Rede Religiosa de Matriz Africana do Subúrbio Ferroviário

Rede Religiosa de Matriz Africana do Subúrbio Ferroviário Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Rede Religiosa de Matriz Africana do Subúrbio Ferroviário, Organização religiosa, 3a. Avenida do CAB, 130, Salvador.

A REDE RELIGIOSA DE MATRIZ AFRICANA DO SUBÚRBIO – RREMAS é uma Associação Religiosa sem vínculo partidário ou fins lucrativos, de caráter colegiado e de Natureza Formativa, Recreativa, de Proteção Ambiental, Social e da Cidadania.

Em mais um ato político pela vida e dignidade dos povos originários e negros deste país, a Frente Nacional Makota Valdin...
13/02/2022

Em mais um ato político pela vida e dignidade dos povos originários e negros deste país, a Frente Nacional Makota Valdina, convoca toda a sociedade civil organizada, movimentos sociais e ambientais, Povos de Santo e Egbés, Unzós e Ilés para mais um ato de *Ebó Coletivo - “O ABAETÉ tem donos ANCESTRAIS.Tirem as mãos de nossas dunas!”

📢 *Ebó Coletivo - “O ABAETÉ tem donos ANCESTRAIS.Tirem as mãos de nossas dunas!”*

Em mais um ato político pela vida e dignidade dos povos originários e negros deste país, a Frente Nacional Makota Valdina, convoca toda a sociedade civil organizada, movimentos sociais e ambientais, Povos de Santo e Egbés, Unzós e Ilés para mais um ato de _Ebó Coletivo: “O ABAETÉ tem donos Ancestrais. Tirem as mãos de nossas DUNAS!”_

⚠️O PL 411/21, que propõe mudança do nome “Dunas Lagoa do Abaeté” para “Monte Santo Deus Proverá” é mais uma tentativa de extermínio histórico, carregado de racismo religiosos e criminalização das religiões de matriz africana, que tanto lutam para preservação deste espaço sagrado. O projeto de lei foi apresentado pelo vereador Isnard Araújo (PL), que é pastor da Igreja Universal e ocupa o cargo de 2° vice-presidente da Câmara Municipal de Salvador. Em vídeos publicados em suas redes sociais, o vereador aparece apresentando as obras que acontecerão no lugar e se referindo ao lugar como “Monte Santo”.

⚡Salvador é a cidade com a maior população negra fora do continente africano e que carrega uma grande herança cultural perceptíveis desde a culinária, a musicalidade, aos atabaques das religiões de matriz africana. Sim, nós cremos em Nikices, Voduns, Orisás e Encantados zelamos pelos elementos da natureza, primordiais para nossa existência. Por isso, não aceitaremos cartões de visitas de cunhos ra***tas e de ódio religioso que violem o nosso direito de cultuar o sagrado, sobretudo, nesta cidade conhecida mundialmente por prezar pela diversidade étnico racial e religiosa.

Por isso Nós Povos da Terra e de Matriz Africana exigimos a efetivação de políticas públicas que dialoguem com a sociedade cívil, com a comunidade local e apliquem o que afirma o artigo 1° do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa _[2019]_ de "_garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, defesa dos direitos individuais, coletivos e difusos, o combate à discriminação e às demais formas de intolerância racial e religiosa.".

⚡Determinados a defender os territórios e sítios sagrados contra o apagamento histórico conclamamos todos, todas e todes, para continuarem conosco na luta que começou na última quinta-feira (10/2), quando nossos irmãos, pais e mães de santo foram até ao Abaeté em protesto e foram agredidos fisicamente enquanto se manifestavam pacificamente.

Venha conosco! Terça-feira 15/2, concentração às 13h, em frente a Câmara Municipal de Salvador. Juntos somos mais fortes!

*Nzila nos guie e oriente!*

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IV Ebó Coletivo em defesa dos Parques“Governador tira a mão do nosso Parque, não é seu!”Para assegurar o direito dos Pov...
08/07/2021

IV Ebó Coletivo em defesa dos Parques
“Governador tira a mão do nosso Parque, não é seu!”

Para assegurar o direito dos Povos e Comunidades tradicionais à terra e a preservação de sítios sagrados, como o Parque São Bartolomeu, a Frente Nacional Makota Valdina, juntamente, com a Frente em Defesa Popular do Parque São Bartolomeu, organizam no próximo sábado, dia 10, o IV “Ebó Coletivo em defesa dos parques”. A ação é em repúdio ao plano nacional e estadual de concessão à iniciativa privada e pela defesa dos parques, com concentração marcada às 8h da manhã, na entrada do Parque pela avenida Afrânio Peixoto (Suburbana).

Além do Parque de São Bartolomeu, pelo esquema do Governo do Estado e o BNDES também estão no plano de concessão a Serra do Conduru - entre Ilhéus, Itacaré e Uruçuca -, Parque das 7 passagens - localizado em Miguel Calmon - e o Jardim Botânico e o Parque de Pituaçu, em Salvador.
Confere o texto completo em:
https://bit.ly/3xnFNZp
ᴍᴀᴋᴏᴛᴀ ᴠᴀʟᴅɪɴᴀ ᴘʀᴇꜱᴇɴᴛᴇ, ʜᴏᴊᴇ ᴇ ꜱᴇᴍᴘʀᴇ!

𝓔𝓫ó 𝓒𝓸𝓵𝓮𝓽𝓲𝓿𝓸 𝓮𝓶 𝓭𝓮𝓯𝓮𝓼𝓪 𝓭𝓸𝓼 𝓟𝓪𝓻𝓺𝓾𝓮𝓼
“𝓖𝓸𝓿𝓮𝓻𝓷𝓪𝓭𝓸𝓻 𝓽𝓲𝓻𝓪 𝓪 𝓶ã𝓸 𝓭𝓸 𝓷𝓸𝓼𝓼𝓸 𝓟𝓪𝓻𝓺𝓾𝓮, 𝓷ã𝓸 é 𝓼𝓮𝓾!”

Para assegurar o direito dos Povos e Comunidades tradicionais à terra e a preservação de sítios sagrados, como o Parque São Bartolomeu, a Frente Nacional Makota Valdina , juntamente, com a Frente em Defesa Popular do Parque São Bartolomeu, organizam no próximo sábado, dia 10, o IV “Ebó Coletivo em defesa dos parques”. A ação é em repúdio ao plano nacional e estadual de concessão à iniciativa privada e pela defesa dos parques, com concentração marcada às 8h da manhã, na entrada do Parque pela Avenida Afrânio Peixoto, Lobato (Suburbana).
Além do Parque de São Bartolomeu, pelo esquema do Governo do Estado da Bahia e o BNDES também estão no plano de concessão a Serra do Conduru - entre Ilhéus, Itacaré e Uruçuca -, Parque das 7 passagens - localizado em Miguel Calmon - e o Jardim Botânico e o Parque de Pituaçu, em Salvador.

Estamos informados das ameaças impostas por este plano de privatização à continuidade do direito ao lazer, à preservação religiosa e à cultura popular. Desta forma, convocamos as comunidades do entorno do Parque São Bartolomeu, os movimentos sociais, negros e ambientais, assim como o Povo de Candomblé para mais um ato de Ebó Coletivo. Não podemos deixar que o nosso patrimônio histórico, material e imaterial seja submetido aos interesses do lucro empresarial. Ressaltamos que o bem público é para todos e todas, o privado é para poucos.
Para isso, estamos cientes de que quando os governos são piores do que o vírus, a população precisa mobilizar-se nas ruas contra os desmandos que vêm ocorrendo, onde são perceptíveis o colapso da saúde pública, o arrefecimento de direitos sociais e congelamento de políticas públicas, tal como o avanço de mazelas como a fome, a violência e o desemprego. Sabemos dos riscos impostos pela pandemia do Covid-19, em meio a lentidão da vacinação, o Brasil segue como o terceiro país com mais casos de Covid-19 no mundo, cerca de 18 milhões e 800 mil infectados e, com mais de 524 mil mortes, segue apenas atrás dos Estados Unidos com 605,5 mil vidas, ocupando a nada honrosa vice liderança global em vidas perdidas pelo coronavírus.

Lançamos no último dia 23 de junho o “Manifesto em Defesa do Parque São Bartolomeu” onde denunciamos os desmontes das políticas ambientais em nosso País. “Esta ação do Governo Rui Costa (PT) da Bahia revela a falta de compromisso social com o Parque São Bartolomeu, seguindo a linha da atual gestão do Ministério do Meio Ambiente, do Governo Bolsonaro (sem partido), que desestrutura toda a sociedade brasileira de forma sistêmica com o apagamento das áreas culturais e ambientais de todo País.”.

No dia 22 de junho fomos surpreendidos com mais um ataque à cultura e às religiões tradicionais e de matriz africana, por meio do registro oficial no Congresso Nacional do Projeto de Lei 2284/2021, feita pelo pastor e deputado federal Abílio Santana (PL) que tenta proibir o arreio de oferendas em locais públicos. Em nota de repúdio divulgada no dia 29 de junho afirmamos que esta ação “violenta o direito constitucional da liberdade religiosa, um impedimento ao cotidiano identitário de Povos Tradicionais de Matriz Africana, uma verdadeira trama constitucional com abuso de poder religioso.”.

Essa forma de inversão de valores demonstra uma clara estratégia de apagamento cultural e da prática de racismo religioso violando dispositivos legais a nível nacional e internacional, como exemplo: a Carta Magna brasileira e a Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), lei a qual o Brasil é signatário.

O Parque São Bartolomeu, área de proteção ambiental, patrimônio material, imaterial e histórico de Salvador, da Bahia e do Brasil é, igualmente, considerado um santuário para as religiões afrodescendentes. Composto de sete cachoeiras, possui uma diversidade de vegetação que é utilizada nos cultos afro-brasileiros. As comunidades ao redor do parque, historicamente, sempre utilizam sua rica floresta como catadores de frutas, folhas das espécies das matas para o sustento e comercialização em feiras livres, um cotidiano de sobrevivência ameaçado por esse projeto de privatização.

Nós povo de Axé baseados na cosmovisão africana e amparados pela legalidade e a força dos nossos Bakulos, juntamente, com movimentos sociais, grupos culturais, e entidades religiosas, construímos a Frente em Defesa Popular do Parque São Bartolomeu cujo caráter de atuação é ser uma unidade suprapartidária que visa a continuidade desse bem comum público natural e popular. Assim como, garantir a livre entrada a este patrimônio, material, imaterial e histórico de forma gratuita para que todos e todas possam acessar.

A Frente Nacional Makota Valdina se constitui como um fórum amplo de defesa das Religiões de Matriz Africana. Formada por redes, coletivos, organizações sociais, associações e terreiros de candomblé tem como propósito organizar a luta nacional contra o racismo e ódio religioso.

Portanto, conclamamos a todes e todxs para se fazerem presentes neste sábado, às 8h. Venham com a máscara protegidos do Covid para o “Ebó Coletivo em defesa dos parques” e, desse modo em espírito do ebó coletivo consigamos fazer com que o executivo estadual desista do programa de concessão à iniciativa privada do Parque São Bartolomeu e abra diálogo com a população para que a gestão participativa e comunitária da unidade de conservação seja fortalecida, visando a proteção da biodiversidade e a relação com as comunidades ao seu entorno. Garantido com isso, a melhor relação entre ser humano e a natureza.

ᴍᴀᴋᴏᴛᴀ ᴠᴀʟᴅɪɴᴀ ᴘʀᴇꜱᴇɴᴛᴇ, ʜᴏᴊᴇ ᴇ ꜱᴇᴍᴘʀᴇ!




𝐒𝐄𝐑𝐕𝐈Ç𝐎
𝗼 𝗾𝘂ê: Ebó Coletivo contra a privatização dos Parques (São Bartolomeu; Serra do Conduru; 7 Passagens; e, Pituaçu e Jardim Botânico - em Salvador );
𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼: 10.07(sábado) concentração às 8h;
𝗢𝗻𝗱𝗲: na av. Afrânio Peixoto (Suburbana) - entrada do Parque São Bartolomeu;
𝗖𝗼𝗺𝗼: com equipamentos de proteção contra a pandemia iremos ser o nosso próprio Ebó Coletivo, (ambientalistas, juntamente, com movimentos sociais, grupos culturais, e entidades religiosas e comunitárias);
𝗣𝗼𝗿𝗾𝘂ê: para garantir o acesso de todos e resguardar a memória dos nossos ancestrais e dos nossos sítios sagrados.

29/06/2021

𝐍𝐎𝐓𝐀 𝐃𝐄 𝐑𝐄𝐏𝐔𝐃𝐈𝐎!
A Frente Nacional Makota Valdina, organização que tem como propósito organizar a luta contra o racismo e o ódio religioso, vem a público expressar o repúdio e denunciar mais um caso de racismo institucionalizado e religioso, uma tentativa formal de violentar o direito do culto ao sagrado. Um ato que violenta o direito constitucional da liberdade religiosa, um impedimento ao cotidiano identitário de povos ancestrais de Matriz Africana, uma verdadeira trama constitucional com abuso de poder religioso.

A Frente Parlamentar Evangélica tenta proibir o arreio de oferendas em locais públicos e sagrados às religiões de Matriz Africana, por meio do Projeto de lei 2284\2021, apresentado na última sexta, 22, no Congresso Federal com autoria do pastor evangélico e deputado federal Abílio Santana (PL) que “proíbe a exposição, lançamento ou destinação, de material orgânico ou não, líquidos ou sólidos, matéria viva ou não, objetos sólidos ou rejeitos, que afetem, atentem ou poluam o meio ambiente, obstruam a livre circulação de pessoas e veículos, em todo o Brasil.”.

Depois de tentarem proibir a sacralização de animais nos cultos religiosos de matrizes africanas e serem derrotados no Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, a nova investida de ataque ao Culto ancestral se dá pela violência aos símbolos sagrados como as oferendas e Ebós. Uma verdadeira afronta às práticas litúrgicas das religiões de matriz africanas; às normas internacionais de Direitos Humanos; e, de garantias da preservação da cultura afro-brasileira, como o Estatuto da Igualdade Racial ou a própria Constituição Federal de 1988.

Se caso for aprovado, o projeto de lei do pastor Abilio Santana, além de manifestar-se claramente contra a liberdade religiosa, deixa uma brecha para interpretações “preconceituosa” da prática e pode levar à interdição de terreiros de Candomblé e prisões injustas de adeptos da religião por autoridades administrativas e sanitárias. Demonstra mais uma tentativa direta de atacar as religiões de matriz africana deturpando a cultura e invertendo os valores sociais numa lógica perversa de racismo religioso e intolerância.

Apesar de vivermos em um estado laico, a perseguição e as violências impostas, pública e formalmente pelas cruzadas evangélicas aos Povos de Terreiro não têm limites. Não há respeito, nem tolerância, o que é notório é a tentativa constante do confronto e do apagamento das tradições litúrgicas dos Povo de Terreiros.

A ligação ancestral com a natureza é a base dos cultos religiosos de matriz africana, haja vista que exaltamos os elementos naturais. Cultuamos a energia da terra do fogo; agradamos as encruzilhadas das ruas, as águas salgadas dos rios e cachoeiras; Utilizamos os minerais e os grãos como bases de nossos ritos de purificação e gritamos aos quatros cantos “sem folha não há ancestralidade”, justamente para reafirmar que somos Povos cultivadores da natureza como bem comum e que deve ser preservado.

Seremos penalizados enquanto Povo. Sabemos da necessidade em reeducar a todos nós seres humanos com relação à PRESERVAÇÃO DA NATUREZA, elemento indiscutivelmente importante à sobrevivência. Estamos cientes dos desmandos e retrocessos com relação a biodiversidade apresentado pelo Ministério do Meio Ambiente nesse governo genocida de Bolsonaro. Sabemos que não é atacando culturas ancestrais e formadoras da identidade nacional que sanaremos com desastres ambientais como as poluições petroquímicas em quilombos e as queimadas criminosas das nossas matas, o que vem acontecendo no Norte do nosso País.

Propagador de fakenews, em abril de 2020, o deputado federal Abílio Santana gravou um vídeo às margens do Rio São Francisco, fazendo uma série de ataques e declarações mentirosas a respeito da responsabilidade da obra. Na gravação, ele faz um agradecimento ao presidente Jair Bolsonaro, que nada tem a ver com o investimento. Uma postura ideológica em detrimento dos interesses e anseios sociais da população baiana.

No entanto, Nós Povos de Terreiros somos descendentes de práticas que preservam o habitat natural, originalmente, somos uma religião cujo dinamismo litúrgico é direcionado ao cuidado e, sobretudo, ao culto da natureza.
Portanto esse enquadramento de apagar o importante papel das religiões de matrizes africanas na preservação da flora e fauna brasileira é ilegítimo e criminoso. Como bem diz nossa griô ancestral Makota Valdina, não queremos que nos tolere, exigimos respeito!”

A Frente Nacional Makota Valdina se constitui como um fórum amplo de defesa das Religiões de Matriz africana. Formada por redes, coletivos, organizações sociais, associações e terreiros de candomblé tem como propósito organizar a luta nacional contra o racismo e ódio religioso. A Frente consolidou-se em 2019 como um espaço estratégico de debates para organização de uma agenda em comum de mobilização e de defesa do Povo de Santo, contra os retrocessos e pela garantia de direitos e irrestrita liberdade de culto ao sagrado.

05/06/2021

Ambientalistas e comunidade reclamam de falta de diálogo com governo sobre futuro de parque no subúrbio de Salvador que passa por processo de concessão

𝙀𝙗ó 𝘾𝙤𝙡𝙚𝙩𝙞𝙫𝙤 𝙚𝙢 𝙡𝙞𝙫𝙚: “𝙑𝙞𝙤𝙡ê𝙣𝙘𝙞𝙖 𝙋𝙤𝙡𝙞𝙘𝙞𝙖𝙡, 𝙏𝙚𝙧𝙧𝙞𝙩ó𝙧𝙞𝙤𝙨 𝙉𝙚𝙜𝙧𝙤𝙨 𝙚 𝙋𝙖𝙣𝙙𝙚𝙢𝙞𝙖𝙨”A pandemia do Covid-19 agravou seriamente a si...
14/08/2020

𝙀𝙗ó 𝘾𝙤𝙡𝙚𝙩𝙞𝙫𝙤 𝙚𝙢 𝙡𝙞𝙫𝙚: “𝙑𝙞𝙤𝙡ê𝙣𝙘𝙞𝙖 𝙋𝙤𝙡𝙞𝙘𝙞𝙖𝙡, 𝙏𝙚𝙧𝙧𝙞𝙩ó𝙧𝙞𝙤𝙨 𝙉𝙚𝙜𝙧𝙤𝙨 𝙚 𝙋𝙖𝙣𝙙𝙚𝙢𝙞𝙖𝙨”

A pandemia do Covid-19 agravou seriamente a situação de vulnerabilidade social da população negra que habitam as periferias. O racismo estrutural nos implica um isolamento histórico que nos condena a acessar as mínimas garantias de direitos e viver em condições sub-humanas sob controle social de uma política de segurança pública punitivista, genocida e excludente. Somos 75% dos mais pobres deste País e os que tem menos acesso aos serviços de habitação e saúde pública digna, segundo dados do IBGE 2018. Com esta reflexão, na próxima segunda, dia 17, às 19h, a Frente Nacional Makota Valdina* realizará o 3° Ebó Coletivo em Live com o tema: “𝑽𝒊𝒐𝒍ê𝒏𝒄𝒊𝒂 𝑷𝒐𝒍𝒊𝒄𝒊𝒂𝒍, 𝑻𝒆𝒓𝒓𝒊𝒕ó𝒓𝒊𝒐𝒔 𝑵𝒆𝒈𝒓𝒐𝒔 𝒆 𝑷𝒂𝒏𝒅𝒆𝒎𝒊𝒂𝒔.”.

A Live terá como convidadas – a integrante do Movimento de Mulheres Negras da Bahia, 𝗟𝗶𝗻𝗱𝗶𝗻𝗮𝗹𝘃𝗮 𝗱𝗲 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗮; a coordenadora do Movimento Sem Teto da Bahia e integrante das Mães de Maio, 𝗠𝗶𝗿𝗮 𝗔𝗹𝘃𝗲𝘀; e, a cientista social e ativista do movimento social/negro 𝗠𝗮𝗿𝗰𝗶𝗮 𝗠𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮 com mediação do jornalista e articulador político 𝗘𝗱𝘂𝗮𝗿𝗱𝗼 𝗠𝗮𝗰𝗵𝗮𝗱𝗼.

𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘦𝘮 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘢 𝘓𝘪𝘷𝘦:
https://bit.ly/2PPaFxY

A pandemia do Covid-19 agravou seriamente a situação de vulnerabilidade social da população negra que habitam as periferias. O racismo estrutural nos implica um isolamento histórico que nos condena a acessar as mínimas garantias de direitos e viver em condições sub-humanas sob controle social de uma política de segurança pública punitivista, genocida e excludente. Somos 75% dos mais pobres deste País e os que tem menos acesso aos serviços de habitação e saúde pública digna, segundo dados do IBGE 2018. Com esta reflexão, na próxima segunda, dia 17, às 19h, a Frente Nacional Makota Valdina realizará o 3° Ebó Coletivo em Live com o tema: “𝙑𝙞𝙤𝙡ê𝙣𝙘𝙞𝙖 𝙋𝙤𝙡𝙞𝙘𝙞𝙖𝙡, 𝙏𝙚𝙧𝙧𝙞𝙩ó𝙧𝙞𝙤𝙨 𝙉𝙚𝙜𝙧𝙤𝙨 𝙚 𝙋𝙖𝙣𝙙𝙚𝙢𝙞𝙖𝙨”

A Live terá como convidadas – a integrante do Movimento de Mulheres Negras da Bahia,𝗟𝗶𝗻𝗱𝗶𝗻𝗮𝗹𝘃𝗮 𝗱𝗲 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗮; a coordenadora do Movimento Sem Teto da Bahia e integrante das Mães de Maio, 𝗠𝗶𝗿𝗮 𝗔𝗹𝘃𝗲𝘀 ; e, a cientista social e ativista do movimento social/negro 𝗠á𝗿𝗰𝗶𝗮 𝗠𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮 com mediação do jornalista e articulador político 𝗘𝗱𝘂𝗮𝗿𝗱𝗼 𝗠𝗮𝗰𝗵𝗮𝗱𝗼.

𝗢𝘀 𝘁𝗲𝗺𝗽𝗼𝘀 𝘀𝗮𝗼 𝗱𝗲 𝗽𝗮𝗻𝗱𝗲𝗺𝗶𝗮, mas o cenário é que a desigualdade racial no Brasil se expressa de modo cristalino no que se refere a violência e a letalidade das policias que aumentaram, claramente, mesmo em tempos de quarentena. Basta analisarmos os casos com ampla cobertura dos meios de comunicação, 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗮𝘀 𝗺𝗼𝗿𝘁𝗲𝘀 𝗲𝗺 𝗼𝗽𝗲𝗿𝗮çõ𝗲𝘀 𝗽𝗼𝗹𝗶𝗰𝗶𝗮𝗶𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗮𝗱𝗼𝗹𝗲𝘀𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗝𝗼𝗮𝗼 𝗣𝗲𝗱𝗿𝗼, 𝟭𝟰, (𝗲𝗺 𝟭𝟵 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗶𝗼) 𝗲 𝗱𝗲 𝗠𝗶𝗰𝗮𝗲𝗹 𝗦𝗶𝗹𝘃𝗮, 𝟭𝟮, (𝗲𝗺 𝟭𝟰 𝗱𝗲 𝗷𝘂𝗻𝗵𝗼) 𝗻𝗼𝘀 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗱𝗼 𝗥𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗝𝗮𝗻𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗲 𝗕𝗮𝗵𝗶𝗮,, consequentemente, nos traz a memória uma realidade que buscam naturalizar cotidianamente.

Não se trata de um caso isolado e o isolamento posto pelo Covid-19 demonstrou este fato, pois mesmo dentro de nossas casas somos mortos violentamente. As máscaras, o álcool em gel e a estabilidade de estar em casa não param balas e nem a brutalidade ra***ta e criminalizante das policias nos territórios negros.

Os negros, especialmente os homens jovens negros, são o perfil mais frequente do homicídio no Brasil, saltou 23,1%. Os negros são também as principais vítimas da ação letal das polícias e o perfil predominante da população prisional deste país. E de acordo com o Ministério da Saúde, somos também as principais vítimas das mortes pelo Covid - 19, entre os “pretos e pardos” tivemos um aumento no mês de maio de 32,8% para 54,8% de mortes.

Para que possamos refletir o genocídio negro neste País, as consequência relativas do racismo estrutural e as violências correlatas, assim como denunciar e apontar soluções na redução da violência e letalidade policial, é necessário que esses dados sejam levados em consideração e alvo de profunda reflexão!

O Ebó Coletivo em live é um encontro para ligarmos nossos pensamentos e intenções, assim fortalecendo em massa ao mesmo momento, nossa espiritualidade e ancestralidade para edificarmos nossas lutas e combatermos em unidade males da humanidade. Como pontuava Makota Valdina, "a união de nosso povo é o ebó mais poderoso que existe!".

𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘦𝘮 𝘯𝘰𝘴𝘴𝘢 𝘓𝘪𝘷𝘦!

Ébó Coletivo em live!Didé irmã, kubalumuka irmãos!"O ayè obrigou nós, seres humanos, a adentrar um resguardo que já perd...
02/07/2020

Ébó Coletivo em live!
Didé irmã, kubalumuka irmãos!

"O ayè obrigou nós, seres humanos, a adentrar um resguardo que já perdura meses. Não exigiu o branco da cabeça aos pés, mas nos submeteu ao descanso do ará ayè (corpo). Em contraponto a evolução dos tempos mudou o nosso cotidiano e fez com que deixássemos de fazer as coisas que estamos acostumados em nosso dia a dia.".

Ébó Coletivo em live!
Didé irmã, kubalumuka irmãos!

O ayè obrigou nós, seres humanos, a adentrar um resguardo que já perdura meses. Não exigiu o branco da cabeça aos pés, mas nos submeteu ao descanso do ará ayè (corpo). Em contraponto a evolução dos tempos mudou o nosso cotidiano e fez com que deixássemos de fazer as coisas que estamos acostumados em nosso dia a dia.

Para compreender melhor este momento, a Frente Nacional Makota Valdina (FNMV), em um processo de readaptação e reconfiguração na articulação política realizará na próxima segunda-feira, dia 06, às 19h, o nosso primeiro Ebó Coletivo em live transmitida pela nossa página no facebook com o tema: “FNMV, Pandemia e os Povos de Terreiros” que contará com a participação da Yálorixá Odara d’Osun, Tatá Mutá Imê, Babá Washington Dias e Aline Cruz , como mediadora.

Nós Povos de Àse, neste momento atual de Pandemia que estamos vivendo é preciso exercermos a função do que foi nos confiado, “guardar e resguardar os mistérios do divinal da natureza. Somos os guardiões desses mistérios que chamamos de Nkisi, Orixás, Voduns e encantados. Precisamos retomar esta força pra dentro da gente, resguardar, se resguardar pra que quando a gente saia, saia na direção correta.”, orienta Tatá Mutá Imê.

O Ebó Coletivo em live é um encontro para ligarmos nossos pensamentos e intenções, assim fortalecendo em massa ao mesmo momento, nossa espiritualidade e ancestralidade para edificarmos nossas lutas e combatermos em unidade males da humanidade. Como pontuava Makota Valdina, “a união do nosso povo, é uma dos Ebós mais poderosos que existem!”
Participe acessando: https://bityli.com/HxZ8d
Makota Valdina Presente!

"A Frente Nacional Makota Valdina convoca os movimentos estudantis, sociais e negros assim como o Povo de Candomblé para...
31/01/2020

"A Frente Nacional Makota Valdina convoca os movimentos estudantis, sociais e negros assim como o Povo de Candomblé para mais um ato de Ebó Coletivo em repúdio ao sucateamento das escolas públicas no estado da Bahia. Com o tema “Salubá Nanã pela Educação!” o ato será em defesa da educação no estado da Bahia que sofre ataques com uma política de privatização, sucateamento e militarização da educação pública por parte do Governo do Estado seguindo os mesmo passos do ministro da educação Abrahan Weintraub.".

3° EBÓ COLETIVO: SALUBÁ NANÃ PELA EDUCAÇÃO!
A Frente Nacional Makota Valdina convoca os movimentos estudantis, sociais e negros assim como o Povo de Candomblé para mais um ato de Ebó Coletivo em repúdio ao sucateamento das escolas públicas no estado da Bahia. Com o tema “Salubá Nanã pela Educação!” o ato será em defesa da educação no estado da Bahia que sofre ataques com uma política de privatização, sucateamento e militarização da educação pública por parte do Governo do Estado seguindo os mesmo passos do ministro da educação Abrahan Weintraub.

Marcado para o dia 12 de fevereiro, (quarta), às 8h, em frente à Assembleia Legislativa da Bahia, no Centro Administrativo do Estado(CAB), o 3° Ebó Coletivo chama a atenção da sociedade baiana para este tema tão importante para o desenvolvimento populacional e busca cobrar uma resposta dos poderes públicos sobre esta ditadura administrativa imposta pela Secretaria de Educação com o aval do governador do estado Rui Costa (PT) eleito popularmente, porém age na contramão com políticas neoliberais e a favor dos interesses imobiliários.

Nós povo de Axé baseados na cosmovisão africana acreditamos que a Educação de Axé, (Rumbè), foi essencial sendo o pilar que possibilitou a reconstrução de nossas identidades diversas enquanto Povos de matriz africana. Nesta perspectiva compreendemos que um dos princípios de viabilidade humana é a possibilidade de ter o direito a uma educação pública e de qualidade.

Referendar Nanã a (Ìyá Agbà), ou seja a mãe mais antiga das divindades das águas, é representar a memória ancestral do nosso povo por excelência. Ela é a origem e o poder e a invocamos neste momento pra combater o epistemicídio e o genocídio do Povo Negro. Pois compreender esta divindade é entender a história da humanidade, porque ela representa o início, o meio e o fim, o nascimento, a vida e a morte e, com Ela, compreendemos a trajetória dos homens sobre a terra.
Dados do Censo Escolar 2018 mostram que a Bahia lidera o ranking nacional com a pior distorção idade-série com o índice de 47,8%, o que significa dizer que 5 entre 10 estudantes estão atrasados. Segundo a Pesquisa Nacional por Mostra de Domicílios Contínua (PNADC), a Bahia também lidera em defasagem e abandono escolar entre adolescentes e jovens sendo que 8 em cada 10 jovens abandonaram a escola. Conforme a pesquisa 1 em cada 10 adultos baianos concluíram um curso universitário.

Em épocas tão remotas em que prospera os retrocessos de direitos sociais e a falta de implementação de políticas públicas, onde os dados de violência no Brasil e, sobretudo, no estado da Bahia com relação a: homicídios, feminicídios e o ódio religioso só aumentam, assim como a manifestação crescente do encarceramento em massa é inadmissível por em prática ações governamentais que precarizam o trabalho educativo e os espaços educacionais.

A Frente Nacional Makota Valdina se constitui como um fórum amplo de defesa das Religiões de Matriz Africana. Formada por redes, coletivos, organizações sociais, associações e terreiros de candomblé tem como propósito organizar a luta nacional contra o racismo e ódio religioso. A Frente consolida-se como um espaço estratégico de debates para organização de uma agenda em comum de mobilização e de defesa do Povo de Santo, contra os retrocessos e pela garantia de direitos e irrestrita liberdade de culto ao sagrado.

Desta forma conclamamos a todes e todxs que acreditam na educação como uma ferramenta revolucionária e de mudança para que compareçam neste ato político em favor da EDUCAÇÃO no estado da Bahia e contra todas as formas de retrocessos que nos aviltam e violam nossas garantias essências ao ponto em que nos ofertam um futuro incerto.

Makota Valdina PRESENTE, HOJE E SEMPRE!

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SERVIÇO:
O quê: 3° EBÓ COLETIVO: SALUBÁ NANÃ PELA EDUCAÇÃO;
Quando: 12 de fevereiro, (quarta), às 8H;
Onde: Na Assembleia Legislativa da Bahia, no CAB;
Como: um ato político para ligarmos nossos pensamentos e intenções e cobrar uma resposta dos poderes públicos sobre esta ditadura administrativa imposta pela Secretaria de Educação com o aval do governador do estado Rui Costa (PT).

[email protected]

É HOJE!!!Câmara de Salvador homenageia a luta dos povos e comunidades tradicionais de matriz africanaA Câmara Municipal ...
11/12/2019

É HOJE!!!
Câmara de Salvador homenageia a luta dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana

A Câmara Municipal de Salvador irá homenagear, nesta quarta-feira (11), a luta e resistência dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana de Salvador com uma sessão especial no plenário Cosme de Farias, a partir das 18 horas.

Solicitada pela vereadora Marta Rodrigues (PT), a sessão tem o objetivo de enaltecer o trabalho desenvolvido pelos terreiros pela preservação da religião afro-brasileira e contra o racismo religioso.

"Fizemos a mesma homenagem a dezenas de terreiros no ano passado e continuaremos com esta missão, pois a religião afro e estas casas são nosso patrimônio cultural. São nossa herança ancestral que lutou contra todo tipo de perseguição para se manter viva até hoje", destacou a edil.

Durante o evento, acontecerá a entrega do Troféu Mojubá, uma forma simbólica de presentear líderes e filhos pertencentes a matriz africana que se destacam pela fé e respeito ao culto dos ancestrais.

"As memórias africanas, seus rituais, cultos e divindades, apesar das diferenças étnicas, todas se reúnem numa religião: o Candomblé. E a Casa do Povo, primeira do Brasil, não pode se eximir dessa história do nosso povo e do nosso país", declarou.

Para a vereadora, é fundamental que a Câmara compreenda, junto à sociedade, a importância de manter fortalecido esse laço de união e de luta. " A resistência das comunidades tradicionais, dos povos de santo e dos indígenas está em nosso sangue, em nossa voz e no nosso corpo. E a levaremos adiante em busca de um país com justiça social”, pontuou.

De acordo com o Centro de Estudos Afro-Orientais, da Universidade Federal da Bahia (Ufba), existem 1.165 terreiros cadastrados na capital da Bahia e na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Na Bahia, 736 comunidades são certificadas pela Fundação Cultural Palmares e está no topo do ranking dos estados brasileiros com localidades reconhecidas como remanescentes de quilombolas. Salvador conta com seis comunidades.'

Endereço

3a. Avenida Do CAB, 130
Salvador, BA
41745-001

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