Assembléia de Deus - Ministério do Belém - Congregação Moriá

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3° DIA FESTIVIDADE IRMÃS - 23/08/26A Palavra — Irmã TábataChegou então o momento mais aguardado daquela noite: a ministr...
26/08/2026

3° DIA FESTIVIDADE IRMÃS - 23/08/26

A Palavra — Irmã Tábata

Chegou então o momento mais aguardado daquela noite: a ministração da Palavra de Deus pela irmã Tábata.

A irmã Tábata iniciou a mensagem lendo o versículo que trazia o tema da festividade, em Mateus 25.13:

“Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir.”

A partir daquele texto, ela começou a introduzir a igreja na parábola das dez virgens.

Explicou que aquela parábola traz uma luz sobre os fins dos tempos e aponta para uma realidade que a Igreja não pode ignorar.

Jesus falou sobre os acontecimentos dos últimos dias.

Falou sobre guerras, pestes e sobre um tempo em que o amor de muitos se esfriaria.

A irmã Tábata também levou a igreja para o capítulo 24 de Mateus, lembrando a palavra de Jesus de que ninguém sabe o dia nem a hora em que o Filho do Homem virá.

E justamente por não sabermos quando Ele virá, precisamos estar preparados.

A irmã Tábata explicou também os costumes relacionados aos casamentos da cultura judaica daquela época.

A parábola apresentada por Jesus não era apenas uma história sobre dez mulheres esperando um casamento.

Era uma mensagem espiritual.

Jesus apresentou cinco virgens como loucas e cinco como prudentes.

E a diferença entre elas não estava simplesmente na aparência.

Todas tinham lamparinas.

Todas estavam esperando.

Todas sabiam que o noivo viria.

Mas apenas algumas estavam preparadas para a demora.

Essa diferença se tornou fundamental para a mensagem.

A irmã Tábata trouxe então um paralelo com o momento em que o profeta Samuel foi à casa de Jessé para ungir aquele que seria escolhido por Deus.

Samuel olhou para aqueles que estavam diante dele e pensou que aquele que parecia forte e belo seria o escolhido.

Mas Deus mostrou que o homem olha para aquilo que está diante dos olhos, enquanto o Senhor conhece aquilo que está dentro.

A mensagem levou a igreja a refletir que Deus não olha apenas para a aparência.

Deus conhece o coração.

Deus conhece aquilo que ninguém vê.

Deus sabe quem somos quando não existe ninguém olhando.

A irmã Tábata então voltou à figura das lamparinas.

A lamparina precisa de azeite.

E ela trouxe uma reflexão muito forte:

para existir azeite, existe um processo de prensagem.

Para que o azeite seja produzido, é necessário que algo seja prensado.

E a mensagem trouxe uma aplicação espiritual:

para ter azeite, muitas vezes precisamos passar pelo processo.

Existem coisas que só são produzidas dentro de nós quando passamos por dificuldades.

Existem experiências que nos quebrantam.

Existem provas que nos levam para mais perto de Deus.

E é nesse processo que Deus trabalha em nós.

Em determinado momento da mensagem, a irmã Tábata abriu o coração e contou parte de seu próprio testemunho.

Ela relatou que não nasceu em um berço evangélico.

Disse que é natural da cidade de São Paulo e que sua infância foi marcada pela autoridade de sua mãe.

Com emoção, contou:

“Eu só apanhava.”

Aos 13 anos de idade, em determinado dia, ela perdeu o último ônibus que a levaria de volta para casa.

Naquele momento, tomou uma decisão:

“Hoje eu não volto mais para casa.”

A partir daquele momento, passou a viver nas ruas.

Com o passar do tempo, começou a se envolver com diversos delitos e, como consequência daquele caminho, acabou sendo encaminhada para a Fundação Casa.

Mas foi justamente naquele lugar que Deus começou a realizar uma obra em sua vida.

Deus começou a trabalhar.

Deus começou a transformar.

Deus começou a escrever uma nova história.

A irmã Tábata relatou que, quando já estava sendo tratada por Jesus, enfrentou outra situação dolorosa.

Alguns jovens da igreja a rejeitaram.

Mas havia um grupo que fez diferente.

O Círculo de Oração a abraçou.

E ela compreendeu que aquilo fazia parte do propósito de Deus para sua vida.

Aquelas mulheres a acolheram.

Aquelas mulheres a abraçaram.

Aquelas mulheres ajudaram a mostrar que havia lugar para ela na Casa de Deus.

E, mesmo diante de todas as adversidades, a irmã Tábata declarou que jamais deixou de adorar a Deus.

Sua história não impediu sua adoração.

Suas dificuldades não impediram sua adoração.

Seu passado não conseguiu apagar aquilo que Deus havia colocado dentro dela.

Ela continuou adorando.

A irmã Tábata trouxe então uma afirmação muito forte:

Muitos dizem que “a voz do povo é a voz de Deus”.

Mas ela ensinou à igreja:

A voz de Deus é a Bíblia.

Não devemos construir nossa vida em cima daquilo que as pessoas dizem.

Precisamos conhecer a Palavra.

Precisamos ouvir aquilo que Deus realmente falou.

Precisamos permanecer fundamentados nas Escrituras.

A irmã Tábata voltou novamente para o texto das dez virgens e para a figura do azeite.

Ela ensinou que o azeite tipifica a presença de Deus.

E então trouxe uma advertência direta:

“Vigie para não perder esse azeite que você tem.”

Não podemos perder a presença de Deus em nossas vidas.

Não podemos permitir que as lutas, o pecado, a distração ou as circunstâncias nos afastem daquilo que é mais precioso.

A presença de Deus precisa ser preservada.

A irmã Tábata também lembrou à igreja que temos um amigo fiel: Jesus.

Ele não nos abandona.

Ele não desiste de nós.

Mesmo quando passamos por processos que não compreendemos, Ele continua sendo fiel.

Ela trouxe também a palavra de Jesus registrada em João, quando o Senhor afirma que ainda havia muitas coisas para revelar aos discípulos, mas que naquele momento eles ainda não poderiam suportar.

A mensagem era:

Continue permanecendo.

Continue confiando.

Aquele que prometeu é fiel para cumprir.

E então ela declarou:

“Vai até o fim.”

Não pare no meio do caminho.

Não abandone a caminhada porque a promessa está demorando.

Não deixe a lamparina apagar porque o processo ficou difícil.

Continue.

Mais uma vez, a irmã Tábata levou a igreja a uma pergunta:

“Como está o seu azeite aí?”

Não era uma pergunta sobre o irmão.

Era sobre nós.

Como está nossa vida espiritual?

Como está nossa comunhão?

Como está nossa busca?

Como está nossa lamparina?

A irmã Tábata fez uma reflexão a partir do louvor da cantora Damares, “Agora é Só Vitória”.

Ela trouxe uma aplicação diferente:

Muitas vezes queremos cantar apenas:

“Agora é só vitória.”

Mas precisamos entender que, muitas vezes, a realidade da caminhada é:

“Agora é só vitória e uma prova.”

“Agora é só vitória e uma prova.”

“Agora é só vitória e uma prova.”

A vitória também vem acompanhada de processos.

A prova também faz parte da caminhada.

E é justamente quando a vitória não chega, quando a promessa parece distante e quando o céu parece silencioso, que mostramos quem realmente somos.

É aí que descobrimos quem está preparado.

Ser preparado não significa estar preparado apenas quando tudo está bem.

É estar preparado em qualquer momento.

É permanecer mesmo quando existem apenas duas ou três pessoas em uma consagração.

É permanecer quando ninguém está vendo.

É permanecer porque Deus continua sendo Deus.

A irmã Tábata fez um pedido à igreja para que cada pessoa olhasse para seu irmão e trouxe uma frase muito forte:

“Deus permite a dificuldade na sua vida para você saber quem você é verdadeiramente.”

É nas dificuldades que somos provados.

É nas lutas que nossa fé é revelada.

É quando a resposta demora que descobrimos se estamos servindo a Deus pela bênção ou por quem Ele é.

E é nesse momento que descobrimos se estamos apenas carregando uma lâmpada ou se realmente estamos aguardando o Noivo.

Porque carregar uma lâmpada qualquer pessoa pode carregar.

Mas esperar o Noivo exige perseverança.

A irmã Tábata afirmou que, se não soubermos viver as provas aqui na terra, não saberemos desfrutar das vitórias que o céu nos proporciona.

A prova tem um propósito.

O processo tem um propósito.

A dificuldade não significa que Deus nos abandonou.

Pode ser justamente o lugar onde Ele está trabalhando em nós.

Por isso:

É tempo de adquirir azeite.

É tempo de buscar a presença de Deus.

A irmã Tábata voltou à parábola e lembrou o que aconteceu quando o Noivo finalmente chegou.

Aquelas que tinham azeite entraram.

As que não tinham foram buscar.

Mas chegou um momento em que era tarde demais.

E essa foi uma das advertências mais sérias daquela noite:

quando Jesus voltar, será tarde demais para se preparar.

Hoje existe oportunidade.

Hoje existe graça.

Hoje existe convite.

Mas haverá um dia em que a porta será fechada.

A irmã Tábata também levou a igreja para o texto em que pessoas chegarão diante de Jesus dizendo que pregaram, profetizaram e realizaram obras em Seu nome.

Mas Jesus dirá:

“Não vos conheço.”

A mensagem era extremamente séria.

Não basta fazer coisas para Deus.

Precisamos conhecer a Deus.

Não basta ter uma aparência de crente.

É necessário possuir azeite.

Não basta ter uma lamparina.

É necessário estar preparado para encontrar o Noivo.

Então, a mensagem tomou um tom de convite.

A irmã Tábata declarou:

“Vigiai.”

Hoje a porta está aberta.

Ainda dá tempo.

O céu está nos convidando hoje.

Vigie.

Prepare-se.

A porta da graça ainda está aberta.

Ela levou a igreja para a Palavra que diz:

“Buscai ao Senhor enquanto se pode achar.”

Hoje ainda podemos buscar.

Hoje ainda podemos voltar.

Hoje ainda podemos pedir azeite.

Hoje ainda podemos buscar a presença de Deus.

A irmã Tábata trouxe uma palavra diretamente para aqueles que chegaram naquela noite com o coração cansado.

Talvez alguém tenha entrado naquela igreja com a lamparina vazia.

Talvez alguém tenha chegado sem forças.

Talvez alguém tenha chegado sem esperança.

Mas Deus estava fazendo um convite:

Busque a Minha presença.

Ela também lembrou a Palavra que nos ensina que, quando ouvirmos a voz de Deus, não devemos endurecer o coração.

A mensagem apontava para a urgência de ouvir enquanto Deus está falando.

Porque as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos.

Ainda existe misericórdia.

Ainda existe graça.

Ainda existe oportunidade.

A irmã Tábata afirmou que a graça nos convida hoje, porque o amanhã pertence ao Senhor.

Nós temos hoje.

Temos esta oportunidade.

Temos esta noite.

Temos este momento.

Não sabemos o que acontecerá amanhã.

Por isso, não devemos adiar nossa decisão de buscar a Deus.

Em determinado momento, a irmã Tábata trouxe uma expressão que marcou a mensagem:

“Crente normal, irmão, tem que ser doido.”

A ideia era mostrar que não podemos viver uma fé acomodada, indiferente ou sem paixão.

Precisamos ter fome de Deus.

Precisamos buscar Sua presença.

Precisamos estar dispostos a permanecer firmes mesmo quando o mundo não entende.

Precisamos viver de maneira diferente porque estamos aguardando algo diferente.

Estamos esperando o Noivo.

Ao se aproximar do encerramento da mensagem, a irmã Tábata chamou a igreja para voltar ao primeiro amor e às primeiras obras.

Não podemos andar despreparados.

Não podemos permitir que a chama se apague.

Não podemos perder o azeite.

Não podemos deixar que as dificuldades nos façam desistir.

A graça estava fazendo um convite naquela noite.

Um convite para voltar.

Um convite para recomeçar.

Um convite para buscar novamente.

Um convite para permanecer.

E então, como uma das últimas mensagens daquela noite de encerramento, ficou a declaração:

“A minha graça te restaura.”

A graça de Deus ainda estava disponível.

A porta ainda estava aberta.

O convite ainda estava sendo feito.

O Noivo ainda não havia chegado.

Ainda havia tempo para buscar azeite.

Ainda havia tempo para voltar ao primeiro amor.

Ainda havia tempo para se preparar.

A festividade chegava ao fim, mas a mensagem não terminava naquela noite.

Ela precisava continuar dentro de cada coração.

Porque o encerramento da festividade não significava o encerramento da vigilância.

Pelo contrário.

Depois de tantos cultos, tantos louvores, tantas mensagens, tantos testemunhos e tantos momentos na presença de Deus, a igreja saía diante de uma responsabilidade:

continuar cheia.

continuar vigilante.

continuar adorando.

continuar buscando.

continuar até o fim.

Porque o Noivo virá.

E ninguém sabe o dia.

Ninguém sabe a hora.

Mas hoje a porta da graça está aberta.

Hoje ainda existe oportunidade.

Hoje ainda existe azeite.

Hoje ainda existe graça.

E a voz que encerrou aquela festividade parecia ecoar sobre toda a igreja:

Vigiai.

Preparai-vos.

Buscai o Senhor enquanto se pode achar.

Voltai ao primeiro amor.

Não deixeis a lamparina apagar.

Ide até o fim.

Porque o Noivo está voltando.

E a graça de Deus ainda está dizendo:

“Eu te restauro.”

2° DIA FESTIVIDADE IRMÃS - 22/08/26A Palavra — Missionária Débora RamalhoChegou, então, o momento da ministração da Pala...
24/08/2026

2° DIA FESTIVIDADE IRMÃS - 22/08/26

A Palavra — Missionária Débora Ramalho

Chegou, então, o momento da ministração da Palavra de Deus pela Missionária Débora Ramalho.

A missionária iniciou agradecendo aos pastores da igreja pela oportunidade de estar naquela noite ministrando a Palavra.

Logo depois, pediu que a igreja abrisse a Bíblia no livro de Mateus, capítulo 25, realizando a leitura dos versículos 9 e 10.

A partir daquele texto, começou a introduzir a igreja na compreensão da importância da Bíblia Sagrada e da maneira como a Palavra de Deus opera na vida de uma pessoa.

A missionária então passou a apresentar o contexto de Mateus 25, mostrando que Jesus estava contando a história de dez virgens que aguardavam um noivo.

Ela explicou aspectos relacionados à cultura daquela época e à maneira como aconteciam os casamentos.

O noivo deixava a sua noiva aguardando.

E havia algo importante: ela não sabia exatamente quando ele voltaria.

Por isso, precisava permanecer preparada.

A partir dessa explicação, a missionária trouxe uma pergunta para dentro da igreja:

“A igreja está preparada para a vinda do Noivo?”

E então fez uma afirmação séria:

“Se eu não estiver pronto, o Noivo virá.”

O problema não está no fato de o Noivo vir.

Ele virá.

A questão é como Ele encontrará aqueles que estão esperando.

A missionária também entrou em um assunto fundamental: como a Igreja precisa se encontrar diante de Deus.

Ela lembrou que sem santidade é impossível ver o Senhor.

A preparação para encontrar o Noivo não é apenas uma questão de esperar.

É necessário viver uma vida de santidade.

É necessário permanecer.

É necessário vigiar.

Vigiar é ter constância

A missionária explicou que vigiar é algo que exige constância.

Não podemos estar preparados apenas em determinados dias.

Precisamos continuar aguardando o Noivo mesmo quando enfrentamos adversidades, ventos e tempestades.

A vida cristã possui momentos difíceis.

Existem dias de luta.

Existem dias em que a força parece diminuir.

Mas a lamparina precisa continuar acesa.

A missionária afirmou algo muito forte:

“O Noivo não entrega uma lamparina apagada. Ele entrega a lamparina acesa”.

Porém, existe uma responsabilidade nossa: precisamos manter o azeite.

A missionária disse que, dentro da igreja, nem todos estão com a reserva cheia.

E essa reserva precisa ser abastecida dia após dia.

Ela falou sobre a importância de estar presente nos cultos e de buscar continuamente a presença de Deus.

O azeite não pode ser tratado como algo que recebemos uma única vez e nunca mais precisamos buscar.

É necessário permanecer.

É necessário buscar.

É necessário continuar cheio.

A missionária também chamou atenção para uma realidade dos nossos dias.

Muitos deixaram de vigiar e passaram a pensar:

“Eu já fiz muito. Agora quem deve fazer é quem tem mais gás.”

Mas a vida espiritual não funciona dessa maneira.

Cada um precisa cuidar da sua lamparina.

Cada um precisa permanecer preparado.

Cada um precisa manter sua reserva.

“Quanto mais facilidade, mais difícil está ficando”

A missionária afirmou que quanto mais facilidade temos, mais difícil está ficando para o povo ir ao encontro do Noivo.

Ela trouxe a igreja à memória de como, antigamente, o povo não costumava perder os cultos — e muito menos uma Santa Ceia.

Hoje, porém, muitos crentes sequer têm participado dos cultos de Santa Ceia.

Existe uma quantidade enorme de desculpas.

A facilidade aumentou, mas a disposição de buscar a presença de Deus parece ter diminuído.

A missionária chamou a igreja novamente para uma vida de compromisso.

O crente precisa estar cheio

Em determinado momento, a missionária declarou que o demônio, quando se encontrar com um crente, deve correr dele.

Mas ela também reconheceu uma realidade humana: quem é que não cansa?

Existem dias em que até uma formiga pode nos assustar.

Existem dias em que estamos fracos.

Existem momentos em que as dificuldades parecem maiores do que nós.

Mas é exatamente nesses momentos que a Palavra vem e nos renova.

É a Palavra de Deus que nos fortalece.

É a presença do Senhor que nos faz continuar.

O cuidado do Noivo

A missionária relatou que, quando chegou à igreja, percebeu do lado de fora uma decoração preparada para aquele momento.

A partir daquela observação, trouxe uma reflexão para a igreja.

Existe cuidado.

Existe dedicação.

Existe preparação.

E o Noivo contempla tudo isso.

Deus vê aquilo que fazemos.

Deus vê o cuidado.

Deus vê a dedicação.

Nada passa despercebido diante dos olhos do Senhor.

“Tem azeite aí ainda?”

Em determinado momento da ministração, a missionária fez um pedido às irmãs.

Ela pediu que cada uma perguntasse à irmã que estava ao lado:

“Tem azeite aí ainda?”

A pergunta tomou um significado muito maior do que simplesmente uma interação entre as irmãs.

Era uma pergunta para o coração.

Como está a minha lamparina?

Ainda existe azeite?

Minha reserva está cheia?

Estou preparado para a chegada do Noivo?

Aquela pergunta colocava cada pessoa diante de sua própria condição espiritual.

À meia-noite

A missionária também chamou a atenção da igreja para o horário em que acontece o momento central da parábola: à meia-noite.

Todas as virgens haviam dormido.

Porém, havia uma diferença.

Algumas tinham guardado azeite.

Outras não.

Quando chegou o momento do clamor, aquelas que tinham reserva estavam preparadas.

O Noivo chegou.

E existe um detalhe que chamou atenção na mensagem:

as noivas dormiram, mas o Noivo não dormiu.

Ele sabia quando chegaria.

Ele sabia o momento.

Ele sabia exatamente o que estava acontecendo.

A igreja precisa estar preparada porque o Noivo não perdeu o horário.

O testemunho da Missionária Débora

Durante a ministração, a Missionária Débora compartilhou um testemunho pessoal muito marcante.

Ela relatou que, em determinado momento de descanso, o Senhor veio a ela em sonho e lhe disse que estava chegando um tempo novo.

Depois disso, durante a madrugada, sua irmã ligou e disse:

“Débora, vem aqui.”

Era necessário levar sua mãe ao médico.

Naquele momento, infelizmente, a missionária enfrentou uma das experiências mais dolorosas de sua vida: a perda de sua mãe.

Diante daquela situação, poderia ter vindo o desespero.

Poderia ter vindo a angústia.

Mas, segundo seu testemunho, o Espírito Santo acalentou o seu coração, trazendo a certeza de que sua mãe estava em boas mãos.

Ela também relatou que, ao meio-dia, sua mãe havia enviado uma mensagem dizendo que estava sentindo uma glória muito forte.

Durante uma oração, sua mãe relatou ter visto um médico vestido de branco, com cinza, carregando uma maleta de ouro.

A missionária utilizou esse testemunho para trazer a igreja para uma reflexão profunda sobre a brevidade da vida.

Nós não sabemos a hora.

Não sabemos quando nossa jornada nesta terra chegará ao fim.

Assim como não sabemos quando o Noivo voltará, também não sabemos quando seremos chamados para a eternidade.

Estamos preparados?

A partir daquele testemunho, a missionária trouxe a igreja para uma das maiores reflexões daquela noite:

Como estamos esperando o Noivo?

Não basta saber que Ele vem.

É necessário estar preparado.

Não basta possuir uma lamparina.

É necessário possuir azeite.

Não basta ter começado a caminhada.

É necessário permanecer até o fim.

Não basta estar dentro da igreja.

É necessário estar preparado por dentro.

A mensagem daquela noite foi um chamado à vigilância, à santidade, à perseverança e à busca constante pela presença de Deus.

O Noivo virá.

Não sabemos o dia.

Não sabemos a hora.

Não sabemos quando será o nosso último dia nesta terra.

Por isso, a pergunta que permanece não é simplesmente “quando Ele virá?”

A pergunta é:

“Quando Ele vier, como Ele vai me encontrar?”

A igreja foi chamada a manter a lamparina acesa, guardar a reserva de azeite e permanecer vigilante.

Porque, quando o clamor acontecer, não haverá mais tempo para procurar azeite.

O momento de se preparar é agora.

O momento de vigiar é agora.

O momento de buscar é agora.

O momento de permanecer cheio é agora.

Porque o Noivo está voltando.

E aqueles que estiverem preparados ouvirão o chamado e entrarão com Ele.

1° DIA FESTIVIDADE IRMÃS - 21/08/26A Palavra — Pastor Presidente TristãoChegou, então, o momento mais aguardado da noite...
23/08/2026

1° DIA FESTIVIDADE IRMÃS - 21/08/26

A Palavra — Pastor Presidente Tristão

Chegou, então, o momento mais aguardado da noite: a ministração da Palavra de Deus pelo Pastor Presidente Tristão.

O pastor iniciou agradecendo a presença de todos e fez uma observação que chamou a atenção da igreja. Disse que quem escolheu o tema realmente é crente, porque aquele tema era “pancada”.

O texto escolhido estava em Mateus 25.13:

“Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir.”

A partir daquele versículo, o pastor começou a conduzir a igreja por uma mensagem sobre vigilância.

Ele começou falando sobre a meia-noite. A meia-noite representa o encerramento de um dia e, ao mesmo tempo, o início de outro. É justamente nesse ambiente de transição que a parábola das dez virgens acontece.

A mensagem começou a ganhar peso: o crente precisa estar atento. Precisa vigiar. Precisa permanecer alerta.

O pastor então trouxe à memória da igreja a história de Sansão.

Sansão havia recebido força e chamado de Deus, mas deixou de vigiar. Foi perdendo aquilo que deveria guardar até chegar ao ponto em que o Espírito do Senhor havia se retirado dele e ele sequer percebeu.

Essa foi uma das advertências mais fortes da noite:

É possível perder algo espiritual e continuar vivendo como se nada tivesse acontecido.

O pastor lembrou que o inimigo das nossas almas está continuamente trabalhando para matar, roubar e destruir. Se o crente não vigiar, sua própria alma pode ser colocada em perigo.

Ele também afirmou que uma das estratégias do diabo é tornar o céu menos atraente e fazer com que as coisas deste mundo pareçam cada vez mais desejáveis.

O inimigo tenta conversar com o crente. Tenta relativizar o pecado. Tenta fazer aquilo que antes era considerado errado parecer normal.

E então veio uma reflexão direta para a igreja.

O pastor falou sobre como os padrões foram mudando e sobre como, em nossos dias, algumas coisas que deveriam causar temor já não causam mais. Trouxe como exemplo a maneira como algumas pessoas passam a olhar para o marido ou para a esposa de outra pessoa como se aquilo não tivesse problema.

A questão não era simplesmente sobre aparência ou comportamento.

Era sobre quem realmente somos diante dos olhos de Deus.

E foi nesse momento que uma das frases centrais da mensagem começou a tomar forma:

“Quem és tu?”

O pastor afirmou que seu desejo naquela noite era que ninguém saísse daquele culto da mesma maneira que entrou, mas que saísse sabendo quem é diante de Deus.

Ele então levou a igreja para Mateus 24.36, lembrando que ninguém sabe o dia nem a hora da volta do Filho do Homem.

Não sabemos quando será.

E justamente por não sabermos, precisamos estar preparados.

O pastor também compartilhou um testemunho sobre um irmão que estava afastado dos caminhos de Jesus. Em determinado momento, ele disse àquele homem que ele estava a um passo da morte.

Na consciência daquele irmão surgiu o questionamento:

“Quem é este pastor para dizer que estou a um passo da morte?”

Pouco tempo depois, ele começou a passar mal.

O pastor então repreendeu aquela situação e, posteriormente, aquele homem ficou bem. Segundo o testemunho contado, ele declarou que ainda hoje está voltando para Jesus.

A história serviu como uma lembrança de que ninguém sabe quanto tempo ainda tem.

A igreja não pode deixar para amanhã aquilo que precisa fazer hoje.

Em determinado momento, o pastor pediu que fosse feita a leitura de Salmos 127.1, e o Pastor Ailton realizou a leitura em voz alta.

A mensagem continuava apontando para a necessidade de vigiar e orar.

O pastor ensinou que, quando oramos, nos conectamos com Deus. E, quando nossos olhos espirituais estão abertos, conseguimos enxergar aquilo que naturalmente não conseguiríamos ver.

Pela fé, podemos contemplar o impossível acontecendo.

O pastor então afirmou que o propósito de Satanás é tirar o crente do propósito do céu.

E uma das grandes ferramentas utilizadas para isso é a distração.

Segundo a mensagem, a nossa geração está muito distraída.

Distraída demais para ouvir a voz de Deus.

Distraída demais para perceber a presença de Deus.

Distraída demais para perceber que está se afastando.

O pastor trouxe então a passagem em que Jesus fala de dois que estarão juntos: um será levado e outro será deixado.

A partir disso, trouxe também uma reflexão sobre o jugo desigual, afirmando que, quando duas pessoas não caminham espiritualmente na mesma direção, existe uma divisão; mas quando os dois verdadeiramente pertencem a Cristo, há unidade.

A palavra “vigiai” voltou a ocupar o centro da mensagem.

Para chegar ao céu, precisamos ser crentes vigilantes.

O pastor fez uma advertência inclusive aos obreiros, lembrando que não basta dizer que é crente. É preciso viver como crente. É preciso vigiar.

E trouxe uma expressão forte para demonstrar que alguém pode estar dentro da igreja, ocupar uma posição, mas ainda assim não estar vivendo uma vida verdadeiramente vigilante.

A mensagem ficou ainda mais direta quando o pastor afirmou:

“Ou você é, ou você não é.”

Não existe espaço para uma vida dividida.

Não existe como viver metade para Deus e metade para o mundo.

Não existe como brincar com aquilo que pode colocar a salvação em risco.

Ao final, o pastor voltou ao texto de Mateus 25.13 e reforçou a necessidade de uma vida constante de oração e vigilância.

Porque nós não sabemos o dia.

Não sabemos a hora.

Não sabemos quando o Filho do Homem virá.

Por isso, precisamos continuar crendo que pode ser a qualquer momento.

A mensagem daquela noite não foi apenas sobre a volta de Jesus.

Foi sobre estar preparado para ela.

Foi sobre não permitir que a distração roube aquilo que Deus colocou dentro de nós.

Foi sobre olhar para dentro e perguntar:

Quem sou eu diante de Deus?

Foi sobre entender que não basta começar bem. É preciso permanecer vigilante até o fim.

E, depois de tantos louvores, saudações, testemunhos e palavras ministradas, a mensagem que parecia ecoar sobre toda a igreja era simples, séria e urgente:

Jesus está voltando.

Vigiai.

Orai.

Permanecei firmes.

Não deixeis a chama apagar.

Porque ninguém sabe o dia nem a hora.

Mas quem vive vigilante não precisa temer a chegada do Noivo.

Precisa apenas estar pronto para ouvir a Sua voz e entrar com Ele.

18/08/2026

Pré festividade Círculo de Oração. Deus se fez presente na casa.

CULTO PRÉ FESTIVIDADE CÍRCULO DE ORAÇÃO - 16/08/2026
18/08/2026

CULTO PRÉ FESTIVIDADE CÍRCULO DE ORAÇÃO - 16/08/2026

CULTO DA FAMÍLIA - 19/07/2026
21/07/2026

CULTO DA FAMÍLIA - 19/07/2026

CULTO DE SANTA CEIA - 05/07/2026
14/07/2026

CULTO DE SANTA CEIA - 05/07/2026

CULTO DE JOVENS - 28/06/2026
29/06/2026

CULTO DE JOVENS - 28/06/2026

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Sandovalina, SP

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