Chama Viva

Chama Viva criado para louvor

29/10/2015

Senhor seja tudo oque tenho, e o que sou está em Tuas Mãos

16/07/2015
20/05/2015

Um carpinteiro mudou o mundo, Deus pode usar você!

Nova vida, novo rumo, mudanças, adeus mundo! rs
06/04/2015

Nova vida, novo rumo, mudanças, adeus mundo! rs

Eu nasci de novoSenhor, abre os meu olhos preciso verA realidade de quem eu souCriado em Ti, a tua semelhançaSenhor, o m...
24/03/2015

Eu nasci de novo

Senhor, abre os meu olhos preciso ver
A realidade de quem eu sou
Criado em Ti, a tua semelhança

Senhor, o meu passado teu sangue apagou
Uma nova vida me entregou
O teu poder, transforma meu ser
De glória em glória!

Eu nasci de novo, nasci de novo
Em Ti, sou mais que vencedor
Eu nasci de novo, nasci de novo
Faz-me ver assim como sou

Contigo eu fui crucificado
Morreu meu velho homem
Escravo, do pecado
E agora eu sou livre em Ti
Não mais eu, mas Cristo vive em mim

Eu nasci de novo, nasci de novo em Ti sou mais que vencedor
Faz-me ver assim como sou
Eu nasci de novo, nasci de novo
Faz-me ver assim como sou

Uma nova criação eu sou
Uma nova criação eu sou

Chama Viva contou com a participação da banda ARAUTOS DO REI "OAR"..No congresso de Homens..Estamos com saudades de vcs ...
17/03/2015

Chama Viva contou com a participação da banda ARAUTOS DO REI "OAR"..No congresso de Homens..
Estamos com saudades de vcs "BANDA MARAVILHOSA" &exaltandoaoRei #

09/03/2015

A Essência é Jesus - Santa Geração

06/03/2015

Não há muito tempo para nós perdermos, precisamos entrar no fogo da purificação para livrar alguns do fogo da perdição!
Tenham uma vida ungida Chama Viva!

06/03/2015

Uma visita ao velho templo

Daquele púlpito, ouvi sermões inesquecíveis. Domingo após domingo, iam os pregadores alternando-se em exposições vívidas da Palavra de Deus. Um anunciava a mensagem da cruz. Outro proclamava a urgência destes últimos dias. Aquele fazia a alocução de um devocional que, embora simples, nos calava bem fundo na alma. Aqueloutro lançava-nos enérgicos, mas amorosos desafios, induzindo-nos a trabalhar para a expansão do Reino dos Céus. Todas as mensagens, entretanto, eram encerradas com o Plano da Salvação. O sermão tinha de ser bíblico, mas havia também de ser evangélico, a fim de levar os impenitentes aos pés de Cristo.

Nem todos aqueles pregadores eram afamados. Alguns bem conhecidos; outros, anônimos, reconhecidos, contudo, diante do Pai.

Resolvi, dia desses, visitar aquele templo que, aos olhos de um garoto irrequieto e travesso, parecia tão grande. Grande também se mostrava aquela galeria que, nos Congressos da Mocidade Unida Pentecostal, apinhava-se de jovens santos, idealistas e dispostos a não se comprometerem com o mundo. De vez em quando, encontro algum daqueles moços. Uns são missionários; outros, pastores; e, ainda, outros: evangelistas, presbíteros e diáconos. Embora o tempo os haja alcançado, como tem alcançara a mim, o seu ideal continua tão juvenil como naquelas décadas tão abençoadas de nossa formação ministerial.

Ontem, ouvintes atentos; hoje, pregadores ouvidos. Nossos cabelos foram agrisalhados por experiências que, diariamente, colhíamos na Assembléia de Deus em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Como não lembrar do pastor Germano da cidade mineira de Cabo Verde? Ou do evangelista Dario da Silva Reis, que ministrava as aulas aos professores de Escola Dominical? Ou do evangelista Walter de Morais que, com suas mensagens proféticas, exortava os santos a serem mais santos?

A primeira vez que o pastor Roberto Montanheiro chamou-me a pregar, tinha eu 16 anos. Abri a Bíblia em Eclesiastes 12.1. Corri ao púlpito e, em menos de cinco minutos, se me lembro bem, já havia pronunciado um sermão sem vocativo, sem divisões e sem peroração. Em casa, jurei aos meus pais que nunca mais subiria ao púlpito. No mês seguinte, porém, lá estava aquele adolescente, pregando um sermão um pouco maior, Teria eu falado dez minutos? É bem provável. Não demorou muito para que eu estivesse também pregando nas praças públicas e até mesmo na sala de aula da conceituada Escola Normal Dona Leonor Mendes de Barros, onde estudei por oito anos.

Desde então, muita ajuda recebi dos mais experimentados mestres. Não posso esquecer-me das instruções do pastor Montanheiro e dos pregadores que, embora não me conhecessem, ensinaram-me como apresentar, homileticamente, a Palavra de Deus: Roberto Rabelo, Enéas Tognini, Rubens Lopes, José Eduardo Modesto, Alfredo Heikdal, Geziel Gomes, Berhnard Johnson, Lawrence Olson.

Recordando-me de tantas lições, pus-me, hoje, a evocar algumas memórias. Aquele templo, hoje patrimônio histórico da cidade, traz-me, de quando em quando, muitas recordações.


Ter, 09/12/2014 por Claudionor de Andrade, fonte:http://www.cpadnews.com.br/blog/claudionorandrade.

Não furtarásWilliam L. LaneO que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar, e há arrombamentos e homicí...
06/03/2015

Não furtarás
William L. Lane

O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios. (Os 4.2.)

Pessoas que vão a uma delegacia dizer que seu carro foi roubado podem ser surpreendidas ao ouvir o oficial dizer: "não, seu carro não foi roubado, foi furtado". É que roubo é o ato de levar algo de alguém mediante ameaça, e furto é o ato de apoderar-se de algo às escondidas. Essa sutil diferença de significado entre as duas palavras na linguagem policial faz pouca diferença para a vítima. Ser roubado ou furtado gera a mesma sensação de insegurança nas pessoas.

Mas quando lemos o oitavo mandamento — "Não furtarás" —, precisamos nos perguntar: Qual o signficado deste mandamento? Será que ele proíbe apenas o furto, e não o roubo?

Ao considerarmos o uso da palavra hebraica ganav, traduzida por furtar, percebemos que o oitavo mandamento não proíbe apenas o furto. Na verdade, a expressão envolve muito mais do que apenas o furto e o roubo de objetos pessoais.

O alvo mais comum do furto são objetos materiais, como a prata e o ouro (Gn 44.8), e animais, como bois, ovelhas etc (Ex 22.1). Também se fala de dinheiro e outros objetos (Êx 22.7, 12).

A primeira vez que a palavra ganav aparece no Antigo Testamento é no acordo entre Jacó e Labão sobre as ovelhas salpicadas e negras (Gn 30.33). Mas além desse uso comum, o Antigo Testamento usa a expressão hebraica em vários outros contextos. Em Gênesis 31, o verbo ganav é usado várias vezes e com signficados diferentes. Ao sair de casa, Raquel "furtou os ídolos do lar que pertenciam a seu pai" (Gn 31.19, 30, 31). Esses objetos tinham valor não apenas pelo aspecto sagrado, mas representavam também a transmissão da herança. Ao tomar posse desses ídolos, Raquel estava praticamente garantindo o seu direito à herança.

Nos versículos 20, 26 e 27 deste capítulo, a palavra ganav é usada com outro sentido. A Edição Revista e Atualizada (RA) a traduz por lograr e a Bíblia na Linguagem de Hoje (BLH), por enganar. A expressão literal é "furtar o coração". O versículo diz: "E Jacó logrou a Labão [= furtou o coração de Labão], o arameu, não lhe dando a saber que fugia" (Gn 31.20). Portanto, furtar o coração é enganar. Este é também, sem dúvida, o sentido de furtar neste versículo: "Não furtareis [= não enganareis), nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo" (Lv 19.11).

Há também pelo menos um caso em que esse engano diz respeito ao anúncio da mensagem de Deus. Por intermédio de Jeremias, Deus condena aqueles profetas que proclamavam seus próprios sonhos e visões como sendo Palavra de Deus: "Portanto, eis que eu sou contra esses profetas, diz o SENHOR, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu companheiro" (Jr 23.30). Então, furtar no sentido de enganar envolve tanto a falta de honestidade em um negócio como a deturpação da mensagem de Deus. Este último, a propósito, é um dos grandes males da igreja evangélica hoje. Muitos estão dizendo: "Deus disse" ou "Deus me revelou" para controlar a vida de outras pessoas e manipular as massas, sem saber que tudo não passa de um engano ou furto da Palavra de Deus.

Outra ocorrência do verbo ganav na Bíblia está relacionada à história de José. José foi vendido por seus irmãos a mercadores midianitas a caminho do Egito (Gn 37.27, 28). Quando preso no Egito, ele diz ao seu companheiro de cela que havia sido "roubado da terra dos hebreus..." (Gn 40.15). Aqui o que se quer dizer é que José havia sido raptado. Aliás, é exatamente isso que está expresso neste versículo: "O que raptar (= furtar) alguém e o vender, ou for achado na sua mão, será morto" (Êx 21.16). Pela Lei Mosaica (posterior a José), os irmãos de José seriam merecedores de morte por terem-no raptado e vendido.

Esse é também o sentido da palavra usada em 2 Reis 11.2, quando Jeoseba sequestra Joás, filho de Acazias. Então, a mesma palavra furtar, do oitavo mandamento, é usada para se referir a roubo de pessoas, isto é, seqüestro e rapto.

Assim, a palavra traduzida por "furtar" (ganav) tem, no Antigo Testamento, o sentido de 1) furto de objetos inanimados (prata, ouro, dinheiro) e animados (boi, ovelha, etc); 2) engano; 3) rapto de pessoas. A questão é: qual ou quais desses sentidos deve ser aplicado ao oitavo mandamento? Ou, em outros termos: o que exatamente está sendo proibido no oitavo mandamento?

Se entendemos que os Dez Mandamentos é o resumo da Lei no Pentateuco e que em outras partes desta Lei o verbo furtar (ganav) se refere explicitamente a furto de objetos (Êx 22.1, 7, 12), engano e falsidade (Lv 19.11) e rapto de pessoas (Dt 24.7), supõe-se que o oitavo mandamento abranja todos esses sentidos.

Portanto, o oitavo mandamento proíbe não apenas o furto no sentido mais comum em nossa linguagem, mas também a mentira, a falsidade, o engano, a desonestidade e o seqüestro.

O que percebemos é que roubo, furto, sequestro e engano não são problemas da sociedade moderna, tampouco da violência urbana. Milhares de anos atrás já havia leis específicas para várias situações, inclusive no contexto agrário e rural. A violência que ameaça os direitos individuais de um cidadão urbano moderno não é diferente daquela que ameaçava uma família nômade ou pastoril milhares de anos atrás.

Naquela época as pessoas precisavam ouvir e atentar para o mandamento: "Não furtarás". Hoje, nós também precisamos ouvir e atentar para este mandamento.

Rev. William L. Lane, pastor presbiteriano, é professor de hebraico e diretor do Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, São Paulo.

Endereço

Santa Helena, MA

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