Igreja Presbiteriana Central-IPB

Igreja Presbiteriana Central-IPB Dias dos Trabalhos
Quarta-feira Reunião de Oração às 19h30
Quarta-feira Estudo Bíblico às 20h
Escola Bíblica Dominical às 9h
Culto de Adoração às 19h

“E consideremo-nos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras” (Hb 10.24).Com grande alegria, recebem...
09/06/2025

“E consideremo-nos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras” (Hb 10.24).

Com grande alegria, recebemos em nossa igreja mais uma família! É uma bênção ver o corpo de Cristo crescendo com novos irmãos que desejam caminhar conosco no Senhor.

Como ensinava Richard Sibbes: “A comunhão dos santos é o reflexo visível do amor invisível de Deus, onde nos fortalecemos mutuamente para a glória do Seu nome.”

Que essa nossa caminhada juntos seja marcada pelo crescimento na graça, pela comunhão sincera e pela edificação mútua. Aqui é nosso lar espiritual, onde a Palavra ocupa o centro do culto e da nossa vida comunitária.

Ely, Grazi e Manu, sejam muito bem-vindos! Deus os abençoe em nosso meio.

Dia 22 de março acontecerá o primeiro PIET do ano!Você é nosso convidado!Às 18h, na Igreja Presbiteriana Central de Sao ...
09/03/2025

Dia 22 de março acontecerá o primeiro PIET do ano!
Você é nosso convidado!
Às 18h, na Igreja Presbiteriana Central de Sao Pedro da Aldeia

A QUEDA: O PREÇO DA LIBERDADE MAL USADA"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a m...
24/01/2025

A QUEDA: O PREÇO DA LIBERDADE MAL USADA

"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram" (Rm 5.12).

Deus criou nossos primeiros pais, Adão e Eva, em um estado de perfeita santidade. Ele lhes deu liberdade para conhecê-Lo, amá-Lo e obedecer-Lhe, mas também um chamado à fidelidade. Como nos ensina o Breve Catecismo de Westminster, “Nossos primeiros pais, sendo deixados à liberdade da sua própria vontade, caíram do estado em que foram criados, pecando contra Deus.”

Essa escolha trouxe sérias consequências: o pecado, a morte e a separação de Deus entraram no mundo. A liberdade mal usada no Éden nos lembra que o pecado não é algo trivial, mas uma ofensa ao Criador. Contudo, Deus, em Sua infinita graça, não nos deixou sem esperança. Ele prometeu um Redentor: Cristo, o segundo Adão, que veio para restaurar o que foi perdido.

Onde Adão falhou, Cristo triunfou. Ele viveu em perfeita obediência e entregou Sua vida em nosso lugar, cobrindo nossa vergonha e culpa com a justiça conquistada na cruz. Essa é a nossa segurança: o pecado trouxe a morte, mas em Cristo recebemos vida eterna.

Que, ao refletir sobre a queda, a seriedade do pecado e a grandeza da graça de Deus despertem em você amor e gratidão pelo Senhor, que, assim como proveu vestes para Adão e Eva (Gn 3.21), nos cobre com a justiça de Cristo. Com corações gratos pela redenção recebida, somos chamados a viver em obediência ao Seu querer, refletindo, em cada escolha diária, a glória dAquele que nos salvou. Que nossa vida seja para a Sua glória. Amém.

PACTO DE VIDA: A ALIANÇA QUE NOS RESTAURA "De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do...
21/01/2025

PACTO DE VIDA: A ALIANÇA QUE NOS RESTAURA

"De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." (Gn 2.16-17)

Em Sua imensa bondade, Deus criou o homem à Sua imagem, dando-lhe dignidade e estabelecendo um pacto sagrado de vida. Este pacto, que reflete o amor de Deus, também traz à tona Sua justiça perfeita, que exige obediência plena. E essa obediência foi simbolizada por uma simples, mas poderosa, proibição: não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal.

No entanto, sabemos que a história desse pacto não se limita à desobediência de Adão. Ela aponta para algo muito mais glorioso: aponta para Cristo, o segundo Adão, que cumpriu o que Adão não pôde. Onde o primeiro homem falhou, Cristo obedeceu perfeitamente. Ele levou sobre Si a penalidade por nossa desobediência e trouxe a vida eterna para todos os que n’Ele creem.

O Breve Catecismo de Westminster nos ensina: “Quando Deus criou o homem, fez com ele um pacto de vida, com a condição de perfeita obediência: proibindo-lhe comer da árvore da ciência do bem e do mal, sob pena de morte.”

Esse pacto revela dois aspectos fundamentais do caráter de Deus: Sua santidade, que exige obediência perfeita, e Sua justiça, que pune o pecado com a morte. Contudo, é na graça de Deus que encontramos nossa esperança. Onde Adão falhou, Cristo triunfou. Ele cumpriu a justiça de Deus e, ao morrer em nosso lugar, restaurou nossa comunhão com o Pai.

Irmão querido, é em Cristo que encontramos a justiça que jamais alcançaríamos por nós mesmos. Somos chamados a viver em santidade, não como um fardo, mas como uma resposta de gratidão ao Seu imenso amor. Que a centralidade de Cristo no pacto de vida nos leve a glorificar a Deus em cada aspecto de nossa jornada, rendendo-Lhe louvor eterno e vivendo com alegria piedosa.

A PROVIDÊNCIA DE DEUS“Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, benigno em todas as suas obras.” (Sl 145.17)Você já pa...
07/01/2025

A PROVIDÊNCIA DE DEUS

“Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, benigno em todas as suas obras.” (Sl 145.17)

Você já parou para pensar em como Deus cuida de cada detalhe da nossa vida? A Palavra nos ensina que o Senhor não apenas criou todas as coisas, mas também sustenta e governa tudo com amor e sabedoria. O Breve Catecismo de Westminster nos lembra que “as obras da providência de Deus são a sua maneira muito santa, sábia e poderosa de preservar e governar todas as suas criaturas, e todas as ações delas.” Em outras palavras, Deus está no controle, sempre.

Nenhum detalhe passa despercebido diante Dele. O escritor de Hebreus nos diz que Deus sustenta todas as coisas pelo poder da Sua palavra (Hb 1.3). Até mesmo os pardais, pequenos e insignificantes aos olhos do mundo, são contados e preservados pelo Pai (Mt 10.29-30). Isso significa que não existe acaso na vida do crente. Cada passo, cada momento, é cuidadosamente guiado por Ele.

João Calvino escreveu: “A providência de Deus, qual é ensinada na Escritura, é o oposto da sorte e dos acontecimentos atribuídos ao acaso. (…) Todos e quaisquer eventos são governados pelo conselho secreto de Deus”. Que conforto é saber que nossa vida não está à deriva, mas segura nas mãos do nosso Pai Celestial! Nada foge ao Seu governo. Mesmo as circunstâncias mais difíceis são usadas por Deus para o nosso bem e para a Sua glória (Rm 8.28).

Deus governa com santidade, porque Ele é santo. Seus planos são perfeitos, mesmo quando não conseguimos entender. Como diz o salmista: “Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas...” (Sl 104.24).

Muitas vezes, olhamos para a nossa vida e vemos apenas peças soltas de um quebra-cabeça. Mas Deus vê o quadro completo. Ele sabe onde cada peça se encaixa e faz com que todas as coisas cooperem de forma harmoniosa.

A providência de Deus, não apenas observa, mas age. O Senhor não permite que nada se perca ou aconteça fora do Seu plano eterno. Parafraseando Thomas Watson: “A providência é a roda mestra que move todas as coisas; é a mão invisível de Deus que guia o mundo.” E essa mão também guia a sua vida.

Continua nos comentários..

A Criação do Homem"Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança..." (Gn 1.26)          ...
04/01/2025

A Criação do Homem

"Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança..." (Gn 1.26)

O Breve Catecismo de Westminster nos ensina que “Deus criou o homem macho e fêmea, conforme a Sua própria imagem, em conhecimento, retidão e santidade, com domínio sobre as criaturas.” Aqui vemos a majestade do ato criador: Deus, por Sua palavra poderosa, formou o homem à Sua imagem, refletindo Sua perfeição e sabedoria.

Jonathan Edwards afirma que “a criação é o teatro no qual Deus exibe Sua glória”. Ao contemplarmos o homem, feito à imagem de Deus, vemos uma revelação dessa glória em forma pessoal e relacional. O homem, dotado de racionalidade, moralidade e capacidade de relacionamento com Deus, reflete algo da natureza divina.

Ao criar o homem, Deus não apenas demonstrou Seu poder. A criação do homem foi um ato de bondade divina, refletindo a retidão e a santidade do Criador. O homem foi feito para viver em comunhão com Deus e governar a criação com sabedoria.

A obra da criação do homem aponta para a obra redentora de Cristo. Assim como Deus formou o homem à Sua imagem, Ele nos chama à nova criação em Cristo, onde a verdadeira imagem de Deus em nós é restaurada (2 Co 4.6). A obra da criação se conecta à obra redentora do Evangelho.

Thomas Watson escreve: “A criação é o alicerce sobre o qual repousa a nossa fé. Aquele que fez tudo do nada pode, certamente, transformar nossas provações em bênçãos.”

Que essa verdade nos leve a viver para a glória de Deus, refletindo Sua imagem e governando Sua criação com sabedoria.

Tributemos louvores ao Criador, que nos chama a refletir Sua glória!

A OBRA DA CRIAÇÃO "No princípio criou Deus os céus e a terra." (Gn 1.1)O Breve Catecismo de Westminster nos ensina que: ...
02/01/2025

A OBRA DA CRIAÇÃO

"No princípio criou Deus os céus e a terra." (Gn 1.1)

O Breve Catecismo de Westminster nos ensina que: “A obra da criação é aquela pela qual, Deus fez todas as coisas do nada, no espaço de seis dias, e tudo muito bem.” Essa declaração nos conduz à majestade do primeiro ato revelado na Escritura: Deus, por Sua palavra poderosa, trouxe à existência tudo o que vemos e conhecemos.

Jonathan Edwards afirma que “a criação é o teatro no qual Deus exibe Sua glória”. Quando contemplamos o firmamento, as montanhas ou as vastidões do mar, estamos diante da assinatura do Criador. Nada existia, mas pela ordem do Senhor, tudo passou a existir, em perfeita harmonia.

Ao criar, Deus não apenas demonstrou Seu poder, mas também Seu prazer em fazer o que é bom. Cada detalhe da criação reflete a sabedoria e a bondade divina. Ele olhou para Sua obra e viu que era muito boa (Gn 1.31). Essa bondade inicial aponta para o cuidado com que Deus formou o mundo e o homem à Sua imagem.

A criação também nos lembra do poder redentor de Deus. Assim como Ele chamou a luz a existir nas trevas do caos, também chama pecadores mortos em delitos e pecados para a vida em Cristo (2 Co 4.6). A obra da criação se conecta à nova criação operada pelo Evangelho.

Thomas Watson escreve: “A criação é o alicerce sobre o qual repousa a nossa fé. Aquele que fez tudo do nada pode, certamente, transformar nossas provações em bênçãos.”

Quando enfrentamos dificuldades, a lembrança de que Deus é o Criador nos fortalece. Ele tem poder sobre todas as coisas e sustenta o mundo pela palavra do Seu poder (Hb 1.3). Nada está fora de Seu controle.

Que essa verdade leve nossos corações a descansar e adorar. O mesmo Deus que criou o universo é aquele que nos chama para Si, com propósito eterno e amor imutável.

Tributemos louvores ao Criador dos céus e da terra – que a Tua glória na criação nos leve a confiar no poder soberano, Daquele que governa tudo.

DEUS EXECUTA SEUS DECRETOS"Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis ...
30/12/2024

DEUS EXECUTA SEUS DECRETOS

"Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Pois quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro?" (Rm 11.33-34)

O Breve Catecismo de Westminster nos ensina que: “Deus executa os seus decretos nas obras da criação e da providência”. Essa afirmação revela a grandiosa realidade de que tudo o que existe e acontece se move sob a mão soberana do Criador.

Thomas Watson escreve: “A providência é a história em andamento dos decretos de Deus.” O mundo à nossa volta não está entregue ao acaso ou ao caos, mas ao cuidado minucioso de um Deus que tudo governa. Ele criou o universo por Sua palavra poderosa e, com a mesma palavra, o sustenta a cada instante.

Quando olhamos para as maravilhas da criação – o céu estrelado, o curso dos rios, a precisão das estações – enxergamos as pegadas do Criador. Mas a obra de Deus não se limita à ordem natural; Ele também age nas mínimas circunstâncias da nossa vida.

Nada escapa do controle divino. Quando enfrentamos tempos difíceis ou colhemos bênçãos inesperadas, podemos ter certeza de que a providência está tecendo cada detalhe. Os planos de Deus são perfeitos, e Ele não erra ao executá-los.

John Flavel certa vez disse: “Quando a providência de Deus parece oculta, devemos descansar na certeza de que Ele é sempre sábio e bom em todos os Seus atos.” A providência não é um mistério distante, mas um lembrete constante de que Deus guia nossa história com amor. Não há coincidências, apenas os desdobramentos do plano eterno do Senhor.

Quando você se deparar com momentos de incerteza, lembre-se: o Deus que sustenta o universo é o mesmo que cuida do Seu povo eleito. Cada respiração, cada passo, está debaixo de Seus decretos soberanos. Descanse nessa verdade. Aquele que decretou a redenção em Cristo também ordena cada detalhe da sua existência.

Que essa confiança motive o seu coração a adorar e viver para a glória de Deus.

OS DECRETOS DE DEUS"Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não ...
28/12/2024

OS DECRETOS DE DEUS

"Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade"... (Is 46.9-10).

O Breve Catecismo de Westminster nos convida a contemplar a majestade e soberania de Deus ao afirmar que: “Os decretos de Deus são o seu eterno propósito, segundo o conselho da sua vontade, pelo qual, para sua própria glória, Ele predestinou tudo o que acontece”.

Thomas Watson, com sua doçura pastoral, nos lembra que: "O que Deus faz na eternidade, a história o revela no tempo." Nada surpreende o Senhor. Seu plano não conhece hesitação ou falha. Ele não apaga o que escreveu, nem revisa o que decretou. Cada momento, seja de alegria ou de provação, é uma linha traçada pela mão firme e graciosa do Criador.

A história do mundo – e a nossa – segue esse mapa perfeito, traçado para a glória de Deus. Quando as ondas da vida nos ameaçam, precisamos lembrar: há um timoneiro que governa o barco. Não somos folhas ao vento, mas parte de uma sinfonia orquestrada desde a eternidade.

Os decretos de Deus não são um fardo, mas um refúgio. Eles não anulam nossas escolhas, mas as revestem de propósito. Saber que cada passo já foi estabelecido nos dá coragem para caminhar, mesmo quando o horizonte está encoberto.

Confie no Deus que escreve com perfeição. "Deus nunca erra em Seus planos; aquilo que Ele ordena é para o nosso bem, mesmo quando não compreendemos" (Thomas Watson). Essa é a melodia que sustenta nossos dias. Descanse nessa verdade. O mesmo Deus que decretou a redenção em Cristo governa cada detalhe da sua existência.

Lembre-se: o Autor da vida e Guardião dos séculos cuida de você. Descanse na certeza de que cada detalhe da sua existência está em Suas mãos. Quando você não enxergar o caminho, lembre-se de que a vontade soberana de Deus permanece firme. Que seu coração se aquiete nessa soberania, e que sua vida, em cada passo, reflita a glória de Deus.

QUANTAS PESSOAS HÁ NA DIVINDADE?"Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus" (Is 45.5). Vivemos em um mund...
27/12/2024

QUANTAS PESSOAS HÁ NA DIVINDADE?

"Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus" (Is 45.5).

Vivemos em um mundo fragmentado por muitas vozes, filosofias e crenças. Contudo, a Escritura ergue-se como um baluarte inabalável, proclamando a verdade eterna: há um só Deus. O Senhor, em Isaías 45.5, declara a Sua unicidade e supremacia. Não existe outro Deus. Não há divindade além dEle, nem qualquer poder que possa rivalizar com Sua glória ou Sua soberania.

O Breve Catecismo de Westminster, responde de forma clara: “Há três pessoas na Divindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, e estas três são um Deus, da mesma substância, iguais em poder e glória.” Não há divisão na natureza divina. A Trindade não significa três deuses, mas um único Deus, subsistindo em três pessoas.

Esta doutrina é um tesouro, pois nos conduz a um entendimento profundo do ser de Deus. O Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus — e ainda assim, não há três deuses, mas um só. Este é o mistério glorioso da fé cristã.

João Calvino nos adverte: “Nosso coração é uma fábrica de ídolos.” À luz desta verdade, devemos vigiar contra os falsos deuses que tentam dominar nossos corações. Idolatramo-nos quando confiamos mais na força humana, no dinheiro ou na segurança deste mundo. Mas a Palavra nos chama de volta: há um só Deus que governa soberanamente e nada escapa à Sua mão.

A maior revelação deste Deus único está na pessoa de Jesus Cristo. O Verbo encarnado nos mostra a glória do Pai, e por meio do Espírito Santo somos conduzidos à plena comunhão com o Deus trino. Esta verdade não é um conceito frio ou meramente teórico; é a esperança que transforma vidas, conduzindo-nos a uma adoração sincera e fiel.

Que a convicção de que não há outro Deus nos fortaleça em meio às tempestades da vida. Que vivamos para a glória do Deus trino, o Senhor que é, que era e que há de vir. Em Cristo, somos chamados a render nossas vidas a este Deus único, e nEle encontramos descanso para nossa alma.

Soli Deo Gloria.

HÁ MAIS DE UM DEUS?"Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus" (Is 45.5).Em um mundo repleto de vozes e p...
24/12/2024

HÁ MAIS DE UM DEUS?

"Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus" (Is 45.5).

Em um mundo repleto de vozes e poderes, a Escritura ressoa clara e firme: há só um Deus, o Deus vivo e verdadeiro. Em Isaías, o Senhor declara Sua exclusividade e soberania. Não há concorrentes ao trono divino; não há outros deuses que compartilham Sua glória ou rivalizam com Sua majestade. Ele é o Senhor absoluto sobre tudo e todos.

O Breve Catecismo de Westminster nos ensina: "Há só um Deus, o Deus vivo e verdadeiro." Essa verdade é um farol em meio à confusão espiritual do mundo. Enquanto os homens criam ídolos e seguem deuses feitos pelas próprias mãos, o Deus da Bíblia permanece singular, sem igual, sem paralelo. Ele é o Deus vivo — que age, fala (por meio de Sua Palavra), salva e julga. Ele é o Deus verdadeiro — fiel às Suas promessas, puro em Sua essência e perfeito em todos os Seus caminhos.

Como disse João Calvino, "O coração humano é uma fábrica de ídolos." Por isso, precisamos continuamente trazer nossa alma de volta à realidade central: existe um único Deus digno de adoração. Qualquer outra coisa que tente ocupar esse lugar é uma sombra, um engano.

Em tempos de dúvida ou tentação, quando somos tentados a confiar em nossa própria força, riqueza ou sabedoria, lembremo-nos: só há um Deus. Ele governa com poder soberano e cuida dos Seus com amor eterno. Ao longo das Escrituras, vemos que este único Deus se revelou plenamente em Jesus Cristo, o Verbo Encarnado. Nele, encontramos a manifestação do Deus vivo e verdadeiro.

Que essa confiança não apenas nos console, mas também nos conduza a uma vida de adoração sincera e exclusiva. Em um mundo de muitos "senhores", nós crentes em Cristo, pertencemos ao Único que reina de eternidade a eternidade. Ele é Deus, e não há outro.

QUEM É DEUS?"Antes que os montes nascessem, ou se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus" (...
20/12/2024

QUEM É DEUS?

"Antes que os montes nascessem, ou se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus" (Sl 90.2)

No vasto palco da eternidade, onde o tempo e o espaço se perdem, existe um Deus que permanece imutável, para sempre. Em meio às marés de mudança e aos ventos da incerteza, Ele é o mesmo — ontem, hoje e para sempre. O salmista nos convida a contemplar essa imutabilidade divina, um refúgio seguro que não se move com as estações, mas permanece firme como a rocha eterna.

O Breve Catecismo de Westminster ecoa essa verdade quando diz: “Deus é espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.” Ele não é limitado pelos contornos do tempo ou pelas transições do mundo. Ele é infinito em Seu ser, eterno em Sua existência, imutável em Sua essência. Em Sua sabedoria, poder e bondade, Ele nunca falha; Sua santidade e justiça são perfeitas, eternamente constantes.

Como disse o puritano Thomas Watson: “Deus nunca muda em Seu ser, nem em Seu amor, nem em Sua verdade.” Que co***lo há nesta promessa! Em um mundo onde tudo é passageiro, podemos descansar no fato de que o amor de Deus por nós não vacila, Sua verdade nunca falha, e Seu ser permanece inalterável.

Quando as tempestades da vida surgem e o futuro parece incerto, lembre-se: Deus é imutável. Ele é o alicerce inabalável sobre o qual podemos descansar. Sua fidelidade não muda com os tempos; Seu amor pelos eleitos jamais se desgasta. Em Cristo, temos uma âncora segura que nos mantém firmes, não importa o que aconteça ao nosso redor. Que nossos corações se assentem na certeza de que, enquanto o mundo gira, Deus permanece imutável.

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