04/05/2026
Você sabia que a primeira distorção e má interpretação da Palavra de Deus aconteceu logo no Éden, provocada pela serpente e mal compreendida pelo primeiro casal?
Na nossa última aula da EBD, mergulhamos fundo nos pressupostos da interpretação bíblica e entendemos que nenhuma leitura acontece no vácuo; não existe interpretação neutra.
Conversamos sobre a diferença vital entre fazer a verdadeira exegese, que é extrair o significado original do texto, e cair no erro da eisegese, que é empurrar as nossas próprias ideias para dentro da revelação sagrada.
Relembramos, com base na segunda carta de Paulo a Timóteo, que a Escritura é “theopneustos”, ou seja, divinamente inspirada por Deus. Essa inspiração é maravilhosa por ser plenária, dinâmica, verbal e sobrenatural, o que a preserva de qualquer erro.
Porém, a aula deixou claro que de nada adianta aplicar regras literárias sem a iluminação do Espírito Santo, pois só Ele pode efetuar a verdadeira conscientização em nossas mentes e corações que foram obscurecidos pelo pecado.
Por fim, fomos desafiados a aplicar o método de leitura da Reforma Protestante, o método histórico-gramatical, superando os obstáculos linguísticos e históricos ao investigar quem escreveu, para quem e com qual propósito. O grande objetivo de todo esse esforço é um só: que o servo de Deus seja plenamente capacitado e habilitado para toda boa obra.
Na próxima aula, veremos os princípios da interpretação bíblica. Para que você consiga fazer uma interpretação honesta do texto bíblico. Venha participar conosco!