03/05/2026
Existe algo muito sério que precisa ser dito sem rodeios: assumir um título que não foi recebido de Deus é brincar com o sagrado.
Ser padre não é função, não é aparência, não é vontade própria. É chamado, é envio, é obediência. Ninguém se faz padre sozinho. Quem se coloca nesse lugar sem ter sido verdadeiramente enviado carrega sobre si uma responsabilidade espiritual enorme porque está lidando com almas.
Batizar, ouvir confissões, “celebrar” a Eucaristia… isso não é teatro. Cada um desses atos toca diretamente a vida espiritual das pessoas. E então vem a pergunta que não pode ser ignorada: se não há verdade na origem, o que está sendo entregue às pessoas?
A Igreja Católica é clara: o sacerdócio é recebido pelo sacramento da Ordem, por meio de um bispo, em comunhão com a Igreja. Fora disso, não existe autoridade legítima. Existe engano consciente ou não.
E o alerta do próprio Jesus Cristo continua atual: cuidado com os falsos profetas. Eles não aparecem como inimigos, mas como se fossem enviados. O problema não é só o erro… é permanecer nele, mesmo sabendo da verdade.
Isso não é sobre julgar pessoas. É sobre não relativizar o que é sagrado.
Porque no fim, não é o título que pesa… são as almas.
E quem conduz almas sem verdade, responde por elas.
Pense nisso. 😉