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venha participar conosco, neste domingo 17/01/2015, vai ser uma benção
10/01/2016

venha participar conosco, neste domingo 17/01/2015, vai ser uma benção

venha participar neste domingo 10/01 estaremos estudando a lição 02  A necessidades dos gentios
03/01/2016

venha participar neste domingo 10/01 estaremos estudando a lição 02 A necessidades dos gentios

06/12/2015

Importância do conhecimento na vida de um cristão.

Porque devo buscar conhecimento???
A bíblia tem resposta para esta pergunta em João 8.32 esta escrito “E conhecereis a verdade e a verdade o libertara” bem quem é a verdade? Jesus ela a verdade que liberta João 14.6 “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”
Como eu conheço a Jesus? Através a da sua palavra a Bíblia Sagrada por isso é muito importante ler a Bíblia estudar bons livros e ser um aluno assíduo na escola dominical, pois na é na escola dominical que tiramos nossas duvidas e compartilhamos conhecimentos a falta de conhecimento fez com que Israel fosse destruído “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento” Oseias 4.6 a; pense comigo como vou combater os falsos ensinos se eu não conheço a Bíblia? Impossível né? Pois é por falta de conhecer a Bíblia é que muitos são facilmente levados a desviar se da fé. O próprio Jesus disse “Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” Mateus 22.29 que seguíamos o sábio conselho de Oseias “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao senhor” Oseias 6.3 a. por Ubenilson Barbosa

Bem pessoal proxímo domingo 06/12 estaremos estudando a lição 10  que tem por titulo A ORIGEM DA DIVERSIDADE CULTURAL DA...
29/11/2015

Bem pessoal proxímo domingo 06/12 estaremos estudando a lição 10 que tem por titulo A ORIGEM DA DIVERSIDADE CULTURAL DA HUMANIDADE.Conto com a participação de todos...

Bem pessoal próximo domingo 29 de Novembro estaremos estudando a lição 9, BÊNÇÃO E MALDIÇÃO NA FAMÍLIA DE NOÉ.Lição que ...
22/11/2015

Bem pessoal próximo domingo 29 de Novembro estaremos estudando a lição 9, BÊNÇÃO E MALDIÇÃO NA FAMÍLIA DE NOÉ.Lição que com certeza edificará ainda mais as nossas vidas.conto com a participação de todos.

18/11/2015

Subsídio da Lição: O INICIO DO GOVERNO HUMANO

Palavras chaves: Homem, Pecado, Desigualdade e Governo.

“Agostinho suponha que o Estado deveria estar sujeita à Igreja (uma doutrina que ele descreveu em sua obra A Cidade de Deus), lançando o alicerce filosófico para a união da igreja com o Estado, más onde a igreja seria o fator dominante. Naturalmente, esse ponto de vista sempre fez parte do judaísmo, que refletia os ideais da teocracia” (R.N. CHAMPLIM). No entanto, tais fundamentos proposto por Agostinho teve sucesso limitado, e deixou uma triste história para a humanidade. A Teocracia foi vivida por longos anos pelo povo de Israel, depois traduzida para a monarquia através de Saul, depois sucedida pelo rei Davi. Sob luzes do pensamento de Agostinho, países na idade média viveram uma mistura de Estado com Igreja. Más depararam-se, mais tarde, na urgência de se distinguir as funções peculiares pertencentes ao Estado e à Igreja. A história, todavia, tem demonstrado o antagonismo delineado pela Igreja e o Estado, assim como óleo e água que não se misturam. O problema, para tanto, se infere na discrepância do Reino de Deus para o Reino dos Homens. Sabemos, sobretudo, que o Reino de Deus, é sobrenatural onde o rei é Deus; o reino dos homens é natural, onde o rei é o homem. Desta forma, a diferença de governo está entre o homem e Deus, quando tudo começou no Jardim do Edem, com o pecado de Adão. Assim, pode se subscrever que foi o pecado que fez separação entre Deus e o homem – antes, mantinham intimidade e comunhão. As consequências foram desastrosas para Adão. Ele sofreu reprovação, condenação, maldição, expulsão do jardim. Por causa do pecado, ainda no período que antecedeu o período diluviano, Deus reduziu a idade máxima do homem para 120 anos. Antes os homens viviam idades centenárias, eram extremamente saudáveis, a ponto de a raça humana produzirem gigantes. A bíblia diz, por causa do pecado cometido pelo homem, que até os cosmos físicos sofreram alterações, “[...] maldita é a terra por sua causa [...]”, disse Deus a Adão (Gn. 3. 17). “Porquanto a criação ficou sujeita á vaidade” [...] (Rm. 8. 20), expressou Paulo.

O leitor que chegou até aqui deve, sabiamente, estar se perguntando: que relação tem o pecado com “O Início do Governo Humano”? Para tanto, as respostas oferecida que se segue no argumento descrito nos próximos parágrafos, segue a linha de pensamento sugerida por este próprio título, parecendo destoar com a proposta desenvolvida por Claudionor de Andrade, no contexto da lição. Más, convenhamos, se lerem atentamente a lição verás que o título poderia ser outro – tipo: “Família pós-diluviana” ou “Pacto de Deus com os sobreviventes” - ou deveria ele mencionar fatos ou argumentos, na linha do título proposto, que demonstrasse o surgimento do “Inicio do Governo Humano”. Talvez, o surgimento da discussão no próximo parágrafo se apresenta pelo fato de não haver demonstração clara na lição de um “Inicio do Governo Humano”, ou por se tratar, como demonstrado na lição, de uma nova era – o período pós-diluviano - iniciado por Noé e sua família, e não precisamente um Governo.

Seguindo (...). Assim como o pecado é algo intrínseco ao homem, de igual modo, no Homem ha dois fatores substanciais que se contextualizam formando os fundamentos de coalizam para o Governo Humano: Falo do Homem como ser Político e Social. O homem solitário não garante sua sobrevivência, por diversos fatores, então para a garantia da vida ele se junta com outros em comunidade formando elos sociais para se defenderem do perigo, para se ajudarem mutuamente garantindo, assim, dentre outros, o alimento, a segurança, os objetivos de forma “acelerada”. No entanto, este mesmo homem social e solidário, é inconsequente, (ganancioso, prepotente, arrogante) que lutam entre se, ou entre outros grupos sociais para lhe garantir a vida sobre um espaço geográfico com seus recursos. Esta arte de defesa dos interesses, seja ela individual ou coletiva, é de caráter político. Esta dual essência é facilmente explicada na vida prática do homem como cidadão. Elos importantes para manutenção e construção dos direitos e deveres num Governo Humano. Posto isto, o Homem como ser Político e Social explica a arte do Governo Humano, más não explica o seu surgimento (Inicio). Vejamos! No livro “Discurso Sobre a Origem e a Desigualdade Entre os Homens” de Jean-Jacques Rousseau são narradas duas desigualdades existentes: a desigualdade natural ou física e a desigualdade moral ou política. Rousseau descreve que o homem no seu estado natural (primitivo) é associado a se próprio (a sua consciência é a sua justiça), más a ascensão do homem solitário ao homem social, é visto por ele como a origem (surgimento) da desigualdade. Portanto, na visão de Rousseau, surge, assim, o GOVERNO pela desigualdade existente entre os homens. (!!!) Explico! É que para Rousseau o homem no estado de enfermidade confere àqueles que estão saudáveis os cuidados físicos; os mais fortes suprem as necessidades dos mais velhos, das crianças - dos mais fracos; os ágeis e saudáveis concorre para a fama e visibilidade social; a posse da terra pelo mais forte o torna mais rico, e o outro pobre. Desencadeando, assim, os fatores de liderança, poder e autoridade no meio social. Somados todos fatores objetivos e subjetivos do belo, saudável, forte, sábio, rico, etc. em alguns indivíduos, em detrimento dos demais, portanto, há de se denotar claramente ao que Rousseau definiu como Desigualdade do Gênero Humano. Se aceitarmos, no âmbito social, a existência de desigualdade prevalecente em determinadas pessoas da sociedade (ou em toda sociedade, porque variavelmente padecemos das doenças sociais) necessitamos, todavia, de atenção substancial; inevitavelmente, aceitamos de igual modo as forças coercitivas e prevalecentes sobre a conduta e ensejo individual e coletivo. Posto isto, de forma organizada, aceitamos o que se define conceitualmente por Governo Humano; “que se divide em governantes (poderosos) e governados (fracos)”. Então o Governo existe porque somos fracos e completamente desigual, seja moralmente, politicamente, fisicamente como já disse Rousseau. Continua ele dizendo que “Os governantes devem ter surgido de forma eletiva, isto é, se em uma comunidade uma única pessoa era considerada digna e capacitada para governá-la surgiria um estado monárquico; se várias pessoas gozavam ao mesmo tempo de condições para tal surgiria um estado aristocrático, porém se todas as pessoas possuíam qualidades homogêneas e resolvessem administrar conjuntamente surgiria uma democracia. O desvirtuamento dessas formas de governo pela ambição de alguns é que deram origem a estados autoritários e despóticos” (Poder exercido de maneira isolada, arbitrária e absoluta).

Neste contexto, nos interrogamos, porque somos fracos ou desiguais? A resposta de tal pergunta, corresponde à interrogação da relação que têm o pecado com “O Inicio do Governo Humano”, pergunta descrita no inicio do segundo parágrafo. À luz da bíblia, somos fracos ou desiguais por causa do pecado. Primeiro porque o homem é pecador, segundo que todos cometem pecado. Fenômeno este sem precedentes algum provocou e provoca degradações morais tão lastimáveis á humanidade. Então, consciente deste estado, ela virtuosamente busca meios para poder se superar, o governo com suas leis constituídas e a vocação religiosa sem dúvidas alguma parece ser, para o homem, o caminhos a ser perseguido. Entretanto, não quer aqui dizer, jamais, que o Governo Humano é fruto do pecado, muito pelo contrário, Deus afirma e confirma o Governo Humano (Rm. 13. 1). Más não se devem esquecer que há um antagonismo posto entre o Reino Humano e o Reino de Deus. Todavia, enquanto no Governo Humano produzem pessoas desiguais, no Reino de Deus produzem pessoas absolutamente iguais. Apesar daqueles que pertencem ao Reino de Deus habitar no Governo Humano, no fim, sabemos que tal antagonismo se converterá na suprema justiça de Deus com o surgimento do Reino de Cristo – o milênio. A figura da Estátua no sonho do Rei Nabucodonosor exemplifica isto nitidamente.

Se bem que, Deus na sua suprema justiça, age na vida do homem em qualquer “estado de governo” – seja no Governo do homem ou no Reino de Deus. A justiça é, de sobremodo, a palavra que arremata a ideia de legalidade dum Governo, e expressa sua soberania através de leis emanadas dos seus valores morais e éticos. Os princípios universais de Deus agem como uma constituição primária de todo o Governo Humano. Rousseau diz que o homem no seu estado natural (físico), a sua justiça é a sua consciência. Já no meio social, a sua justiça é a justiça moral. Para tanto, no contexto bíblico, denotamos que a consciência surge da moral de Deus, dos princípios universais de Deus – do espírito de Deus no homem. Portanto, assim como expressamente são, a moral, a ética e as leis universais devem nascer de Deus. O homem no seu relacionamento íntimo com Deus, a sua consciência é ativamente expressada ao modo do Apostolo Paulo que diz “Digo a verdade em Cristo, não minto, dando testemunho comigo a minha consciência no Espírito Santo (Rom. 9. 1). Em atos, o escritor dizendo sobre a suprema justiça de Deus, depois da ressureição dos justos e injustos, expressa, “Por isso procuro sempre ter uma consciência sem ofensas diante de Deus e dos homens” (At. 24. 16). Então quem guia, ou deve guiar o homem em sua aspiração política e social é Deus.

Diferentemente da forma como agiu Deus em função da pena de Caim (sete vezes seria vingado quem cometesse contra a vida de Caim), o homem, a partir de Noé e sua família, agora estariam, com seu Governo convalidado por Deus, apto a construir suas leis conforme seus padrões de vida moral. NUNCA! Más nunca infringindo a suprema justiça de Deus. Sendo consciente para consigo (ética individual), para com o próximo (ética moral-social), e, sobretudo, para com Deus (ética divina), para não cometer os mesmos erros de Caim e seus descendentes que se perderam no dilúvio, e outras falhas que fere a justiça de Deus.

Marcos Antonio

Bem pessoal próximo domingo 22 de Novembro estaremos estudando a lição 8, O INICIO DO GOVERNO HUMANO.Lição que com certe...
16/11/2015

Bem pessoal próximo domingo 22 de Novembro estaremos estudando a lição 8, O INICIO DO GOVERNO HUMANO.Lição que com certeza edificará ainda mais as nossas vidas.conto com a participação de todos.E.B.D ICCP Aprendizado para Eternidade.

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.Mateus 18 v.20.   E.B.D ICCP Aprendi...
12/11/2015

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.
Mateus 18 v.20. E.B.D ICCP Aprendizado Para Eternidade.

11/11/2015

Subsídio da Lição: A FAMÍLIA QUE SOBREVIVEU AO DILÚVIO

A narrativa de Gêneses a despeito do Dilúvio não só acompanhou a história do Cristianismo por todos os séculos, como também outras culturas já narrava paralelamente uma das histórias mais conhecida e fascinante do Antigo Testamento; até mesmo, principalmente, por culturas, nos períodos que antecederam a Cristo. O Dilúvio expõe em contrate o amor de um Deus que demonstra sua suprema justiça contra o pecado. Quem jamais ouviu a narrativa do Dilúvio? Todo ser de bom senso, indubitavelmente, já ouviu a história de um homem chamado Noé que constrói um imenso navio para refugiar consigo sua família e uma série de animais - em par – de um evento cataclísmico jamais presenciado pela humanidade. Recentemente o cinema de hollywood custeou mais de 120 milhões de dólares, numa mega produção, para reproduzir a história dos primeiros habitantes, e demonstrar o evento cataclísmico provocado na “face” da terra. Tal qual consta na bíblia, o Dilúvio é, variavelmente, uma narrativa simples, no entanto com mensagem profunda; uma história antiga, ainda assim com mensagem de “pano de fundo” atualizadíssima; uma história que corrobora um fato concreto do passado, que nos garante o realismo do juízo de Deus que há de vir sobre os homens da terra no futuro. O Dilúvio é, de sobremodo, uma espécie de catalisador da mensagem de Deus no contexto bíblico ao homem do passado, do presente e do futuro.

A despeito de muitos questionamentos, a bíblia no contexto dos fatos narrados sobre o Dilúvio, de modo algum deve ser posto a prova. Rodrigo Silva - teólogo - alerta: “Nunca diga que descobertas, teoria ou narrativas confirma a bíblia. Primeiro, por uma questão de fé, a bíblia é a palavra de Deus. Sendo a bíblia a palavra de Deus, então a autoridade máxima é Deus. Se tivermos que provar tal acontecimento na bíblia, então os fatos deixam de possuir credibilidade, então Deus deixou de ter autoridade suprema. Deste modo, as descobertas, teoria ou narrativas ajudam, todavia, a confirmar se aquelas histórias que a bíblia escreveu aconteceu de fato. Ai se aplica uma analogia, se as histórias são reais, a teologia que se assenta sobre estas histórias também será real”. Não obstante, a história do contexto desta lição – A família que sobreviveu ao dilúvio – não é de modo algum uma invenção da mente do escritor bíblico, uma ficção ou uma mitologia. Ela foi real! E estudos ajudam, de fato, a confirmar a veracidade desta deslumbrante história.

Neste contexto, das evidências extra bíblico “O historiador Herôdoto, relata seu diálogo com sacerdotes egípcios do século V a.c. Ele ficou admirado que os registros deles afirmassem que dentro do período histórico, e desde que o Egito tomara-se um reino, por quatro vezes o sol girara na direção contrária ao costumeiro.Diversos papiros egípcios falam sobre como a terra virou de cabeça para baixo, quando o sul tomou-se norte, e vice-versa. O diálogo de Platão, Estadista, conta a mesma história sobre a mudança na direção do raiar e do pôr-do-sol. Platão garante que quando isso ocorreu, houve grande destruição da vida animal, e que somente uma pequena porção da raça humana sobreviveu (R.N. CHAMPLIM)”. Nada além daquilo que já nos fazer saber o Gênese 7. 13, que tal família que sobreviveu, foi a de Noé, assim como diz a bíblia que “[...] entrou Noé na arca, e juntamente com ele seus filhos Sem, Cão e Jafé, como também sua mulher e as três mulheres de seus filhos”. Despois dos 40 dias de inundação, segundo o que diz a Bíblia Noé edificou um altar ao Senhor. “E o Senhor cheirou o suave cheiro e disse [...]: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem [...]” (Gn. 8. 21). “E abençoou Deus a Noé e a seus filhos e disse lhes: frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra” (Gn. 9. 1). Foi, deste modo, esta “A família que sobreviveu ao Dilúvio”. E fez Deus uma aliança com Noé prometendo não mais destruir a terra com água. foi, assim, o Dilúvio dos tempos de Noé o último sobre a face da terra.

Continuando...
O espaço geográfico pelo qual viveu Noé foi a Mesopotâmia. Deste modo, há de se dizer que a experiência vivida por Noé e sua família foi naquele pedaço de terra. Não obstante, outras narrativas do Dilúvio dos tempos de Noé ultrapassam as terras pelo qual habitou. “A história de um grande dilúvio, no qual apenas umas poucas pessoas escolhidas se salvaram, aparece em grande variedade de culturas, sob diversas formas. Aparecem em lugares tão distantes um do outro como a Grécia, a Polinésia, a Terra do Fogo, no extremo sul da América do Sul e no circulo polar Ártico, entre os esquimós (R.N. CHAMPLIM)”. Neste contexto, segue Champlim descrevendo sobre uma tribo de índios norte-americanos que receberam de seus antepassados uma história da qual se adapta estreitamente com a do Dilúvio, que o convalida numa análise científica. De igual modo, o livro “O fator Melquisedeque”, retrata, dentre tantas outras histórias de tribos, clãs milenar que contribui para o entendimento do realismo Dilúviano. O que dizer dos texto de Gilgamesh (2750 a.c.) que narra a inundação do antigo mundo; Narrativas estas que são paralelamente idênticas ao texto sagrado (pesquisem sobre este lendário Rei e seus textos). A despeito dos índios norte-americano, diz Champlim: “Os Índios Hopi, [...]que atualmente vivem em reservas indígenas no estado de Arizona, nos Estados Unidos da América, confirmam com clareza, em seu folclore, que houve tempo em que o mundo perdeu o equilíbrio, girando loucamente, por duas vezes. Isso reflete uma mudança de polos. Eles também acreditam que o mundo anterior ao nosso foi destruído por um dilúvio [...]. os Hopi [...] fizeram quatro migrações, para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste, reclamando para si mesmos toda a terra, em favor do Grande Espírito, conforme a ordem de Massau'u, e em favor do Verdadeiro Irmão Branco, que trará o Dia da Purificação. Isso se parece com o anúncio de uma figura semelhante ao Messias, podendo ser uma referência histórica ou intuitiva sobre Cristo. Esses Índios crêem na vinda, para breve" de Dia da Purificação, o que talvez seja a segunda vinda de Cristo. O Lagos parece ter implantado as suas sementes nos lugares mais inesperados”. A ação divina através de Jesus para a salvação do mundo foi, primeiramente, restrita a Israel; más sem dúvida alguma, desde o renascer dos dias Diluviano, Deus já evidenciava sua salvação a toda humanidade (proposta aceita por Richardson, e expressa no seu livro “O fator Melquisedeque”.

Quando as recentes contribuições dos pesquisadores sobre o Dilúvio minaram sobre a mente da humanidade, não houve mais dúvidas sobre tal evento. Geólogos cristão apontam aos montes, com base em estudo, evidencias do Dilúvio. Uma das primeiras pesquisas que apontaram para o Dilúvio foram as escavações de Woolley, descrita por Werner Keller no livro “E a bíblia tinha razão”. Keller descreve que num sítio, localizado onde era a antiga Ur dos Caldeus (cidade de origem de Abrão), situada hoje nas terras do Iraque, Woolley, em 1929, escavava túmulos reais de Ur. Com pressentimento que poderia abaixo de tais túmulos encontrarem algo mais, se esforçavam a escavar. Seu esforço foi compensado com descoberta de tabuinhas, potes, tigelas, dentre outros, que datavam a 3.000 anos antes de cristo. Não satisfeito, escavou mais sobre o mesmo poço (buraco), para sua surpresa foi encontrado uma camada de limo (lama, terreno vasento ou lodoso) “do tipo que só se formava pela sedimentação na água”, o que foi estranho para Woolley, pois estavam ele num nível muito superior ao rio Eufrates, impossível, segundos cálculos feitos, o rio terem existido naquele lugar. Então, concluiu Woolley, que não era limo do rio. Descreve Keller que Woolley, extasiado com suas escavações começou a cavar a camada do limo, metros e mais metros. Na iminência de encontrar, depois do limo, terra virgem, para sua surpresa “encontraram novo entulho, depois mais entulho, detritos de outrora, e numerosos cacos de barro”. Ou seja, depois de quase três metros de limo, encontraram com restos de habitações humanas. O que encontraram nesta camada da terra, eram ferramentas primitivas que apareceu consistia em sílex polido (sílex significa: rocha dura, de grão muito fino e cor variável). Devia ser da idade da pedra! Sugere Keller. Werner Keller descreve esta encantadora descrição: “Naquele dia, um telégrafo da Mesopotâmia transmitia para o mundo a mais extraordinária notícia que ouvidos humanos já ouviram: ‘Descobrimos o Dilúvio!’ A tremenda descoberta realizada em Ur ocupou as manchetes da imprensa dos Estados Unidos e da Inglaterra”.

Marcos Antonio

Lição abençoada que estudamos  neste Domingo,edificou ainda mais a minha vida e com certeza a de todos que participaram ...
08/11/2015

Lição abençoada que estudamos neste Domingo,edificou ainda mais a minha vida e com certeza a de todos que participaram da E.B.D.
E no próximo Domingo, 15 de Novembro estaremos estudando a lição 7 A FAMÍLIA QUE SOBREVIVEU AO DILÚVIO.Desde já convido a todos a estarem participando de mais uma E.B.D,tenho certeza que sua vida será edificada.E.B.D ICCP Aprendizado Para Eternidade.

06/11/2015

o pecado entrou ao mundo por causa de Adão...apos seu caim matou seu irmão Abel... o pecado foi crescendo nas descendências posteriores nesta lição estaremos estudando sobre o impiedoso mundo de Lameque mas.....quem foi Lameque? por que o titulo da lição é o impiedoso mundo de Lameque? como era o mundo antes do diluvio? para saber essas e outras respostas convido vc para a ir a escola biblica dominical neste domingo 08/11 as 9.00 na Igreja Cruzada Cristã Pentecostal, Rua: 02 de Julho Santa Maria da Vitoria-Ba

Endereço

Santa Maria Da Vitória, BA
47640000

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