Escola de Missões David Brainerd

Escola de Missões David Brainerd Uma Escola de Missões que oferece treinamentos presenciais e à distância. O objetivo é formar líderes em missões.

A Escola de Missões David Brainerd é um órgão da Missão SAEM (Sociedade de Apoio Evangelístico e Missionário) que visa oferecer treinamentos teóricos e práticos em missões. A Escola de Missões tem o nome de David Brainerd (20 de abril de 1718 – 9 de outubro de 1747), que foi um missionário norte-americano ligado a Igreja Congregacional e tinha tendência presbiteriana. Utilizou com sua igreja forma

da pelos índios que evangelizou, o Catecismo de Westminster. Para saber mais sobre o trabalho missionário de David Brainerd, leia o livro "A Vida de David Brainerd" de Jonathan Edwards, publicado pela Editora Fiel.

Participe da ESCOLA DE MISSÕES URBANAS! Venha unir teoria e prática para servir ao Reino no contexto onde você vive.🗓️ A...
30/01/2026

Participe da ESCOLA DE MISSÕES URBANAS! Venha unir teoria e prática para servir ao Reino no contexto onde você vive.

🗓️ Aulas Teóricas: 04, 11, 18 e 25 de fevereiro
🕗 Horário: 20h às 21h30
📍 Prática: Datas a agendar com a turma
💰 Investimento: Totalmente gratuito!

Não fique de fora. Prepare-se para ser um agente de transformação!
👉 Inscrições: 61 98176-6400

Escola de Missões David Brainerd | Missão SAEM

Convite de Lançamento LiterárioÉ com grande alegria que convidamos você para o lançamento da obra:📖 O Enredo Divino – Um...
12/01/2026

Convite de Lançamento Literário

É com grande alegria que convidamos você para o lançamento da obra:
📖 O Enredo Divino – Uma história fascinante da graça – As boas novas em Filemom

Do autor Luciano Paes Landim, publicado pelas Edições Boas Novas. Venha descobrir como a mensagem de Paulo a Filemom continua a revelar o poder transformador do Evangelho em nossos dias.

🗓️ Data: Quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
🕗 Horário: 20h
📍 Local: Igreja Boas Novas
🏠 Endereço: Quadra 24, Lote 19, Área Especial – Bairro São José, São Sebastião/DF

Sua presença será uma honra para nós!

12/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 12 - A Glória de Deus em Todas as Nações

“Anunciai entre as nações a sua glória; entre todos os povos, as suas maravilhas.” (Salmos 96.3, ARC)

O Salmo 96 é um poderoso chamado universal à adoração de Deus, e o versículo 3 serve como um fundamento claro para a missão evangelística global. Ele nos lembra que a adoração a Deus não deve ser um evento apenas pessoal ou local, mas sim global. A ordem é proclamar ativamente a grandeza de Deus e seus feitos maravilhosos a todas as pessoas, em todos os lugares.

A glória de Deus refere-se a quem Ele é: Sua soberania, Sua justiça e Seu poder. As Suas maravilhas dizem respeito ao que Ele fez, principalmente a salvação que Ele oferece. A missão da Igreja é declarar essas verdades para que todos os povos o adorem.

Este versículo nos desafia a olhar para além das nossas próprias fronteiras. Lembra-nos que cada nação, tribo e língua merece ouvir sobre o único Deus verdadeiro. Anunciar o Evangelho não é uma opção, mas um mandamento que decorre do reconhecimento da dignidade de Deus como o exclusivo objeto de adoração.

Que esta devocional nos inspire a orar e a agir, para que a glória de Deus seja conhecida em toda a terra.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

11/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 11 - Mais Que uma Sugestão: A Incumbência Solene de um Missionário

“Tu, porém, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre plenamente o teu ministério.” (2 Timóteo 4.5, NAA)

Em suas últimas palavras a Timóteo, o apóstolo Paulo transmite um senso de urgência e propósito inabalável. O versículo 5 é um poderoso chamado à ação que ressoa no coração de cada missionário e crente chamado para a Grande Comissão. Não se trata de uma sugestão, mas de uma incumbência solene na presença de Deus e de Cristo Jesus (2 Timóteo 4.1).

A primeira exortação é à sobriedade — um chamado para mantermos a clareza de mente e o foco no que é eterno, em contraste com as distrações e “fábulas” que desviam muitos da verdade (2 Timóteo 4.4). No campo missionário, onde os desafios são constantes e as necessidades, avassaladoras, a sobriedade nos permite discernir a vontade de Deus e não nos perdermos em caminhos secundários.

Em seguida, Paulo nos lembra de que o caminho não é fácil: “sofre as aflições”. A obra missionária envolve renúncia, perseguição e dificuldades. No entanto, essas aflições são temporárias e pequenas quando comparadas à glória eterna que nos espera (2 Coríntios 4.17–18). Suportamos o sofrimento com a força que vem do Senhor, sabendo que Ele permanece ao nosso lado.

O cerne do nosso chamado é “faze a obra de um evangelista”. Todos os cristãos recebem a incumbência de anunciar Cristo ressurreto, independentemente de seu papel formal na Igreja. No contexto missionário, isso é primordial. A paixão por levar o primeiro contato com Jesus a todas as pessoas deve ser a força motriz de nossas vidas.

Finalmente, devemos “cumprir plenamente o teu ministério”. Deus nos escolheu e nos capacitou com dons específicos para a Sua obra. Cumprir “plenamente” significa usar cada oportunidade, cada dom e cada momento para o avanço do Reino. A obra não para, e não podemos deixar para que outros façam o que Deus nos chamou para realizar.

Que esta devocional nos inspire a renovar nosso compromisso missionário, vivendo com intencionalidade e urgência, para que a pregação seja plenamente cumprida e todos os povos a ouçam.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

08/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 8 - A Formosura dos Pés Missionários

“Quão formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Isaías 52.7, ARA)

A beleza, na perspectiva bíblica, muitas vezes transcende a estética física e se manifesta no propósito e na ação. Isaías 52.7 oferece uma imagem poderosa e inesperada: a formosura dos pés. Em um mundo onde a beleza é frequentemente medida por padrões superficiais, a Palavra de Deus nos lembra que os pés que viajam, que se cansam e se sujam no caminho para compartilhar a mensagem do Evangelho, são, de fato, belos aos olhos de Deus.

Este versículo, posteriormente citado pelo apóstolo Paulo em Romanos 10.15, é um chamado e um encorajamento para a obra missionária. Ele nos desafia a olhar para além do conforto pessoal e a considerar a urgência da mensagem que carregamos:

1) Anunciar as boas-novas: A mensagem central do Evangelho de Jesus Cristo.
2) Fazer ouvir a paz: A paz que o mundo não pode dar, a reconciliação com Deus.
3) Anunciar a salvação: A libertação do pecado e a promessa da vida eterna.
4) Dizer: O teu Deus reina!: A verdade suprema da soberania de Deus sobre todas as coisas.

A “formosura” descrita por Isaías não é sobre o quão bem cuidados estão nossos pés, mas sobre a disposição e a obediência de ir. Cada passo dado em direção a um vizinho, uma cidade ou uma nação distante, com a intenção de proclamar que Jesus é Senhor, é um ato de beleza espiritual.

Hoje, reflita sobre os seus próprios pés. Eles estão dispostos a ir? Se você não pode ir fisicamente a um campo missionário distante, você pode usar seus pés (ou recursos, orações e influência) para que a mensagem chegue até lá. A obra missionária depende dos pés dispostos a pisar em territórios, muitas vezes, desafiadores. Que sejamos encontrados com pés formosos, prontos para a caminhada do evangelismo.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

07/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 7 - Sem Mensageiro, Haverá Mensagem?

“pois ‘todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo’. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: “Como são belos os pés dos que anunciam boas-novas!” (Romanos 10.13-15, NVI)

O apóstolo Paulo nos apresenta uma verdade poderosa e uma sequência lógica inquestionável sobre a salvação e as missões. O versículo 13 é a âncora da nossa fé: a salvação é inteiramente acessível a “todo aquele que invocar o nome do Senhor”. Não há distinção de nação, classe social ou passado; a graça de Deus está disponível para todos.

No entanto, nos versículos seguintes, Paulo nos desafia com uma série de perguntas retóricas que revelam o coração da obra missionária. A salvação, embora universal, requer uma resposta pessoal de fé, que por sua vez, requer audição. E a audição requer um pregador, alguém que anuncie a mensagem.

A mensagem principal aqui é a responsabilidade da Igreja. Se as pessoas precisam ouvir para crer, e crer para invocar, então a igreja tem a missão vital de garantir que elas ouçam. A cadeia da salvação depende do nosso “ir” e “anunciar”.

A obra missionária não é apenas para “missionários profissionais”; é um chamado para cada cristão envolvido em propagar o Evangelho. Nossos pés são descritos como “belos” não pela sua estética, mas pelo propósito que carregam: a mensagem de esperança e salvação em Cristo.

Hoje, reflita sobre sua parte nesta sequência. Você já ouviu? Já creu? Se sim, quem precisa ouvir através de você? A urgência da proclamação reside no fato de que, sem um mensageiro, não há mensagem, e sem mensagem, não há salvação.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

07/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 6 - A Teologia do “Sim”: O Significado Profundo de Hineni

“Depois disso ouvi a voz do Senhor, que dizia: ‘Quem enviarei? Quem irá por nós?’ E eu respondi: ‘Eis-me aqui. Envia-me!’” (Isaías 6.8, NVI)

O capítulo 6 de Isaías narra uma experiência transformadora na vida do profeta. Em um momento de crise e incerteza (a morte do Rei Uzias), Isaías tem uma visão da majestade e santidade de Deus. Esse encontro com a glória de Deus o leva a um profundo reconhecimento de seu próprio pecado e da impureza do seu povo. Após ser purificado simbolicamente por uma brasa do altar (Isaías 6.6-7), ele está pronto para o passo seguinte.

É neste contexto que a voz do Senhor ecoa: “Quem enviarei? Quem irá por nós?”. Esta não é uma pergunta de quem está em dúvida, mas um convite à participação em Sua missão. Deus buscava um mensageiro para levar Sua palavra a um povo que precisava de conversão. A resposta de Isaías é imediata e sem hesitação: “Eis-me aqui. Envia-me!”. A palavra hebraica “hineni” (“eis-me aqui”) transmite a ideia de total prontidão e disponibilidade.

A devocional de hoje nos lembra que, assim como Isaías, nosso chamado começa com um encontro pessoal com a santidade de Deus e um genuíno arrependimento. A adoração e a purificação nos preparam para ouvir a voz do Senhor e, então, responder com um coração disposto. A missão não é apenas para pastores ou missionários em campos distantes, mas um chamado universal para sermos testemunhas de Cristo onde já estamos e para onde Ele nos enviar.

Hoje, Deus continua procurando corações dispostos a dizer “sim”. Ele nos chama para levar esperança e luz a um mundo que vive em escuridão e está envolvido nas armadilhas do inimigo. Que nossa resposta a esse convite seja a mesma de Isaías, demonstrando nossa entrega total.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

05/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 5 - Urgência Missionária: O Relógio de Deus e a Nossa Resposta

“E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.” (Mateus 24.14, NVI)

O versículo de hoje, proferido por Jesus em resposta a perguntas sobre o fim dos tempos, não é apenas uma profecia passiva, mas um chamado à ação e uma garantia de propósito. Ele estabelece uma condição clara para a consumação de todas as coisas: o evangelho do Reino deve ser pregado globalmente, servindo de testemunho a cada grupo de pessoas, ou “etnê” (nações).

Este texto nos lembra que a missão não é uma opção ou um hobby para a Igreja, mas o trabalho central que nos foi confiado até a volta de Cristo. Ainda existem milhares de grupos de pessoas não alcançadas, com apenas uma fração dos missionários e recursos dedicados a eles. A urgência é real.

Cada um de nós, como seguidores de Cristo, tem um papel nessa missão: orando, ofertando, treinando, enviando, cuidando e indo. Somos convocados a mudar essa realidade. A pregação do Evangelho em todo o mundo é um sinal vivo de que o plano de Deus está em movimento e de que o fim se aproxima. Que este versículo nos inspire a viver com intencionalidade missionária, para que o testemunho seja completo e o Reino de Deus venha em plenitude.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

04/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações
Dia 4 - Ovelhas entre Lobos: A Realidade Crua da Missão

“Eis que eu os envio como ovelhas no meio de lobos. Portanto, sejam prudentes como as serpentes e inocentes como as pombas.” (Mateus 10.16, NVI)

Ao proferir estas palavras, Jesus não estava a fazer uma metáfora leve; Ele estava a preparar os Seus discípulos para a realidade crua da missão. O contexto de Mateus 10 mostra Jesus a enviar os doze apóstolos, e Ele é transparente sobre os desafios que enfrentarão: oposição, perseguição e rejeição.

A imagem de “ovelhas no meio de lobos” é poderosa. Ovelhas são, por natureza, indefesas e vulneráveis. Elas não têm como revidar um ataque de lobos. Da mesma forma, nós, como seguidores de Cristo, somos enviados a um mundo que muitas vezes é hostil à mensagem do Evangelho. Jesus nunca prometeu um caminho fácil ou popular; Ele prometeu a Sua presença e a salvação final para aqueles que perseverassem.

Diante dessa vulnerabilidade, Jesus nos dá uma orientação vital: “sejam prudentes como as serpentes e inocentes como as pombas”.

1) Prudentes como as serpentes: Isso não significa ser astuto ou enganador, mas ter sabedoria e discernimento para navegar em situações perigosas. É a capacidade de entender o ambiente, saber quando falar e quando silenciar, e como proteger a missão e a nós mesmos de ciladas, sem comprometer a verdade do Evangelho. A prudência nos ajuda a evitar confrontos desnecessários e a maximizar as oportunidades de pregar o amor de Deus.

2) Inocentes como as pombas: Isso fala de pureza de intenção e integridade. Nossas motivações devem ser transparentes – amor a Deus e amor às almas perdidas. Não podemos permitir que a hostilidade do mundo nos torne amargos, vingativos ou corruptos. A nossa “inocência” ou simplicidade deve brilhar como um testemunho da nossa fé.

A missão é um equilíbrio delicado entre a sabedoria estratégica e a pureza de coração. Somos chamados a ser fiéis, não necessariamente populares.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

03/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 3 - A Seara é Grande, os Trabalhadores, Poucos: Uma Chamada à Oração e Missão

“Depois disso, o Senhor designou outros setenta e dois e os enviou dois a dois, à sua frente, a todas as cidades e lugares para onde ele estava prestes a ir. E lhes disse: ‘A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Portanto, orem ao Senhor da colheita, para que ele envie mais trabalhadores para a sua colheita’.” (Lucas 10.1-2, NVI)

A passagem de Lucas 10 começa com um ato da soberana vontade de Jesus: Ele designa e envia um grupo significativo de discípulos para a missão (não apenas os doze apóstolos, mas setenta e dois, representando a amplitude universal do Seu chamado e a extensão do Reino). O propósito era claro: preparar o caminho para a Sua própria chegada, em cidades e lugares que Ele visitaria, revelando a glória de Deus na terra.

Contudo, a essência missionária do texto está no diagnóstico que Jesus apresenta em seguida, um lembrete da graça comum e da depravação humana : “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos”. Esta é uma realidade atemporal. O mundo está cheio de pessoas que necessitam ouvir a mensagem do Evangelho da Graça (a “seara”, ou colheita, é abundante), mas há uma carência de pessoas chamadas e vocacionadas dispostas a ir e compartilhar essa verdade (os “trabalhadores” são escassos).

O que Jesus nos orienta a fazer diante dessa realidade? A primeira instrução não é organizar um comitê ou criar uma nova estratégia de marketing, mas sim orar. A oração é o meio de graça e o motor do esforço missionário, a fonte da qual provém a direção e a provisão divina, conforme a Sua predestinação. Devemos rogar ao “Senhor da colheita” (Deus Pai, o soberano Criador), pois é Ele quem chama, envia, capacita e sustenta Seus trabalhadores para a Sua glória.

A devocional de hoje nos desafia a olhar para o mundo com os olhos de Jesus. A urgência da colheita deve nos mover a uma oração fervorosa. Mais do que pedir que alguém vá, devemos nos colocar à disposição, prontos a responder “eis-me aqui” quando o Senhor nos vocacionar. A missão é um privilégio e um dever para todos os que seguem a Cristo, testemunhando a verdade da Palavra com fidelidade.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

02/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 2 - Do Outro Lado da Rua ao Outro Lado do Mundo

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16.15, ARA)

As palavras de Jesus em Marcos 16.15 não foram um mero conselho ou sugestão; são uma ordem direta e inquestionável dada aos seus discípulos, que se estende a nós hoje. A “Grande Comissão” é o propósito central da Igreja na Terra: levar a mensagem de salvação, amor e esperança a cada pessoa, em cada canto do globo, para a glória de Deus. Esse é o cerne da estratégia missionária cristã e um chamado claro para que os crentes se comprometam ativamente com a evangelização e o discipulado em todo o mundo.

A Grande Comissão é a missão contínua da Igreja até o retorno de Cristo (Mateus 24.14), e cada crente, consciente de sua vocação e eleição, tem a responsabilidade de participar, usando os meios disponíveis, para que a glória de Deus seja conhecida em todo o mundo.

O verbo “Ide” implica movimento, ação e urgência. Não se trata de esperar que as pessoas venham até nós, mas de nos movermos em direção a elas, seja atravessando fronteiras geográficas ou alcançando o vizinho da porta ao lado.

Reconhecido como um influente líder missionário, Oswald J. Smith inspirou gerações com sua ardente paixão pela evangelização e sua visão de uma igreja comprometida com a missão global. A ele é creditada a célebre frase: “Todos somos chamados: uns para o outro lado do mundo, outros para o outro lado da rua”. O campo missionário começa no nosso dia a dia — no trabalho, na escola, em casa — e se expande para o mundo inteiro.

Portanto, a palavra “Ide” (ou, em algumas análises do grego em passagens paralelas como Mateus 28.19, o particípio “indo” que acompanha o verbo principal “fazei discípulos”) é vista como uma ordem direta e não uma opção para o crente. O “todo o mundo” e “toda criatura” ressaltam o escopo global da missão, quebrando barreiras étnicas ou geográficas, uma visão que historicamente inspirou o movimento missionário moderno, como exemplificado por William Carey.

Assim sendo, o “Ide” é um chamado prático e urgente à obediência, que exige coragem, desprendimento e dedicação para levar a mensagem de salvação a todos os povos, confiando que é Deus quem opera a conversão e a transformação dos corações. A nossa responsabilidade é ter um coração rendido, obediente e disponível. Que possamos, individual e coletivamente, renovar nosso compromisso com este chamado e anunciar o evangelho a toda criatura. A missão não terminou.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

01/01/2026

Devocional de Missões: A Glória de Deus Entre as Nações

Dia 1 - Autoridade, Mandato e Presença: Os Três Pilares da Grande Comissão

“Então, Jesus aproximou-se deles e disse: ‘Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos’.” (Mateus 28.18-20, NVI)

A “Grande Comissão” não é uma sugestão opcional para alguns poucos missionários dedicados; é um mandamento direto de Jesus para todos os seus seguidores. O texto bíblico em apreço nos oferece três pilares essenciais para entendermos e vivermos essa missão:

1) A autoridade do Cristo ressuscitado: Jesus começa afirmando que Lhe foi dada “toda a autoridade no céu e na terra”. Isso significa que não vamos em nosso próprio nome ou força, mas sim investidos da autoridade do próprio Cristo. Essa verdade deve dissipar qualquer medo ou insegurança em relação à magnitude da tarefa. É a autoridade de Jesus que valida e sustenta a missão.

2) O mandato de fazer discípulos: A ordem central é “façam discípulos de todas as nações”. Isso envolve ir (transpor barreiras geográficas, culturais e sociais), batizar (integrar à comunidade de fé) e ensinar (instruir na obediência a tudo o que Ele ordenou). A missão não é apenas fazer convertidos, mas sim discípulos maduros, que sigam e obedeçam a Cristo.

3) A promessa da presença de Jesus: A promessa final é um conforto imenso: “E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”. Não estamos sozinhos nessa jornada. A presença contínua de Jesus, através do Espírito Santo, garante o nosso apoio e sucesso na missão.

A Grande Comissão nos lembra que a Igreja existe para a missão, e a missão, para a glória de Deus. Cada cristão tem um papel a desempenhar, seja cruzando oceanos, seja atravessando a rua para compartilhar a mensagem de que Jesus é o Salvador.

Luciano Paes Landim
(Igreja Boas Novas | Missão SAEM)

Endereço

São Sebastião, DF

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