24/04/2026
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📌 Um alerta aos médiuns
Médium é meio entre dois mundos. Não importa o título que se dê. Precisa-se, diariamente, viver atento aos ensinamentos de Cristo: “orar e vigiar”, e do apóstolo Paulo: “não acrediteis em todos os espíritos, mas verifiqueis se os espíritos são de Deus”.
No Brasil, Chico Xavier destacou-se por manter-se humilde, compassivo e sem ambição. Todos os livros que recebeu por meio da psicografia doou os direitos autorais para instituições de caridade. Yvonne Pereira, autora de “Memórias de um Suicida”, foi outro exemplo de integridade.
Atualmente, é possível observar o trabalho de Divaldo Franco, palestrante espírita aos 96 anos de idade, psicógrafo de mais de 290 livros com todos os direitos autorais aplicados na Mansão do Caminho, em Salvador (BA), antigo orfanato, e hoje escola profissionalizante para mais de três mil crianças e jovens pobres.
Mediunidade é dom gratuito de Deus, e deve ser usada gratuitamente, discretamente. O Médium deve evitar os elogios, as bajulações, os primeiros lugares... Os principais meios de derrubada de médiuns são s**o, dinheiro (ambição) e vaidade.
Quando o médium se dedica, o guia lhe ajudará na sua caminhada, ou o Espírito Santo, como chamam os católicos e evangélicos. Se encantar-se com o erro, será orientado, advertido, e o guia se afastará, ganhando o médium a companhia dos espíritos das trevas.
Chico Xavier, no final da vida, e mesmo assim cobrado pelo seu guia, queixou-se: “eu estou no final da vida e você ainda f**a me chamando a atenção”. Emmanuel, respondeu: “às vezes, é no final da vida que ocorrem as provas mais difíceis”.
Os testemunhos do apóstolo Paulo e de Chico Xavier, no final de suas vidas, continuam atuais. Paulo: “eu venci o bom combate”. Chico: “eu sou feliz. Fiz todos os meus deveres de casa”.
O dever do bem cumprido é excelente travesseiro para a noite, ensinou André Luiz.
Espiritismo