Memorial Jardim Santo André

Memorial Jardim Santo André O melhor lugar para eternizar sua história. Atendimento 24h

Em memória de Elizabete Storl da Silva Barreira, a querida Bete. Nascida em 20 de abril de 1961, Bete viveu grande parte...
11/09/2026

Em memória de Elizabete Storl da Silva Barreira, a querida Bete.

Nascida em 20 de abril de 1961, Bete viveu grande parte de sua história no Parque Novo Mundo, em São Paulo, onde também se despediu em 05 de agosto de 2026.

Bete será lembrada, acima de tudo, pelo cuidado. Era uma mãe maravilhosa, que protegia, ensinava e também dava broncas quando precisava. Até seus puxões de orelha carregavam amor e preocupação com aqueles que queria ver bem.

Com Wilson, seu esposo, Roberta e José Roberto, seus filhos, esse cuidado aparecia nos pequenos gestos. Levantava cedo para preparar o café do marido, esperava sua chegada para tomarem café juntos e até ia ao portão “ajudá-lo” a estacionar. Com os filhos, também levava café na cama. Era seu jeito de estar presente.

Para Roberta, o café fresco preparado pela mãe é uma das lembranças mais especiais. Não importava a hora: Bete perguntava se ela queria um café com leite e fazia um novo, especialmente para a filha.

E havia o momento da “valsa” na cozinha. Roberta dava um beijo e abraço na mãe, puxava Bete para dançar e cantava, desafinada, uma música de infância. Bete ria e brincava com a letra. Eram momentos simples, mas que hoje carregam um signif**ado imenso.

Bete também amava suas plantas. Seu quintal parecia uma verdadeira floresta, cheia de verde e vida, refletindo o carinho e a paciência que colocava em tudo o que cuidava. Spyke e Dalila, seus “netos” cachorros, também tinham um lugar especial em seu coração.

Entre as lembranças que arrancam sorrisos, está o dia em que experimentou a lace loira de sua filha. Ao se olhar no espelho, riu tanto que até a foto daquele momento saiu tremida.

Ficam as broncas, os cafés, as danças na cozinha, as plantas, os cachorros e, principalmente, a presença de uma mulher que fez do cuidado uma das maiores formas de amar.

Que Deus conforte Wilson, Roberta, José Roberto e toda a família. Que Bete seja lembrada com carinho e gratidão por tudo o que fez, cuidou e amou ao longo de sua vida.

Em memória de Maria Joana Rodrigues, a querida Joana. Joana será lembrada pela alegria, generosidade e pelo amor que ded...
11/09/2026

Em memória de Maria Joana Rodrigues, a querida Joana.

Joana será lembrada pela alegria, generosidade e pelo amor que dedicava àqueles que estavam ao seu redor. Prestativa e sempre disposta a ajudar, foi uma mulher forte, corajosa e muito dedicada à família.

Nascida no Maranhão, viveu por mais de 40 anos em São Paulo, mas nunca deixou de guardar com carinho suas raízes e os encontros com a família em sua terra natal.

Gostava de cozinhar, assistir televisão e ler a Bíblia, que fazia parte de sua rotina e de sua fé. Sua história também foi marcada pela força de uma mulher que criou sua filha sozinha e enfrentou a vida com coragem, amor e dedicação.

Para Flavia, sua filha, Joana foi “o amor da minha vida”. Esse amor resume a importância do vínculo que construíram e tudo o que Joana representou em sua caminhada.

E entre tantas lembranças, f**a também seu jeito alegre e bem-humorado. Nas festas, ao encontrar a família, costumava brincar: “Estou linda, maravilhosa e gostosa.” Uma frase que traduz sua espontaneidade e que certamente continuará arrancando sorrisos mesmo em meio à saudade.

Ficam as lembranças de sua comida, das páginas da Bíblia, dos momentos diante da televisão, dos encontros em família e, principalmente, da alegria e do amor que ela espalhava.

Que Deus acolha Joana com carinho e conforte Flavia e toda a família. Que sua força, sua generosidade e seu jeito alegre continuem vivos na memória de todos que tiveram a felicidade de compartilhar a vida com ela.

Em memória de Maria de Lourdes Ferreira de Almeida Paiva, a querida Lourdes, Lulu, Dinda ou Lourde. Nascida em Ibiapina,...
11/09/2026

Em memória de Maria de Lourdes Ferreira de Almeida Paiva, a querida Lourdes, Lulu, Dinda ou Lourde.

Nascida em Ibiapina, no Ceará, Lourdes mudou-se para São Paulo em 1997, onde construiu sua vida ao lado de Genival, seu grande amor e companheiro de quase 30 anos.

Lourdes será lembrada pelo sorriso bonito, pela alegria e pelo jeito carinhoso de cuidar de quem amava. Gostava de viajar, passear, assistir séries e doramas, além de cuidar de seus gatos, Nene e Negão. Mas era na família que encontrava uma de suas maiores razões para ser feliz.

Para Cleide, sua irmã, Lourdes foi como uma segunda mãe. Seus abraços, conselhos e cuidados f**aram para sempre na memória. Também ficou o sabor de suas comidas, especialmente o salmão e a farofa de feijão. Seu sobrinho, muito próximo dela desde pequeno, dizia: “Mãe, eu quero igual da Dinda.”

Com Letícia, sua filha, gostava de andar de carro e compartilhar momentos simples. Com Nikolas, seu afilhado, tinha um jeito especial de demonstrar carinho: “Ooii, amor da Dinda.”

Mesmo durante o tratamento, Lourdes mostrou sua força e coragem. Fez questão de estar presente na formatura de Letícia em Nutrição, orgulhosa da filha. Entre as lembranças de fé e carinho, também está a viagem a Aparecida do Norte, quando cumpriu uma promessa com Nikolas no colo.

Em 2024, viveu momentos muito felizes em Ibiapina ao lado de sua mãe, Luiza, aproveitando os festejos e os passeios. São lembranças que permanecem pelo sorriso e pela alegria que ela carregava.

Lourdes partiu em 03 de setembro de 2026, em São Paulo, fazendo questão de passar seus últimos momentos em casa, ao lado de Genival.

Ficam seu sorriso, seus abraços, suas brincadeiras, seus conselhos e todo o amor que dedicou à família. Sua mãe guarda especialmente o sorriso lindo da filha e a saudade de alguém que foi profundamente amada.

Que Deus acolha Lourdes e conforte sua família. Que sua memória permaneça viva nas histórias, nos pequenos gestos e no amor que deixou em todos que tiveram a felicidade de conhecê-la.

Em memória de Jairo Luiz Palmiro Rezende, o querido Seu Jairo.Nascido em São Paulo, em 05 de setembro de 1960, Jairo viv...
10/09/2026

Em memória de Jairo Luiz Palmiro Rezende, o querido Seu Jairo.

Nascido em São Paulo, em 05 de setembro de 1960, Jairo viveu e construiu sua história cercado pela família, até sua despedida em 31 de agosto de 2026.

Para quem o conheceu de perto, foi um homem incrível: cuidadoso, honesto, vaidoso e muito preocupado com aqueles que amava. Seu maior desejo era simples e bonito: ver a família reunida, compartilhando conversas, risadas e momentos juntos.

Para Nice, era Jairinho. Para os filhos, meu velhinho e meu coroa. Para os netos, o Velhinho. Para os bisnetos, Bizu. Cada apelido revelava uma forma diferente do amor que recebia dentro da família.

Entre as lembranças, f**am os churrascos, o samba, a canelinha e as histórias engraçadas dos momentos em que bebia um pouquinho a mais. Também f**am suas frases tão características: “Me escute uma vez na vida” e “Se conselho fosse bom, não se dava, se vendia.”

Jairo foi marido de Nice, pai de Tatiane, Bruno e Vivian, avô de Beatriz, Maria Luiza, Isabelly e Eloá, e bisavô de Letícia, Miguel e Rael. Para todos eles, f**a a memória de um homem de presença forte, coração cuidadoso e amor profundo pela família.

Seu maior legado talvez esteja justamente nisso: no desejo de manter os seus unidos. E, como disse sua filha: “Se depender de mim, ele nunca vai ser esquecido.”

Que suas histórias continuem sendo contadas, que suas frases ainda provoquem sorrisos e que cada encontro da família carregue um pouco de sua presença. Enquanto houver alguém para lembrar de Jairo, ele continuará vivo nas histórias e no coração de quem o amou.

Em memória de Tio João. Tio João será lembrado pela bondade, simplicidade e pelo jeito tranquilo de aproveitar a vida ao...
09/09/2026

Em memória de Tio João.

Tio João será lembrado pela bondade, simplicidade e pelo jeito tranquilo de aproveitar a vida ao lado da família. Era um homem de coração bondoso, que encontrava nas coisas simples motivos para estar junto e criar boas lembranças.

Nascido e vivido em São Paulo, tinha no dominó um de seus prazeres, especialmente nos finais de semana. Também era um contador de histórias e gostava de compartilhar as experiências de uma vida vivida na roça, trazendo para as conversas memórias que hoje se tornam ainda mais especiais.

Para sua família, uma de suas maiores marcas foi ter sido um pai muito bom. Ao lado de sua esposa, Maria, construiu sua família e foi pai de Ocimar e Wagner. Também tinha um carinho muito especial por seu único neto, Vinicius, por quem nutria grande amor.

João não precisava de grandes acontecimentos para deixar sua marca. Sua presença estava nas partidas de dominó, nas histórias da roça, nas conversas e nos momentos simples compartilhados com quem amava.

Agora, f**am a saudade e a gratidão por tudo o que foi vivido ao seu lado. A lembrança de um homem simples e bondoso, um esposo querido, um pai dedicado e um avô amoroso.

Que Deus receba Tio João com amor e conforte Maria, seus filhos, seu neto e todos os familiares. Que suas histórias, sua bondade e sua simplicidade continuem vivas no coração de todos que tiveram a alegria de conhecê-lo e amá-lo.

Em memória de Maria Solange Dias Lopes, a querida Sola. Sola será lembrada pelo jeito alegre, espontâneo e bem-humorado ...
09/09/2026

Em memória de Maria Solange Dias Lopes, a querida Sola.

Sola será lembrada pelo jeito alegre, espontâneo e bem-humorado de viver. Gente boa, de bem com a vida e muito ligada à família, tinha na cozinha uma de suas formas mais bonitas de demonstrar carinho. Cozinhar para quem amava era uma maneira de cuidar, reunir as pessoas e estar presente.

Nascida em Minas Gerais e muito querida em São Bernardo do Campo, gostava de conversar, contar histórias e compartilhar momentos. Sua família também admirava sua persistência e a esperança de que dias melhores sempre viriam. Mesmo diante das dificuldades, Sola seguia acreditando e encontrando forças para continuar.

Tinha seus gostos particulares: adorava acompanhar conteúdos de true crime e assistir a vídeos. E, entre tantas lembranças, também permanecem suas frases tão características. “Vocês não f**am me tirando não, sua ordinária” era uma delas — um jeito brincalhão que hoje pode trazer um sorriso em meio à saudade.

Amanda, Monique, Sara e Matheus, seus filhos, guardam consigo as lembranças de sua presença e de tudo o que viveram ao seu lado. Seus netos Ana Beatriz, Luara, Stela, Kamilly e Alice, e seu bisneto Davi, também fazem parte dessa história de amor e família.

Talvez a melhor maneira de lembrar Sola seja justamente pelas coisas simples que a faziam feliz: suas histórias, sua cozinha, suas brincadeiras e sua persistência em acreditar em dias melhores.

Que Deus conforte sua família e acolha Sola com amor. Que permaneçam vivas as lembranças de uma mulher alegre, persistente, bem-humorada e que encontrou, na família e nos pequenos momentos, muitas razões para seguir em frente.

Em memória de Joviane Garcia, a querida Jovinha. Jovinha tinha na família uma de suas maiores razões para ser feliz. Rec...
09/09/2026

Em memória de Joviane Garcia, a querida Jovinha.

Jovinha tinha na família uma de suas maiores razões para ser feliz. Receber quem amava, preparar uma mesa farta e cozinhar com carinho eram algumas das formas que encontrava para demonstrar seu afeto. Para quem conviveu com ela, f**a a lembrança de uma mulher doce, gentil, bondosa e de caráter admirável.

Nascida no Brás, passou a infância na Mooca e a adolescência no Moinho Velho. Sua história também a levou aos Estados Unidos e, ao retornar ao Brasil, viveu uma das fases mais felizes de sua vida: o nascimento de sua filha.

Gostava de televisão, cinema, Facebook, dirigir, viajar e estar na praia. Corinthiana, apreciava um bom açaí e tinha um carinho especial por Jorge. Mas eram os pequenos gestos que melhor revelavam seu jeito de amar.

Entre tantas lembranças, permanece o café da manhã preparado com carinho, com café com leite, torrada e geleia. Mais do que uma refeição, era uma forma simples e silenciosa de cuidar de quem amava.

Também permanecem suas expressões tão características: “É isso aí” e “então tá bom”. Palavras simples que, com a saudade, ganham um signif**ado ainda maior.

Ana Paula e Marco, seus filhos, e Bia e Luana, seus netos, fazem parte desse amor que sempre ocupou um lugar especial em seu coração.

A família deseja que Jovinha seja lembrada pelas próximas gerações como “a pessoa mais doce e gentil que conhecemos”. Que Deus a acolha com amor e conforte todos que sentem sua falta. Que permaneçam vivos seus gestos, suas palavras, seus cafés da manhã e, acima de tudo, o carinho de uma mulher que fez da família uma das maiores expressões de seu amor.

Em memória de Tio Custodio. Tio Custodio será lembrado pela alegria de viver, pela inteligência e pelo jeito carinhoso q...
08/09/2026

Em memória de Tio Custodio.

Tio Custodio será lembrado pela alegria de viver, pela inteligência e pelo jeito carinhoso que fazia dele uma presença tão querida na família.

Nascido em Alto Rio Doce, Minas Gerais, viveu grande parte de sua vida em São Paulo. Ao longo de seus 96 anos, construiu uma história marcada pela sabedoria, pela coragem e, principalmente, pela vontade de aproveitar a vida.

Era um homem amoroso, alegre e cheio de disposição. Não se deixava abater pelas dificuldades e seguia em frente com uma força que a família admirava. Gostava de fazer a barba, cortar cabelo, cozinhar e, especialmente, tocar seus instrumentos. A sanfona e o violão eram companheiros de momentos felizes e revelavam um pouco da criatividade e da alegria que carregava consigo.

Uma lembrança que traduz bem seu jeito de viver foi a comemoração de seus 95 anos: foram três dias de festa, cercado por pessoas queridas e celebrando a vida. Uma história que combina perfeitamente com quem ele foi: alguém que gostava de estar perto de quem amava e transformar momentos em boas lembranças.

Para a família e seus sobrinhos, f**a a memória de um homem sábio, amoroso, corajoso e cheio de vida. Permanecem sua música, seus talentos, sua alegria e todos os momentos compartilhados.

Na fé, a família encontra conforto para a despedida, confiando em Deus e guardando com carinho tudo aquilo que Tio Custodio representou. Sua ausência deixa saudade, mas sua história permanece viva nas lembranças de todos que tiveram a oportunidade de conhecê-lo.

Em memória de Sebastião Alves Martins. Sebastião será lembrado pela serenidade, pela bondade e pelo jeito tranquilo com ...
08/09/2026

Em memória de Sebastião Alves Martins.

Sebastião será lembrado pela serenidade, pela bondade e pelo jeito tranquilo com que se relacionava com as pessoas ao seu redor.

Nascido em 26 de dezembro de 1952, viveu momentos importantes de sua história no Paraná e construiu parte signif**ativa de sua vida em São Paulo, onde se despediu em 23 de agosto de 2026.

Quem teve a oportunidade de conhecê-lo encontrou um homem prestativo, calmo e amigo. Sua bondade aparecia nos pequenos gestos, na disposição para ajudar e na maneira companheira de estar perto de quem precisava.

Para sua família, Sebastião foi um bom pai, amigo e companheiro. Ao lado da esposa, dos irmãos, filhos, netas, bisnetas e amigos, construiu vínculos que permanecem vivos nas lembranças e nas histórias compartilhadas.

Sua calma também deixou um ensinamento. Em meio à correria da vida, Sebastião mostrava, com seu jeito de ser, que a gentileza, a paciência e a tranquilidade podem dizer muito sem precisar de grandes palavras.

Hoje, sua presença física faz falta, mas seu legado permanece no carinho daqueles que tiveram o privilégio de chamá-lo de pai, esposo, irmão, avô, bisavô, amigo e companheiro.

Que sua memória seja guardada com respeito, saudade e gratidão, e que Deus conforte o coração de todos que o amam.

Em memória de Valdir Sergio dos Santos, o querido Vavá.Vavá será lembrado pela alegria contagiante e pelo jeito de trans...
08/09/2026

Em memória de Valdir Sergio dos Santos, o querido Vavá.

Vavá será lembrado pela alegria contagiante e pelo jeito de transformar encontros simples em momentos cheios de vida.

Nascido em 12 de julho de 1958, em Mauá, foi também nessa cidade que construiu sua história e se despediu em 29 de agosto de 2026.

Quem o conheceu certamente se lembra de suas expressões: “E aí, cara de rato” e “Fala, fii”. Frases simples, mas que carregavam sua voz, seu humor e aquele jeito tão próprio de se aproximar das pessoas.

Vavá gostava de cantar Tim Maia, fazer churrasco e, principalmente, reunir todo mundo. Celebrava com a família um emprego novo, uma mudança de casa e até um divórcio. Passava de carro gritando com o pessoal e fazendo bagunça e, no dia da ginástica, só aparecia quando tinha café.

Outra paixão era jogar na Mega-Sena. Sabia os resultados e estudava muito antes de fazer suas apostas.

Por trás de toda a brincadeira, havia um homem atento à família, sempre preocupado em saber se os filhos estavam bem ou precisando de alguma coisa. E havia também sua companheira de vida, a quem, mesmo depois de 46 anos juntos, continuava chamando carinhosamente de “namorada”.

Os netos também ganharam apelidos especiais: Maria, “a Baladeira”; Victor, “o Lindão”; Carolina, “a Economista”; Davi, “Jogador caro”; e Mariana, “a Princesinha do vô”.

Vavá, que também serviu ao Exército, deixa uma história de alegria, companheirismo e amor pelos seus. Que Deus conforte sua família e que sua memória continue viva nos churrascos, nas músicas, nas brincadeiras e em cada história contada com um sorriso.

Endereço

Avenida Queiros Filho, 1750
Santo André, SP
09121-000

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