04/04/2026
Ó Pai, em Tuas mãos, Eu entrego o meu espírito” (Sl 30).
Celebrando a Sexta-Feira da Paixão do Senhor, em entrada silenciosa e sem cânticos, o Pe. Jacyel, nosso pároco e presidente da celebração, prostrou-se diante do altar por alguns instantes.
Em homilia, nos exortou que este dia deve ser de silêncio orante e explicou a dicotomia presente no Evangelho que a Igreja propõe para hoje (Jo 18,1 - 19,42), no qual o evangelista inicia ambientando-nos no jardim das oliveiras e finaliza no jardim onde Jesus foi sepultado, fazendo contraste com o jardim do Éden, pois, se no Éden o pecado entrou no mundo em decorrência da desobediência de Adão; na Cruz de Cristo, que se mostra como árvore que dá o fruto da obediência, vem a salvação.
Após, Pe. Jacyel apresentou-nos a Cruz dizendo “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a Salvação do mundo” e todos os presentes fizeram fila e beijaram-na em sinal de devoção e respeito.
Por fim, após a comunhão, seguiu-se em procissão com as imagens do Senhor morto e de Nossa Senhora da Soledade.
“Tudo está consumado” (Jo 19, 30).