Ilé Asè Àlà Kirij

Ilé Asè Àlà Kirij Página destinada ao povo do santo.

Cai a noite de lua nova no Alá Kirij .
27/10/2022

Cai a noite de lua nova no Alá Kirij .

Essa é a yaô nota 10 do Alá Kirij. Agradecemos pela presença e trabalho, mesmo com suas limitações físicas
17/10/2022

Essa é a yaô nota 10 do Alá Kirij. Agradecemos pela presença e trabalho, mesmo com suas limitações físicas

Gratos pela presença da Egbomi Tácila, sempre  bem vinda em nosso Ilê
17/10/2022

Gratos pela presença da Egbomi Tácila, sempre bem vinda em nosso Ilê

Agradecemos ao querido Babá Alef, cujo presença é sempre desejada e importante em nosso axé
17/10/2022

Agradecemos ao querido Babá Alef, cujo presença é sempre desejada e importante em nosso axé

Agradecimentos em especial aos Ogans da casa, sem os quais este evento não seria possível
17/10/2022

Agradecimentos em especial aos Ogans da casa, sem os quais este evento não seria possível

Agradecemos aos Ogans ,  que contribuiram com toque e cânticos em lavação ao nosso sagrado
17/10/2022

Agradecemos aos Ogans , que contribuiram com toque e cânticos em lavação ao nosso sagrado

19/08/2015

A Grande Dicotomia

Existe uma grande e antagônica dicotomia entre o discurso e a prática de nossos irmãos do axé. Testemunho diariamente a hipocrisia do discurso da união, que precisamos nos unir para nos tornar mais fortes, cinco minutos depois estamos criticando o outro, sem levar em consideração a questão da diversidade. Nossa religião, até bem recente, era baseada na transmissão oral, natural que algo se perdesse, se modificasse, ou fosse acrescentado novos elementos.

Salta aos olhos a questão da rotatividade de nossos iniciados. Cada obrigação é feita em um axé diferente, digo em casas diferentes. E nós, sacerdotes e sacerdotisas, recebemos de braços abertos os filhos de outro axé, sem parar para pensar o que de fato está por trás dessa transferência e pior, muitas vezes estimulamos essa atitude, criticamos o axé do outro diante de um iniciado, só para atrair este para nossa casa. Casos há que filhos de uma casa que, já possui terreiro, incentivam os irmãos mais novos a migrarem para a sua casa.

Não condeno a recepção daqueles que procuram nossa casa. No entanto me insurjo contra a indução, contra a prática do descabeceamento (perdoe-me o neologismo se for o caso). Mais grave ainda é quando tal atitude parte justamente de pessoas que nos são caras.

Nesse contexto, deve-se ainda atentar para a problemática da visitação a outros terreiros. Creio que tal ato deve ser para prestigiar, congratular, participar, estreitar e fortificar laços de amizade. No entanto não é isso que se vislumbra, o que vemos na prática é justamente o contrário, ao deixar o terreiro visitado, sai falando justamente o que não deveria, o que não engrandece ninguém, pior, apenas comenta o que conspurca, o que macula o terreiro que o recebeu e a própria religião como todo.

E assim, viverei o resto do tempo que Oxalá me reservar, na crença utópica de um dia ver a minha mui amada religião livre dessa amarras.

Salvador, 18 de agosto de 2015.

Ângelo Santana

14/08/2015

Por que você faz parte da religião do candomblé?

Nossa religião não é e nunca foi excludente, ao contrário, é inclusiva, abraça a todos indistintamente: brancos e negros, feios e bonitos, ricos e pobres, doutores e iletrados. Assim, cinquenta por cento do nosso povo está na religião para sentir-se pertencido.
Necessário se faz ainda, considerar que nossos Santos são antropomorfos, então lhes preparamos com grande esmero festas e rituais belíssimos, com danças, comidas e bebidas fartas e saborosas. São festas rituais de uma alegria contagiante, fazendo com que atraia muitos fieis. Talvez vinte por cento dos nossos irmãos esteja na religião, justamente por esse motivo.

Ainda temos outros vinte por cento do nosso povo, vinculado à religião, pelo fato de sua hierarquia, vendo nesta a única forma de ascensão social.

Emerge então o brado em forma de perguntas, há muito, latentes na garganta: quantos de nós estamos na religião pela fé em orixá? Quantos de nós estamos na religião por termos mediunidade pura e verdadeira?

Quero deixar claro que o presente escrito, não tem o escopo de criticar, denegrir ou ofender. É apenas mais um desabafo de um apaixonado errante e solitário, que ama o candomblé e coloca o orixá acima de tudo e de todos, que faz da sua religião não o motivo para viver e sim, a sua própria vida.

Salvador, 11 de agosto de 2015.

Ângelo Santana

30/06/2015
Fotos das Festa das Yabás (Princesas) realizada no dia 3 de maio de 2015.
09/05/2015

Fotos das Festa das Yabás (Princesas) realizada no dia 3 de maio de 2015.

Agraciados por mais uma manhã de muitas coisas boas, realizamos nosso café da manhã. Uma pequena confraternização da Fam...
01/05/2015

Agraciados por mais uma manhã de muitas coisas boas, realizamos nosso café da manhã. Uma pequena confraternização da Família Àlà Kirij

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