Sociedade Espírita Irmã Dulce- SEID

Sociedade Espírita Irmã Dulce- SEID A SEID promove prática da caridade espiritual, moral e material por todos os meios ao seu alcance,
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As Leis Morais, segundo a Doutrina Espírita, são o roteiro seguro para a nossa evolução. Reveladas em O Livro dos Espíri...
20/08/2026

As Leis Morais, segundo a Doutrina Espírita, são o roteiro seguro para a nossa evolução. Reveladas em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec, elas dividem-se em 10 princípios fundamentais que regem a nossa jornada rumo à perfeição:
✨ Lei de Adoração
🛠️ Lei do Trabalho
🌱 Lei de Conservação
🔄 Lei de Destruição
👥 Lei de Sociedade
📈 Lei de Progresso
⚖️ Lei de Igualdade
🔓 Lei de Liberdade
🤝 Lei de Justiça, Amor e Caridade.
A moral é a regra da boa conduta e, portanto, da distinção entre o bem e o mal" (Allan Kardec, Q. 629).

Qual dessas leis você mais busca praticar hoje?

20/08/2026
O Evangelho segundo o Espiritismo > Capítulo XX OS TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA1. O reino dos céus é semelhante a um pai...
18/08/2026

O Evangelho segundo o Espiritismo
> Capítulo XX

OS TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA

1. O reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu de madrugada, a fim de assalariar trabalhadores para a sua vinha. — Tendo convencionado com os trabalhadores que pagaria um denário a cada um por dia, mandou-os para a vinha. — Saiu de novo à terceira hora do dia e, vendo outros que se conservavam na praça sem fazer coisa alguma, — disse-lhes: Ide também vós outros para a minha vinha e vos pagarei o que for razoável. Eles foram. — Saiu novamente à hora sexta e à hora nona do dia e fez o mesmo. — Saindo mais uma vez à hora undécima, encontrou ainda outros que estavam desocupados, aos quais disse: Por que permaneceis aí o dia inteiro sem trabalhar? — É, disseram eles, que ninguém nos assalariou. Ele então lhes disse: Ide vós também para a minha vinha.

Ao cair da tarde disse o dono da vinha àquele que cuidava dos seus negócios: Chama os trabalhadores e paga-lhes, começando pelos últimos e indo até aos primeiros. — Aproximando-se então os que só à undécima hora haviam chegado, receberam um denário cada um. — Vindo a seu turno os que tinham sido encontrados em primeiro lugar, julgaram que iam receber mais; porém, receberam apenas um denário cada um. — Recebendo-o, queixaram-se ao pai de família — dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora e lhes dás tanto quanto a nós que suportamos o peso do dia e do calor.

Mas, respondendo, disse o dono da vinha a um deles: Meu amigo, não te causo dano algum; não convencionaste comigo receber um denário pelo teu dia? Toma o que te pertence e vai-te; apraz-me a mim dar a este último tanto quanto a ti. — Não me é então lícito fazer o que quero? Tens mau olho, porque sou bom?

Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos, porque muitos são os chamados e poucos os escolhidos. (S. Mateus, 20:1 a 16. Ver também: “Parábola do festim das bodas”, cap. XVIII, n.º 1.)

A mensagem de Jesus Cristo para hoje é de paz e renovação da fé: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos,...
15/08/2026

A mensagem de Jesus Cristo para hoje é de paz e renovação da fé:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei" (Mateus 11:28).

Ele convida você a entregar suas preocupações, descansar o coração e confiar que há uma nova força reservada para este dia.

REVISTA ESPÍRITA — Jornal de Estudos Psicológicos — 1858 > MaioAS METADES ETERNAS. A passagem que se segue foi extraída ...
14/08/2026

REVISTA ESPÍRITA — Jornal de Estudos Psicológicos
— 1858 > Maio

AS METADES ETERNAS.

A passagem que se segue foi extraída da carta de um dos nossos assinantes.

“...Perdi, há alguns anos, uma esposa boa e virtuosa e, embora me houvesse deixado seis filhos, sentia-me em completo isolamento, quando ouvi falar de manifestações espíritas. Em breve eu me encontrava num pequeno grupo de bons amigos, que todas as noites se ocupavam desse assunto. Aprendi, então, através das comunicações obtidas, que a verdadeira vida não está na Terra, mas no mundo dos Espíritos; que a minha Clemência ali era feliz e que, como outras, trabalhava pela felicidade dos que aqui havia conhecido.
“Ora, eis um ponto sobre o qual desejo ardentemente que me esclareçais.
“Uma noite eu dizia à minha Clemência: Minha cara amiga, por que, a despeito do nosso amor, acontece que nem sempre tivemos o mesmo ponto de vista nas diversas circunstâncias de nossa vida comum, e por que tantas vezes fomos obrigados a concessões recíprocas a fim de vivermos em boa harmonia? “Ela me respondeu:
─ “Meu amigo, nós éramos bons e honestos; vivemos juntos e, poderíamos dizer, do melhor modo possível, nessa Terra de provas, mas não éramos nossas metades eternas. Tais uniões são raras na Terra. Embora possam ser encontradas, representam um grande favor de Deus. Aqueles que desfrutam dessa felicidade experimentam alegrias que desconheces.
─ “Podes dizer-me se vês a tua metade eterna?
─ “Sim, respondeu ela. É um pobre diabo que vive na Ásia; poderá unir-se a mim só daqui a 175 anos, segundo a vossa maneira de contar.
─ “Vossa união será na Terra ou em outro mundo?
─ “Na Terra. Mas, escuta: eu não te posso descrever bem a felicidade dos seres assim reunidos. Pedirei a Heloísa e a Abelardo que te venham informar.
“Então, senhor, esses entes felizes vieram nos falar dessa indizível felicidade.
─ “À nossa vontade”, disseram eles, “dois não fazem mais que um. Viajamos pelo espaço; gozamos de tudo; amamo-nos com um amor sem fim, acima do qual só existe o amor de Deus e dos seres perfeitos. Vossas maiores alegrias não valem um só de nossos olhares e de nossos apertos de mão.”
“Alegra-me o pensamento das metades eternas. Parece que Deus, criando a Humanidade, a fez dupla e, separando as duas metades da mesma alma, lhes disse: Ide por esse mundo e procurai encarnações. Se fizerdes o bem, a viagem será curta e permitirei a vossa união. Do contrário, passar-se-ão séculos antes que possais g***r dessa felicidade. Tal é, ao que me parece, a causa primeira do movimento instintivo que arrasta a Humanidade em busca da felicidade, essa felicidade que a gente não compreende nem se empenha em compreender.
“Desejo ardentemente, senhor, um esclarecimento sobre esta teoria das metades eternas e sentir-me-ia feliz se tivesse uma explicação sobre o assunto num dos vossos próximos números...”

Interrogados sobre a matéria, Abelardo e Heloísa nos deram as respostas seguintes:
1. As almas foram criadas duplas?
─ Se tivessem sido criadas duplas, simples elas seriam imperfeitas.
2. É possível que duas almas possam reunir-se na eternidade, formando um todo?
─ Não.
3. Você e sua Heloísa formam, desde a origem, duas almas perfeitamente distintas?
─ Sim.
4. Ainda agora sois duas almas distintas?
─ Sim, mas sempre unidas.
5. Os homens acham-se todos nas mesmas condições?
─ Conforme sejam mais ou menos perfeitos.
6. As almas são todas destinadas a se unirem, um dia, a uma outra alma?
─ Cada Espírito tende a procurar um outro Espírito que lhe seja semelhante. É o que chamais de simpatia.
7. Nessa união existe uma condição de s**o?
─ As almas não têm s**o.

Tanto para satisfazer o desejo de nosso assinante quanto para nossa própria instrução, dirigimos ao Espírito de São Luís as perguntas que seguem:
1. As almas que se devem unir estão predestinadas, desde a origem, a essa união e cada um de nós tem, em qualquer parte do Universo, a sua metade, à qual deverá um dia unir-se fatalmente?
─ Não. Não existe uma união particular e fatal de duas almas. Existe a união entre todos os Espíritos, mas em graus diferentes, segundo a posição que ocupam, isto é, segundo a perfeição adquirida: quanto mais perfeitos, mais unidos. Da discórdia brotam todos os males humanos; da concórdia resulta a felicidade completa.
2. Em que sentido devemos entender o vocábulo metade, de que se servem por vezes alguns Espíritos para a designação dos Espíritos simpáticos?
─ A expressão é inexata. Se um Espírito fosse metade de outro, dele separado, seria incompleto.
3. Uma vez unidos, dois Espíritos perfeitamente simpáticos permanecem unidos para a eternidade ou podem separar-se e unir-se a outros Espíritos?
─ Todos os Espíritos estão unidos entre si. Falo dos que chegaram à perfeição. Nas esferas inferiores, quando um Espírito se eleva, não é mais simpático àqueles que deixou.
4. Dois Espíritos simpáticos são o complemento um do outro ou essa simpatia é o resultado de uma perfeita identidade?
─ A simpatia que atrai um Espírito para outro resulta da perfeita concordância de suas inclinações e de seus instintos. Se um devesse completar o outro, perderia sua individualidade.
5. A identidade necessária à simpatia perfeita consistiria apenas na similitude de pensamentos e de sentimentos, ou também na uniformidade de conhecimentos adquiridos?
─ Na igualdade do grau de elevação.
6. Os Espíritos que hoje não são simpáticos poderão sê-lo mais tarde? ─ Sim, todos o serão. Assim, o Espírito que hoje se acha em esfera inferior alcançará, pelo aperfeiçoamento, a esfera onde reside um outro. Seu encontro dar-se a mais prontamente se o Espírito mais elevado, suportando mal as provas a que se submeteu, permanecer no mesmo estado.
7. Dois Espíritos simpáticos poderão deixar de sê-lo?
─ Por certo, se um deles for preguiçoso.

Estas respostas resolvem perfeitamente a questão.
A teoria das metades eternas é uma figura referente à união de dois Espíritos simpáticos; é uma expressão usada mesmo na linguagem comum, tratando-se dos esposos, e que não se deve tomar ao pé da letra. Os Espíritos que dela se serviram certamente não pertencem à mais alta ordem. A esfera de seus conhecimentos é necessariamente limitada. Eles exprimiram o seu pensamento com as palavras de que se teriam servido na vida corpórea. É, pois, necessário rejeitar esta ideia de que dois Espíritos, criados um para o outro, um dia deverão unir-se na eternidade, depois de terem estado separados durante um lapso de tempo mais ou menos longo.

Eu passava dias inteiros sem conseguir ir ao banheiro, até que uma dor lancinante me levou a uma descoberta que não esta...
12/08/2026

Eu passava dias inteiros sem conseguir ir ao banheiro, até que uma dor lancinante me levou a uma descoberta que não estava em nenhum exame médico...

Meu nome é Teresa. Durante a maior parte da minha vida adulta, meu corpo foi uma prisão silenciosa. Eu sofria de uma prisão de ventre tão severa que me deixava inchada, irritada e com dores terríveis no abdômen. Havia semanas em que eu dependia de remédios fortíssimos apenas para conseguir o mínimo de alívio. Eu culpava a genética, a alimentação, o estresse do dia a dia, mas a verdadeira causa do meu tormento estava muito mais profunda.

Eu sempre fui o pilar da minha família. A mulher que organizava tudo, que sabia o horário dos remédios de todo mundo, que limpava a casa até o chão brilhar e que nunca deixava um prato sujo na pia antes de dormir. No meu trabalho como gerente financeira, eu era implacável com prazos e planilhas. Eu vivia sob regras extremamente rígidas e exigia que todos ao meu redor fizessem o mesmo.

Eu me orgulhava de ter tudo sob controle. Mas o que eu não percebia era que a minha necessidade doentia de controlar as pessoas e os imprevistos da vida estava, literalmente, travando o meu corpo.

O ponto de ruptura aconteceu perto do meu aniversário de 50 anos. Depois de uma crise de cólicas intensas, fui parar na emergência de um hospital. A médica que me atendeu, após analisar meus exames que não mostravam nenhuma anomalia física grave, sentou-se ao meu lado e me fez uma pergunta que me desarmou:

— Teresa, o que é que você está segurando com tanta força na sua vida que o seu corpo se recusa a soltar?

Achei a pergunta absurda no momento, mas ela me indicou uma leitura sobre a Linguagem do Corpo. Desesperada por uma solução que os laxantes já não me davam, eu decidi ler.

O que encontrei naquelas páginas foi um espelho cruel da minha própria alma.

A leitura me ensinou que os intestinos são o reflexo físico da nossa capacidade de "digerir" e lidar com as emoções, com o nosso passado e com as pessoas ao nosso redor. O corpo adoece quando a nossa mente tenta forçar uma forma de viver que vai contra a nossa verdadeira paz interior.

Eu me reconheci imediatamente na descrição do "intestino preso". O texto explicava que a dificuldade de evacuar reflete uma personalidade extremamente controladora e apegada. Eu tinha um pavor inconsciente de soltar as minhas emoções. Eu engolia a minha raiva, escondia os meus medos e guardava as minhas opiniões apenas para não perder o controle das situações. A sensação constante de que a vida era uma escravidão de prazos e deveres fez com que o meu corpo físico reagisse retendo tudo o que deveria ser descartado.

Mas o livro ia além. Ele explicava o outro extremo: o intestino solto. Pessoas que sofrem de diarreias frequentes estão, na verdade, revelando um medo constante e a sensação de perda de controle sobre as próprias emoções. O cérebro dessas pessoas vive em um estado de "fuga e ataque" tão intenso que o corpo trava e depois solta tudo de forma brusca para tentar "correr" do perigo imaginário, seja o medo de perder o emprego, de ficar sem dinheiro ou de não dar conta da vida.

A parte que mais me tocou, no entanto, foi a explicação sobre a colite, a inflamação dolorosa do cólon. A colite é o reflexo de um medo misturado com uma raiva escondida. É a doença clássica da "submissão tóxica".

Eu chorei ao ler aquela descrição, porque era exatamente o que eu fazia. Eu era a mulher que se sacrificava por todos, que fazia favores, arrumava a casa e se mostrava "boazinha" o tempo todo. Mas, por dentro, eu estava fervendo de frustração porque ninguém reconhecia o meu esforço. Eu criticava mentalmente a minha família e meus colegas de trabalho, assumindo responsabilidades que não eram minhas apenas pelo medo doentio de magoar os outros. Eu esperava que a minha felicidade viesse dos aplausos e do reconhecimento do meu marido e dos meus filhos. Quando esse elogio não vinha, eu me sentia traída e inflamada de ressentimento.

A falta de paz interior era o sinal mais claro de que eu estava vivendo um papel que não era o meu. A minha mente não tinha sossego nem mesmo nos poucos minutos em que eu me trancava no banheiro.

A grande lição que transformou a minha saúde foi entender que o meu intestino estava apenas "segurando" o que não prestava na minha vida emocional: a raiva, os ressentimentos antigos e a teimosia em tentar controlar o incontrolável.

A partir daquele dia, decidi que a minha cura não viria da farmácia, mas da aceitação. Comecei o difícil exercício de soltar. Parei de exigir perfeição de mim e dos outros. Parei de fazer as coisas esperando reconhecimento. Aceitei que a louça suja pode esperar até o dia seguinte e que eu não sou responsável por resolver os problemas de todo o mundo.

Quando eu finalmente permiti que as minhas emoções e frustrações fluíssem sem medo do julgamento, o meu corpo respondeu. A dor cedeu, o inchaço desapareceu e os meus intestinos voltaram a funcionar com uma regularidade que eu não experimentava há décadas.

Eu aprendi da forma mais dolorosa que o nosso corpo não sabe mentir. Quando a alma se recusa a soltar o passado e a raiva, é o corpo que acaba pagando o preço de carregar o peso do lixo emocional.

A MISSÃO DOS PAISNa visão espírita, a missão dos pais vai muito além de prover alimentação, educação e segurança. Os pai...
09/08/2026

A MISSÃO DOS PAIS

Na visão espírita, a missão dos pais vai muito além de prover alimentação, educação e segurança. Os pais são considerados educadores e colaboradores de Deus, recebendo Espíritos sob sua responsabilidade para auxiliá-los em seu processo de evolução.

🌿 Missão dos pais segundo o Espiritismo

1. Educar para o bem
A principal missão é orientar os filhos para o desenvolvimento do caráter, da responsabilidade, do respeito, da solidariedade e do amor.

2. Oferecer amor e proteção
O afeto, o acolhimento e a segurança emocional são fundamentais para que o Espírito possa desenvolver-se na nova existência.

3. Respeitar o livre-arbítrio
Educar não significa controlar. Os pais devem orientar e estabelecer limites, mas compreender que cada filho possui sua própria individualidade e caminho evolutivo.

4. Corrigir sem humilhar
A disciplina deve ser baseada no diálogo, no exemplo e na firmeza amorosa, evitando violência física, palavras destrutivas e autoritarismo.

5. Dar bons exemplos
Para o Espiritismo, o exemplo dos pais tem enorme força educativa. Não basta ensinar valores; é necessário procurar vivenciá-los.

6. Compreender as dificuldades do filho
Cada Espírito traz experiências e tendências de outras existências. Isso não significa aceitar comportamentos inadequados, mas procurar compreender as necessidades do Espírito e ajudá-lo a superar suas imperfeições.

7. Preparar o filho para a vida espiritual
Além da formação intelectual e profissional, os pais podem ensinar valores espirituais, a importância da oração, da caridade, do perdão e da responsabilidade pelos próprios atos.

8. Aceitar que os filhos não são propriedade
Na perspectiva espírita, os filhos são Espíritos imortais confiados temporariamente aos pais. Essa compreensão ajuda a substituir a ideia de posse pela de responsabilidade e gratidão.

9. Amar mesmo diante das dificuldades
A missão pode ser especialmente desafiadora quando existem conflitos familiares. O amor, a paciência e a compreensão fazem parte do aprendizado de todos os envolvidos.

📖 Uma referência importante

Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec aborda diretamente a responsabilidade dos pais na educação dos filhos. Na questão 582, pergunta-se se pode ser considerada missão a paternidade. A resposta é afirmativa: “É, sem contestação, uma missão.” Os Espíritos acrescentam que Deus colocou o filho sob a tutela dos pais para que estes o encaminhem no caminho do bem.

A questão 583 também destaca a responsabilidade dos pais diante da educação moral dos filhos.

❤️

Ser pai ou mãe, segundo o Espiritismo, é receber uma oportunidade de auxiliar um Espírito em sua jornada evolutiva. É ensinar, proteger, corrigir, acolher e, principalmente, amar — compreendendo que tanto pais quanto filhos estão juntos para aprender e evoluir.

> “A missão dos pais é muito mais do que criar filhos: é ajudar Espíritos a crescerem para Deus.”

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Rua José Felippe, 201, Primor
Sapucaia Do Sul, RS
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