Santuário Santo Expedito

Santuário Santo Expedito Página destinada aos devotos de Santo Expedito

Festa e bênção dos Novos Altares, comunidade Divino Espírito Santo! GRATIDÃO! Neste Pentecostes, o Espírito Santo sopra ...
24/05/2026

Festa e bênção dos Novos Altares, comunidade Divino Espírito Santo! GRATIDÃO!
Neste Pentecostes, o Espírito Santo sopra novamente sobre nossa comunidade e renova a fé de um povo que ama, serve e acredita. Hoje celebramos não apenas os dons do céu, mas também os dons concretos de cada coração que ajudou a tornar mais digno e nobre o espaço da Santa Eucaristia. Cada altar preparado, cada detalhe cuidado, cada gesto de generosidade tornou-se oração viva. Onde o amor constrói, Deus habita. E quando a comunidade se une, o Espírito transforma paredes em santuário, e a fé volta a florescer com beleza, reverência e esperança.

24/05/2026

Sta. Missa Pentecostes-Santuário Sto. Expedito-RS
Coloque tua Intenção.

A saudade da Romaria não cabe no peito… Ela vive nos passos que marcaram a estrada, nas lágrimas de gratidão, nos abraço...
22/05/2026

A saudade da Romaria não cabe no peito… Ela vive nos passos que marcaram a estrada, nas lágrimas de gratidão, nos abraços apertados e na fé que transformou cada instante em memória eterna. Quem já viveu essa experiência sabe: a Romaria não é apenas um encontro, é um chamado da alma. E mesmo quando tudo termina, f**a aquele vazio acompanhado de uma vontade imensa de voltar. Mas existe algo ainda mais forte que a saudade: a certeza de que eles continuam aqui, esperando por você. Cada canto, cada oração, cada sorriso carrega a esperança do seu retorno. Porque a Romaria só faz sentido completa, com a sua presença, sua emoção e sua fé. Volte para viver novamente aquilo que palavras nunca conseguirão explicar.

18/05/2026

Confraternização com os membros do Conselho da Romaria 2026.
Aos irmãos e irmãs que estiveram no coração da Romaria 2026, nossa GRATIDÃO transborda. Vocês não apenas venceram desafios, atravessaram batalhas espirituais com coragem, fé e entrega. Quando o cansaço, os empecilhos, as dificuldades e até a maldade tentaram falar mais alto, Deus sustentou cada passo.
Vocês foram braços fortes, joelhos dobrados e corações incendiados pela missão. O Céu viu cada lágrima, cada renúncia e cada oração silenciosa. Que o Senhor derrame honra, paz e abundância sobre cada vida que fez esta obra acontecer.
Só GRATIDÃO!
E que venha a Romaria Jubilar de 25 anos, com asfalto, fogos e muita ALEGRIA, pois nosso amado Padroeiro merece, por tudo o que faz por nós e através de nós aos devotos do Santo das Causas Justas e Urgentes.
Santo Expedito, rogai por nós!

17/05/2026

Sta. Missa - Santuário Santo Expedito -RS
Coloque sua intenção:

Quando um filho parte,  bendita a sociedade que se ajoelha para consolar e ser presença com os paisPe. Prof. Ddo. André ...
17/05/2026

Quando um filho parte, bendita a sociedade que se ajoelha para consolar e ser presença com os pais

Pe. Prof. Ddo. André Varisa

Há dores que não cabem na linguagem humana. A entrega de um filho a Deus é uma delas. Nenhum pai, nenhuma mãe, acorda preparado para vestir o impossível, carregar um pequeno caixão ou devolver ao céu aquilo que um dia embalou no peito. A lógica da vida parece quebrar-se diante dessa experiência, porque filhos deveriam sepultar os pais, não o contrário. Quando essa ordem se rompe, rompe-se também algo dentro da alma. Não é apenas tristeza, é uma desorganização profunda da existência, uma ferida que atravessa o corpo, a memória, a fé e a própria identidade. O luto por um filho é uma experiência de amputação psíquica e existencial (Freud, 1917/2010). A morte de um filho confronta aquilo que, na estrutura emocional humana, é vivido como o curso natural da vida (Bowlby, 1980). E nenhuma dor humana pode ser medida em estágios rígidos ou cronômetros emocionais (Kübler-Ross, 1969).
Vivemos numa cultura que teme a dor e foge do sofrimento como quem foge de um espelho. Há pressa para “superar”, receitas para “seguir em frente” e discursos rápidos que tentam domesticar o luto. A sociedade contemporânea transformou até a dor em algo que deve ser eficiente, discreto e produtivo (Byung-Chul Han, 2017). Entretanto, algumas lágrimas não pedem solução, pedem dignidade. Um pai que entrega um filho a Deus não precisa de frases prontas, precisa de presença. O sofrimento que não encontra espaço para existir fragmenta silenciosamente a alma humana (Bauman, 2001). Ainda assim, mesmo no sofrimento extremo, o ser humano continua buscando sentido para permanecer vivo interiormente (Frankl, 2008).
Na compreensão da fé católica, ninguém deixa de pertencer porque morreu. Todo filho continua existindo no amor de Deus e no coração de seus pais. A morte não destrói a comunhão daqueles que foram unidos pelo amor verdadeiro, ela apenas transforma sua forma de presença (Rm 8,38-39). Quando um filho é esquecido, silenciado ou retirado das memórias familiares para evitar dor, o sofrimento tende a tornar-se ainda mais pesado. Recordar com dignidade não aprisiona ninguém ao passado, pelo contrário, devolve humanidade ao vínculo. Um nome pronunciado, uma fotografia guardada, uma música que fazia sentido, uma oração feita na madrugada, tudo isso pode tornar-se linguagem de continuidade afetiva. A Igreja sempre compreendeu que os laços construídos no amor permanecem para além da matéria e do tempo (Santo Agostinho, 2000). Porque o amor verdadeiro não desaparece, ele muda de forma e aprende a habitar dentro da alma (Winnicott, 1975). Cristo não prometeu ausência de lágrimas, prometeu permanência, “Eu estarei convosco todos os dias” (Mt 28,20). O amor que nasce em Deus jamais termina, porque aquilo que é amado em Deus nunca se perde, apenas retorna ao Eterno (Tomás de Aquino, 2001).
Também a fé cristã jamais tratou a dor humana como espetáculo de força. Jesus chorou diante da morte de Lázaro (Jo 11,35). Cristo não apressou lágrimas, não chamou o sofrimento de fraqueza e nem culpou quem sofria. Ele permaneceu. O Evangelho revela um Deus que entra na dor humana sem humilhá-la (Moltmann, 1974). Talvez esteja aí uma das maiores urgências do nosso tempo, reaprender a sofrer juntos. Uma sociedade verdadeiramente humana não abandona pais enlutados à própria sorte. Ela se ajoelha em comunhão diante daquilo que é sagrado. Porque cada filho entregue a Deus carrega consigo um universo inteiro de sonhos, histórias e futuros interrompidos. E cada pai ou mãe que permanece vivo carrega dentro do peito um amor que continuará existindo até o último suspiro. Amar alguém é permitir que ele continue vivo dentro da memória e do coração (Santo Agostinho, 2000).
Há uma violência silenciosa quando o mundo exige normalidade de quem foi atravessado pelo impensável. O luto não é doença, embora possa adoecer. Não é fraqueza, embora derrube. Não é falta de fé, embora faça a alma gritar perguntas sem resposta. Aprender a viver depois da entrega de um filho a Deus não signif**a esquecer. Signif**a reaprender a respirar carregando uma ausência que agora habita cada canto da vida. A memória deixa de ser prisão quando encontra acolhimento, escuta e sentido. O sofrimento humano precisa ser integrado à consciência para não destruir a própria identidade da pessoa (Jung, 2013). A reconstrução emocional após dores profundas acontece quando o sofrimento encontra espaço legítimo de elaboração (Parkes, 1998). Por isso, psicoterapia, espiritualidade, oração e vínculos humanos podem tornar-se caminhos reais de sustentação emocional e reconstrução subjetiva.
Talvez a maior pobreza espiritual de uma sociedade seja perder a capacidade de chorar junto. Quando um pai entrega um filho a Deus, toda arrogância humana deveria silenciar. Porque naquele instante não existe ideologia, status ou poder que responda à dor. Existe apenas a fragilidade absoluta do amor humano diante do mistério da morte. E ainda assim, mesmo no vale mais escuro, permanece algo que a morte não consegue destruir, o vínculo. A ética nasce quando somos capazes de reconhecer a dor do outro como algo que também nos atravessa humanamente (Levinas, 1988). Nem a morte, nem a vida, nem qualquer outra força é capaz de destruir aquilo que foi amado verdadeiramente (Rm 8,38-39). Um filho nunca morre no coração de seus pais. Ele continua vivendo na memória, na saudade, na oração e no amor que insiste em permanecer. A cidade de Esmeralda chora, mas seu choro alivia e testemunha a dor dos pais que não é vã. Em oração e comunhão, na certeza da Ressurreição.

Referências completas, solicitar.
paroquiaesmeraldapinhaldaserra
prefeituraesmeralda
Jean Kramer de Almeida
Roger Silveira

16/05/2026
E a família como vai?A família não está cansada, está sendo lentamente desmontadaPe. Prof. Ddo. André VarisaPalavras de ...
15/05/2026

E a família como vai?
A família não está cansada, está sendo lentamente desmontada

Pe. Prof. Ddo. André Varisa
Palavras de nosso Pai Espiritual para a Reflexão familiar:
No meio de uma geração que compra tudo, mas conversa pouco, a família vai adoecendo em silêncio. As casas estão cheias de telas, mas vazias de presença. Há pais exaustos tentando ser aceitos pelos próprios filhos, como se autoridade fosse violência e dizer “não” fosse um pecado afetivo. Criou-se uma cultura em que corrigir parece crueldade e frustrar parece abandono. O problema é que filhos sem limite não se tornam livres, tornam-se frágeis diante da vida. A ausência de contorno emocional produz adultos incapazes de suportar dor, demora, perda e realidade. A liberdade sem direção não amadurece, apenas desorganiza. (Bauman, 2004; Frankl, 2008; Winnicott, 2005).
Os pais do passado erravam muitas vezes pela dureza e pelo medo. Havia silêncio onde deveria haver abraço, e imposição onde deveria existir escuta. Mas, ainda assim, muitos compreendiam que educar exigia sustentar o desconforto de não agradar sempre. (Freud, 2011). Hoje, parte dos pais deseja ser admirada pelos filhos, negociando valores fundamentais para manter afeto imediato. Só que crianças ainda não possuem maturidade emocional para compreender a profundidade do amor. (Piaget, 1999). Elas confundem amor com concessão, presença com permissão e cuidado com entretenimento. O amor verdadeiro será aprendido justamente quando existir limite, coerência e firmeza afetiva. (Bowlby, 2002).
A modernidade transformou o desejo em mercadoria. O mercado descobriu que crianças frustradas compram mais e que adultos emocionalmente vazios consomem para anestesiar a própria angústia. (Debord, 1997). O capitalismo emocional ensinou famílias inteiras a acreditarem que felicidade é satisfação imediata. (Lipovetsky, 2007). Mas toda vida humana passa pelo não, pela espera e pela renúncia. Uma criança que nunca ouviu “não posso”, “agora não” ou “você terá que esperar”, cresce sem musculatura psíquica para enfrentar o mundo real. A sociedade do desempenho produz sujeitos que desmoronam diante da primeira contrariedade. (Han, 2017).
Há pais que tentam resistir, mas se sentem esmagados pelo espírito do tempo. Existe uma pressão coletiva poderosa, sedutora e constante. Quem educa com firmeza é chamado de antiquado. Quem impõe limites é acusado de traumatizar. Quem protege valores é tratado como radical. Mas uma família sem princípios não cria filhos livres, cria filhos à deriva. (Arendt, 2016). O mundo sempre tentará terceirizar a consciência das famílias para algoritmos, influencers e modismos passageiros. Quando os pais desistem de conduzir, o mercado assume a educação afetiva das crianças. E o mercado jamais educa para a maturidade, apenas para o consumo. (Berger & Luckmann, 2014; Cortella, 2014).
A crise da família não começou na falta de dinheiro, começou na perda de sentido. Há casas bonitas com almas famintas. Há mesas fartas sem diálogo verdadeiro. Há pais presentes fisicamente, mas emocionalmente ausentes. A família não sobrevive apenas de conforto, ela necessita de vínculo, transcendência e direção. (Tillich, 2009). A Escritura já advertia que “onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. (Mt 6,21). Quando o coração da família é ocupado apenas pelo consumo, pela aparência e pela performance, os vínculos começam lentamente a apodrecer. (Durkheim, 2000).
Educar nunca foi fabricar felicidade instantânea. Educar é preparar alguém para enfrentar a realidade sem perder a ternura. É ensinar que a vida possui beleza, mas também perdas. Que existir exige responsabilidade. Que amar não signif**a permitir tudo. O filho que aprende a suportar pequenas frustrações desenvolve força interior para sobreviver às grandes dores da existência. (Jung, 2013). A criança que nunca é contrariada pode crescer emocionalmente infantilizada, buscando no mundo a mesma centralidade absoluta que recebeu dentro de casa. (Lacan, 1998). E o mundo não acolhe ninguém como um trono permanente. (Erikson, 1976).
Talvez ainda haja tempo de reconstruir o essencial. Não através da nostalgia cega do passado, nem da submissão irracional às tendências do presente. A família precisa recuperar coragem moral para educar, corrigir, dialogar e amar com profundidade. Filhos não precisam de pais perfeitos, precisam de pais conscientes. Precisam olhar para dentro de casa e encontrar adultos que sustentem valores mesmo quando o mundo inteiro grita o contrário. A verdadeira herança não é aquilo que se compra, mas aquilo que se transmite pela coerência diária. (Fromm, 1974). A família continua sendo o último lugar onde a alma humana ainda pode aprender que amar é também formar. (Guardini, 1989; João Paulo II, 1981).
Neste 15 de maio, Dia Mundial da Família, talvez a pergunta mais urgente não seja “como salvar a família?”, mas “o que ainda estamos dispostos a sacrif**ar para não perdê-la?”. Porque famílias não acabam de repente. Elas adoecem lentamente quando deixam de transmitir valores, limites, espiritualidade e presença verdadeira. E quando uma geração perde a capacidade de educar para a maturidade, o futuro inteiro começa a desabar em silêncio. (Papa Francisco, 2016). “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele.” (Pr 22,6).
Jesus de Nazaré, abençoa nossas famílias. Que Maria nos ensine a ternura e São José a coragem de educar com amor, firmeza e verdade. Livra nossos lares da indiferença, do vazio e da falta de diálogo. Dá aos pais sabedoria para conduzir e aos filhos um coração capaz de aprender, respeitar e amar. Que nenhuma família perca o sentido de permanecer unida e inspirada em tua Sagrada Família: Amém.

Referências completas, solicitar ao autor.

As intenções depositadas sob o altar são lágrimas transformadas em oração,memória que não morre, saudade que ama em silê...
12/05/2026

As intenções depositadas sob o altar são lágrimas transformadas em oração,memória que não morre, saudade que ama em silêncio e gratidão elevada a Deus pelo dom precioso daqueles que partiram para a eternidade, mas continuam vivos em nós, inspirando nossos passos e esperando-nos na luz do Céu. As milhares de intenções da 24ª Romaria já estão sob o ALTAR do Santuário e permanecerão até o início da caminhada devocional de 2027.

10/05/2026

Missa Dominical - Dia das Mães
Feliz, abençoado e santo dia da Mães!!

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Santo Expedito Do Sul, RS
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Segunda-feira 06:00 - 19:00
Terça-feira 06:00 - 19:00
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