀSÀ.O que é Àkàsà/ acaçá e para que serve o Akasà e sua importância dentro do culto do Candomblé e da...
16/12/2020

A FINALIDADE DO ÀKÀSÀ.
O que é Àkàsà/ acaçá e para que serve o Akasà e sua importância dentro do culto do Candomblé e da religião Afro, as definições mais elementares do ÀKÀSÀ, dizem que se trata de uma pasta de milho branco ralado ou moído, envolvida ainda quente, em folha de banana ou em outro recipiente.

A definição é correta, mas extremamente superficial, já que o ÀKÀSÀ é de longe a comida mais importante do candomblé. Seu preparo e forma de utilização nos rituais de oferendas envolvem preceitos e bem rígidos, que nunca podem deixar de ser observados. Todos os Orixás, de Orixá Exu a OBATÀLÀ, recebem acaçá, em suas oferendas, adimu, obrigações, etc.

Todas as cerimonias, do ebó mais simples aos sacrifícios de animais, levam acaçá. Em rituais de iniciação, de passagem, em tudo mais que ocorra em uma casa de candomblé, só acontece com a presença de ÀKÀSÀ. A pasta branca à base de milho branco, chama-se eco (èko), depois de envolvida na folha de banana ou em um recipiente, aí sim, será ÀKÀSÀ. O ÀKÀSÀ, é um corpo, símbolo de um ser. A única oferenda que restitui e redistribui o axé.

O ÀKÀSÀ remete ao maior significado que a vida pode ter: a própria vida; e por ser o grande elemento apaziguador, que arranca a morte, a doença, a pobreza e outras mazelas do seio da vida, tornou-e a comida e predileção de todos os Orixás. Só existe uma oferenda capaz de restituir o axé e desenvolver a paz e a prosperidade na Terra, ela é justamente o ÀKÀSÀ. Mas o que faz de uma comida aparentemente tão simples a maior das oferendas aos orixás?

Do conjuto Èkò (mingau) que significa o corpo e Ewè (folha) o oculto e feito o ÀKÀSÀ.

O Akasa tem o formato de pirâmide porque representação de um Corpo, um Ser, um Descendente, nosso eu espiritual, nosso Ori Ínù, ele pode representar todos os Orixás.

Sua forma ligeiramente cônica nos remete ao infinito símbolo do crescimento e expansão.
Comparado a uma montanha que nos leva as alturas, a ponta deste tem o poder de atrair as mais diversas energias.

Portanto, o acaçá é um corpo, o símbolo de um ser. A única oferenda que restituí e redistribui o axé.

Somente a água é tão importante quanto o acaçá, pois não existem substitutos para nenhum dos dois, que são, a exemplo do obi, elementos indispensáveis em qualquer ritual. Ambos configuram-se como símbolo da vida, e é justamente para afastar a morte do caminho das pessoas, para que o sacrifício não seja o homem, que são oferecidos.

O acaçá remete ao maior significado que a vida pode ter: a própria vida. E por ser o grande elemento apaziguador, que arranca a morte, a doença, a pobreza e outras mazelas do seio da vida, tornou-se a comida e predileção de todos os orixás.
Filho do vento

12/12/2020

O POR QUE DO USO DO COURO DE CABRITO NOS ATABAQUES.

Um ditado yorubano diz assim .

"Nunca duvide do que os búzios dizem , o jogo não erra quem erra e o ser humano"

Certa vez alguns amigos de ifá precisavam consultar sua palavra foram até ele E Queriam que algum animal gritasse o suficiente , para a utilização entre aldeias e Povos , ifá em jogo disse

- Eu tenho a solução o animal que vocês procuram e o " CABRITO "

Ele berrará mais depois de morto do que vivo .

Os mesmos se colocaram a rir e exclamaram

- Meu amigo você não e mais o mesmo .

Esú que tudo via assistia e responsável pela queda e pela resposta decidiu entrar Em ação e ifá ouvindo suas mensagens mandou com que os seus amigos Pegassem uma vara e batessem no cabrito até sua morte pois ele daria um Banquete , e bateram tanto que o cabrito berrava , berrava e os amigos de ifá riam Sem parar falando que com aqueles gritos jamais seria possível fazer o que eles Queriam , porém esú calmo astuto enquanto todos se fartavam da carne de cabrito

Acompanhados , de Aluá , Epô , Acaça , Acarajé e outras iguarias esú calmamente Tirou todo o couro passou epô-pupá aliás tudo que se faz a esú e feito com este Epô pupa dendê , e deixou secar ao sol , os companheiros de ifa apos terem Comido muito se puseram a descansar.

ESÚ A MANDO DE IFÁ calmamente Colocou o coro do cabrito sobre madeira , e se pois a fazer barulho so amigos de Ifá que ali descansavam acordaram assustados com o barulho e perguntaram o Que seria aquilo e a cada ritmo tocado por esú viam pessoas de todos os lados De todas as aldeias e ifá respondeu

- Eu não disse que o animal que faria mais barulho seria o cabrito depois de morto Ai está ele agora fala tão alto quanto , quando ele estava vivo .

E assim ficou estipulado por punição aos que duvidaram de ifá que o os atabaques Sagrados sejam eles quais forem usem o couro de cabrito .

Moral e significado da história:

Nunca duvide daquilo que você desconhece

Nunca julgue ou aponte algo que você não saiba , não tenha aprendido e entendido

Nunca jogue palavras de sua boca e atitudes acreditando somente nelas

Nunca duvide de nada nem de si mesmo e nem dos outros.

Os perigos da vida vem de onde você menos espera .
Ase a todos!!

Autor: desconhecido

Bom dia! Todo axé das nossas iabás.
12/12/2020

Bom dia! Todo axé das nossas iabás.

8 MOTIVOS PARA TEMER OU RESPEITAR OXOGUIAN1° MOTIVO:Senhor absoluto da guerra, só ele começa uma guerra e só ele pode te...
09/12/2020

8 MOTIVOS PARA TEMER OU RESPEITAR OXOGUIAN

1° MOTIVO:

Senhor absoluto da guerra, só ele começa uma guerra e só ele pode terminar, ou seja, ofender , brigar ou se desentender com Oxoguiãn e seu povo pode lhe custar uma briga para a eternidade. Oxoguiãn não tem pressa para nada, e nem seus filhos, ele é o DONO DA BRIGA, DA CONFUSÃO, DO EJÓ. Muito cuidado com seu povo, eles são letais e vingativos, SEMPRE acertam seus alvos.........

2° MOTIVO:

SUa cabeça não foi dada e nem formada por Ajalá, e sim, dada por Ikú (a morte), e depois que suas dores de cabeça não passavam, Ogún o maior guerreiro de todos os tempos, ajudou a forjar e modelar sua cabeça com o seu Inhame. Por estes motivos cuidado ao perturbar alguém de Oxoguiãn ou mexer com a cabeça deles em uma inicação, se fizer errado pode custar sua vida!!!

3° MOTIVO

A intuição de Oxoguiãn e seus filhos vai além da capacidade de que Orí pode suportar, muito intuitivos e inteligentes, sempre andam muito a frente do seu tempo, então, não tente enganar ou trapacear alguém de Oxoguiãn pois eles sempre descobrem, e dão corda para você achar que só você sabe tudo. Fingem não saber de nada, aguardando para lhe dar o bote, sempre muito elegantemente, claro!!

4° MOTIVO

Pessoas extremamente cobiçadas e disputadas sejam homens ou mulheres, quando ficar com algum de seus filhos ou filhas, cuidado, cuide muito bem pois nunca falta companhia para os disputados filhos e filhas do nóbre guerreiro e jovial do branco. Não suportam pessoas que não sabem o que querem, então cuide muito bem se você tem alguém deste santo.

5° MOTIVO

Educados, elaborados, integros, inteligentes, inovadores,
mas quando provocados podem se tornar QUENTES
E PROBLEMÁTICOS, e só param quando se vingam da pessoa. Não tema filho de Oxoguiãn que faz barulho,
tema aquele que sorri toda hora, este sim representa PERIGO! Oxoguiãn e chamado de "a face que sorri" então CUIDADO!

6° MOTIVO

Oxoguiãn em sua fórma ajagunã era grande feiticeiro, e em muitas batalhas ajudou até mesmo Ogún com suas magias a vencer, batalhas que pareciam perdidas, e seus filhos não fogem a regra, pois são extremamente perigosos quando o assunto e feitiço, e quando suas mãos o fazem é resultado CERTO.

7°MOTIVO

Oxoguiãn através do Isú (Inhame) tem ligação com a morte, ou seja, com ikú, e também sua ligação com Onirá através do Atorí o liga intimamente a egúngun ou seja, evite em entrar em problemas com esse senhor.

8° MOTIVO

Fechando a lista, ele enganou a própria morte e por isto foi condenado a jovialidade, tanto que seus filhos não envelhecem com facilidade, o tempo passa e eles continuam joviais e belos, e por este oitavo motivo ele se torna extremamente perigoso. Só ele sabe atraír ou afastar ou enganar a morte, o que o torna poderoso e invencível e a seus filhos também.

Ore yeo yeoToda a cidade é D’Oxum ⚱️🪞
08/12/2020

Ore yeo yeo
Toda a cidade é D’Oxum ⚱️🪞

Endereço

Seropédica, RJ

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