Templo de Umbanda Avante Filhos de Fé

Templo de Umbanda Avante Filhos de Fé Templo de Umbanda onde se pratica o Amor. Axé

UMBANDISTA EM EXTINÇÃOAntigamente a Umbanda era assim!- Se você, ao entrar em um terreiro pede licença...E saúda os asse...
21/05/2026

UMBANDISTA EM EXTINÇÃO

Antigamente a Umbanda era assim!

- Se você, ao entrar em um terreiro pede licença...

E saúda os assentamentos e firmezas da casa...

- Se você, ao f**ar diante de um Preto Velho...

Se ajoelha e pede sua bênção...

- Se você, ao se afastar de um guia ou do altar...

Sai de costas e permanece de frente para o altar...

- Se Você, ao conversar com uma entidade...

Se curva e abaixa o olhar em sinal de respeito...

- Se você, ao tomar passe...

Agradece de coração a entidade que o atendeu...

- Se você, ao ganhar de um guia um gole de sua bebida...

Pega sempre o copo com as duas mãos...

- Se você, ao ser convocado para um trabalho difícil...

Não se envaidece e se prepara com amor...

- Se você, ao ser corrigido por seu Pai/Mãe no Santo...

Não se enfurece!

Mas entende que é para sua evolução...

- Se você, ao encontrar seu Pai/Mãe no Santo...

Toma sua benção, seja onde for...

- Se você, ao ouvir comentários mesquinhos dentro do terreiro...

Os ignora e não se envolve...

- Se você ao faltar a gira ou em algum trabalho...

Pede desculpas aos seus guias por sua falta...

- Se você ao se sentir fraco...

Busca à ajuda de sua casa ao invés de se afastar dela...

- Se você tem respeito e amor verdadeiro por sua casa...

E entende o quão é difícil em vários momentos mantê-la…

Parabéns por sua postura!

Mas cuidado!

Você é um umbandista em extinção...

Antigamente haviam duas maximas:

Humildade e respeito!

Saravá Fraterno!

MEDIUNIDADE, CUIDADO COM BLOQUEIOSA mediunidade é  uma ponte entre o mundo espiritual e a nossa vida. Como já falado inú...
20/05/2026

MEDIUNIDADE, CUIDADO COM BLOQUEIOS

A mediunidade é uma ponte entre o mundo espiritual e a nossa vida.

Como já falado inúmeras vezes, todos possuem essa sensibilidade em algum nível.

Mas para ela florescer de forma saudável, é preciso cuidado, equilíbrio e responsabilidade.

Algumas atitudes podem enfraquecer, bloquear ou confundir a mediunidade.

E muitas vezes isso acontece sem a pessoa perceber.

O excesso de pensamentos negativos, por exemplo, deixa a mente cansada e a energia pesada.

Raiva constante, mágoas guardadas, inveja e desejo de fazer o mal.

Acabam fechando caminhos espirituais e afastando boas energias.

A falta de compromisso e responsabilidade com a religião.

O medo também atrapalha muito.

Muitas pessoas sentem a mediunidade despertar.

Porém f**am assustadas, negam o que sentem ou tentam fugir disso.

Quando existe medo demais, a pessoa perde a confiança.

E com isso acaba confundindo sua própria percepção espiritual.

Outro ponto importante é o desequilíbrio da vida.

Dormir mal, viver no estresse, exagerar em vícios.

Alimentar-se de qualquer forma e não cuidar da própria saúde.

Isso enfraquece o corpo e a energia.

O médium precisa lembrar que o corpo é um instrumento da espiritualidade.

A falta de humildade também pode atrapalhar.

Mediunidade não é poder, não é superioridade e nem motivo para se achar melhor que os outros.

Na Umbanda, a espiritualidade trabalha através do amor, da caridade e do respeito.

Além disso, viver longe da fé e do autoconhecimento dificulta muito o desenvolvimento mediúnico.

A pessoa precisa aprender a ouvir mais, sentir mais e cuidar da própria energia com equilíbrio.

A mediunidade floresce melhor quando existe:

Oração, bons pensamentos, disciplina, caridade, humildade e equilíbrio emocional.

Desenvolver a mediunidade não signif**a apenas incorporar ou receber mensagens espirituais.

Vai muito além disso!

Signif**a também se tornar uma pessoa melhor a cada dia.

Intelectualmente, moralmente, fisicamente e espiritualmente.

Buscando com humildade equilíbrio e paz.

Porque quanto mais luz existe dentro de nós.

Maior e mais clara f**a nossa conexão com o mundo espiritual.

(Mara Sant’Ana)

A vida acaba muitas vezes por nos devolver aquilo que espalhamos pelo caminho.Nem sempre no tempo que queremos.  Nem sem...
20/05/2026

A vida acaba muitas vezes por nos devolver aquilo que espalhamos pelo caminho.

Nem sempre no tempo que queremos.
Nem sempre da maneira que imaginávamos.
Mas a forma como tratamos os outros, as intenções que levamos connosco e a energia que deixamos nas pessoas acabam sempre por voltar até nós.

Há pessoas que levam paz.
Outras levam conflitos.
Há quem passe pela vida a cuidar… e há quem só saiba magoar.

E no meio de tanta pressa, tanta indiferença e tanta falta de empatia que existe hoje em dia… nunca deixes que a vida te transforme numa pessoa amarga.

Porque continuar a ter um bom coração num mundo cada vez mais distante também é uma forma de força.

E no fim… aquilo que damos à vida acaba por dizer muito daquilo que realmente somos ❤️

OQueDásVolta

Foi um amigo de longa data, o Ricardo, quem estendeu o convite. Ele tinha um terreiro de umbanda na cidade e, certa vez,...
20/05/2026

Foi um amigo de longa data, o Ricardo, quem estendeu o convite. Ele tinha um terreiro de umbanda na cidade e, certa vez, disse para Camila que queria que ela conhecesse o espaço.

Camila hesitou. Não era exatamente aquele tipo de ambiente que ela frequentava, e havia uma parte dela que ainda carregava um certo estranhamento com o que não conhecia de perto.

Os seus mentores espirituais, o casal que a acompanhava desde a infância, disseram que ela devia ir. Que seria importante. Que não havia nada a temer.

Camila foi.

Só que na hora em que chegou na frente do portão, percebeu que o casal havia parado. Ela caminhou mais alguns passos e se virou, esperando que eles entrassem junto. Mas eles f**aram do lado de fora, estáticos, e explicaram com calma que não tinham permissão para entrar naquele espaço. Aquilo foi o tipo de coisa que ela não esperava ouvir, especialmente vindo de quem sempre a havia orientado em tudo. Então ficou ali, na metade do caminho, olhando para eles do lado de fora e tentando decidir se entrava sozinha.

Entrou.

Quando cruzou o portão, o primeiro coisa que chamou sua atenção foi algo invisível mas muito perceptível para quem tem sensibilidade: uma egrégora enorme pairando sobre o terreiro. Era bonita de um jeito difícil de descrever, densa, organizada, resultado de anos de fé, de trabalho espiritual e de devoção coletiva. Camila parou por um instante só para observar aquilo, sentindo uma mistura de admiração e de algo que ela mesma reconheceu como inveja, não do tipo que machuca, mas do tipo que revela o quanto se deseja algo. Ela nunca havia construído nada assim em volta de si. Não tinha capa, não tinha espaço consagrado, não tinha egrégora visível. Tinha apenas o conhecimento acumulado em anos de ensinamento com o casal, guardado dentro dela e mais em lugar nenhum.

Então viu Ricardo. Ele estava incorporado com um Exu, usando uma capa longa, com aquela presença específ**a de quem empresta o corpo para uma energia muito maior do que a própria. E ali, naquele momento, Camila sentiu o quanto havia de força naquele espaço construído com intenção e dedicação.

Na saída do terreiro, o casal voltou a acompanhá-la normalmente, como se nada tivesse acontecido. E foi aí que vieram as explicações que ela não esperava. Eles disseram que a questão não era qual espaço era mais certo ou mais legítimo, mas que cada religião acessa uma frequência específ**a, e que cada frequência atende a uma necessidade. Que o problema não era a umbanda, nem o espiritismo, nem o catolicismo, e sim quando a pessoa depende de qualquer estrutura externa para se conectar com o que é sagrado. Quando a fé está fora, a pessoa f**a refém. Quando está dentro, ela pode entrar em qualquer espaço e sair preenchida, sem precisar se tornar fanática nem exclusiva de nenhuma porta.

Foi ali que Camila entendeu o conceito que f**aria com ela para sempre: ser a própria igreja. Não no sentido de se colocar acima de nada, mas no sentido de ser tão inteira em quem é que qualquer lugar onde entre possa apenas complementar o que já existe dentro. A partir daquele dia, o preconceito que ainda carregava sem perceber foi se desmanchando. Ela passou a olhar para as diferentes religiões com a curiosidade de quem reconhece que todas carregam uma parcela do mesmo fogo, aceso de formas diferentes, por razões diferentes, para pessoas diferentes.

E soube que o casal não havia entrado no terreiro não por restrição, mas para que ela pudesse entrar sozinha e aprender o que só se aprende quando não há ninguém para responder as perguntas antes que elas sejam feitas.

O medo acompanha muitos caminhantes pela estrada da vida.Às vezes ele vem como sombra, dúvida ou lembrança amarga.Mas o ...
18/05/2026

O medo acompanha muitos caminhantes pela estrada da vida.
Às vezes ele vem como sombra, dúvida ou lembrança amarga.
Mas o medo também ensina prudência, silêncio e observação.
A Espiritualidade costuma dizer:
“Coragem não é ausência de medo… coragem é seguir mesmo com o coração tremendo.”
Quem vence o medo aprende a ouvir o vento, perceber os sinais da natureza e fortalecer o espírito diante das curvas da caminhada.
Na visão da espiritualidade, o medo é como uma neblina na madrugada:
ele pode esconder o caminho por um instante, mas não apaga a estrada de quem continua caminhando com fé, razão e firmeza espiritual.

Mestre e Pai Rubens Saraceni!Seu nome ecoa como um marco de luz dentro da história da nossa amada Umbanda.Homem de fala ...
18/05/2026

Mestre e Pai Rubens Saraceni!
Seu nome ecoa como um marco de luz dentro da história da nossa amada Umbanda.

Homem de fala serena e firme, coração humilde e espírito reto, o senhor não apenas ensinou… iluminou caminhos.
Em tempos onde muitos buscavam respostas e encontravam silêncio, suas obras surgiram como pontes entre o sagrado e a consciência humana.

Por meio de suas psicografias, estudos e ensinamentos presenciais, o senhor trouxe entendimento onde havia confusão, fundamento onde havia lacunas e amor onde existia medo.
Fez da Umbanda uma escola viva de evolução, mostrando que espiritualidade não é fantasia… é responsabilidade, caridade, conhecimento e transformação interior.

Sua missão ultrapassou páginas, templos e palavras.
O senhor despertou sacerdotes, orientou médiuns, fortaleceu dirigentes e acolheu almas sedentas por compreensão espiritual.

Com coragem, abriu caminhos para que muitos compreendessem os mistérios dos Orixás, das linhas de trabalho, das hierarquias espirituais e da própria essência da Umbanda que é Sagrada por si só.
Fez tudo isso sem arrogância, sem vaidade, mas com a simplicidade dos verdadeiros grandes espíritos e luminares da humanidade.

Hoje, sua presença continua viva em cada terreiro que busca fundamento, em cada médium que serve com consciência e em cada coração que encontrou sentido através de seus ensinamentos.

Nossa eterna gratidão ao homem que ajudou a organizar, esclarecer e fortalecer a Umbanda para milhares de filhos e filhas de fé.

Que os Orixás o abençoem eternamente, Mestre, onde quer que o Senhor esteja.
E que sua luz vida no Astral superior como um Niyê He continue iluminando gerações, assim como uma estrela que jamais deixa de brilhar no céu sagrado de Aruanda.

Saravá Mestre Rubens Saraceni!
Saravá sua missão!
Saravá sua luz eterna!

E aqui reafirmo o meu Juramento Sacerdotal, pois se o Sábio disse:

"Todas as entidades serão ouvidas, e nós aprenderemos com aqueles espíritos que souberem mais, e ensinaremos àqueles que souberem menos; a nenhum viraremos as costas e nem diremos não, pois esta é a vontade do Pai."

Pois que assim seja feita a vontade de Deus.

Axé Pai!
Axé!.

Tens nosso Amor e nossa Gratidão eterna!

Hoje entregamos nossos pensamentos de paz aos lares que enfrentam dores silenciosas. 🌿Que a espiritualidade amiga fortal...
15/05/2026

Hoje entregamos nossos pensamentos de paz aos lares que enfrentam dores silenciosas. 🌿

Que a espiritualidade amiga fortaleça os corações cansados, traga serenidade aos enfermos e esperança aos que perderam as forças.

Uma prece sincera nunca f**a sem resposta. ✨

Tem gente que entra na corrente sorrindo…mas por dentro já desistiu faz tempo. 🕯️E quando o canto começa, não tem como e...
15/05/2026

Tem gente que entra na corrente sorrindo…
mas por dentro já desistiu faz tempo. 🕯️
E quando o canto começa, não tem como esconder a dor que o peito guardou a vida inteira.
Porque a alma reconhece aquilo que a boca nunca conseguiu dizer.
Na visão da Umbanda, nada disso é acaso. O terreiro não é só um lugar físico — é um ponto de passagem. Um espaço onde o invisível toca o visível e o que estava preso começa a se mover.
Cada palavra cantada na corrente não é só som. É chamado.
E quando o chamado encontra uma alma cansada, ele não pergunta se ela aguenta… ele apenas alcança.
Cada arrepio é memória antiga despertando.
Cada lágrima que cai sem explicação é energia antiga sendo lavada.
Cada silêncio no meio do canto é a alma tentando entender o que o corpo já não consegue explicar.
Tem ferida que ninguém vê, mas continua sangrando em silêncio todos os dias.
Ferida de abandono, de perda, de caminhos que não deram certo, de forças que foram sendo gastas sem reposição.
E às vezes, tudo que resta é fechar os olhos e pedir forças para suportar mais um pouco.
Mas na espiritualidade, pedir força já é movimento de cura.
Porque quando o coração já não consegue mais sustentar sozinho, os Orixás não chegam como peso… chegam como sustentação.
Eles não retiram a dor de imediato — eles impedem que ela destrua o que ainda precisa continuar vivo.
No meio da corrente, entre lágrimas escondidas e corações cansados, algo maior se manifesta: o axé que não abandona.
Ele não exige perfeição, não exige alegria falsa, não exige força constante. Ele apenas permanece.
E há momentos em que o corpo treme, a emoção transborda, e parece que tudo está desmoronando…
mas espiritualmente, pode estar acontecendo o contrário: o que era excesso está sendo drenado, o que era nó está sendo afrouxado, o que era prisão está sendo aberto.
Porque na Umbanda, cair por dentro durante o canto muitas vezes é o início de se levantar por dentro depois dele.
E mesmo quando a pessoa acha que está no limite, existe algo que continua firme: o fio que liga a alma ao sagrado.
Esse fio não se vê, mas sustenta.
E é por isso que, depois de uma corrente verdadeira, ninguém sai exatamente o mesmo.
Algo é retirado… e algo é devolvido.
E o que a vida quase apagou… volta a respirar, mesmo que ainda em silêncio. 🕯️

A gira de Umbanda começa muito antes do toque do atabaque. Ela começa no silêncio do coração de quem entra no terreiro b...
14/05/2026

A gira de Umbanda começa muito antes do toque do atabaque. Ela começa no silêncio do coração de quem entra no terreiro buscando amparo, cura, direção e paz.

Cada filho vestido de branco carrega mais do que uma roupa: carrega respeito, entrega e humildade diante do sagrado.

O Congá iluminado não é apenas um altar, é um ponto de encontro entre o céu e a Terra, onde a fé se torna presença viva.

Na gira, os médiuns se ajoelham, os guias trabalham, os Orixás sustentam e a espiritualidade movimenta aquilo que os olhos muitas vezes não conseguem enxergar.
Ali, lágrimas silenciosas são recolhidas, dores são descarregadas e esperanças voltam a nascer.

A Umbanda nos ensina que ninguém se eleva sozinho. Por isso a gira é corrente, união e caridade. É o momento em que o invisível toca o mundo através do amor, da disciplina e da luz.

Saravá a nossa amada Umbanda!

Saravá o chão sagrado do terreiro!

Saravá todos aqueles que trabalham pela caridade, pela fé e pelo Axé!

QUANDO A ALMA ADOECE O CORPO DÓI Não é o sal, não são as farinhas.Não é o refrigerante, não é açúcar.Não é comida, não é...
14/05/2026

QUANDO A ALMA ADOECE O CORPO DÓI

Não é o sal, não são as farinhas.

Não é o refrigerante, não é açúcar.

Não é comida, não é o glúten.

São suas emoções!

São suas decisões!

Seu desequilíbrio!

Por que o corpo dói?

Dói porque você ainda não aprendeu a gostar.

Porque acumula velhos ódios e raiva.

Dói porque você se recusa a desenvolver sua vitalidade e elasticidade corporal.

Porque você o pune com vícios e imaturidade emocional.

Dói-te o corpo porque rejeitas o presente.

E permite que as memórias te definam.

Dói porque você não fecha estágios e se veste de vítima no drama que criou.

Dói porque ama a ferida que não quer curar.

Dói-te o corpo porque sucumbiste à apatia e deixaste-te vencer.

Dói-te porque duvidas de merecer uma vida sem traumas e asas para voar.

Doeu porque cedeu sua voz ao clã familiar.

Seu corpo dói porque você não vive em paz.

Dói-te o corpo porque não te atreves a valorizar-te mais.

Dói porque você cala quando deve gritar.

Porque culpas o amor da tua obsessão por dominar.

Porque você exige um respeito que não ousa gerar.

Dói-te o corpo porque confundes uma relação.

Com um ringue onde poderás desabafar.

Dói porque você não se atreve a conectar com sua divindade.

Porque você tem medo da liberdade.

Dói-te o corpo porque não te permites lembrar que nasceste para crescer.

E transcender desde o amor que já és.

Dói-te o corpo porque não investes em silêncio nem fazes as pazes com a tua solidão e com a tua escuridão.

Dói porque sua alma adoece!

Você é um ser de amor em constante expansão.

Pare de se encaixar, travar e se atrofiar.

Acorde sua magia e seu poder!

Faça valer o amor que você já é!

Você consegue!

Saravá Fraterno!

“Filha, nem toda saudade é destino… às vezes é só o coração insistindo em morar onde já não cabe mais.Preto Velho ensina...
14/05/2026

“Filha, nem toda saudade é destino… às vezes é só o coração insistindo em morar onde já não cabe mais.
Preto Velho ensina: quem te tira a paz não merece morada dentro do teu pensamento.
Acalma teu espírito.
Tem coisa que não se resolve correndo atrás, mas deixando o tempo e a espiritualidade mostrarem a verdade.
O que é seu encontra caminho. O que não é, por mais que doa, vai se afastando aos poucos.
Cuida da tua energia.
Toma teu banho de erva, acende tua vela com fé, conversa com teus guias e volta teus olhos pra tua própria vida.
Porque enquanto você olha só pra quem foi embora, deixa de enxergar as portas que estão querendo se abrir.
Preto Velho também diz:
amor de verdade não adoece a alma, não prende pensamento o tempo todo e não faz a pessoa esquecer de si mesma.
Você é filha da força, não da prisão.
Vai devagar, um dia de cada vez… e quando o coração apertar, coloca a mão no peito e repete:
‘O que for de luz permanece. O que não for, que siga seu caminho em paz.’”

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