Ordem Eclesiástica de Juiz de Paz e Arbitral do Brasil

Ordem Eclesiástica de Juiz de Paz e Arbitral do Brasil A OJUPB É UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA MINISTRO NÃO RECONHECIDO, PARA IGREJA SEM REGISTRO, EM FIM PRA MEDIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM



1. Sim. Não.

O que é mediação?

É um meio de solução de controvérsias, em que as partes através de um mediador, que não fará sugestões de acordo. Ele aproxima as partes, procura identificar os pontos controvertidos e facilitar o acordo.



2. O que é conciliação?

É um meio de solução de controvérsias em que as partes, através da interferência de um terceiro, o conciliador, resolvem a controvérsia por si m

esmas por meio de um acordo. O conciliador ajuda as partes, fazendo sugestão de acordo.


3 . O que é arbitragem?


É uma forma de solução de conflitos, prevista em lei, que pode ser utilizada quando estamos diante de um impasse decorrente de um contrato. Para isso, as partes nomearão Juízes Arbitrais.


4. Quem decide a controvérsia por arbitragem? Será um Juiz Arbitral, ou vários Juízes Arbitrais, sempre em número ímpar escolhido pelas partes. O Juiz Arbitral poderá ser qualquer pessoa maior de idade, no domínio de suas faculdades mentais e que tenha a confiança das partes. Também deverá ser independente e imparcial, isto é, não pode ter interesse no resultado da demanda e não pode estar vinculado a nenhuma das partes.


5. Qual a lei que dispõe sobre os Juízes Arbitrais?


É a Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996.


6. Antes dessa lei era possível utilizar Juízes Arbitrais? Por que era pouco aplicada? Desde a Constituição Imperial de 1824 até a atualidade sempre esteve presente no ordenamento jurídico, com a denominação de juízo arbitral ou compromisso. A pouca utilização dos Juízes Arbitrais era devido ao fato de não oferecer garantia jurídica e ser muito burocratizada a forma de utilização. Basta lembrar que não outorgava obrigatoriedade de cumprimento à cláusula contratual que previa a arbitragem, bem como a decisão do Juiz Arbitral precisava ser homologada por um Juiz de Direito.



7. O que pode ser resolvido por Juízes Arbitrais? Prevê a lei que qualquer controvérsia, conflito ou desentendimento que diga respeito a direitos que as partes possam livremente dispor pode ser resolvida por Juízes Arbitrais. Por exemplo, tudo que possa ser estabelecido em um contrato pode ser solucionado por Juízes Arbitrais.



8. O que não pode ser resolvido por Juízes Arbitrais? Esta fora do âmbito de aplicação, questões sobre as quais as partes não podem efetuar transações; não podem dispor como quiserem, tais como, as referentes ao nome da pessoa, estado civil, impostos, delitos criminais etc. Enfim, todas as questões que estão fora da livre disposição das pessoas e que só podem ser resolvidas pelo Juiz de direito.



9. Como prever a utilização de Juízes Arbitrais? Para utilizar Juízes Arbitrais, as partes, em um contrato, devem incluir uma cláusula contratual prevendo que os futuros litígios dele originados serão resolvidos por Juízes Arbitrais. Pode estar disposta em um contrato, como referido, ou em qualquer documento à parte assinado pelas partes. O nome jurídico desta disposição é cláusula compromissória.



10. É possível utilizar Juízes Arbitrais mesmo quando não exista cláusula contratual que a preveja? Sim, a lei permite que mesmo sem cláusula contratual prevendo a utilização de Juízes Arbitrais, ela pode ser utilizada. Para isso, após surgida a controvérsia, as partes precisam estar de acordo e assinarão um documento particular, na presença de duas testemunhas, ou por escritura pública. O nome jurídico desta disposição é compromisso arbitral.



11. O que é convenção de arbitragem?

É a forma pela qual a arbitragem pode ser instituída. A convenção de arbitragem pode revestir a forma de uma cláusula compromissória ou de um compromisso, como acima esclarecido.



12. Como operacionalizar a arbitragem? A arbitragem pode ser operacionalizada por meio da arbitragem institucional ou ad hoc.


13. O que é arbitragem institucional?

É uma das formas de operacionalizar a arbitragem. Quando em um contrato a cláusula arbitral se reporta a uma instituição arbitral para administrar o procedimento arbitral. Também é chamada de arbitragem administrada. Essa instituição tem um regulamento que determina como a arbitragem deve transcorrer.



14. O que é arbitragem ad hoc ?

É a outra forma de colocar em prática a arbitragem. Neste caso, as partes fixam as regras e formas em que o processo arbitral será conduzido naquele caso específico. O procedimento arbitral não seguirá as regras de uma instituição arbitral, mas as disposições fixadas pelas partes, ou na ausência de disposição o procedimento será aquele determinado pelo árbitro. A expressão latina ad hoc, significa "para isto", "para um determinado ato".



15. Existem parâmetros fixados na lei para o procedimento arbitral? Tanto na arbitragem institucional como na ad hoc deverão ser observados princípios jurídicos que não podem ser afastados. Determina a lei que as partes serão tratadas com igualdade, terão o direito de se manifestar para se defender, o Juiz Arbitral será independente e imparcial e fundamentará sua decisão.



16. O que é arbitragem de direito? Arbitragem de direito é aquela em que os Juízes Arbitrais decidirão a controvérsia fundamentando-se nas regras de direito.



17.O que é arbitragem por eqüidade? Arbitragem por eqüidade é aquela em que os Juízes Arbitrais decide a controvérsia fora das regras de direito de acordo com seu real saber e entender. Poderá reduzir os efeitos da lei e decidir de acordo com seu critério de justiça. Para que o Juiz Arbitral possa decidir por eqüidade, as partes devem prévia e expressamente autorizá-lo.



18. Pode o Juiz de Direito decidir por eqüidade? O Juiz de Direito está proibido de decidir por eqüidade. No processo judicial somente será aplicável a eqüidade se existir lei específica autorizando.



19. Por que a nova lei de arbitragem foi editada? Para incentivar o uso de meios extrajudiciais e alternativos de solução de controvérsias, situando-se a arbitragem ao lado da mediação e conciliação.



20. A tendência de oferecer formas alternativas de solução de controvérsias só se verifica no Brasil? Constitui movimento universal para facilitar o acesso à Justiça. Nos últimos anos, as legislações arbitrais de diversos países foram alteradas para facilitar o uso da arbitragem, retificando as incorreções que impossibilitavam ou obstruíam a utilização dos Juízes Arbitrais.



21. É só a lei de arbitragem que foi editada nos últimos anos prevendo a efetivação do acesso à Justiça? Diversos textos legislativos foram editados neste sentido, como a lei nº 6.099, de 1995, que regula os Juizados Especiais Cíveis e Criminais, as reformas empreendidas no Código de Processo Civil, a partir de 1994, etc.



22. Existe no Brasil a arbitragem compulsória ou obrigatória? A Lei nº 9.307/96, prevê a arbitragem facultativa, isto é, as partes elegem a arbitragem num contrato se quiserem. Mas, a partir do momento que escolhem a arbitragem, estarão obrigadas a cumprir o estabelecido no contrato, não podendo propor ação judicial.



23. O que é arbitragem obrigatória ou compulsória?

É a que existe em alguns países, em que a lei determina que para assuntos específicos as partes são obrigadas, na existência de conflito, a submetê-lo à arbitragem. Não podem propor ação judicial porque é matéria que o Juiz de Direito não poderá decidir por impedimento legal.



24. Como proceder diante de uma controvérsia quando tenho uma contrato que prevê a solução por Juízes Arbitrais? Verificar o teor da cláusula arbitral e agir conforme nela estabelecido. Quando for uma arbitragem institucional deve ser seguido o que diz o regulamento, que estabelece todos os passos da arbitragem, desde a comunicação, nomeação dos Juízes Arbitrais, forma de apresentar defesa, juntada de documentos, etc. Quando for arbitragem ad hoc, comunicar a outra parte que deseja instituir a arbitragem e indicar o provável Árbitro.



25. Como indicar um Juiz Arbitral? O Juiz Arbitral a ser indicado para solucionar uma controvérsia deve ter as seguintes características:
a) ser independente, como, por exemplo, não pode ter ser um empregado de uma das partes;
b) ser imparcial, isto é não pode ter interesse no resultado da demanda;
c) deve ter 21 anos completos e ter perfeito domínio mental. O Juiz Arbitral a ser indicado pode:
a) ser um especialista na matéria controvertida, por exemplo, a questão envolve um problema em imóvel, o Juiz Arbitral pode ser um engenheiro, um geólogo ou outro profissional habilitado.



26. Na arbitragem com vários Juízes Arbitrais, quem os escolhe? Quando forem vários os Juízes Arbitrais, cada parte indica um Juiz Arbitral e estes indicarão o terceiro. Podem também delegar a uma terceira pessoa que o indique. A arbitragem com mais de um Juiz Arbitral denomina-se tribunal arbitral. Em arbitragens institucionais, muitas vezes, o presidente da instituição arbitral ficará incumbido para indicar os Juízes Arbitrais.



27. As Instituições Arbitrais dispõem Lista de Juízes Arbitrais? Como são escolhidos? As instituições arbitrais poderão ter ou não lista de Juízes Arbitrais. Mas é freqüente nas Instituições Arbitrais existir a referida lista.



28. Quais as vantagens em instituir a arbitragem? a) a rapidez: a arbitragem solucionará a questão no prazo fixado pelas partes e, se nada for previsto a respeito, determina a lei que será em 6 (seis) meses;
b) o sigilo: a arbitragem é sigilosa. Nada do que for tratado poderá ser divulgado a terceiros. As partes e os Juízes Arbitrais deverão guardar sigilo; diferentemente, portanto, do processo judicial que é público. c) a especialidade: o Juiz Arbitral pode ser um especialista na matéria. Com isso, poderá ser dispensada a perícia, porque o Juiz Arbitral tem aptidão profissional para entender e decidir a questão.



29. Quem paga as despesas com a arbitragem?

É custeada pelas partes, que poderão dispor a respeito previamente. Poderão estabelecer que as custas serão divididas na metade, ou que o Juiz Arbitral decida.



30. Os honorários dos Juízes Arbitrais são pagos pelas partes? Na arbitragem ad hoc devem as partes previamente dispor a respeito. Nas arbitragem institucional o regulamento estabelece como proceder.



31. Pode uma parte se recusar a instituir a arbitragem quando o contrato tem cláusula compromissória? A cláusula compromissória pactuada é obrigatória e vinculante. A questão não pode ser levada ao Judiciário.



32. O Juiz Arbitral deve respeitar um código de ética? O Juiz Arbitral deve ser independente, imparcial, competente, diligente e discreto. A lei diz que o Juiz Arbitral se equipara ao funcionário público para fins penais, isto é, se o Juiz Arbitral, por exemplo, foi subornado para decidir a questão favorável a uma parte, será processado criminalmente e a sentença arbitral será anulada. O Juiz Arbitral também pode ser responsabilizado civilmente, por exemplo, quando havia prazo para dar a sentença e o Juiz Arbitral não decide no prazo determinado, quando poderia fazê-lo.



33. Quais os efeitos da sentença do Juiz Arbitral? São idênticos aos de uma sentença de um Juiz de Direito. Não fica sujeita a homologação e poderá ser executada judicialmente, se a parte vencida não cumprir o determinado.



34. Qual é o recurso judicial que cabe contra uma sentença do Juiz Arbitral? Diz a lei que a sentença do Juiz Arbitral poderá ser anulada quando
a) quem foi Juiz Arbitral estava impedido;
b) quando a sentença não estiver fundamentada;
c) quando não decidir toda a controvérsia;
d) quando for comprovado que foi proferida por prevaricação, concussão ou corrupção passiva;
e) quando não observou os princípios da igualdade das partes e do direito de defesa;
f) quando for proferida fora do prazo. Em alguns situações o Juiz de Direito poderá determinar que o Juiz Arbitral emita nova sentença.



35. Qual o prazo para propor ação de anulação da sentença do Juiz Arbitral? O prazo é de 90 dias.

36. Os Juízes Arbitrais, são reaumente Juízes? Sim, São Juízes de fato e de direito, equiparados aos funcionarios publicos, são auxiliares da justiça.

Só até o dia 05/12/2021OJUPB Ordem Eclesiástica de Juiz de Paz e Arbitral do Brasil Igreja Apostólica Boas Novas(Ministé...
29/11/2021

Só até o dia 05/12/2021
OJUPB
Ordem Eclesiástica de Juiz de Paz e Arbitral do Brasil
Igreja Apostólica Boas Novas(Ministério de Curas e Milagres)

   Pra Salvador e pra outros Estados da Bahia! Igreja Apostólica Boas Novas(Ministério de Curas e Milagres) Ordem Eclesi...
25/03/2021

Pra Salvador e pra outros Estados da Bahia!

Igreja Apostólica Boas Novas(Ministério de Curas e Milagres)
Ordem Eclesiástica de Juiz de Paz e Arbitral do Brasil
OJUPB

18/05/2019
Objetivo do CursoAtender a deficiência e necessidade de mais pessoas ajudarem no ministério pastoral de visitação na Cap...
22/02/2019

Objetivo do Curso

Atender a deficiência e necessidade de mais pessoas ajudarem no ministério pastoral de visitação na Capelania e proporcionar uma formação espiritual, emocional e técnica para o trabalho de visitação e atendimento hospitalar ,escolar, carcerário e outros.

Quem pode participar?

Destina-se a cristãos que desejam se preparar melhor para esse ministério e desejam ser voluntários do trabalho de Capelania do Hospital, Escolar, Carcerária, Militar e outras. Membros de igrejas evangélicas, Presbitérios, Diáconos, Seminaristas, Músicos, Profissionais Liberais, Líderes de forma Geral.

Requesitos NecessáriosTer mais de 18 anos;Bom conhecimento bíblico;Equilíbrio emocional e doutrinário.
19/02/2019

Requesitos Necessários

Ter mais de 18 anos;

Bom conhecimento bíblico;

Equilíbrio emocional e doutrinário.

Nós da ORDEM ECLESIÁSTICA DE JUÍZES DE PAZ E ARBITRAL DO BRASIL Desejamos a todos um feliz ano novo!OJUPBOrdem Eclesiást...
30/12/2018

Nós da ORDEM ECLESIÁSTICA DE JUÍZES DE PAZ E ARBITRAL DO BRASIL Desejamos a todos um feliz ano novo!
OJUPB
Ordem Eclesiástica de Juiz de Paz e Arbitral do Brasil

08/06/2018

Foi muito forte essa palavra! !!!

​Você que tem dúvidas sobre o Curso de Capelania aí estão algumas perguntas e respostas.​ A IDENTIDADE DO CAPELÃOCom tan...
30/04/2018

​Você que tem dúvidas sobre o Curso de Capelania aí estão algumas perguntas e respostas.​

A IDENTIDADE DO CAPELÃO

Com tantas especulações no meio religioso ouvindo dúvidas de toda natureza, coletamos algumas informações e dispusemos para esclarecimento do internauta e futuro candidato à Capelania as suas Perguntas Mais Frequentes registradas em nosso Site.

Evidenciamos, no entanto, que de forma alguma a CAPELANIA BRASILEIRA se coloca como mandatária nas questões Capelâmicas, todavia alguns pontos precisam ser elucidados a bem da verdade.

“Porque nada podemos contra a verdade, porém, a favor da verdade.” (2 Coríntios 13:8)

Vejam, então, as perguntas mais frequentes sobre a Capelania de modo geral:

1) Quais são os requisitos para ser Capelão?

É necessário que a pessoa que entende o chamado do SENHOR e quer servi-Lo através do serviço Capelâmico, busque se aprofundar nas questões relacionais, especialmente no segmento Psicoteológico. Preferencialmente, se tiver cursado um bom seminário teológico saberá como responder às controvérsias apologéticas contemporâneas. Indispensável que seja uma pessoa de oração, versada na Bíblia (2 Timóteo 2:15), e que não se cansa de buscar conhecimento, a fim de dirimir dúvidas teológicas, vivenciais, relacionais e procurar estar informada sobre as interações no diálogo inter-religioso.

2) Todo Capelão Militar é concursado?

Sim e não! Sim, os Capelães Militares passam por concurso interno ou externo e certamente existem requisitos básicos para que possam concorrer ao cargo desejado. Mas, alguns pastores e religiosos podem fazer voluntariamente o serviço de Capelania Militar, quando apresentam projeto especifico para isto nos Quartéis e Corporações, de acordo com a necessidade local.

3) Os Capelães das Forças Armadas são concursados?

Sim. Os Capelães da Marinha, do Exercito e da Aeronáutica passam por concurso público externo, cujo quesito principal é ser bacharel em Teologia e, normalmente, tenha experiência como pastor. Sabe-se até o momento que, aqui no Brasil esta oportunidade tem sido oferecida apenas ao público masculino.

4) Por que os Capelães de Escolas Confessionais são remunerados e os das Escolas Públicas não são?

No Brasil o serviço religioso de Capelania tem sido oferecido voluntariamente. Mas, sabe-se que as Escolas confessionais remuneram seus Capelães porque estes fazem parte do quadro de funcionários.

Isto não signif**a que as Igrejas não possam ou não devam oferecer uma ajuda de custo, sustento ou ofertar aos seus laboriosos missionários urbanos que realizam Capelania nas Escolas Públicas.

Portanto, é preciso deixar claro que exercer o serviço religioso de Capelania é, primeiramente, atender a um chamado vocacional da parte de DEUS.

5) A Capelania pode ser reconhecida como Missões Urbanas?

Por que não? Precisamos aceita-la como missão, já que é um atendimento à vocação e, ela responde aos anseios locais de alcançar os não alcançados no meio urbano e de forma integral se for possível.
Ordem Eclesiástica de Juiz de Paz e Arbitral do Brasil
OJUPB
Ivan Carlos Simon
Shaliah De Yeshua Sena

A OJUPB É UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA MINISTRO NÃO RECONHECIDO, PARA IGREJA SEM REGISTRO, EM FIM PRA

21/04/2018

Venha ser um Capelão ou Convalidar sua credencial com nós!
Mais Informações: (71)9 8114-6721

SHALOM PARA TODOS! COMEÇA NESSA      18 A GRANDE CAMPANHA    EM NOSSA IGREJA   , VENHA E TRAGA SUA   E NESTE 1º DIA TERÁ...
17/04/2018

SHALOM PARA TODOS! COMEÇA NESSA 18 A GRANDE CAMPANHA EM NOSSA IGREJA , VENHA E TRAGA SUA
E NESTE 1º DIA TERÁ O TEMA: 1º DIA - INÍCIO - A VITÓRIA DA RESTITUIÇÃO APOSTÓLICA.

Viviane Sena
Joilson Cardoso Barchet

SHALOM PARA TODOS! COMEÇA NESSA 18 A GRANDE CAMPANHA EM NOSSA IGREJA , VENHA E TRAGA SUA
E NESTE 1º DIA TERÁ O TEMA: 1º DIA - INÍCIO - A VITÓRIA DA RESTITUIÇÃO APOSTÓLICA.



Joilson Cardoso Barchet

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