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Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎 Rita MariaDeixe um comentário para dar a eles as boas-vindas à noss...
13/11/2025

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎 Rita Maria

Deixe um comentário para dar a eles as boas-vindas à nossa comunidade,

Transforme Sua Vida com Terapia IntegrativaVocê que busca equilíbrio emocional, autoconhecimento e uma conexão mais prof...
26/10/2024

Transforme Sua Vida com Terapia Integrativa

Você que busca equilíbrio emocional, autoconhecimento e uma conexão mais profunda com seu próprio bem-estar, precisa conhecer a Terapia Integrativa!

A página Templo Interior - Terapias Integrativas e Complementares - Equilíbrio Pleno, bem como o perfil (Instagram), oferecem uma abordagem holística que alinha corpo, mente e espírito, ajudando você a liberar bloqueios, expandir sua consciência e encontrar harmonia interior.

Benefícios da Terapia Integrativa: Harmonia emocional Aprofundamento da conexão espiritual Fortalecimento da jornada de autoconhecimento Técnicas para alívio e ansiedade Práticas de autocuidado emocional

Lá você encontra dicas, técnicas e práticas para liberar bloqueios, reduzir o estresse e orientar você em sua jornada de autocura, para que possa viver em autoconexão. Comece agora essa jornada de expansão e cura interior. Desperte sua essência!

Diz do Além, o espírito Allan Kardec: "As explicações pelos Espíritos Superiores indicam que a inteligência humana não d...
17/07/2024

Diz do Além, o espírito Allan Kardec: "As explicações pelos Espíritos Superiores indicam que a inteligência humana não deve conhecer o segredo da fonte suprema da vida. Eis o que posso dizer, de acordo com as radiações que me chegam. Existe além dos planos formados pelas criaturas, de acordo com a sua evolução através da sua própria vida, uma esfera inteiramente vibratória, sem limites, que mergulha na imensidão do Universo, mas que não é sentida, a não ser a partir de uma certa evolução. Esta esfera vibra e a criatura terrestre que dela saiu a percebe ainda sob a forma de vibrações da consciência, do 'eu' interior. As vibrações do grande foco estão em comunicação com a consciência, e quando está última é desenvolvida, o sentido místico o é, igualmente. Ele está em razão direta da evolução da consciência. O grande foco vibratório anima todo o Universo e, de grau em grau, cada vez recebe as inspirações e as impressões direitas do foco que, na Terra, vós chamais Deus. Tereis um dia a definição exata da palavra Eterno e compreendereis a célula viva inicial desse grande círculo superior vibratório. Mas o vosso cérebro humano se romperá se a chave do mistério aí for colocada (...). As vibrações do Grande Todo não são especiais a uma região, como se crê geralmente, mas preenchem todas as regiões do Universo" (O Gênio Céltico, L. Denis, CELD).

AS EMOÇÕES HUMANAS, com seus padrões muitas vezes inexprimíveis de moralidade, têm sua origem na intimidade do corpo per...
09/07/2024

AS EMOÇÕES HUMANAS, com seus padrões muitas vezes inexprimíveis de moralidade, têm sua origem na intimidade do corpo perispiritual, segundo se expressa o espírito em seu veículo imortal de manifestação. Todas as funções puramente físicas ou glandulares, que determinam, de maneira básica, os estados de saúde ou as condições psicológicas enfermas dos indivíduos, enquanto na carne, trazem suas raízes na atividade das células e dos órgãos do corpo perispiritual (...) A própria existência de uma energia magnética que faz parte da estrutura do corpo astral, assim como de todo o ambiente australiano ou extrafísico, faz com que o psicossoma atraia para si tudo aquilo que esteja em harmonia com suas vibrações ou repila tudo aquilo que lhe é contrário (...) Por isso mesmo, as substâncias mentais, os pensamentos, as emoções, os atos e as palavras deveriam ser vistos não apenas como manifestações da alma humana, mas, sim, e, principalmente, como sendo um produto de estrutura não física e altamente eletromagnética (Joseph Gleber).

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A UTILIZAÇÃO DE MATÉRIAS TÓXICAS, como o fumo, o álcool ou mesmo substâncias consideradas medicamentosas, com teor tóxic...
07/07/2024

A UTILIZAÇÃO DE MATÉRIAS TÓXICAS, como o fumo, o álcool ou mesmo substâncias consideradas medicamentosas, com teor tóxico inegável, afeta a estrutura íntima do duplo, desregularizando-lhe os centros de força e, por consequência, a rede de distribuição das energias vitais que irrigam as células do corpo físico. O tabaco, o álcool e as dr**as mais utilizadas pelo homem envenenam-lhe as reservas vitais, obstruindo os centros de força que as distribuem. A nicotina e o alcatrão,de forma mais atuante, corroem a própria matéria etérica de que é constituído o duplo, formando "buracos" semelhantes às bordas queimadas de um papel, facilitando assim a eclosão dos diversos distúrbios que comprometem o equilíbrio psicofísico do ser humano (Joseph Gleber).
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A LEI DE DESTRUIÇÃO E OS RESGATES COLETIVOSO terremoto de 7,8 graus de magnitude que atingiu severamente a Turquia e, co...
07/05/2024

A LEI DE DESTRUIÇÃO E OS RESGATES COLETIVOS

O terremoto de 7,8 graus de magnitude que atingiu severamente a Turquia e, com menor número de vítimas, a Síria, no dia 2 de fevereiro de 2023, foi responsável pelo desencarne de mais de 40 mil Espíritos. Tragédias dessa magnitude estão relacionadas a resgates coletivos, como bem esclarece o Espírito Emmanuel no livro Chico Xavier Pede Licença. Ao dedicar o capítulo 19 ao tema Desencarnações Coletivas, o autor é questionado por diversas pessoas sobre o que motivaria Deus, em Sua Infinita Bondade, a permitir a morte aflitiva de tantas pessoas, como as vitimadas por grandes incêndios.
A resposta de Emmanuel é a seguinte: “Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Humano, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio. Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente. É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla”.
O esclarecimento vale para diversas situações, da queda de um avião aos desastres naturais, como ciclones, terremotos e tsunamis. Comprometidos com o mesmo tipo de expiação, tais Espíritos acordam em quitá-las de forma coletiva: “Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontros marcados para a desencarnação conjunta em acidentes públicos”.
Em geral, esses Espíritos exploraram e dizimaram comunidades inteiras em proveito pessoal. “Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras. Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos no Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas”, elucida Emmanuel.
Mediante análise desses seres endividados, na Erraticidade, a escolha parece fazer todo o sentido, tendo em vista a gravidade dos males cometidos. “Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidades na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação”. Em comum, os Espíritos envolvidos apresentam um resgate semelhante, em geral relacionado ao tipo de desencarne. Emmanuel arremata: “Faz-se, portanto, evidente que o homem é o autor da maior parte de suas aflições, às quais se pouparia, se sempre obrasse com sabedoria e prudência”.
Vistas apenas sob a ótica do noticiário, as tragédias levam à comoção, pois ainda que desconheçamos a origem de suas dívidas, são vidas ceifadas e muitas outras tantas desabrigadas ou separadas de suas famílias. As causas que levam ao episódio podem ser classificadas entre as que os homens não podem evitar e aquelas que poderiam ter menores consequências, se não houvesse negligência humana. Essa diferenciação é apresentada por Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 27, item 12.
Esses resgates coletivos dependem de episódios dos mais variados graus de intensidade, que estão vinculados à Lei de Destruição, que pode ser Abusiva (quando provocada pelo homem, não enquadrada nas Leis da Natureza), ou Necessária (prevista como essencial para o ciclo natural da vida). Essa previsão nada mais é que um instrumento para a transformação biológica, a renovação e até a melhoria das espécies, como ensina a questão 728 de O Livro dos Espíritos: “Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos”, ensinam os Espíritos Superiores.
Rodolfo Calligaris, em As Leis Morais, Item: A lei de destruição, p. 90, afirma que a “[…] lei de destruição é, por assim dizer, o complemento do processo evolutivo, visto ser preciso morrer para renascer e passar por milhares de metamorfoses, animando formas corporais gradativamente mais aperfeiçoadas, e é desse modo que, paralelamente, os seres vão passando por estados de consciência cada vez mais lúcidos, até atingir, na espécie humana, o reinado da Razão”. Assim, seria a transformação – e não a destruição – que se daria nesses processos, como complementa o autor. “Tomada como transformação, a norma aplica-se também ao Espírito eterno, indestrutível, mas em contínua mutação, obedecendo à evolução e ao progresso sob os processos mais variados e complexos”.
O homem é, por assim dizer, o maior responsável pelos desastres coletivos, pois não avalia ou ajuíza as consequências futuras dos atos praticados contra a coletividade. E há que haver um acordo junto ao Plano Espiritual para que os envolvidos (vítimas e algozes) concordem em progredir e evoluir.
Agir conforme as regras de Deus, à luz das Leis da Natureza, deixa-nos mais próximos da clareza de nossos atos, impedindo-nos de praticar males que se enquadram na destruição abusiva. Quanto mais esclarecidos estivermos, mais contribuiremos para erradicá-la, como explica Juvanir Borges de Souza, em Tempo de Transição, Cap. 35 (Lei de Destruição), p. 285. Já a destruição necessária só será desnecessária quando atingirmos, na Terra, a condição máxima de planeta de regeneração – e, por conseguinte, não houver mais débitos coletivos a serem expurgados.

Por, Vanda Mendonça
https://centroespiritacaminhodapaz.com.br/2023/03/01/a-lei-de-destruicao-e-os-resgates-coletivos/

A VISÃO ESPÍRITA SOBRE OS FLAGELOS NATURAIS Mediante as experiências educativas que o mundo vive nesses momentos em que ...
07/05/2024

A VISÃO ESPÍRITA SOBRE OS FLAGELOS NATURAIS

Mediante as experiências educativas que o mundo vive nesses momentos em que enfrenta grandes calamidades naturais é importante relembrar, ou lembrar, o que a Doutrina Espírita esclarece sobre os flagelos destruidores. No Livro dos Espíritos, os Espíritos esclarecem sabiamente o assunto, ao responderem os questionamentos que Allan Kardec formulou.

Vejamos então as perguntas 737 a 741 de O Livro dos Espíritos:

737. COM QUE FIM FERE DEUS A HUMANIDADE POR MEIO DE FLAGELOS DESTRUIDORES? “Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são frequentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”

738. PARA CONSEGUIR A MELHORA DA HUMANIDADE, NÃO PODIA DEUS EMPREGAR OUTROS MEIOS QUE NÃO OS FLAGELOS DESTRUIDORES? “Pode e os emprega todos os dias, pois que deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. O homem, porém, não se aproveita desses meios. Necessário, portanto, se torna que seja castigado no seu orgulho e que se lhe faça sentir a sua fraqueza.”

a) MAS NESSES FLAGELOS TANTO SUCUMBE O HOMEM DE BEM COMO O PERVERSO. SERÁ JUSTO ISSO? “Durante a vida, o homem tudo refere ao seu corpo; entretanto, de maneira diversa pensa depois da morte. Ora, conforme temos dito, a vida do corpo bem pouca coisa é. Um século no vosso mundo não passa de um relâmpago na eternidade. Logo, nada são os sofrimentos de alguns dias ou de alguns meses, de que tanto vos queixais. Representam um ensino que se vos dá e que vos servirá no futuro. Os Espíritos, que preexistem e sobrevivem a tudo, formam o mundo real. Esses os filhos de Deus e o objeto de toda a sua solicitude. Os corpos são meros disfarces com que eles aparecem no mundo. Por ocasião das grandes calamidades que dizimam os homens, o espetáculo é semelhante ao de um exército cujos soldados, durante a guerra, ficassem com seus uniformes estragados, rotos, ou perdidos. O general se preocupa mais com seus soldados do que com os uniformes deles.”

b) MAS NEM POR ISSO AS VÍTIMAS DESSES FLAGELOS DEIXAM DE O SER. “Se considerásseis a vida qual ela é e quão pouca coisa representa com relação ao infinito, menos importância lhe daríeis. Em outra vida, essas vítimas acharão ampla compensação aos seus sofrimentos, se souberem suportá-los sem murmurar.”
Venha por um flagelo a morte, ou por uma causa comum, ninguém deixa por isso de morrer, desde que haja soado a hora da partida. A única diferença, em caso de flagelo, é que maior número parte ao mesmo tempo. Se, pelo pensamento, pudéssemos elevar-nos de maneira a dominar a Humanidade e a abrangê-la em seu conjunto, esses tão terríveis flagelos não nos pareceriam mais do que passageiras tempestades no destino do mundo.

739. TÊM OS FLAGELOS DESTRUIDORES UTILIDADE, DO PONTO DE VISTA FÍSICO, NÃO OBSTANTE OS MALES QUE OCASIONAM? “Têm. Muitas vezes mudam as condições de uma região, mas o bem que deles resulta só as gerações vindouras o experimentam.”

740. NÃO SERÃO OS FLAGELOS, IGUALMENTE, PROVAS MORAIS PARA O HOMEM, POR POREM-NO A BRAÇOS COM AS MAIS AFLITIVAS NECESSIDADES? “Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.”

741. DADO É AO HOMEM CONJURAR OS FLAGELOS QUE O AFLIGEM? “Em parte, é; não, porém, como geralmente o entendem. Muitos flagelos resultam da imprevidência do homem. À medida que adquire conhecimentos e experiência, ele os vai podendo conjurar, isto é, prevenir, se lhes sabe pesquisar as causas. Contudo, entre os males que afligem a Humanidade, alguns há de caráter geral, que estão nos decretos da Providência e dos quais cada indivíduo recebe, mais ou menos, o contragolpe. A esses nada pode o homem opor, a não ser sua submissão à vontade de Deus. Esses mesmos males, entretanto, ele muitas vezes os agrava pela sua negligência.”
Na primeira linha dos flagelos destruidores, naturais e independentes do homem, devem ser colocadas a peste, a fome, as inundações e as intempéries fatais às produções da terra. Não tem, porém, o homem encontrado na Ciência, nas obras de arte, no aperfeiçoamento da agricultura, nos afolhamentos e nas irrigações, no estudo das condições higiênicas, meios de impedir, ou, quando menos, de atenuar muitos desastres? Certas regiões, outrora assoladas por terríveis flagelos, não estão hoje preservadas deles? Que não fará, portanto, o homem pelo seu bem-estar material, quando souber aproveitar-se de todos os recursos da sua inteligência e quando, aos cuidados da sua conservação pessoal, souber aliar o sentimento de verdadeira caridade para com os seus semelhantes?

Disponível em: https://www.febnet.org.br/portal/2020/03/30/a-visao-espirita-sobre-os-flagelos-naturais/

Imagem: Green View - Engenharia e Consultoria Ambiental

TECENDO O ESPÍRITO COM OS VALORES DA PAZ E DA FRATERNIDADEFundamentados na fé em Deus, em Jesus e em toda Espiritualidad...
20/04/2024

TECENDO O ESPÍRITO COM OS VALORES DA PAZ E DA FRATERNIDADE

Fundamentados na fé em Deus, em Jesus e em toda Espiritualidade Superior, os espíritas procuram, de maneira humilde, praticar o bem a todos os irmãos; buscar a paz incondicionalmente, procurando a evolução espiritual por meio do amor ao próximo, amor à vida, do trabalho honesto e digno e das relações construtivas. Essa evolução espiritual se dá por meio do nosso progresso em numerosas encarnações, em que temos a oportunidade de aprender, superando desafios e buscando nos tornar espíritos evoluídos, espíritos do bem.
Apesar de entender a importância e reconhecer a necessidade que nós, humanos, temos da fraternidade e da paz, ainda não fomos capazes de perceber que esses valores são construídos primeiramente no nosso mundo interior, devendo reverberar posteriormente como um bem coletivo.
Emmanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, afirma que “É preciso honrar e louvar aqueles que se convertem em defensores e construtores da paz e da fraternidade, honrando-os com nossos gestos de compreensão e serenidade, convencidos de que só pelas raízes do entendimento poderemos sustentar a árvore da união fraterna, que todos ambicionamos robusta e farta.”
É nesse contexto de persistir acreditando nos valores tão importantes da paz e da fraternidade, que precisamos trabalhar e colocar todos os nossos mais sublimes e potentes esforços. Entender o outro como irmão é fundamental para construirmos os alicerces do bem. E onde estão esses alicerces? Estão na caridade, na evolução moral, no compartilhamento de conhecimentos, na alteridade, na generosidade, na doçura, na ternura, no respeito, enfim, no cuidado conosco mesmos e, principalmente, no cuidado com o outro e com o nosso planeta.
Se a paz e a fraternidade nascem em nosso interior e se expandem para fora, como nos ensinou Jesus, então cada um deve, primeiro, plantá-las e cultivá-las dentro da sua terra interior – a sua Alma – e a partir daí ajudar a semeá-las em outros corações e outras Almas.
Concluindo, novamente cito Emmanuel que, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, esclarece que “A união fraternal é o sonho sublime da Alma humana, entretanto, não se realizará sem que nos respeitemos uns aos outros, cultivando a harmonia, à face do ambiente que fomos chamados a servir. Somente alcançaremos semelhante realização, procurando guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. ”
Que a Paz e a Fraternidade estejam em nossos corações e Almas!

Por, Carlos Elias do Prado
Em https://unipazsp.org.br/tecendo-o-espirito-com-os-valores-da-paz-e-da-fraternidade

30/03/2024

A PÁSCOA PARA O ESPÍRITA

Não existe Páscoa na Doutrina Espírita. A Páscoa é uma festa católica, culminância da chamada Semana Santa. Nesta data algumas religiões comemoram a morte e a Ressurreição de Jesus. Na Doutrina Espírita, sabemos que a morte é consequência do processo reencarnatório, que não tem nenhuma conotação especial, a não ser a volta para o mundo espiritual e, portanto, não há necessidade de se relembrar sempre com tristeza a data.

Jesus tinha uma missão quando reencarnou na Terra, e ao cumpri-la retornou à Pátria Espiritual. Para isso, passou pelo processo desencarnatório, chamado de morte. Quanto à Ressurreição de Jesus, sabemos que isso é impossível. O corpo carnal, uma vez morto, jamais retorna à vida. Havendo o desligamento do perispírito e, consequentemente, do espírito, a matéria se torna inerte e não mais adquire vida.

Jesus apareceu a seus apóstolos após a sua morte em um fenômeno chamado materialização, onde seu perispírito se tornou visível para todos que estavam presentes. Apesar não haver uma comemoração espírita referente à Páscoa, não podemos deixar essa importante data passar em branco, principalmente pelo fato de que lembrar de Jesus é imprescindível para todo aquele que busca em Seus ensinamentos o guia, para a tão importante reforma íntima.

Via: Paz e Equilíbrio

EVANGELHO NO LAR O CONSOLADOR PROMETIDO3 – Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará...
29/04/2023

EVANGELHO NO LAR
O CONSOLADOR PROMETIDO

3 – Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito da Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós o conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós. – Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. (João, XIV: 15 a 17 e 26)

4 – Jesus promete outro consolador: é o Espírito da Verdade, que o mundo ainda não conhece, pois que não está suficientemente maduro para compreendê-lo, e que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para fazer lembrar o que Cristo disse. Se, pois, o Espírito da Verdade deve vir mais tarde, ensinar todas as coisas, é que o Cristo não pode dizer tudo. Se ele vem fazer lembrar o que o Cristo disse, é que o seu ensino foi esquecido ou mal compreendido.

O Espiritismo vem, no tempo assinalado, cumprir a promessa do Cristo: o Espírito da Verdade preside ao seu estabelecimento. Ele chama os homens à observância da lei; ensina todas as coisas, fazendo compreender o que o Cristo só disse em parábolas. O Cristo disse: “que ouçam os que têm ouvidos para ouvir”. O Espiritismo vem abrir os olhos e os ouvidos, porque ele fala sem figuras e alegorias. Levanta o véu propositalmente lançado sobre certos mistérios, e vem, por fim, trazer uma suprema consolação aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem, ao dar uma causa justa e um objetivo útil a todas as dores.

Disse o Cristo: “Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados”. Mas como se pode ser feliz por sofrer, se não se sabe por que se sofre?

O Espiritismo revela que a causa está nas existências anteriores e na própria destinação da Terra, onde o homem expia o seu passado. Revela também o objetivo, mostrando que os sofrimentos são como crises salutares que levam à cura, são a purificação que assegura a felicidade nas existências futuras. O homem compreende que mereceu sofrer, e acha justo o sofrimento. Sabe que esse sofrimento auxilia o seu adiantamento, e o aceita sem queixas, como o trabalhador aceita o serviço que lhe assegura o salário. O Espiritismo lhe dá uma fé inabalável no futuro, e a dúvida pungente não tem mais lugar na sua alma. Fazendo-o ver as coisas do alto, a importância das vicissitudes terrenas se perde no vasto e esplêndido horizonte que ele abarca, e a perspectiva da felicidade que o espera lhe dá a paciência, a resignação e a coragem, para ir até o fim do caminho.

Assim realiza o Espiritismo o que Jesus disse do consolador prometido: conhecimento das coisas, que faz o homem saber de onde vem, para onde vai e porque está na Terra, lembrança dos verdadeiros princípios da lei de Deus, e consolação pela fé e pela esperança.

ESE: Cap. 6 - O Cristo Consolador

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Salvador, BA

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